segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Lula declara-se apaixonado pelo Vale

Fonte: Blog do Banu

Em mais um retorno ao Vale do Jequitinhonha, o ex-presidente Lula, disse em Araçuaí, no Médio Jequitinhonha, nordeste de Minas, que é apaixonado pelo Vale do Jequitinhonha. Esta declaração aconteceu durante a formatura de Técnicos do IFNMG, campus Araçuaí, na sexta-feira, 19.08. Lula afirmou que "o povo do Vale é apaixonante, tem uma riqueza cultural, persistência e uma força incomum para vencer as adversidades. Eu sou umas das pessoas admiradoras e apaixonada pelo povo desta região".

Lula faz seu discurso como Patrono da primeira turma de formandos do IFNMG, campus Araçuaí. Ao fundo, Dr. Jean Freire, suplente de deputado estadual e Quincas Dias, empresário. O ex-presidente enumerou alguns dos projetos do Governo Federal que podem alavancar o desenvolvimento regional como a instalação de Institutos Federais de Formação Tecnológica em Araçuaí, Almenara e Salinas. Lembrou que a Presidenta Dilma autorizou mais dois Institutos Federais na região: Diamantina e Teófilo Oroni. Lembrou da instalação da UFVJM, com campus em Diamantina e Teófilo Otoni, de 3 Territórios da Cidadania que viabiliza recursos para mais de 150 mil agricultores familiares; do Programa Bolsa Família que além de dar uma mão na vida de famílias miseráveis irriga a economia local com R$ 15 milhões todo mês; de vários projetos de infra-estrutura; da construção da ponte sobre o rio Jequitinhonha, em Itinga; da instalação do SAMU em 21 cidades dos Vale do Jequitinhonha e Mucuri.

Lula disse que Dilma está fazendo um bom governo e surpreenderá muita gente e fará ainda melhor que ele. Ela fará investimentos principalmente em regiões pobres como o Vale, dentro do seu plano de Combate à Miséria.

Nove visitas de Lula ao Vale
Lembrou das várias vezes que veio ao Vale: em 1981, organizando o PT; na Caravana da Cidadania, em 1993, fazendo o seu trajeto de Garanhuns a São Paulo; em 1995, percorrendo o Vale, passando por Diamantina, Turmalina, Minas Novas, Chapada do Norte, Berilo, Virgem da Lapa, Araçuaí, Itinga, Itaobim, Jequitinhonha e lemenara; na posse de Cacá, como prefeita de Araçuaí, em 01.01.1997; em 12.09.2002, em Diamantinas, na campanha eleitoral; nos primeiros dias como presidente de República, em 11.01.2003; em março de 2004, inaugurando a ponte de Itinga; em janeiro de 2010, na inauguração do IFNMG, campus Araçuaí; e agora, na formatura da primeira turma de técnicos. Foram 9 visitas ao Vale.

Ficou muito emocionado, fazendo muitos formandos e pais chorarem ao lembrar do seu diploma técnico em Torneiro Mecânico, pelo SENAI. Disse ser um dos momentos mais importantes da sua vida e maior orgulho da sua família. “Estes meninos e meninas que hoje se formam não podem parar aqui. Devem seguir em frente, continuar os estudos”, disse. E aconselhou: “Não desistam frente à primeira dificuldade. Façam Faculdade, pois há facilidades maiores para estudar hoje.

O PROUNI está aí para ajudar estudantes de famílias pobres. Há mais vagas nas faculdades e assistência estudantil para manter o aluno na escola. Estou emocionado ao ser abordado por um Cientista Político, de Itaobim, que se formou pelo Prouni; uma dentista daqui, ou um filho de servente de pedreiro fazendo 0 4º ano de Medicina”, completou emocionado.

“Quero voltar aqui, e fica este compromisso, em agosto de 2014, e me sentar com vocês, formandos , seus pais e professores, avaliar como vocês prosseguiram na vida e no trabalho”, finalizou.

Campus da UFVJM e pavimentação BR 367

Publicamente , Lula não mencionou a pavimentação da BR 367 e novos campi da UFVJM. O suplente de Deputado Estadual (PT-MG), o médico Jean Freire, entregou-lhe um documento cobrando a pavimentação de dois trechos da BR 367 (Minas Novas-Chapada do Norte-Berilo-Virgem da Lapa e Almenara-Jacinto-Salto da Divisa), além de instalação de campus da UFVJM em Capelinha/Minas Novas, Araçuaí/Itaobim e Almenra/Jequitinhonha.

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domingo, 21 de agosto de 2011

Cães perdidos se transformam em drama rotineiro

Fonte: Estado de Minas – 20/08/2011

O velho ditado nunca falha. Para muitas pessoas, o cão é o melhor amigo do homem, companheiro inseparável de todas as horas. Na casa da bailarina Ive Tricta, de 37 anos, o cãozinho Nury sempre foi uma espécie de fiel escudeiro. É o melhor amigo de Iann Tricta, de 2 anos, filho de Ive. Como o bichinho de estimação já faz parte da família há oito anos, desde o seu nascimento, Ive ficou muito triste quando ele desapareceu. "Fui à Praça do Papa com meu marido e meu filho fazer um passeio. O Nury estava correndo para todo lado, mas sempre perto de nós. De repente, ele sumiu e ficamos loucos", disse a bailarina. O jeito então foi procurar pela praça, mas ele não apareceu. "Cheguei até em pensar em roubo. O Nury presenciou minha primeira gravidez e era uma espécie de guardião do Iann. Ninguém podia chegar perto do berço do meu filho sem autorização dele", brincou Ive. O jeito foi espalhar cartazes pelas ruas dos bairros Mangabeiras e Anchieta, na Região Centro-Sul de BH.

Clique aqui para ler a reportagem completa.

Enquanto isso, em Diamantina, o problema é outro: os cães são abandonoados covardemente pelas ruas. Essa atitude coloca em risco a saúde e a segurança das pessoas, principalmente os idosos e crianças. Há relatos de pessoas que estão com medo de andar pelas ruas  com receio de serem atacadas pelos animais. Veja a foto tirada ontem (20/11) em uma das ruas movimentadas da cidade.

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Plano funerário sem regulamentação ilude população carente em Minas

Fonte: Estado de Minas – 21/08/2011

Empresa se aproveita da boa fé, da miséria e da falta de informação de moradores dos vales do Jequitinhonha e Mucuri para oferecer o serviço, sem assinatura ou contrato

Araçuaí,  Itaobim, Ponto dos Volantes, Teófilo Otoni e Virgem da Lapa – Em duas das regiões mais pobres do país, o Vale do Mucuri e o Vale do Jequitinhonha, o negócio da morte é próspero. Uma empresa cobra dos mais pobres – de preferência analfabetos, mais velhos e sem qualquer tipo de informação – valores que variam entre R$ 10 e R$ 30, dependendo do município, a título de plano funerário. Não há contrato, apenas a confiança do miserável de que, ao morrer, vai receber um buraco de sete palmos, um caixão e em alguns casos uma galinha (viva), que será entregue à família como “merenda” para o velório.

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Ego Enim - Lobo de Mesquita

 

Compositor Brasileiro: Lobo De Mesquita (1746 - 1805)
Obra: Ego Enim
Conductor: Ricardo Bernardes


'' Ego enim accepi a Domino
Quod et tradidi vobis
Quoniam Dominus Jesus
In qua nocte tradebatur
Accepit panem
Et gratias agens fregit, et dixit:accipite,
Et manducate: hoc est corpus meum
Quod pro vobis tradetur: hoc facite in meam commemorationem
Similiter et calicem
Postquam cœnavit, dicens: Hic calix novum testamentum est in meo Sanguine: hoc facite quotiescumque bibetis, in meam commemorationem.
Quotiescumque enim manducabitis panem hunc, et calicem bibetis, mortem Domini annuntiabitis donec veniat ''

** José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita (Vila do Príncipe, atual Serro, Sec. XVIII --- Rio de Janeiro, 1805), foi um organista, regente e compositor brasileiro. É patrono da cadeira número 4 da Academia Brasileira de Música.

Foi o compositor do período e contexto que mais assimilou o estilo pré-clássico e foi mais celebrado[2].
Estudou música com o padre Manuel da Costa Dantas[2], mestre-de-capela da matriz de Nossa Senhora da Conceição do Serro. Foi para Arraial do Tijuco (1776), hoje Diamantina, para provavelmente ser responsável pela instalação na Matriz de Santo Antônio de um órgão fabricado pelo Padre Manuel de Almeida e Silva, onde desenvolveu Missa para Quarta-Feira de Cinzas (1778)[2] e seguiu sua carreira como organista e compositor (Regina caeli laetare, 1779 até que entrou para a Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo em 1789 e permaneceu em 1795[2].
Também foi filiado, entre 1783 e 1798, como organista à Irmandade do Santíssimo Sacramento, na igreja de Santo Antônio. Ainda no Tejuco, atuou na Igreja de Nossa Senhora das Mercês e em outras irmandades, como na Confraria de Nossa Senhora das Mercês dos Homens Crioulos (1788-1789), em cargo administrativo[2].
Alferes do Terço de Infantaria dos Pardos, foi o encarregado de um oratório para a Semana Santa (1792) e em outras cerimônias locais.
Em Vila Rica, para onde foi em 1798 por prováveis problemas financeiros[2], regeu a música para o tríduo do período (1798-1799), na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar, e as Quarenta Horas, do período seguinte (1800-1801). Nesse período, ligado à Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo de Vila Rica, também conviveu com os compositores Marcos Coelho Neto (pai e filho), Francisco Gomes da Rocha, Florêncio José Ferreira Coutinho e Jerônimo de Souza Lobo.
A partir daí até sua morte, tocou nas missas da igreja da Ordem Terceira do Carmo, no Rio de Janeiro, cidade onde morreu. Um de seus ofícios de defuntos foi apresentado na vila de Caeté, MG, em 25 de janeiro de 1827, em memória da Imperatriz Leopoldina, o que mostra que o compositor era ainda reconhecido e lembrado mais de vinte anos depois do seu falecimento.
Existem apenas três manuscritos autógrafos do compositor, a Antífona de Nossa Senhora (1787) —que se encontra no Museu da Inconfidência— a Dominica in Palmis (1782) e o Tercio que se encontra no Museu da Música de Mariana (1783), mas há muitas cópias do restante de sua obra, como ladainhas missas, ofícios e novenas. Todas as outras obras conhecidas de sua vasta produção aparecem em cópias de fins do século XVIII e, em sua maioria, do século XIX.

sábado, 20 de agosto de 2011

Prefeitura de Diamantina realiza Picnic Ecológico

Fonte: Secretaria de Municipal de Meio Ambiente.

Neste domingo, 21/08, às 08 horas, acontecerá mais uma etapa do projeto "Picnic Ecológico" que é uma das muitas ações integradas do "Programa Diamantina Brilhante", da Prefeitura Municipal de Diamantina. Trata-se de ação de grupos de voluntários sob coordenação da Secretaria de Meio Ambiente, professores e acadêmicos da UFVJM para limpeza de pontos estratégicos no município (pontos turísticos, históricos ou de valor ambiental relevante) com fins de educação e conscientização ambiental da comunidade.

O secretário municipal de meio ambiente, Márcilio Almeida informa que a idéia do picnic ecológico é associar um esforço de educação ambiental a um evento de lazer, confraternização e integração entre os participantes. O objetivo principal é sensibilizar a comunidade sobre o lixo que a própria população lança indiscrimidamente nos espaços públicos. "Não se pretende que este projeto seja um mutirão pontual, mas de uma ação contínua, com agenda definida e com ampla divulgação, pois somente a regularidade das ações pode garantir a efetividade de qualquer programa de educação ambiental. Ainda, estas ações contribuirão para tornar Diamantina ainda mais atrativa ao turismo" afirmou o secretário.

Ações previstas para o 2º semestre de 2011

Foram selecionados 4 locais estratégicos para realização de picnics entre Agosto e Novembro de 2011, conforme cronograma abaixo. Também foram relacionados 4 grupos de voluntários para início dos trabalhos. Cada grupo terá um coodenador, que se incubirá de manter a motivação da equipe, promoção dos eventos, negociação dos recursos necessários e elaboração de relatórios de acompanhamento.

Estes grupos terão apoio logístico da SEMA e da UFVJM.

Logistica para Picnic Ecológico 21/08/2011

  1. Todos os Grupos (I, II, III, IV) encontram-se no Sup. Cordeiro para concentração às 8:00h;
  2. Grupo I parte a pé para Morro Cruzeiro (limpeza no trajeto e no topo do morro);
  3. Grupo II parte a pé pela Trilha dos Escravos até o mirante (limpeza no trajeto e no mirante);
  4. Grupos III e IV seguirão de ônibus a partir do Sup. Cordeiro para pontos de saída.
  5. Grupo III deixado pelo onibus no Mirante da trilha dos escravos, de onde parte a pé para Morro do Cruzeiro (limpeza do trajeto).
  6. Grupo IV deixado pelo onibus na portaria do Campus JK, de onde parte a pé até o trevo da BR367-estrada velha para Cruzeiro (limpeza das margens da rodovia)
  7. Às 11:00h, onibus recolhe Grupo III no mirante da Trilha Escravos e Grupo IV no Trevo BR367, levando ambos para juntar aos Grupos I e II no morro do Cruzeiro, onde ocorrerá o balanço final e picnic.
  8. Sacos de lixo serão deixados nos pontos finais (de chegada) para recolhimento pela caminhonete de apoio. Encerramento às 12:00h.
  9. Proximo picnic, 18/09, mantem-se o roteiro, mas inverte-se posição dos grupos.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Bar do Pescoço no Sabores de Minas

Bar do Ademil no Sabores de Minas

Pastel JK no Sabores de Minas

Cantina do Marinho no Sabores de Minas

Vandeca no Sabores de Minas

O Bambá do Garimpo é muito bom. Imperdível.

Chegou o Xica da Selva

Xica da Selva

Damos boas vindas ao Xica da Selva, mas recomendamos  aos internautas que leiam o blog com os olhos do humor…..

Clique aqui para conhecer o Xica da Selva.

Inquisição e fé, Prestes, Olga e a construção da História no fHist

Fonte: fHist

Luiz Mott, Ronaldo Vainfas e Daniel Aarão Reis estão entre o time de renomados historiadores que também já confirmaram presença no Festival de História – fHist, em Diamantina, que acontecerá entre os dias sete e 12 de outubro. Luiz Mott estará na mesa “Inquisição e fé”, quando abordará as perseguições religiosas durante o período colonial. Professor do programa de pós-graduação em História da Ufba, ele tem vasta obra sobre a homossexualidade no Brasil - como o livro “Sexo, Proibido: Virgens, Gays e Escravos nas garras da Inquisição” - e é militante histórico da causa dos direitos dos homossexuais.

O historiador carioca Ronaldo Vainfas é também autor de livros capitais sobre a sociedade colonial e a Inquisição ibero-americana, entre os quais “Trópico dos pecados” e “A heresia dos índios: catolicismo e rebeldia no Brasil colonial”. No fHist, entretanto, a mesa de Vainfas terá como tema “Construir a História”. Professor titular de História Moderna da UFF e membro do Conselho Editorial da Revista de História da Biblioteca Nacional – RHBN, ele é profundo conhecedor da História colonial, onde buscou as raízes para entender o presente, e sua obra é leitura obrigatória nos cursos de História.

Com a autoridade de quem foi organizador, juntamente com Jorge Ferreira, da antológica coleção “As esquerdas no Brasil”, o professor de História Contemporânea da UFF, Daniel Aarão Reis, é convidado confirmado da mesa “Prestes e Olga”. Os movimentos revolucionários, aliás, constituem a sua área de pesquisa. É de sua autoria “Ditadura militar, esquerdas e sociedade”, bem como “História do Anarquismo no Brasil”, que organizou junto com Rafael Borges Deminicis. Na mesa do fHist, uma das 18 do Festival, Daniel falará do contexto histórico das esquerdas no Brasil, em cujo âmbito floresceram personagens carismáticos como Luiz Carlos Prestes e a sua companheira Olga Benário.

INSCRIÇÕES ABERTAS – As inscrições para o fHist foram abertas no dia 15 de agosto e podem ser feitas exclusivamente pelo site oficial www.festivaldehistoria.com.br. A inscrição para participantes é de R$ 80,00 e para estudantes R$ 30,00. As vagas são limitadas à capacidade da Tenda dos Historiadores.

Novos desdobramentos sobre a ampliação da UFVJM

Mensagem da Cáritas Diocesana de Almenara

Excelentíssimo Senhor Reitor da UFVJM e Ilustríssimos Senhores membros do CONSU desta Universidade,

É com grande pesar e tristeza que venho, nestes 18 de agosto de 2011, através desta missiva manifestar minha indignação com a notícia de ampliação desta importante Universidade para duas novas localidades: Januária e Unaí.

Sabe-se que o Brasil tem um déficit educacional grande e poucos são os que conseguem chegar ao ensino superior e concluí-lo. E, portanto, todo incentivo a criação de Universidades Federais e sua ampliação é importante diante deste contexto nacional.

Apesar de muito distante do outro extremo do Vale do Jequitinhonha, o Baixo, vê-se como muito importante a criação e todos os investimentos de ampliação desta honrosa Universidade, esta que o próprio nome a contextualiza como dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri!

Estando localizada numa das regiões com o IDH sendo um dos mais baixos do país, ressalta-se ainda mais a necessidade desta Universidade nestes Vales, já que, o conhecimento liberta e abre portas para este povo, e principalmente a juventude, que tantas vezes são obrigadas a migrarem para outras regiões do país como solução para ter uma vida digna, ou um pouco melhor, garantindo ao menos uma renda mensal.

Além disso, a Universidade traz investimentos para o município onde está instalada, tanto de empresas quanto da pequena economia, como pensionatos, restaurantes, festivais, supermercados, bares, entre outros, permitindo um maior desenvolvimento local e regional.

Desta forma, fica-me a pergunta: por que ampliar a UFVJM para Janúaria e Unaí e não para outros municípios do Vale do Jequitinhonha e Mucuri?

Será que este povo, que acolheu com tantas esperanças esta honrosa, importante e necessária Universidade, não merecem e não precisa de maiores explicações? Gostaria muito que este fato fosse esclarecido! Já que é notória a necessidade de ampliação simda UFVJM, mas para os municípios que compõem estes Vales do Jequitinhonha e Mucuri e que assim como Januária e Unaí, fornecem estrutura suficiente para receber seus campis.

Indignadamente deixo-lhes meu repúdio e reafirmo a necessidade de esclarecimentos a nós: POVOS DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI.

Grazianne Ramos

Cáritas Diocesana de Almenara

Resposta  do Prof. Pedro Angelo Almeida Abreu  - Reitor da UFVJM

Prezada Grazianne,

A proposta de criação desses campi nas cidades de Janaúba e Unaí foi encaminhada pela SESu-MEC e, segundo o Secretário dessa SESu, a partir de uma demanda da Presidenta Dilma. Já ponderei ao Secretário sobre as demandas dos Vales do Mucuri e Jequitinhonha e fui informado que demandas de implantação de outros campi em outros municícipios podem ser encaminhadas para análise.

Fique claro que a iniciativa de vincular esses novos campi à UFVJM partiu do MEC e sendo uma proposta do Ministério não podia dar outro encaminhamento que não submeter à análise do órgão máximo da Instituição, ou seja, ao Conselho Universitário.

A implantação de dois campi no norte de Minas Gerais, no entendimento do Secretário da SESu-MEC, deveriam ser vinculados à UFVJM considerando dois aspectos: promover uma maior "densidade" à UFVJM e por sermos a única IFES com sede na metade norte do Estado. No entanto, fiz duas ponderações:

1) A decisão é de responsabilidade do Conselho Universitário;

2) Haverá uma fortíssima resistência do CONSU, da comunidade universitária e das comunidades dos vales pois não foi contemplado nenhum novo campus em cidades dos nossos vales.

Nesse sentido, indiquei que pelo menos um campus poderia ser em cidade do médio/baixo Jequitinhonha, sugerindo Araçuaí ou Almenara, quando o Secretário mencionou que a orientação era implantar novos campi onde não tinha sido implantado algum IFET e, por isso, essas duas cidades estariam fora. Ponderei então que Itaobim fica no meio termo médio/baixo Jequitinhonha e ele informou que outro critério era densidade populacional. Ponderei então instalar na cidade de Jequitinhonha, foi dito então que seria analisada a situação.

Cabe à comunidade universitária dizer sim ou não, no entanto, deve ser firmado que esses campi serão efetivamente implantados, sejam vinculados à nossa Instituição ou a outra IFES de Minas Gerais.

Os representantes da comunidade externa no CONSIC (Conselho de Integração Comunitária da UFVJM) bem conhecem o posicionamento deste Reitor a respeito dos encaminhamentos e discussões de temas de interesse da região, pois tenho firmado, sempre, da necessidade urgente de que toda a sociedade dos Vales se organizem politicamente, que criemos movimentos políticos coesos, suprapartidários, para a defesa dos interesses dos Vales, para negociar investimentos e políticas públicas. Mais uma vez os Vales são preteridos. Não creio que devamos aceitar a situação como fato consumado, ao contrário, é momento de estabelecer uma forte resistência e manifestação, incluindo caravana de prefeitos, pressão sobre deputados votados nos vales, senadores, governador.

Só tenho uma dúvida, que é a de sempre: Quem capitaneará o Movimento??

Atenciosamente,

Prof. Pedro Angelo Almeida Abreu

Reitor

Agenda cultural do fim de semana

Fonte: Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Patrimônio, (38) 3531-9537 - producaocultural@diamantina.mg.gov.br

Dia 19/08 - sexta-feira

- Feira de Artesanato, Comida Típica e Música ao Vivo

Local: Mercado Velho

Horário: A partir das 18 horas

Atração: Francisco Galvão

- Seresta com o grupo Seresteiros de JK

Local: Saída da Praça JK

Horário: 21 horas

Dia 20/08 - sábado

-Feira de Artesanato, Hortifrutigranjeiro e Música ao Vivo

Local: Mercado Velho

Horário: A partir das 08 horas

Atração: Macena e Banda

- Vesperata

Local: Rua da Quitanda

Horário: 21 horas

Dia 07/08 - domingo


- Café no Beco

Local: Beco do Tecla

Horário: 08 horas

- Feira da Quitanda

Local: Rua da Quitanda

Horário: 08 horas

Confira a programação  do Festival Tira Agosto - Festival Gastronômico e Musical

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Lançamento do Livro Geraes: a realidade do Jequitinhonha

Fonte: Museu do Diamantina

O conteúdo do livro é formado por reportagens e artigos publicados nas edições do jornal GERAES que circulou no Vale do Jequitinhonha, de 1978 a 1985.

DIA 19 DE AGOSTO DE 2011 (sexta-feira)

Horário: 19:00 às 20:00

Local: Livraria Espaço B
Beco da Tecla, 26

Centro - Diamantina/MG

Organizado por Aurélio Silby, George Abner e Tadeu Martins

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