segunda-feira, 21 de junho de 2010

Reservado para a Globo II

Depois do jogo contra a Costa do Marfim, durante a entrevista coletiva, Dunga manda recadinhos em off para o repórter da Rede Globo, Alex Escobar.

Reservado para a Globo

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Por falar na gravação da minissérie global, a presença da equipe de televisão tem alterado  o cotidinao das pessoas. As gravações possibilitam ao diamantinense ver e  conviver  com ídolos das telenovelas, ter contato com esse mundo mágico da teledramaturgia, além de vislumbrar  a divulgação da cidade para todo  Brasil.

Por outro lado a presença da Globo tem ocasionado situações inusitadas. Muitos reclamam que são impedidos por seguranças mal-treinados de andar pelos becos da cidade. Mas a principal cena que tive a infelicidade de presenciar aconteceu ontem, domingo, no Restaurante Apocaplipse. Como sempre faço,  juntamente com minha família, escolhemos o distinto estabelecimento para almoçar. Chegando lá, fomos surpreendidos por um uma situação hilária, para não dizer outra coisa. Tiveram a a infeliz idéia de fazer um "cercadinho"  com uma "fita zebrada" para separar a equipe global dos demais clientes "normais" que frequentam o local. Enquanto os habituais clientes ficavam espremidos, em situação desconfortável, a maioria das mesas e cadeiras reservadas para a produção da emissora estavam desocupadas.

Um dos fucionários da emissora chegou a argumentar que as pessoas estavam tirando muitas fotos e incomodando os atores e atrizes. Enquanto isso, a gerente do estabelecimento, sempre muito gentil, se esforçava para contornar a situação. Ao final, a horrenda "fita zebrada" foi pisoteada e abaixada, mas antes vimos o grande Juca de Oliveira tendo que passar por baixo  da fita para ir se servir; além da cena da eterna  Nívea Maria equilibrando seu prato enquanto a danada da fita se enroscava entre suas pernas. Simplesmente, lamentável.

A Rede Globo de Televisão merece e deve ser muito bem recebida na cidade. Porém, o cidadão também tem o direito de ir e vir. O público tem o diretio de tirar uma foto com o seu ídolo. Afinal, a fama e o dinheiro existem somente pelo reconhecimento do público e de sua audiência.

A fita zebrada (amarela e preta) já é figura carimbada em Diamantina. Na Vesperata ela já ocupa  lugar de destaque, amarrada em pedaços de ferro fixados em concreto, forma o "cercadinho" do turista. Esteticamente, muito feio. Funcionalmente, inócua. Conceitualmente, expressa a idéia de separação, um apartheid disfarçado de organização.

As palavrinhas mágicas "por favor" e "obrigado", assim como uma placa dizendo "reservado" são tão simples, mas  muitas vezes esquecidadas. São simples e verdadeiras como a letra de Milton Nascimento e Fernando Brant: "Todo artista tem de ir aonde o povo está. Se foi assim, assim será".

Andreia Horta grava em Diamantina

Fonte: Simone Castro - Estado de Minas - 21/06/2010

Reprodução/Reprodução

Mineira de Juiz de Fora, a atriz Andreia Horta, que brilhou como a protagonista da minissérie Alice, no canal pago HBO, está em Diamantina, cidade histórica de Minas, para as gravações de A cura, de João Emanuel Carneiro.

Dirigida por Ricardo Waddington, a minissérie tem Selton Mello como protagonista, o médico que descobre ter poderes de cura. Também estão no elenco Juca de Oliveira, Nívea Maria, Caco Ciocler, Carmo Dalla Vechia e Ary Fontoura.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Campanha do sino cidadão

Acabo de receber e folhear o livro da campanha do sino cidadão "Linguagem dos sinos: resposta da comunidade diamantinense ao resgate de uma de suas mais fortes tradições". Com uma bela capa e  recheado de manifestações, depoimentos, pesquisas, poemas e  fotos, o volume registra os detalhes dessa campanha que movimentou a comunidade de Diamantina.

O que nos chama a atenção é o fato da camapanha ser uma idéia tão simples, mas com uma imensa força para envolver e aglutinar tantas pessoas e entidades em torno de um objetivo comum.  Muito mais que a fundição de réplicas dos sinos rachados, a campanha teve o mérito de resgatar e preserva vários símbolos que fazem parte da história e do cotidiano da cidade.

Parabéns aos organzadores, Quincas e Erildo, pela brilhante idéia e pela condução do projeto que se concretizou. 

Vídeo do Micuim

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Raridade: campanha publicitária da Chevrolet em Diamantina (1975)

Detalhes coloridos

 

Fotos do Flickr: Em destaque  a bela foto da pinha de Cristal feita pela Sâmia   da  Treliça. No sentido horário as jenelas coloridas da Renatinha Moça, o detalhe do telhado de Marcelo-Miranda, outro detalhe da Renatinha Moça e as torres de  catedral ao fundo do whl.travel.

Uma cidade de contrastes...

Uma cidade  em que seus moradores adoram ter cachorros

mas seus moradores os abandonam  soltos pelas ruas.....

Uma cidade em que podemos caminhar por belas ruas históricas..

mas corremos o risco de sermos atacados por cães abandonados ...

Uma cidade em que o calçamento é patrimônio da humanidade

mas suas ruas estão abandonasdas e esburacadas...

Uma cidade que tem um belo conjunto arquitetônio

Mas que está sendo lentamente escondido atrás de  placas e letreiros de mau-gosto

Uma cidade que tem obras do grande arquiteto do século

Mas não é capaz de de cuidar de suas praças e jardins

Uma cidade cujo filho mais ilustre era médico e foi presidente do páis

Mas tem um sistema de saúde deficiente....

Enfim, um cidade de contrastes...

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Continua.....

42º Festival de Inverno da UFMG: programação das oficinas de artes cênicas

Fonte: Site do Festival

A Imagem Digital na Concepção do Espaço Cênico

Oficina de Iniciação

Discutir e experimentar o uso da imagem digital na concepção do espaço cênico. A partir de reflexões teóricas e de experimentações práticas, pretende-se investigar como a natureza virtual da imagem projetada dialoga com a natureza material da presença física do ator e dos elementos cênicos e como ambas atuam na construção de uma unidade textual imagética produtora de sentido.

Professor

Eduardo Andrade (UFMG) - Mestre em Artes Visuais pela EBA/UFMG e graduado em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG. É professor efetivo do curso de Graduação em Teatro da UFMG onde desenvolve atividades de docência e pesquisa na área da realização plástica e técnica do espetáculo, coordenando o Laboratório Didático de Cenografia e Iluminação Cênica. Desde que iniciou sua carreira como cenógrafo, já desenvolveu cerca de quarenta trabalhos profissionais nas áreas de teatro, dança, música, TV e cinema, tendo conquistado diversas premiações e coordenado dezenas de montagens no Brasil e no exterior.

Público-alvo: Estudantes de teatro, artes visuais, cinema e público em geral interessado na concepção visual do espetáculo cênico.

Vagas: 20

Período: 23 a 29 de julho

Horário: 15h às 20h

A Criação da Personagem - Método Michael Chekcov: O Trabalho Direto sobre o Corpo e Indireto sobre a Emoção

Oficina de Atualização

Introdução aos principais conceitos da técnica de Michael Checkov na criação de personagens: atmosferas, centro imaginário, arquétipo, corpo imaginário, gesto psicológico. Aplicação do trabalho sobre a linha de ação transversal da análise ativa de Stanislavski: superobjetivo, conflito, objetivo. Desenvolvimento da análise dramatúrgica do ator a partir do corpo. Treinamento do verbal a partir da imaginação e visualização: o trabalho direto sobre o corpo e indireto sobre a emoção. Esta oficina faz parte do projeto transdisciplinar que tem por objetivo realizar uma produção audiovisual durante o Festival.

Professor

Mariano Gracia (Espanha) - Professor de Interpretação na Real Escola Superior de Arte Dramática (RESAD) de Madri. Trabalhou também como professor de direção na mesma escola e no Instituto de Teatro de Astúrias. Doutorando pela Universidade Complutense de Madri. Especialista no Método Michael Chekhov pela Michael Chekhov Association (MICHA); realizou cursos em Madrid, EUA e Itália, com Joanna Merlin, Lenard Petit y David Zinder. Como ator profissional trabalhou em diversas companhias, como no Centro Nacional de Nuevas Tendencias Escénicas e no Centro Dramático Nacional, na Espanha.

Público-alvo: estudantes de teatro e atores

Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e “carta de intenções” do formulário

Vagas: 20

Período: 21 a 29 de julho

Horário: 14h às 18h - o horário sofrerá alterações no decorrer do festival a fim de adequar-se às demandas de criação e execução conjunta da produção audiovisual. É de fundamental importância que o aluno participante desta oficina não participe de nenhuma outra.

Material do aluno: Roupa e calçado confortáveis; caderno e caneta; figurinos e elementos cênicos para a criação de personagens.

Parceria: Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana

Impro: Metodologia Jeith Johnstone

Oficina de Atualização

Improvisação, Transformação, Narrativa e Personagem. Esta oficina trata da interação destes elementos na criação improvisada da ação dramática. Trata-se de uma aproximação prática à Metodologia de Improvisação de Keith Johnstone e de como se pode trabalhar a interação desses elementos, projetando espontaneidade à ação teatral.

Professor

Frank Totino (Canadá): Diretor de Teatro e de Cinema. Trabalha com Keith Johnstone, desde 1976, desenvolvendo metodologias e formatos de espetáculos improvisados. Dirigiu várias produções no Canadá e na Europa e é mundialmente reconhecido como um dos principais divulgadores e continuadores da metodologia de Keith Johnstone de improvisação.

“Como diretor, Frank tem um método de aproximação experimental, e trabalha combinando improvisação a outros métodos mais tradicionais. É uma pessoa com grande capacidade de percepção, conhece muito bem meu trabalho, é inteligente, talentoso em várias áreas e muito experiente. Não hesito em recomendá-lo fortemente como professor.” Keith Johnstone (Autor de Impro: Improvisation for the Theatre (1979, Methuen Publishing, London) e Impro for Storytellers (1998, Faber and Faber Limited, London).

Público-alvo: Improvisadores, atores, bailarinos e estudantes de teatro

Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e “carta de intenções” do formulário.

Vagas: 20

Período: 21 a 29 de julho - os dias 28 e 29 serão dedicados a uma performance realizada pelos alunos e aberta ao público.

Horário: 14h às 19h

Material do aluno:. Roupa confortável, papel e caneta.

Parceria: Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau - FITUB

quinta-feira, 10 de junho de 2010

UFMG divulga programação do 42º Festival de Inverno em Diamantina

Fonte: UFMG

Arnaldo Antunes, Naná Vasconcelos e o ator Paulo José, além do documentarista Eduardo Coutinho e do curador da Bienal de São Paulo, Agnaldo Faria, são presenças confirmadas no 42° Festival de Inverno da UFMG, que acontece de 20 a 29 de julho, em Diamantina. Com o tema Projeções – capturas e processos, essa edição do evento terá como eixo a produção cinematográfica, sob diferentes aspectos. Um filme será produzido coletivamente nas oficinas oferecidas aos participantes, com atuação dos artistas convidados.

A programação do Festival prevê cursos e oficinas de iniciação e aprofundamento nas áreas de artes cênicas, literárias, musicais, visuais e de projetos especiais, além de apresentações artísticas, exposições e instalações. As inscrições estarão abertas de 14 a 24 de junho. As matrículas para as atividades que não demandam seleção acontecerão de 1° a 19 de julho. A programação de eventos que acontecem paralelamente às oficinas será divulgada no final de junho. Mais informações no site www.ufmg.br/festival.

Em sua 42° edição, o Festival de Inverno da UFMG é um dos mais longevos programas de extensão na área de artes e cultura promovido por uma instituição de ensino superior no país e sempre procura manter sua proposta fundamental de atuação como espaço de iniciação, aprofundamento, experimentação e pesquisa de novas linguagens artísticas. Ele traz como diferencial a realização de atividades envolvendo diversas áreas de conhecimento, o que contribui para o intercâmbio de experiências e a identificação de novas tendências. A maioria dos artistas participantes vem de espaços formais de aprofundamento artístico ou possui algum tipo de formação acadêmica. O evento tem como público estudantes e profissionais das áreas de artes, cinema, letras e comunicação.

Projetos especiais destinados à população de Diamantina serão desenvolvidos durante o Festival, com apoio da prefeitura. Neste ano o foco será a formação profissional de músicos da região, levando em consideração a tradição da população de engajamento nessa área.

Programação
Além dos cursos e oficinas haverá encontros com artistas e pensadores brasileiros que, por meio de palestras, performances e shows, apresentarão sua produção em arte contemporânea. Dia 24 de julho, às 18h, o arquiteto Agnaldo Faria falará sobre Processos curatoriais e a Bienal de São Paulo. A Performance poéticade Arnaldo Antunes acontece em 25 de julho, no mesmo horário. No dia seguinte, às 18h30, será a vez do documentarista Eduardo Coutinho, às 18h30, e o ator Paulo José vai falar de cinema, teatro e televisão. Naná Vasconcelos encerra a série de encontros no dia 28 de julho, às 21h.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Ajudando o Velho Chico

Fonte: Micuim

O Centro de Referência em Conservação da Natureza e Recuperação de Áreas Degradadas da Universidade de Brasília (CRAD) em parceria com o Instituto Estadual de Florestas-IEF/MG, desde 2008, está implantando modelos de recuperação da cobertura vegetal na sub-bacia do rio Paracatu em Minas Gerais.

O projeto está inserido no Programa de Revitalização do Rio São Francisco e inclui além da pesquisa com modelos de recuperação, cursos de sensibilização e capacitação de agricultores e técnicos.

Para os novos plantios no período chuvoso de 2010, o projeto está com dificuldades para produzir mudas devido a pouca disponibilidade de sementes de espécies nativas do Cerrado.

Solicitamos por meio da Rede de Sementes do Cerrado, parceira do CRAD, a doação de sementes de árvores nativas do Cerrado para o início imediato de produção de mudas.

Antecipadamente agradecemos!

–
Carmen Regina M.A. Correia
Centro de Referência em Conservação da Natureza e Recuperação de Áreas Degradadas-CRAD
Universidade de Brasília
Rede de Sementes do Cerrado
www.rededesementesdocerrado.com.br
Fone: (61) 3348-0423/ Fax (61) 3307-3201

terça-feira, 8 de junho de 2010

42º Festival de Inverno da UFMG: programção de oficinas de artes audiovisuais

Fonte: Site do Festival

A Direção Cinematográfica

Oficina de Atualização

Analisar o processo criativo na direção cinematográfica das seguintes produções: A Luta, Geografia do Som e O Filme da Montagem. Esta oficina faz parte do projeto transdisciplinar que tem como objetivo realizar uma produção audiovisual durante o Festival.

Professor

Fábio Carvalho (BH) – Diretor cinematográfico. Realizou mais de 30 trabalhos de curta e média metragem conquistando prêmios como Melhor Vídeo, Sol de Ouro e Prêmio Especial do Júri, no V Rio Cine; Melhor Vídeo, Melhor Documentário e Prêmio Mário Gusmão de Criatividade, no VII Vídeo Brasil e Melhor Documentário, no VI Rio Cine. Teve retrospectiva de seu trabalho na Mostra Vídeo Autor, do Centro Cultural Banco do Brasil/RJ, e na TVE. Em 2007, foi homenageado pelo conjunto da obra na 10ª Mostra de Tiradentes. Dirigiu o longa-metragemO General, roteiro premiado pelo Ministério da Cultura, e no momento finaliza o longa Cinema Nunca Mais. Ministrou oficinas como A Realização do Documentário, para a Prefeitura de Betim; A Linguagem do Cinema, na Fumec; A Linguagem do Cinema, na Escola Caio Líbano e Realização Cinematográfica, em Cataguases, dentro do projeto Um Olhar Particular.

Público-alvo: estudantes de cinema, arte, comunicação e cursos afins, interessados na produção audiovisual, com idade a partir de 16 anos.

Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e “carta de intenções” do formulário

Vagas: 10

Período: 21 a 29 de julho

Horários: 9h às 12h e 13h30 às 17h30

Material do aluno: câmera digital (opcional)

A Produção Cinematográfica

Oficina de Atualização

Noções de produção cinematográfica: roteiro, orçamento, plano de produção, plano de edição e plano de finalização. Os alunos participarão da equipe do filme. Esta oficina faz parte do projeto transdisciplinar que tem como objetivo realizar uma produção audiovisual durante o Festival.

Professor

Elizeu Ewald (RJ) - Diretor dos longas-metragens: Entre Macacos e Anjos (2010), Sambando nas Brasas, morô? (2008), Zico (2002),Nelson Gonçalves (2001) e Mais que a Terra (1990). Produtor Delegado: Xuxa e os Duendes 2 (2002); Xuxa e os Duendes (2001); Xuxa Pop Star (2000); Xuxa Requebra (1999); Feliz Ano Velho (1986), de Roberto Gerwitz; Patriamada (1985), de Tizuka Yamazaka ; Vento Sul (1985), de José Frazão ; Jonas, o Bom Burguês (1982), de Oswaldo Caldeira ; Escalada da Violência (1982), de Milton Alencar Jr.; Índia (1981), de Fábio Barreto e Rio Babilônia (1981), de Neville d’Almeida. Assistente de direção: Rivolta dei Angeli (1984), de Tonino Cervi; Savage Harvest (1980), de Robert Collins ; Chico Rey (1979), de Walter Lima Jr e Gaijin (1979), de Tizuka Yamazaki.

Público-alvo: estudantes de cinema, arte, comunicação e cursos afins, interessados na produção audiovisual, com idade a partir de 16 anos.

Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e “carta de intenções” do formulário

Vagas: 10

Período: 21 a 29 de julho

Horários: 9h às 12h e 13h30 às 17h30

Material do aluno: câmera digital (opcional)

A Direção Fotográfica e a Edição Digital

Oficina de Atualização

A oficina terá o formato teórico-prático, fundamentada no estudo da fotografia e edição de alguns filmes produzidos em digital e a prática por meio de exercícios de composição de luz, enquadramentos, movimentos de câmera e noções de edição não-linear. Esta oficina faz parte do projeto transdisciplinar que tem como objetivo realizar uma produção audiovisual durante o Festival.

Professor

Sérgio Vilaça (BH) - Doutorando e mestre em cinema pela Escola de Belas-Artes da UFMG; professor orientador no curso de especialização em Ensino de Artes Visuais na Escola de Belas-Artes da UFMG; professor de teoria e técnicas cinematográficas em festivais e mostras de cinema. Cineasta atuante na produção de documentários e animações. Consultor em projetos culturais e sociais que trabalham com o audiovisual.

Público-alvo: estudantes de cinema, arte, comunicação e cursos afins, interessados na produção audiovisual, com idade a partir de 16 anos.

Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e “carta de intenções” do formulário

Vagas: 10

Período: 21 a 29 de julho

Horários: 9h às 12h e 13h30 às 17h30

Material do aluno: câmera digital (opcional)

Para mais informações. clique aqui e  acesse o site do Festival

segunda-feira, 7 de junho de 2010

"A Cura", novo seriado da Globo, começa a ser gravado

Fonte: Na telinha

A Globo dará início às gravações de "A Cura", que será rodada em Diamantina, interior de Minas Gerais, na segunda quinzena deste mês.  A trama será escrita por João Emanuel Carneiro - de "A Favorita", "Cobras & Lagartos" e "Da Cor do Pecado" - e contará a história de um médico que cura seus pacientes utilizando de poderes espirituais. Para o elenco, foram escalados Andreia Horta, Carmo Dalla Vecchia, Ary Fontoura, Nívea Maria, Ana Rosa, entre outros.

Iphan conserva mais de 2 mil obras raras em Diamantina

Fonte: UAI - Gustavo Werneck

A coordenadora do centro cultural, Monica Elisque, o técnico Ronney Brito e a historiadora Ederlaine Seixas - (Marcos Michelin/D.A Press)

A Casa do Muxarabiê, bela construção colonial da Rua da Quitanda, no Centro Histórico de Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, guarda um tesouro que começa a ganhar as luzes da recuperação. No sobrado de propriedade do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), onde funciona a Biblioteca Antônio Torres, a equipe do Centro de Documentação da Superintendência de Minas Gerais do órgão federal dá início à conservação de mais de 2 mil obras raras. Nesse acervo, há enciclopédias, coleções de autoria do francês Voltaire (1694-1778), coletâneas de leis, livros do século 18 e outros que tratam da história das Gerais.

“Ao mesmo tempo em que fazemos a higienização das obras da biblioteca, que pertence ao Iphan e totaliza 15 mil volumes, elaboramos o diagnóstico sobre a situação do acervo”, diz a coordenadora do Centro de Documentação, Mônica Elisque. Os livros ficaram guardados durante muito tempo, praticamente esquecidos e, por sorte, não estão tomados pelos cupins, traças e outros insetos xilófagos. “Foi uma surpresa, mas não encontramos nenhum até agora”, conta a coordenadora ao supervisionar o trabalho de Ronney Leite Brito, funcionário da instituição, e da historiadora Ederlaine Seixas.

A recuperação do acervo deverá trazer muitos benefícios para a cultura de Diamantina e abrir novas páginas para o entendimento da região. “À medida que o trabalho evolui é que vamos conhecendo toda a extensão desse patrimônio. Temos aqui muitos livros importantes que contam a história da cidade e arredores e podem ajudar nas pesquisas dos estudiosos. Com certeza, pouca gente os conhece”, diz Mônica, citando Arraial do Tijuco, de Ayres da Matta Machado, e Memórias do Distrito de Diamantina, de Joaquim Felício dos Santos. “Os dois livros são as obras mais procuradas pelos leitores”, informa a coordenadora do centro.

Durante o trabalho, conduzido no próprio prédio, a equipe avalia se vale a pena recuperar algumas obras ou se há necessidade de reposição de outras. Para tornar as obras mais conhecidas, a intenção é atrair a população e firmar parceria com a Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha.

Também paralelo à limpeza das obras raras, reforço de lombadas e outras ações de conservação, o Iphan desenvolve o inventário da biblioteca, com digitalização dos nomes e autores. Nessa empreitada, a equipe responsável faz descobertas, como encontrar, entre as páginas, bilhetes que ficaram guardados, além das tradicionais dedicatórias na folha de rosto.

“Outro objetivo nosso é fazer o treinamento dos funcionários na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro (RJ), para que estas medidas sejam mantidas e o trabalho não se perca. Os recursos para a primeira etapa, iniciada há um mês, são do Iphan, mas a superintendência mineira já entrou com um projeto no Ministério da Justiça para obtenção de recursos do Fundo de Direitos Difusos”, explicou Mônica Elisque.

Treliças
No Centro Histórico de Diamantina, tombado desde 1938 pelo Iphan e reconhecido como patrimônio da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco), impossível não admirar a Casa do Muxarabiê, que, segundo as pesquisas, é a única da cidade a conservar o muxarabi original – balcão com treliças de influência moura, que permite a quem está dentro da casa observar, discretamente, as pessoas que passam na rua. Foi aí que viveu, na década de 1920, Antônio Torres, cônsul do Brasil na Alemanha e dono de parte dos livros incorporados à biblioteca.

terça-feira, 1 de junho de 2010

São João del-Rei faz releitura da Vesperata

Fonte: Folha das Vertentes

Noite de gala no “Sinfonia dos Sinos”

Dia 5 de junho, no Largo do Rosário em São João del-Rei, às 20h30min, o projeto permanente Sinfonia dos Sinos pretende proporcionar, aos moradores e visitantes, uma elegante noite com vinho, música e toda a beleza arquitetônica do local. Na ocasião, a Banda Municipal Santa Cecília e convidados executarão, das sacadas dos casarões, música erudita, além de canções populares internacionais e nacionais.

O objetivo do evento é valorizar a cultura municipal e atrair turistas. Por isso, o “Sinfonia dos Sinos” deve oferecer, futuramente, programação cultural todo fim de semana. “A ideia é trazer turistas fora de temporada. Faremos o evento todos os meses em um final de semana, para que possamos encher a cidade e também os restaurantes e hotéis aproveitem o aumento do fluxo de pessoas”, contou o secretário de Cultura e Turismo, Ralph de Araújo Justino.
O espaço será dividido em duas seções cujos acessos estão sendo vendidos pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, custando R$ 80 a mesa com quatro lugares, R$ 8 as cadeiras avulsas para adultos e R$ 5 para crianças até três anos. Já foram vendidas mais de 50 mesas. Segundo Ralph Justino, a intenção é passar a organização do projeto para uma empresa de promoção de eventos. “A Prefeitura só está dando o empurrão agora no começo. Depois, queremos entregar a organização nas mãos de uma empresa de Belo Horizonte”, afirmou o secretário.


Vinho e música
O
Sinfonia tem como inspiração a Vesperata de Diamantina, na qual os músicos ficam nas sacadas dos casarões tocando serestas com instrumentos de sopro. Em São João, os músicos ficarão, além das sacadas dos casarões do Largo do Rosário, em volta da plateia, que será servida com vinho, apreciando o melhor da Banda Santa Cecília. “O ensaio está excelente. O pessoal vai ficar surpreso, porque está maravilhoso! Vai ter garçons para servir vinho às mesas. Será uma noite de gala em um espaço muito especial como do Largo do Rosário”, comentou o secretário.

Projeto permanente
O “Sinfonia dos Sinos” deve se estender por todo o ano. Nessa primeira apresentação, dia 5 de junho, optou-se por realizar o evento perto de um feriado para atrair mais pessoas. Contudo, os próximos serão todos em fins de semana comuns, a fim de oferecer atrações para os turistas em dias que a cidade, normalmente, não teria nenhum evento ou feriado.