Documentário produzido pelo Núcleo Audiovisual do Instituto Biotrópicos
Ano de produção: 2013
Imagens e edição: Michel Becheleni
Trilha sonora: Músicas do Espinhaço | www.musicasdoespinhaco.com.br
Serra do Espinhaço | Minas Gerais | Brasil
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© Instituto Biotrópicos
Mostrando postagens com marcador Pico do Itambé. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Documentário mostra a descoberta de nova espécie de sapo no Pico do Itambé
quarta-feira, 29 de maio de 2013
segunda-feira, 16 de março de 2009
Os cruzeiros de Diamantina
Andando por Diamantina sempre me deparo com alguns cruzeiros que estão dispostos em vários locais da cidade. Podemos encontrá-los dentro do 3º Batalhão de Polícia; outro no Rio Grande; e também próximo ao Seminário. Afinal, quantos são? Qual a seu significado histórico e religioso para a cidade?
O mais conhecido deles é o Cruzeiro da Serra. Para muitos o local com mais bela paisagem de Diamantia. Em uma altitude aproximada de 1300 metros é possível ter uma visão panorâmica da cidade e seus arredores com destaque para o imponente Pico do Itambé (2.002). O Cruzeiro da Serra também é o marco comemorativo do centenário da fundação de Diamantina (1838-1938).
Apesar de sua beleza e importância histórica, o local sempre me pareceu abandonado, sujo e com muito lixo (garrafas, camisinhas, cacos de vidro e muito mais). É realmente lamentável. Sempre levo minhas visitas de outras cidades para conhecer o Cruzeiro por achar que é uma oportunidade de mostrar uma visão geral da cidade e suas belezas. Infelizmente, todos fazem o comentário de que o lugar deveria ser mais valorizado e bem cuidado. Uma cidade que se propõe a ter uma vocação turística deveria conservar melhor seu patrimônio.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Itambé: natureza, cenário e testemunha da história
Na língua Tupi ele significa pedra afiada ou aguda. Em minhas andanças pela região de Diamantina é ele que me orienta. O botânico francês August Saint Hilaire também o descreveu como uma importante referência geográfica em suas pesquisas pelo Brasil na primeira metade do século 19. Está presente em músicas, poemas, fotos e relatos. O Pico do Itambé (2002m de altitude) é o cenário perfeito para essas paisagens e acontecimentos históricos. Além disso, por possuir um rico acervo de fauna e flora, a região foi transformada em Parque Estadual pelo Instituo Estadual de Florestas, em 1998.
De acordo com o IEF Parque Estadual do Pico do Itambé possui riquezas naturais como cachoeiras, cursos d'água e vegetação únicas. Abrange em seus domínios, várias nascentes e cabeceiras de rios das bacias do Jequitinhonha e Doce. No Parque situa-se o Pico do Itambé, com seus 2.002 metros, um dos marcos referenciais do Estado.
Campos rupestres de altitude e cerrado compõem a cobertura vegetal nativa do Parque. Nos fundos de vales ocorrem manchas de solos de aluvião, de maior fertilidade, sobre os quais se desenvolve exuberante mata pluvial altimontana, onde podem ser encontradas espécies como o pau-d'óleo, a sucupira, o ipê, o cedro, o jatobá, o ingá e a candeia, entre outras. Nos campos de altitude ocorrem espécies raras e endêmicas de orquídeas.
Uma fauna bastante rica relaciona-se com a diversidade florística e com os recursos hídricos. Dentre os animais, constantes da lista oficial de animais ameaçados de extinção, destacam-se a onça-parda e o lobo-guará.
Fotos: Gladistone e Treliça
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