terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Boa notícia

Deu na Folha de S. Paulo:

"BBB 11 tem o pior ibope de todos os tempos”

Será que o povo está acordando?

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.


Há muito tempo não vejo
Um programa tão ‘fuleiro’
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

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Que tal copiar a idéia?

Fonte: Blog do Banu

Serro: Luau Cultural ao som de muita MPB

No última sexta-feira,18.02, o Diretório Acadêmico do Curso de Direito do Campus da PUC MINAS em Serro, no Alto Jequitinhonha, promoveu, em parceria com comério local, o II Luau Cultural.

O evento levou entretenimento para várias pessoas, entre acadêmicos e da comunidade, que compareceram na Praça João Pinheiro, no centro da cidade.

O repertório não poderia ser outro, muita Música Popular Brasileira-MPB, numa noite amena e ao luar prata que brindava a tricentenária Serro, a primeira cidade brasileira tombada pelo patrimônio histórico nacional.

O intuito do evento foi promover a responsabilidade social do Diretório e de empresários, ao valorizarem também os talentos locais que, brilhantemente, animaram a festa que se encerrou só de madrugada.

A almenarense Cristina, ao centro, aprovou o evento e ressaltou a importância de compartilhar momentos assim com a comunidade.

Texto e fotos de Pedro Afonso, de Itamarandiba, Alto Jequitinhonha, acadêmico de Direito

domingo, 20 de fevereiro de 2011

O abandono de um lugar onde o asfalto já é realidade

Autor: Wellington Gomes

2“Onde o asfalto já é realidade”. Não sei se todos lembram, mas esta era uma frase usada na época, pelos empreendedores do loteamento Vale dos Diamantes, para alavancar as vendas dos lotes. Fato é que já são inúmeros os moradores do bairro e eles ainda não têm os serviços dos Correios.

Dá para acreditar?

Tenho um amigo que mora lá e tem que pegar suas correspondências no Centro de Triagem dos Correios

Imagine a cena: ele compra um produto pela internet pela comodidade e depois tem pegar o carro para buscá-la, pois ela parou no meio do caminho. Se tivéssemos na época dos tropeiros, aposto que eles entregariam diretamente a encomenda.

Conversei com outros moradores e eles relatam que existe um entrave entre a prefeitura e os correios.

Pensava eu que este bairro seria um dos mais bem organizados da cidade, pois além de ser um dos mais novos, foi planejado, aprovado, carimbado e registrado na prefeitura.

Conversando com outro morador, Wellington Coelho, resumidamente ele nos deu o seguinte histórico:

O bairro foi liberado para construção no início de 2008 com as ruas ainda numeradas; Em 11 setembro de 2009 foi aprovado pela Câmara o Projeto Lei de denominação das ruas e logo em seguida sancionado pelo prefeito. Porém (por lei) seria necessária a colocação de placas com os nomes das ruas em cada uma delas e a comunicação aos órgãos públicos num período máximo de 90 dias.

A prefeitura já fez a comunicação aos órgãos (mesmo sem as placas!!!) e até agora nada.

O Correio disse que somente depois das placas. Só fazem entregas em locais que a prefeitura tenha mandado mapas com os nomes das ruas e que as mesmas estejam identificadas com placas no local. Até parece que todas as ruas da cidade são sinalizadas! Enquanto isso, já são mais de 3 anos de espera. (veja a foto de 2007)

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Minha pequena elite agridoce

Autor: Saul Moreira, Micuim.org

Lembro-me de quando ouvi a palavra pela primeira vez. Melhor: quando a aprendi. Melhor ainda: apreendi. Foi no meio de um pequeno tumulto em frente a “A Baiúca”. Ousado líder estudantil, depois de invadir o Acayaca, onde pronunciara discurso desaforado contra o que ele chamara de “elite diamantinense”, contava acalorado o que teria dito. Condenara veementemente a não participação de alunos da Escola Normal Oficial em evento sobre educação, que se realizava naquele clube. Na segunda série do que se chamava ginásio (não confundir com o Ginásio, escola particular dos padres), eu freqüentava com gosto aquele colégio (não confundir com o Colégio das irmãs), depois de aprovado no angustiante Exame de Admissão. Daí, no meio daquele zunzunzum, acho que me senti, também pela primeira vez, um tanto discriminado, “enquanto” (epa!) aluno de escola pública.

Fiquei encantado. Nunca prestara atenção à palavra “elite”, embora já estivesse começando a perceber, com esquisito incômodo, que fazia parte da diamantinense da época. Entusiasmado com a palavra e com a situação, estava pronto para também invadir o clube, no peito e na raça, se fosse preciso. Logo eu, imagina!, que lá podia entrar quando quisesse, e com aquele físico que inspirara o Dr. Pina a tratar-me por Meio-Quilo. Ah, também não havia escutado ainda a expressão “inocente útil” – e ali, aos doze anos, representava agitadamente tal papel. Bom, mas como era de se esperar, logo logo tudo se acalmou, fui comprar um picolé de groselha no Bazar Suez, e a “invasão” ficou para as calendas gregas, como se dizia na época. Restou-me na cabeça a palavra teimosa: elite, elite, elite… Sinônimo de escol, soube mais tarde.

Comecei a desconfiar que havia mesmo coisas estranhas nas relações sociais do dia-a-dia da molecada. Por mais amigos, por mais que, meninos, fôssemos física, mental e religiosamente quase indistinguíveis, mesmo na escola havia os “mais iguais”. Fora da escola, então, era ainda mais patente a “igualdade” de alguns. Tido, com razão, como um povo civilizado à beça, o diamantinense em geral sempre foi atencioso com todo mundo; mas receber “uns e outros” em sua própria casa, p. ex., eram outros quinhentos. As filhas namorarem “qualquer um”? Nem pensar. Aprendíamos todos juntos, com o Anatólio e a Luzia, a nadar na Praça de Esportes, mas freqüentar o Acayaca, só os mais brancos, e desde que civis. A ASSEDI surgiu depois, democratizando, pelo menos um pouco, bailes e horas-dançantes.

Se havia preconceitos? Em algumas situações e determinados lugares imagino que não (acudam com algum exemplo, por favor). Além de que havia sempre os negros de “alma branca”, os “escovados”; os pobres “limpinhos” – esses, sim, eram tratados quase como semelhantes. Atritos raciais? Não, até porque os negros reconheciam o “lugar deles”… Portanto, tudo andava nos “devidos lugares”. Na verdade, acho até que havia, sociogeograficamente, pelo menos duas Diamantinas. Uma que ia mais ou menos do Grupo Júlia até um pouco depois do Matta Machado, numa faixa que englobava da Rua Direita até a do Rosário, ou até a Cavalhada, considerando-se aí margem de erro de uma rua ou duas. A outra, a que talvez se chamaria hoje de entorno. Onde morava a elite branca de então? Adivinha. Algumas exceções? Claro, para confirmarem a regra.

A Diamantina de minha infância, visitada sempre na adolescência, era uma alegria só, sim, mas não pra todos, sequer para a maioria. Apesar de tudo, trago sempre uma saudade grande e doce, embora um pouco acre. E a quase certeza de que hoje só os encantos prevalecem, exorcizados, pelo tempo e pela conscientização, aqueles desencantos. Comemoro com uma Skol (epa, de novo?!)

Portal G1: Carnaval tem festa 24 horas por dia em Diamantina, MG

Fonte: G1

Um dos carnavais mais procurados por turistas no interior de Minas Gerais é o de Diamantina, na Região Central do estado. Serão seis dias de folia – de 3 a 8 de março. A partir da sexta-feira, dia 4, a programação não para, são 24h de festa por dia. O tema deste ano é “Carnaval um festival de cultura”, as máscaras de papel marche são o símbolo do carnaval 2011 em Diamantina.

O desfile do “Me Ampara Se Não Eu Caio” abre o “Circuito Cultural de Blocos”, às 22h de quinta-feira (3). Durante todos os dias, vários blocos caricatos vão passar pelo circuito. Entre os mais tradicionais, de acordo com a Prefeitura de Diamantina, estão: o Sapo Seco – fundado no início do século passado e composto somente por homens mascarados –; o infantil Rato Seco e o das Domésticas Aposentadas.

Clique aqui para ler a reportagem completa

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Turismo de aventura em Diamantina

Autor: Higor Santos, Loja Terreno Extremo

Aqui na loja eu tenho refletido sobre Diamantina, cidade com sua beleza singular, história fascinante, personagens memoráveis, presente na Serra do Espinhaço, a nossa Cordilheira do Brasil, e mesmo assim ainda tão pouco valorizada como oportunidade única para o Ecoturismo e Turismo de Aventura. Podemos citar não somente em Diamantina mas em toda região, as inúmeras atrações naturais para o ecoturismo: Parque do Biribirí, Milho Verde, São Gonçalo do Rio das Pedras, Barão de Guaicuí, Conselheiro Mata e suas cachoeiras, Parque Estadual do Rio Preto em São Gonçalo do Rio Preto, Gruta do Salitre, Ponte do Acaba mundo, Trilha Verde da Maria Fumaça, Quenion do Funil, Caminho dos Escravos Diamantina-Mendanha, Rio jequitinhonha, todos esses lugares entre outros ainda tão pouco conhecidos e reconhecidos como merecem, são palcos de um espetáculo repleto de beleza e história. Aqui podemos praticar o Mountain Bike, o Montanhismo, Arvorismo, Trekking, Camping, entre outros diversos esportes de aventura, e mesmo assim eu pergunto, o que existe de mobilização, informação e infraestrutura para que isso seja possível para a população e para o turista? Quais eventos ajudam a divulgar e conscientizar sobre a potencial beleza da nossa região? Não longe daqui vemos a Serra do Cipó, Chapada Diamantina, entre outros lugares com uma estrutura voltada para esse turismo ecológico e claro, consciente. Afinal, conscientização e preservação são essenciais para a prática sustentável do ecoturismo em qualquer lugar do mundo.

Porém, começo a ficar mais esperançoso pois estamos vendo empresas abraçando esta causa de tão grande valor: Veredas do Espinhaço, Quintal Radical, Minhas Gerais, e quem sabe em breve outras apareçam para que definitivamente Diamantina acorde e veja ao seu redor, e até mesmo para dentro de si, em suas ruas, o quão importante é valorizar aquilo que vemos todos os dias ser tratado como comum e abundante. Nosso patrimônio vai além das fachadas mantidas e conservadas destes casarões... vai além dos muros e calçadas, ele passa pelos vales, montanhas, rios, pela alma e pelo coração!!!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

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Sabedoria popular dos fazedores do nosso chão

Texto de Fernanda Salvador, no interessante Fazedores do Nosso Chão

Gonçalo Silva: “De ilusões se vive”

Será uma ilusão nossa desejar viver totalmente sem ilusões nesse mundo? Será que somos capazes, mesmo, de sempre driblar e desmascarar as aparências? Ou melhor: é possível viver sem elas? Talvez a vida fosse bem melhor se vivêssemos sem nenhuma fantasia, mas foi um mundo de ilusões que, pelo menos até agora, conseguimos construir.

Gonçalo do Rosário Silva não tem dúvida: “De ilusões se vive”. Morador de Diamantina (Alto Jequitinhonha – MG), ele nasceu em São Gonçalo do Rio das Pedras, distrito de Serro (Alto Jequitinhonha – MG), em 1948. Já trabalhou como vigilante, trocador de ônibus, vendedor de livro. Para ele, não tem outro jeito. Se não tiver a tal da ilusão, fica difícil dar prosseguimento à vida. Ele explica: “O que dá força de, por exemplo, você trabalhar é pensar que, com o seu trabalho, vai poder adquirir uma casa, vai poder construir alguma coisa pra sua família. Bom, mas isso no meu ponto”.

A função das ilusões, para Gonçalo, é dar movimento à vida e não paralisá-la: “Viver não é só comer e dormir! Às cinco e meia da manhã já tô pronto pra o que der e vier. Quer coisa mais bonita do que acordar cedo e ver a claridade?”.

As ilusões, no seu “ponto”, não dão conta de dissimular os infortúnios. “Pensa bem uma coisa na vida: têm os momentos bons, mas eles são muito mais passageiros do que um grande sofrimento, tá na cara que é! Pra mim, sempre foi assim. Agora, tem gente que acha que sofrimento e alegria é uma festa só”, diz.

Apesar de atribuir aos sonhos a razão de nos mantermos vivos, Gonçalo não deixa de admitir a responsabilidade de como devemos lidar com eles. Ao explicar a relação do homem com o mundo, não faz rodeios. A vida, afirma, “tem apenas dois lados: o bom e o ruim. O mau caminho, se quiser, você resiste. Mas aí tem a fraqueza, não é? É que, às vezes, o sujeito leva pra mil anos um trenzinho de nada”.

Gonçalo tem em mente um caminho para a felicidade, entretanto acha inevitável que, em alguns momentos, ela esbarre na realidade da vida. Pai de cinco filhos, ele pondera: “Para ser feliz, a pessoa tem que passear, distrair, mas tudo numa boa também. Cê não vai distrair se a família está com os problema mais sérios. Mas isso no meu ponto, porque cada um pensa de um jeito”.

No seu jeito de pensar, são os sonhos que fazem nos lançar ao mundo, só que eles não podem ignorar os rumos da vida. “Olha pra saber: de ilusão se vive, mas a realidade tem que ser presente”, aconselha. Não há outro caminho: para que uma não esmague a outra, precisam conviver em harmonia. Até porque, os sonhos não são capazes de impedir as imposições da vida: “No fim, o tempo passou e o sujeito não fez nada, talvez não adquiriu nada, porque viveu só no sonho. Sonhar é bom, mas se o sonho não pode ser realizado naquele momento, parte pra outro”.

De sua experiência, Gonçalo conclui que, por mais que as ilusões sejam necessárias, não dá para fugir daquilo que é, de fato: “A verdade tem que ser dita e não tampada com uma peneira. Uai, o que é que eu posso fazer?”. Os sonhos só nos levam para frente quando descem ao chão e participam do movimento do mundo. Insistir em viver só no sonho ou só com o pé na terra é insistir no erro. E o erro, diz Gonçalo, não tem vez: “Pensa bem uma coisa na vida: o errado não tem voz ativa. O errado nunca teve, não é? Eu acredito que sim”.

Uma coisa é admitir que o errado não tem voz ativa, outra é tentar consertá-lo. Gonçalo observa que o mundo atribui às aparências uma grande importância. Isso, muitas vezes, cria situações de desigualdade. Porém, ele reconhece a impossibilidade de controlar as opiniões alheias: “O cara chega mal-atrapalhado e o outro chega mais bem-arrumado, muito mais bem tratado do que aquele de chinelo de dedo no pé. Talvez a vida não está oferecendo pra ele, né? Esse que tá bem vestido, com certeza, é mais respeitado. Não acho que isso seja certo, mas nessa vida a gente acha e outros acham que não é. Como se diz: a gente não pode mudar a ideia de ninguém”.

Embora as aparências tenham um grande peso nesse mundo, ele não aprecia vestir essa fantasia: “Não adianta eu querer ser aquele que eu não sou. Isso não! Pra que eu vou ser? Não vai resolver os problemas”.

Para Gonçalo, não adianta querer ser aquele que não é e nem fingir não sentir aquilo que se sente. O bem e o mal rodeiam um ao outro até mesmo quando o passado é relembrado. “Você lembrou, é bobagem dizer que não. Quando você lembra do bem, lembra do mal também e vice-versa. Não tem de onde escapar”, observa.

Gonçalo encontrou uma solução para viver bem no labirinto que é esse mundo. Já que não tem de onde escapar mesmo, o jeito é tornar a experiência da vida mais agradável: “Ô coisa boa que é contar mentira. Desde que esteja rindo e brincando, sem prejudicar a família nem a moral de ninguém, vamos contar bobagem, vamos rir que depois que passou, acabou”.

Rir da vida não significa, para Gonçalo, fazer pouco dela. Pelo contrário. É reconhecer nossa incapacidade de controlar os caminhos do mundo. Além do mais, como ele diz: “A vida é um sonho, tudo é passageiro mesmo, nada vai durar para sempre. Só a eternidade é para sempre”.

Na fronteira entre o que aconselha a razão e o que vibra a emoção está, “no ponto” de Gonçalo, o caminho: “Cê é cabeça e coração, os dois quando falam juntos é bom demais”.

As dores, muitas vezes, decorrem dos sonhos frustrados pela realidade. Gonçalo, entretanto, não acha que isso torna a experiência da vida sem valor – “Viver é bom demais”, diz. Para ele, o que torna essa experiência sem importância é justamente fugir das condições a que estamos inevitavelmente submetidos desde que nascemos: a necessidade de buscar a felicidade e a privação de controlar a realidade. É a partir das dores, aliás, que construímos nosso caminho: “O sofrimento ajuda a viver”. Mesmo porque, não temos saída: “Ilusão é a vida toda”.

Secretaria Municipal de Finanças prepara-se para o Carnaval

Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Diamantina

A Secretaria Municipal de Finanças convida os vendedores ambulantes que irão trabalhar durante o Carnaval 2011, para participar de uma reunião a realizar-se dia 18/02/2011, sexta-feira, no auditório do Centro Administrativo, Rua da Gloria, 394 (Prédio da Nova Prefeitura). Informa também que nos dias 21 e 22 de fevereiro, segunda e terça-feira, não haverá atendimento nos setores de Receita e Fiscalização, por motivo de capacitação dos servidores.

Programação Cultural do fim de semana

Fonte: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Diamantina

Dia 18/02 - sexta-feira

- Feira de Artesanato, Comida Típica e Música ao Vivo - Sexta Nossa.

Local: Mercado Velho

Horário: A partir das 18 horas

Atração: Seo Francisco Galvão

 

Dia 19/02 - sábado

- Feira de Artesanato, Hortifrutigranjeiro e Música ao Vivo - Feira do Mercado

Local: Mercado Velho

Horário: A partir das 08 horas

Atração: Banda Rama

 

Dia 20/02 - domingo

- Café no Beco

Local: Beco da Tecla

Horário: A partir das 08 horas

- Feira de Artesanato da Quitanda

Local: Rua da Quitanda

Horário: De 08 às 14 horas

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O brilho raro de Diamantina no site MSN

Fonte: MSN

DiamantinaDizem que no começo do século 18, os moradores do antigo Arraial do Tijuco usavam diamantes para marcar o jogo de cartas. Talvez a história não seja só lenda, já que naquela época, o povoado, que daria origem a Diamantina, despontava como maior produtor da mais valiosa das pedras em todo mundo. Nos dois séculos seguintes, estima-se que cerca de duas toneladas de brilhantes saíram dos rios e das grupiaras de garimpo da região, riqueza tamanha que engordou os cofres de Portugal e fez surgir uma das maiores jóias do período colonial do Brasil. A própria Diamantina é uma grande pedra rara. Como se na imensidão dos morros escuros de quartzito cobertas pela vegetação de cerrado, os sobrados brancos de janelões coloridos e as torres pontiagudas das igrejas barrocas ressaltassem na paisagem feito o brilho de um diamante oculto no cascalho do Ribeirão do Guinda, onde até hoje há quem bata peneiras para tentar a sorte.

A comparação com Ouro Preto é inevitável. Todo mundo que chega faz. É fácil constatar que Ouro Preto tem museus e igrejas bem mais ricas, além de oferece melhor infra-estrutura turística, com mais variedade de pousadas e restaurantes. Mas é fácil concluir, que Diamantina é bem mais autêntica. Pelo menos, ainda não foi contaminada pelo turismo de massa, apesar da relativa fama que goza. É uma das seis cidades brasileiras que pertencem a seleta lista de Patrimônio Mundiais da Humanidade reconhecidos pela Unesco em 1999. Mesmo assim, não há ônibus de excursão estacionados, nem grandes grupos armados de câmeras fotográficas, só um ou outro casal passeando de mãos dadas observando os sobrados. Diamantina ainda não despertou do passado e segue no presente quase exclusiva de seus próprios moradores. São praticamente deles as mesas dos bares da Rua da Quitanda, a feira no antigo mercado aos sábados pela manhã e os bancos da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, cujo som ambiente vem da Ave Maria rezada em coro pelas beatas seja qual for a hora do dia.

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Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura

Fonte: Minas On-Line

Promover e divulgar a literatura mineira e brasileira, reconhecendo grandes nomes e abrindo espaço para os jovens escritores com a maior premiação nacional: R$ 212 mil (duzentos e doze mil reais). Essa é a tônica do Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura, que será lançado no próximo dia 10 de dezembro (segunda-feira), pelo Governo de Minas Gerais e pela Secretaria de Estado de Cultura. De caráter nacional, o Prêmio é dividido em quatro categorias: I - Conjunto da Obra, em que um escritor brasileiro será agraciado; II – Poesia; III - Ficção; e IV - Jovem Escritor Mineiro. O lançamento será às 15 horas, no anexo da Academia Mineira de Letras (AML) - Rua da Bahia, 1.466, Lourdes – BH/MG.

"O mercado editorial brasileiro reúne escritores extraordinários. O Brasil é celeiro de intelectuais que contribuíram, decisivamente, para a literatura, tanto brasileira quanto mundial. A literatura é uma tradição da nossa cultura e o Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura chega para valorizar a obra desses autores e incentivar a inserção da nova geração de escritores mineiros no âmbito literário”, diz a secretária de Estado de Cultura de Minas Gerais, Eleonora Santa Rosa.

Conjunto da Obra
A cada Edital, o Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura irá reconhecer um autor brasileiro, vivo, pelo conjunto de sua obra, com uma premiação no valor de R$ 120 mil (cento e vinte mil reais). “É o maior prêmio em nosso país”, pontua a secretária Eleonora Santa Rosa. São autores cuja obra, sendo de inegável valor e qualidade, contribuiu de maneira decisiva para novos rumos da produção ensaística e teórica brasileira. Este ano, que marca o lançamento do prêmio, o autor distinguido é o professor e ensaísta Antonio Candido de Mello e Souza.

Para as próximas edições, o prêmio será concedido por uma comissão julgadora composta, a cada ano, por três membros de reconhecida importância no cenário literário atual, sendo um deles representante da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais.

Poesia, Ficção e Jovem Escritor Mineiro
Nas categorias Poesia e Ficção, o Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura é aberto a escritores iniciantes e/ou profissionais, sem limite de idade, e nascidos e residentes em território nacional. Já a categoria Jovem Escritor Mineiro é restrita a pessoas com idade entre 20 e 35 anos, nascidas em Minas Gerais ou residentes no Estado, há pelo menos cinco anos.

O processo de seleção ocorrerá em duas etapas e será analisado por comissões julgadoras distintas que irão avaliar os critérios estipulados em Edital: I – uma comissão de avaliação dos documentos de habilitação, formada por representantes da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, no ato do protocolo; II – uma comissão técnica para escolha do premiado na categoria homenagem pelo Conjunto da Obra, formada por três pessoas com conhecimento sobre a matéria e um representante da Secretaria de Estado de Cultura; III – três comissões para as demais categorias (Poesia, Ficção e Jovem Escritor Mineiro), sendo cada uma formada por três pessoas com conhecimento sobre o gênero e um representante da Secretaria de Estado de Cultura.

A premiação será atribuída ao primeiro colocado de cada categoria: I – Conjunto da Obra: R$ 120 mil (cento e vinte mil reais); II Poesia: R$ 25 mil (vinte e cinco mil reais); III – Ficção: R$ 25 mil (vinte e cinco mil reais); e IV– Jovem Escritor Mineiro: R$ 7 mil (sete mil reais), durante seis meses, somando o valor de R$ 42 mil (quarenta e dois mil reais), para pesquisa e elaboração do livro. Desses valores, serão descontados os impostos previstos em lei.

Nas categorias Poesia, Ficção e Jovem Escritor Mineiro, cada proponente poderá inscrever uma obra autoral, inédita e não publicada. As inscrições podem ser feitas no período de 11 de dezembro de 2007 a 29 de fevereiro de 2008, na Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais (Superintendência de Ação Cultural – Praça da Liberdade, 317, Funcionários, BH/MG – Cep.: 30140.010), das 10 às 17 horas, ou pelo Correio, mediante entrega da obra, que deverá ser apresentada de acordo com as normas estipuladas no Edital, que estará disponível no site da Secretaria de Estado de Cultura (www.cultura.mg.gov.br) e anexada ao Formulário de Protocolo e demais documentos. Informações: (31) 3213.1072 – 10 às 17 horas.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Waldick Soriano Jr.

Fonte: KibeLoko

O jornalista Márcio Canuto (TV Globo) fazia uma reportagem no Museu de Zoologia de São Paulo, quando perguntou a um menino o que ele tinha achado do dinossauro.  Como a dicção de Canuto não é das melhores, o garoto não só confundiu os bichos como se sentiu ofendido também…

Começa nova atualização cadastral dos beneficiários do bolsa família

Fonte: Assessoria de Comunicação Prefeitura de Diamantina

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) iniciou a atualização cadastral de 2011 dos beneficiários do Programa Bolsa Família. Mais de 1,3 milhão de famílias precisam renovar suas informações cadastrais junto às prefeituras dos municípios em que moram. Elas estão há dois anos sem atualizar seus dados e poderão ter seus benefícios bloqueados depois de 31 de outubro. A iniciativa é realizada pela gestão municipal do Bolsa Família em parceria com o MDS.

Mudança de endereço ou de renda, localização da escola dos filhos para acompanhamento da frequência escolar e composição familiar são informações fundamentais para a boa gestão do programa de transferência de renda, que atende 12,8 milhões de famílias. É necessário que esses dados retratem a realidade dos beneficiários para garantir o aprimoramento do Bolsa Família.

A lista das famílias que está no processo de revisão de 2011 já está disponível para os gestores municipais no Sistema Integrado do Programa Bolsa Família (Sigpbf). Essas informações ajudam as prefeituras a planejar a estratégia de atualização cadastral deste ano. Os beneficiários com os Números de Identificação Social (NIS) terminados entre um e seis vão receber mensagens para atualizar seus dados no extrato do pagamento de fevereiro.

Foco – A atualização cadastral a cada dois anos é determinada pelo Decreto nº 6.135, de 2007, e funciona como importante mecanismo para melhorar o foco do Bolsa Família, que transfere mensalmente cerca de R$ 1,2 bilhão para a população com renda per capita de até R$ 140,00. Em 2010, mais de 1,1 milhão de famílias passaram pelo processo e 387 mil tiveram seus benefícios bloqueados em novembro por falta de atualização. Em 2009, foram 3,4 milhões de famílias e, desse total, cerca de 550 mil deixaram o programa porque não atenderam ao chamado do MDS.

O MDS apoia a atualização cadastral dos beneficiários do Bolsa Família com aporte financeiro mensal, campanha de utilidade pública, mobilização de beneficiários por meio de entrevistas nas rádios de todas as regiões, publicação de lista de famílias com mais de dois anos sem renovação de dados e informações técnicas.

Quase a metade dos beneficiários que precisam atualizar seus dados no Cadastro Único do Governo Federal para Programas Sociais moram no Nordeste, região que concentra 50% do total de famílias atendidas pelo programa. São Paulo, Bahia, Minas Gerais e Ceará têm as maiores quantidades de famílias que precisam passar pela revisão cadastral.

Fonte: Ascom/MDS
www.mds.gov.br/saladeimprensa

Mais informações:

Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social

Rua da Gloria, 394/ Centro Administrativo

Telefone: 3531- 9480