segunda-feira, 20 de junho de 2011
Prorrogadas as inscrições para oficinas com seleção do 43º Festival de Inverno da UFMG
Foram prorrogadas as inscrições das oficinas com seleção do 43º Festival de Inverno da UFMG. Os interessados têm até o dia 30 de junho para se registrar através do site www.cursoseeventos.ufmg.br. As oficinas com seleção serão realizadas durante o módulo II (Cataguases – 14 a 24 de julho) e III (Diamantina – 17 a 29 de julho). A edição de 2011 acontece entre os dias 8 de julho a 7 de agosto nas cidades de Tiradentes, Cataguases, Diamantina, Belo Horizonte e Brumadinho.
O resultado será divulgado no site da Fundep (www.fundep.ufmg.br), dia 4 de julho, após às 15 horas. Mas quem se inscreveu até hoje, 17 de junho, poderá conferir o resultado na próxima quarta-feira, dia 22 de junho. A matrícula dos aprovados deverá ser efetuada entre os dias 27 de junho e 8 de julho. O valor da taxa é de R$ 40 para adultos e R$ 20 para crianças de até 12 anos.
Já para as oficinas que não necessitam de processo seletivo, os interessados podem se matricular entre os dias 27 de junho a 13 de julho. As taxas variam de acordo com o módulo.
A programação completa e outras informações sobre o 43º Festival de Inverno da UFMG estão disponíveis no sitewww.ufmg.br/festival. Acompanhe também através do @festivalufmg e do facebook.com/festivaufmg
Cursos profissionalizantes SEST/SENAT para condutores de veículos
Fonte: Assessoria de Comunicação, Prefeitura Municipal de Diamantina
1. Cursos:
Condutor de Veículos de Transporte de Escolares
Condutor de Veículos de Transporte de Passageiros
Condutor de veículos de Emergência
Condutor de veículos de Carga Perigosa
Os conteúdos em comum podem ser feitos juntos:
2. Valor do curso:
Primeiro curso = R$200,00
Segundo curso= R$150,00
Terceiro curso = R$120,00
Quarto curso = R$100,00
3. Período e horário:
Dia 21/06/11 – de 18:00 as 22:00 horas
Dia 22/06/11 – de 18:00 as 22:00 horas
De 23/06/11 a 26/06/11 – de 08:00 as 18:00 horas
4. Local do Curso – Colégio Diamantinense (Pitágoras)
5. OBS: Entregar a documentação completa (01 jogo para cada curso)
A certidão de prontuário pode ser 01 original e os demais cópias.
Pagamento pode ser feito diretamente para o Instrutor no inicio do curso.
6. Faça sua inscrição com Sandra Dias na Secretaria Municipal de Governo, Rua da Gloria, 394
7. Informações: (38) 3531- 9101
ICMS Cultural melhora receita de municípios do Vale
Fonte: o sempre atento Álbano Silveira Machado, blog do Banu
Os municípios do Vale do Jequitinhonha têm dez dias, a partir de hoje, para recorrer junto ao IEPHA - Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais se não concordarem com a pontuação do ICMS cultural, divulgado na última sexta-feira, 17.06.
Os municípios do Vale podem melhorar a sua receita. Cada ponto recebido pelo município tem um valor aproximado de R$ 15 mil. Assim, a Prefeitura receberá cerca de R$ 150 mil no ano de 2012, se a sua pontuação for de 10,0. Os recursos caem na conta todo mês, em parcelas de R$ 12.500 para aplicar exclusivamente na cultura local.
10 municípios de maior ICMS cultural
Os 10 municípios com maior arrecadação do Vale são do Alto Jequitinhonha: Diamantina com 34,90 (Diamantina receberá aproximadamente R$ 523,5 mi; Serro 25,80; Aricanduva com 19,87; Chapada do Norte com 16,30; Capelinha com 15,99; Datas com 15,20; Grão Mogol com 15,15; Felício dos Santos com 14,67; Leme do Prado com 13,85; Senador Modestino Gonçalves com 13,50.
Eis a lista dos municípios do Vale com a respectiva pontuação:
Almenara 7,90; Angelândia 11,40; Araçuaí 10,80; Aricanduva 19,87;
Berilo 11,70; Bocaiúva 10,05; Botumirim 9,10;
Cachoeira do Pajeú 5,00; Capelinha 15,99 ; Caraí 5,00; Carbonita 7,50; Chapada do Norte 16,30; Comercinho 6,30 ; Coronel Murta 8,80; Cristália 12,89;
Datas 15,20 ; Diamantina 34,90; Divisa Alegre 6,85;
Felisburgo 9,00; Felício dos Santos 14,67; Francisco Badaró 6,70;
Gouveia 2,95; Grão Mogol 15,15;
Itamarandiba 12,60; Itaobim 9,35; Itinga 7,50;
Jacinto 11,40; Jenipapo de Minas 10,50; Jequitinhonha 10,50; Joaíma 7,45; Jordânia 9,70; José Gonçalves de Minas 9,00;
Leme do Prado 13,85;
Malacacheta 9,10; Mata Verde 5,00; Medina 13,30; Minas Novas 10,60; Monte Formoso 8,30;
Novo Cruzeiro 10,50;
Olhos D’Àgua 5,00;
Padre Paraíso 12,80; Pedra Azul 10,30; Ponto dos Volantes 9,50; Presidente Kubischek 10,60;
Riacho do Machado 5,00; Rio do Prado 5,45; Rio Pardo de Minas 5,00; Rubelita 5,00; Rubim 5,00;
Salinas 11,10; Salto da Divisa 12,20; Santo Antônio do Jacinto 5,00; Santa Maria do Salto 5,00; Senador Modestino Gonçalves 13,50; Serra Azul de Minas 13,00; Serro 25,80; Setubinha 5,00;
Taiobeiras 11,70; Turmalina 12,70;
Veredinha 9,70; Virgem da Lapa 5,40.
domingo, 19 de junho de 2011
Gestão de cultura no Vale vai de mal a pior
Fonte: Álbano Silveira Machado, no Blog do Banu.
Lista do ICMS denuncia descaso das Prefeituras com a cultura
A gestão municipal de cultura no Vale do Jequitinhonha não atende a riqueza de diversas manifestações culturais espalhadas por toda a região. Poucos municípios tem à sua frente gestores com capacidade comprovada e atuação na área. Geralmente, os Departamentos ou Coordenadorias estão dentro de Secretarias de Desenvolvimento Social, de Educação ( a maioria) ou dividindo espaço com Esporte, Turismo e Meio Ambiente.
A publicação do ICMS Cultural/2011/exercício 2012, nesta sexta-feira, 17.06, pelo IEPHA, mostra o descaso dos municípios com a cultura popular ou mesmo com as edificações do patrimônio histórico.
Veja aqui a lista completa: pontuacao-detalhada-provisoria-icms-cultura-exercicio-2012.
sábado, 18 de junho de 2011
Relíquias do tempo em um casarão
Fonte: Publicado no Jornal Pampulha em 04/06/2011
Diamantina tem referências impossíveis de não serem apreciadas, como as casas onde moraram Juscelino Kubitschek e Chica da Silva, o Museu do Diamante, a Catedral Metropolitana e o Passadiço da Glória.
Receptivos como o Minhas Gerais oferecem city tour ao preço de R$ 8. Mas há, ainda, outros passeios que valem a pena como Biribiri, a gruta do Salitre, o caminho dos escravos, a serra do Pasmar e o cânion do Funil.
Mas, quando o assunto é história, Carmen Couto Nascimento oferece uma aula aos hóspedes e visitantes na Pousada Relíquias do Tempo.
Carmen montou, no casarão que pertenceu aos bisavós, um museu com maquetes, instrumentos, fotografias, livros e muitas relíquias.
Ela conta orgulhosa que foi amiga do ex-presidente JK e a foto está lá para provar, assim como o pijama, o violão e a certidão de batizado do ex-presidente doados pela ex-primeira dama Sarah Kubitschek. Um painel na parede ainda conta a trajetória do estadista nascido em Diamantina.
Em outra sala, Carmen presta sua homenagem à família, ao avô ourives. Indiretamente, ela narra a história de Diamantina, de como o ouro e o diamante foram a glória e a decadência de uma das cidades mais ricas de Minas.
"Não temos um trabalho de hotelaria tradicional", frisa Carmen, que recebe os visitantes às vésperas da Vesperata com noite regadas a caldos e boa música.
Um árabe sorridente mexe com a culinária local
Um bufê caprichado (Apocalypse), um crepe deliciosamente combinado com temperos (Deguste), uma comida árabe de encher os olhos (Al Árabe) ou uma suculenta picanha (Bar do Antônio). A escolha do cardápio é sua.
Do que o turista deve ser informado ao pisar em Diamantina é que a culinária local mexe com os sentidos. Para o chef Vandeca, da Pousada do Garimpo, o segredo está em saber utilizar os ingredientes da terra.
Mas a bola da vez na gastronomia diamantinense é o libanês Armed, um fotógrafo que se apaixonou por uma diamantinense e montou o Al Árabe com vista para o incrível pico do Itambé.
O cardápio caseiro inclui esfihas, coalhada, carne de carneiro, falafael e uma gama de pratos preparados com ingredientes do vale do Bkah.
Receptivo
Para contratar city tour em Diamantina e passeios pelas principais atrações turísticas no entorno da cidade:
Minhas Gerais:
Rua Direita, 68
(38) 3531-1667
www.minhasgerais.com
Ao natural
Fonte: Publicado no Jornal OTEMPO em 14/06/2011
Pense num lugar em que não há barulho de trânsito, correria do dia a dia e nem preocupação com a violência, tão comum nas grandes cidades. Se ficou difícil imaginar, você vai viajar agora para um ambiente sossegado, com rica gastronomia e muitas atrações turísticas, onde vivem apenas cerca de 80 habitantes, de 32 famílias. É o vilarejo de Cuiabá, distrito de Gouveia - a 260 km de Belo Horizonte -, na região Central de Minas Gerais. Cercado pela serra do Espinhaço, a 1.582 m de altitude, o local, descoberto no século XVIII, permaneceu por muito tempo desconhecido, mas, agora, entrou para a rota do Turismo de Vilarejo.
Ao redor de Cuiabá ficam as comunidades rurais de Caxambu, Barão de Guaicuí, Chapadinha e Bucaina. Em cada uma delas, um atrativo diferente, como grutas, sítios arqueológicos, cachoeiras e rios de água limpa e transparente, além de serras e mirantes, de onde é possível admirar o pôr do sol, considerado uma das visões mais belas de Minas. As visitas aos locais podem ser feitas por meio de cavalgadas e caminhadas ecológicas. Alguns trechos podem ser percorridos de bicicleta, com a passagem por trilhas e pela antiga estrada de ferro, por onde circulava a maria-fumaça.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Uma proposta de análise sobre a obra “Diamantina em performance: Minha Vida de Menina
Autora: Siane Paula de Araújo e Caroline Konzen
Resumo: Este trabalho é uma proposta de análise sobre o vídeo/dança intitulado “Diamantina em Performance, Minha Vida de Menina”. Os elementos de análise incluem a semiótica peirciana e as questões sobre a percepção do tempo e do espaço em meio às considerações da narrativa sobre o conteúdo audiovisual. Um emaranhado de linguagens híbridas que possibilitam a representação de uma Helena que transita entre gerações.
Clique aqui para ler o trabalho completo.
Onde nasce o mito?
Fonte: Laura Capriglione, na Folha de São Paulo
O hóspede da casa de baixo era louco? "Por que insistia em tocar violão de madrugada, aquele plim-plim-plim sem fim, uma nota só, que nem uma araponga?"
Furiosa, a professora Eni Assumpção Baracho, do conservatório musical de Diamantina (294 km ao norte de Belo Horizonte, Minas), crivava de perguntas o sobrinho Antônio de Jesus Neves, então com 27 anos, que se encantara com o recém-chegado João Gilberto, ainda um desconhecido, aos 25 anos.
"Eu tentei explicar para ela que João estava treinando. Que ele era um exímio violonista", lembra Antônio, hoje 82 anos. A professora desacreditou.
Anos depois, João Gilberto estourou com o disco "Chega de Saudade" (1959).
"Quando passei na papelaria, vi a capa da [revista] "Manchete". Ou seria "Cruzeiro'? Era ele. Comprei a revista e fui mostrar para a tia."
"Quem é esse cabra?", desafiei. "Uai, tá parecendo aquele amigo de vocês."
"É o próprio que você falou que não sabia tocar violão!"
Não podiam ser mais distintos os mundos da professora que morava em cima, e o de João Gilberto, que morava em baixo do mesmo sobradão. A separá-los, só a madeira do chão, como é típico em edifícios coloniais -isolamento acústico, nenhum.
A professora tinha por música os vozeirões de Orlando Silva, Carlos Galhardo e Silvio Caldas, além das modinhas e serestas mineiras.
Ao térreo do sobrado, porém, tinha chegado uma gente moderna. Dadainha, irmã de João Gilberto, mudara-se para a cidade quando o marido, o engenheiro Péricles Rocha de Sá, foi encarregado de construir estradas, ligando a cidade ao restante do país.
Fazia parte dos planos de governo de Juscelino Kubitschek (1902-76), natural de Diamantina, depois alcunhado -veja só- de "presidente bossa nova".
Atrás da irmã foi João Gilberto, justamente no ano em que JK tornou-se presidente (1956). Passou sete meses lá.
"Ele só parecia ter uma preocupação: ficar ótimo na música. Ele não veio aqui para se inspirar. Veio para fazer algo que já estava na cabeça dele", lembra Geraldo Miranda, 77, bancário aposentado, outro amigo mineiro que João Gilberto conquistou.
"Entro um dia no sobrado, e encontro João com um elástico, prendendo o dedo mínimo ao punho da mão direita. Era um exercício. Treinava sem parar -puxando e soltando, puxando e soltando."
O pesquisador Wander Conceição, 50, entrevistou 40 contemporâneos da estada de João Gilberto em Diamantina e prepara um livro sobre o tema. De um amigo que compartilhava discos de jazz com o artista, ouviu: "Ele tinha um ritual de estudos que sempre se iniciava com João beijando uma imagem de Santa Terezinha".
Esse amigo era dos poucos admitidos no "estúdio" do sobrado, quando João se concentrava ao máximo. Na verdade, o estúdio era o banheiro. "A acústica do cubo de 2,30 metros de aresta permitia a João se escutar. Foi fundamental para que ele exercitasse a batida da bossa nova", afirma Conceição.
A disciplina dos estudos e a devoção a Ary Barroso e a João Donato -"Ele era doido por Donato"- não impediram, entretanto, João Gilberto de exercer seus encantos.
"Uma das amigas dele adorava Carlos Drummond de Andrade. João recitava-lhe Drummond e dizia: olha essa dissonância... é isso o que eu quero fazer na música." O relato é de Conceição.
Até serenata, gênero de que JK tanto gostava, João Gilberto praticou em Diamantina. Mas do seu jeito.
Os amigos lembram quando ele decidiu fazer uma. "João, com essa vozinha, você não vai acordar ninguém, não", advertiu Geraldo.
"Ele pediu para segurarem o violão, tomou uma pedrona e jogou-a ladeira abaixo. A moça acordou com o barulho. E ele cantou."
Geraldo e Antônio nunca mais viram João Gilberto. Fausto Miranda, 78, irmão de Geraldo, teve mais sorte. Ajudante de garçom num restaurante de Nova York, o Brazilian Coffee Restaurant, numa noite de 1966, recebeu a incumbência de entregar comida num apartamento.
"Subi, bati a campainha. Quando a porta se entreabriu, era ele." De João, recebeu o LP "The Warm World of João Gilberto" (1963). Com dedicatória. É o único registro da voz e violão do amigo que a turma mantém.
O sobrado, tombado pelo patrimônio histórico, abriga uma imobiliária. O banheiro-estúdio foi dividido ao meio.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Agenda cultural do fim de semana
Fonte: Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Patrimônio, (38) 3531-9537; producaocultural@diamantina.mg.gov.br
De 16 a 18/06 - sexta a domingo
- Espetáculo Teatral "Palhacita vai à Praia"
Local: Teatro Municipal Santa Izabel
Maiores Informações: (38) 3531-7180
Dia 17/06 - sexta-feira
- Feira de Artesanato, Comida Típica e Música ao Vivo - Sexta Nossa
Local: Mercado Velho
Horário: A partir das 18 horas
Atração: Grupo Xorô
- Seresta com o grupo Renascer
Local: Saída da Praça JK
Horário: 21 horas
Dia 11/06 - sábado
- Feira de Artesanato, Hortifrutigranjeiro e Música ao Vivo - Feira do Mercado
Local: Mercado Velho
Horário: A partir das 08 horas
Atração: Nilson Santos
- Vesperata
Local: Rua da Quitanda
Horário: 21 horas
Dia 19/06 - domingo
- Café no Beco
Local: Beco da Tecla
Horário: A partir das 08 horas
- Feira de Artesanato da Quitanda
Local: Rua da Quitanda
Horário: De 08 às 14 horas
Disputa entre companhias derruba preço de passagens aéreas no interior de Minas
As viagens com voos regionais para o interior do estado começam a ter preços próximos aos do transporte rodoviário. A guerra de tarifas e as pechinchas nos bilhetes aéreos deixaram de ser realidade só das linhas operadas por grandes aeronaves. A concorrência mais forte, a ampliação da malha aérea regional e o aumento do número de passageiros que voa pelo interior do estado levam as companhias aéreas a lançar promoções de passagens com preços menores ou próximos dos praticados pelas empresas de ônibus. Até pouco tempo, esses bilhetes custavam quatro ou até cinco vezes mais caro do que os comprados nas rodoviárias. Segundo especialistas, a tendência é que os preços de bilhetes da aviação regional caiam nos próximos anos, assim como ocorreu em outros países, como nos Estados Unidos e na Europa.
Quem for voar de Belo Horizonte para Montes Claros, por exemplo, paga hoje preços a partir de R$ 79,90 na Trip Linhas Aéreas e R$ 95,90 na Gol. Já de ônibus, o valor é bem próximo, de R$ 94. A Trip também lançou no fim de semana uma promoção com preço bem competitivo de Belo Horizonte para Varginha: R$ 59,90. O valor é bem abaixo do cobrado pela passagem de ônibus que faz a mesma rota, de R$ 69,28. Além de reduzir os preços, as companhias aéreas ampliam a frequência dos voos nos aeroportos.
“As empresas aéreas já estão trazendo para o segmento o conceito do low cost (preços baixos)”, observa o superintendente do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, Silvério Gonçalves. A expectativa é de que a concorrência na aviação regional seja acirrada este ano, com a definição de capacidade do terminal de BH. A publicação do documento, pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), vai apontar quais os aviões podem operar no aeroporto, abrindo espaço para a concorrência. Hoje, como as regras não são totalmente claras, a capacidade do espaço está restrita, o que limita a competição e a escolha do consumidor. Com a publicação do documento da Anac, voos de companhias como TAM e Gol poderão ser atraídos para a Pampulha, esquentando a disputa pelos passageiros, chave para a queda de preços.
Entre 2008 e 2010 o embarque de passageiros em vôos comerciais, decolando do Aeroporto da Pampulha cresceu 42%. O avanço é um termômetro do potencial de alta da aviação regional, que esbarra na infraestrutura limitada. Enquanto o movimento de passageiros aumentou, no mesmo período os pousos e decolagens cresceram apenas 5% no aeroporto, um reflexo do número ainda pequeno de empresas habilitadas a operar no local. “A aviação no Brasil cresceu como nunca porque surgiram empresas ofertando passagens a um preço vantajoso, uma expressão da concorrência” diz o superintendente, apostando em um crescimento da disputa na aviação regional.
Atualmente, os voos na Pampulha são feitos basicamente pela Trip Linhas Aéreas e Passaredo. O diretor de Marketing e Vendas da Trip, Evaristo Mascarenhas, reforça que a empresa já voa para 85 cidades brasileiras, além do Distrito Federal. Segundo ele, o plano para as rotas regionais é agressivo e à medida em que aeroportos vão sendo liberados, novas rotas são criadas. Ele considera que uma das razões de não haver número maior de aeroportos aptos a operar no estado é que a responsabilidade pela infraestrutura é dos municípios. Sem parceiros, as prefeituras nem sempre conseguem disponibilizar recursos, o que segura o avanço da aviação. “Não sei se essa é a forma mais justa de se fazer (a liberação dos aeroportos)”, comenta.
Clique aqui para ler a reportagem completa.
Enquanto isso Diamantina continua engatinhando com apenas 1 vôo da TRIP que sai de BH às 11h de sábado, "passeia" dando volta até Montes Claros, e pousa aqui apenas às 12:50. (se viesse direto gastaria apenas 35minutos); Para retornar a capital a situação é ainda pior, há 1 vôo também no domingo, que sai de Diamantina às 13:20, anda para trás e volta a Montes Claros, e só depois segue para BH, chegando por lá às 15:00. Além desta logística absurda e sem propósito, incapaz de atender ao turísmo, aos moradores e aos negócios, ainda há o agravante do valor da tarifa do bilhete, que varia de R$130,00 a R$ 460,00/trecho!!! (Leonardo Pinheiro)
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Inscrições para oficinas com seleção para o 43º Festival de Inverno terminam sexta-feira
Fonte: Assessoria de Imprensa Cedecom/UFMG
assessoriadeimprensa@ufmg.br
(31) 3409-4476 / (31) 3409-4189
Terminam na próxima sexta-feira, dia 17 de junho, as inscrições para as oficinas com seleção do 43º Festival de Inverno da UFMG, que acontece 8 de julho a 7 de agosto nas cidades de Tiradentes, Cataguases, Diamantina, Belo Horizonte e Brumadinho. O registro pode ser feito através do site www.cursoseeventos.ufmg.br. As oficinas com inscrição serão realizadas durante o módulo II (Cataguases – 14 a 24 de julho) e III (Diamantina – 17 a 29 de julho) e têm custo de R$ 40 para adultos e R$ 20 para crianças de até 12 anos.
O resultado será divulgado no site e nos postos de atendimento da Fundep às 15h do dia 22 de junho. Após a liberação da lista de aprovados, a matrícula deverá ser efetuada entre 27 de junho e 8 de julho e o valor das taxas varia de acordo com o módulo.
As oficinas que não necessitam de processo seletivo receberão matrículas do dia 27 de junho a 13 de julho.
A programação completa e outras informações sobre o 43º Festival de Inverno da UFMG estão disponíveis no sitewww.ufmg.br/festival. As oficinas com seleção estão listadas abaixo.
Edição 2011
A edição de 2011, que acontece de 8 de julho a 7 de agosto, tem como objetivo apoiar o desenvolvimento da cultura, da arte e do conhecimento em diversos espaços. Para isto, a edição de 2011 traz uma novidade: a realização em cinco cidades mineiras – Tiradentes, com o tema “Existências não reais”; Cataguases, com “Avizinhamentos”; Diamantina, que este ano terá “Radioplastia” como mote; e Belo Horizonte e Brumadinho, com “Cidades: arte, cultura e conhecimento”.
Como destaca o professor Maurício Campomori, diretor de Ação Cultural da UFMG, o evento não ocorrerá simultaneamente em todas as cidades. Assim, após deixar Tiradentes, ele chegará a Cataguases e seguirá para Diamantina, Belo Horizonte e Brumadinho, respectivamente.
Além disso, em cada cidade o Festival terá um caráter diverso das demais. Em Tiradentes, de 8 a 10 de julho, o evento apresentará caráter mais público, com oficinas gratuitas acontecendo nas ruas. Já em Cataguases, entre os dias 14 e 24, “as atividades estarão predominantemente relacionadas ao pensamento cinematográfico, ao vídeo e às mídias digitais”, diz Campomori.
Diamantina, sede dos últimos festivais, tem este ano o tema Radioplastia e recebe o evento entre os dias 17 a 29 de julho. Coordenado por Fabrício Fernandino, professor da Escola de Belas-Artes da UFMG, o módulo diamantinense terá suas atrações divididas nas áreas de artes audiovisuais, artes cênicas, artes plásticas, artes literárias e artes musicais, que seguirão a proposta de usar a radiodifusão como meio do processo criativo, em parceria com a Rádio UFMG Educativa.
A etapa final do percurso do evento vai se dividir entre Belo Horizonte e Brumadinho, mais precisamente no campus Pampulha da UFMG e na sede do Instituto Inhotim, de 25 de julho a 5 de agosto. Nesses espaços, o público será presenteado com conferências, mesas-redondas e cursos sobre a arte, o artista, o conhecimento e a ciência, a partir do tema Cidades. Um dos grandes nomes presentes será o professor e filósofo espanhol Francisco Jarauta, que participará de três conferências abordando as questões Arte e cultura contemporânea; As novas configurações do urbano; e Novas tecnologias, novas formas de sociabilidade. Atualmente, Jarauta dirige, em Murcia (Espanha), o Foro de la Mundialización e integra os comitês científicos de Iride, Experimenta, Pluriverso e Le Monde Diplomatique.
“Espalhamento”
"Nosso objetivo é que o evento funcione como uma teia de ações que se irradie pelo estado", explica Maurício Campomori, sobre a multiplicidade de temas e destinos idealizados para a 43ª edição do Festival. Ele relembra que, na década de 1970, o evento chegou a ocorrer simultaneamente em 14 cidades. Nos anos seguintes, ele alternou movimentos de expansão e introspecção temática ou espacial em sua trajetória. "Isso é típico dos artistas e de seus espaços de produção. O Festival vive o mesmo processo sem artificialismo, pois funciona como um corpo vivo, pulsante", analisa o professor.
A proposta de retomar a tradição de "espalhamento" foi apresentada pelo pró-reitor de Extensão da UFMG, João Antônio de Paula. “Não se trata de buscar a tradição por si mesma, mas construir maior abrangência, procurando novo significado para o evento. Encontramos esse caminho nas cidades onde a UFMG tem situação consolidada ou vínculos institucionais expressivos, como Tiradentes e Brumadinho, por meio da Fundação Rodrigo de Mello Franco e do Instituto Inhotim", esclarece Campomori.
Oficinas com seleção:
Módulo II – Cataguases (14 a 24 de julho de 2011)
DESENVOLVENDO GAMES COM A UNITY3D
Introduzir os alunos ao ambiente de desenvolvimento integrado e motor de jogos Unity3D. Ao final do curso espera-se que os participantes estejam aptos a utilizar a Unity3D como ferramenta para realizar experimentações, prototipagem e instalações.
Professor
Alessandro Silva (BH) – bacharel em Ciência da Computação pela PUC-MG e Mestre em Computação Gráfica pela UFMG. Destaca-se em sua capacidade técnica o fato de ser um programador com experiência em radiosidade, raytracing e programação GPU. Em seu portfólio profissional, pode-se citar: Desenvolvimento de uma engine post-processing baseada em linguagem Cg para incluir efeitos como Bloom, motion blur, LUT e distorção aquática no jogo Peixis; utilização da OpenGL para renderizar terrenos e estruturas na NavCon Ltda; Membro fundador do Grupo de Computação Gráfica e Tecnologia de Jogos da UFMG (CGGT); Fundador da Ilusis Interactive Graphics; Alessandro é especialista em programação avançada para as plataformas Linux e Windows.
Público-alvo: programadores, estudantes e interessados em geral, que tenham noções intermediárias de programação em qualquer linguagem (C/C++, Python, Java etc).
Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e “carta de intenções” do formulário
Vagas: 20
Período: 15 a 23 de julho
Horário: 10h às 13h e 14h às 17h
Material do aluno: embora não seja obrigatório, recomenda-se que o aluno leve notebook, câmeras fotográficas e de vídeo digitais.
INTRODUÇÃO AO PROCESSING
Introduzir os alunos aos conceitos de programação e ao ambiente de desenvolvimento Processing. Ao final do curso espera-se que os participantes estejam aptos a criar imagens, animações e aplicações interativas para experimentação artística, prototipagem de jogos e instalações.
Professor
Wallace Lages (BH) - Professor do curso de Cinema de Animação e Artes Digitais da UFMG, Wallace é bacharel em Ciência da Computação e mestre em computação gráfica. Em sua caminhada profissional acumulou diversas experiências, principalmente no mercado de jogos eletrônicos. Foi um dos autores do projeto Peixis, vencedor do concurso JogosBR em 2006 e do Jogo Freestyle vencedor do concurso BRGAMES em 2009. Co-autor da instalação multimídia Palavrador Openbook 2.0, exposta na Galeria de Arte Siggraph 2007 e vencedora do prêmio Poesia Digital em Vinarós, Espanha; Foi membro do comitê de organização e Chair de pôsteres técnicos do VII Simpósio Brasileiro de Games 2008; membro fundador do Grupo de Computação Gráfica e Tecnologia de Jogos da UFMG (CGGT) e fundador da Ilusis Interactive Graphics. Atualmente faz parte da diretoria da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos.
Público-alvo: artistas, programadores, estudantes interessados em geral, com idade a partir de 16 anos.
Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e “carta de intenções” do formulário
Vagas: 20
Período: 15 a 23 de julho
Horário: 10h às 13h e 14h às 17h
Material do aluno: embora não seja obrigatório, recomenda-se que o aluno leve notebook, câmeras fotográficas e de vídeo digitais.
NARRATIVAS INTERATIVAS E JOGOS POÉTICOS
Produzir, colaborativamente, aplicativos de narrativas interativas (poéticas hipermidiáticas) do roteiro à finalização a partir do software de produção de jogos GamaMaker. O trabalho em equipe irá produzir todo material (vídeo, áudio, fotografia, desenhos, etc) a partir de uma visão estética da cidade de Cataguases.
Professor
Francisco Carlos de Carvalho Marinho (Chico Marinho – UFMG) - professor da Escola de Belas Artes – Curso de Cinema de Animação e Artes Digitais. Líder do grupo de pesquisa CNPq - 1maginári0: poéticas computacionais.http://1maginari0.blogspot.com/. Pesquisador do Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares. Artista digital, ilustrador, chargista (jornais Estado de Minas e Diário da Tarde, 1986 – 1999). Diretor da Ex Nihil Mltimídia (1992 – 1999). Animador, roteirista, diretor de arte e poeta computacional com premiação e participação em eventos internacionais.
Público-alvo: artistas, vj/dj, músicos, animadores, designers, estudantes e demais interessados, que tenham conhecimento de ambiente Windows, algum aplicativo de edição de imagens estáticas (GIMP ou outro).
Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e “carta de intenções” do formulário
Vagas: 10
Período: 15 a 23 de julho
Horário: 10h às 12h e 14h às 17h
Material do aluno: câmeras digitais (de celulares, câmeras digitais simples etc).
FULLDOME - video para sistemas imersivos
O formato Fulldome compreende uma nova mídia audiovisual digital e imersiva, com a exibição de conteúdos audiovisuais em salas especiais, dotadas de telas hemisféricas. Suas características permitem uma experiência que envolve o espectador em 360º de imagem e cria uma ambiência em três dimensões. A oficina pretende iniciar à produção neste formato, com apresentação de diversas técnicas para produção de conteúdos, da fotografia à arte computacional, com a produção de pequenos vídeos e experimentos.
Professor
André Góes Mintz (UFMG) - bacharel em Comunicação Social pela UFMG, é comunicador visual e artista, com ênfase em vídeo e novas mídias, tendo desenvolvido diversas instalações audiovisuais e interativas. Como membro do fundador do coletivo Marginalia Project, desenvolveu instalações expostas em Belo Horizonte, São Paulo, Recife e Nanchang, China, alem de ter colaborado com instalações expostas em Lima, Peru, e Cidade do México. Em 2008 foi vencedor do 1º prêmio do Festival Conexões Tecnológicas e em 2009 foi finalista do 8º Prêmio Sérgio Motta de Arte e Tecnologia, na categoria Artista em Início de Carreira. Desde 2009 é um dos coordenadores do Marginalia+Lab, laboratório de arte e tecnologia sediado em Belo Horizonte. Em 2010, foi o coordenador geral do Interactivos? ’10 BH, evento internacional de arte e tecnologia, realizado em Belo Horizonte. Desde 2010 é assessor de audiovisual do Espaço TIM UFMG do Conhecimento, tendo desenvolvido pesquisas para a produção audiovisual no formato fulldome, alem de sistemas de interação para instalações do museu e pesquisa de formatos e conteúdos para a fachada digital do Espaço.
Público-alvo: profissionais e estudantes das artes e interessados em geral. Não constituem pré-requisitos obrigatórios, mas o aluno poderá ter melhor aproveitamento se possuir conhecimentos básicos de criação e manipulação de imagens digitais (foto e vídeo), modelagem e animação 3D e programação para computação gráfica.
Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e “carta de intenções” do formulário
Vagas: 15
Período: 15 a 22 de julho
Horário: 10h às 13h e 14h às 18h
Material do aluno: se possuir, é recomendável que o aluno leve seu próprio computador e informe, na ficha de inscrição, suas características e configurações.
Módulo III – Diamantina (17 a 29 de julho de 2011)
Artes Audiovisuais:
CENA E RADIOFONIA: EXPERIÊNCIA E CRIAÇÃO
Oferecer aos participantes a oportunidade de experimentar técnicas e ações relacionadas à linguagem radiofônica, exercitando relações com o som e a palavra e também a contracenação pela escuta. Ao mesmo tempo, buscar trabalhar com a vocalidade explorando diferentes sonoridades. A oficina quer ainda apropriar elementos como microfones, fones de ouvido e sonoplastias diversas, em práticas que congregue estudantes avançados e iniciantes em um mesmo período e espaço de aprendizagem.
Professora
Mirna Spritzer (RS) - Atriz, diretora e radialista. Graduada em Artes Cênicas, Mestre e Doutora em Educação pela UFRGS. Professora e pesquisadora no Departamento de Arte Dramática e Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFRGS, onde desenvolve pesquisa sobre o rádio, o ator e a palavra. Produziu e apresentou o programa Radioteatro na Rádio FM Cultura de Porto Alegre, de 1998 a 2007. Atriz atuante no teatro, televisão, cinema e rádio. É autora dos livros A Formação do ator, um diálogo de ações, Editora Mediação e Bem Lembrado, histórias do Radioteatro em Porto Alegre, Editora AGE.
Público-alvo: estudantes e profissionais de artes cênicas, locutores, radialistas e músicos. Demais interessados em radiofonia e teatro.
Vagas: 18 para iniciação – matrícula direta
06 para atualização - Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e
“carta de intenções” do formulário
Período: 18 a 23 de julho
Horário: 9h às 14h
Material do aluno: Roupas de trabalho (abrigo, calças soltas, camisetas, tênis, sapatilhas ou pés descalços); caderno ou folhas em branco; lápis. Textos: texto de um parágrafo, retirado de conto ou romance, de autor brasileiro, na primeira pessoa do singular; poesia de autor brasileiro (máximo de dez linhas). Trazer os textos digitados com cópia para a ministrante da oficina. CDs e/ou fitas K7 para gravações.
PRÁTICAS PERFORMATIVAS: CENA E RADIOFONIA EM ANTONIN ARTAUD
A explosão orgânica da voz na famosa emissão radiofônica Para acabar com o juízo de deus (1948), o tema da invenção de uma nova língua (uma língua como corpo e ritmo), bem como a relação entre o teatro glossolálico e a pictografia de Antonin Artaud (os sortilégios, os “desenhos escritos”, os retratos e auto-retratos), são, entre outros aspectos, o campo de reflexão e de experimentação na oficina. A partir desses dispositivos teóricos, os participantes inventarão, individualmente ou em grupo, suas próprias práticas performativas: quer seja pela reapropriação da emissão radiofônica ou pela criação de performances em todas as suas acepções. A oficina busca congregar estudantes avançados e iniciantes em um mesmo período e espaço de aprendizagem.
Professor
André Silveira Lage (MG) - Pesquisador e professor, com Doutorado em Literatura Francesa pela Université Paris 8 (Antonin Artaud: corps et langage, 2004). É especialista na obra de Antonin Artaud e no estudo das relações entre suas Poéticas (a literatura, o cinema, o teatro, o desenho). Desenvolve atualmente o pós-doutorado “A pictografia em Antonin Artaud: Teatro e Reinvenção Anatômica”, no Programa de Pós-Graduação da Universidade de São Paulo – ECA - USP.Performer.
Público-alvo: estudantes e profissionais de artes cênicas e pessoas interessadas no conhecimento da arte de Antonin Artaud e sua relação com a radiofonia, com disponibilidade para estudos teóricos e performativos.
Vagas: 08 para iniciação – matrícula direta
16 para atualização - Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e
“carta de intenções” do formulário
Período: 18 a 27 de julho
Horário: 9h30 às 13h30
Material do aluno: roupas confortáveis e flexíveis, em cor preta, material para anotações, textos e livros de Antonin Artaud, folhas de papel diversas, três rolos de fita crepe e pincéis atômicos de cores diferentes.
Artes Cênicas:
MÍMICA CORPORAL DRAMÁTICA – THÉATRE L’ANGE FOU (UK)
Ensinar elementos artísticos e técnicos da arte Mímica Corporal Dramática, promover vivências práticas dessa arte em modos de aprendizagem técnica e improvisação cênica, congregar estudantes avançados e iniciantes em um mesmo período e espaço de aprendizagem apoiando-os com supervisão artística mais individualizada.
Professores
Corinne Soum (Inglaterra) - Fundadora e diretora do Théatre L’Ange Fou-International School of Corporeal Mime, ao lado de Steven Wasson, estudou com Étienne Decroux (1898-1991), um dos pilares do teatro ocidental moderno e contemporâneo, tornando-se sua assistente. Decroux criou para ela peças como “A mulher pássaro” e “A cadeira da ausência”. Estudou também dança clássica e moderna, graduou-se na Ecole Irene Popard em ginástica e dança contemporânea. Possui intensa atividade de atuação, direção, conferencista internacional, produzindo artigos a respeito desta arte e sobre a atuação na Mímica Corporal. Ela é professora da arte Mímica Corporal na International School of Corporeal Mime. http://www.angefou.co.uk/
Alexandre Correa (Assistente artístico e tradutor – RS) - Ator graduado em artes cênicas pela UFRGS; estudou Clown e Bufão com Philipe Gaulier e é formado em Mímica Corporal pela International School of Corporeal Mime, com especialização no ensino dessa arte. Performer, com atuação nos espetáculos Andimironnai-Nuraxia (2009-Sardenha-IT) e “Homem Aranha” (2010-BR). É arte-educador e desenvolve um trabalho com crianças e adolescentes em comunidades do estado de São Paulo e capital.
Público-alvo: estudantes de artes cênicas e artistas cênicos profissionais com disponibilidade para trabalho corporal, pessoas interessadas em vivenciar na prática a arte da Mímica Corporal com disponibilidade para atividades físicas com esforços básicos, intermediários e avançados.
Vagas: 06 para iniciação – matrícula direta
14 para atualização - Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e
“carta de intenções” do formulário
Período 1: 22 a 23 (workshop preparatório com Alexandre Correa)
Horário: 14h às 19h
Período 2: 25 a 28 (oficina com Corinne Soum)
Horário: dias 25 e 26, das 13h30 às 19h30; dias 27 e 28, das 10h às 12h e das 13h30 às 19h30.
Material do aluno: roupas confortáveis, sem estampas, flexíveis e justas para atividades práticas de artes cênicas com ênfase no trabalho físico.
SINAPSE DIGITAL: PRÁTICAS COM TECNOLOGIAS DE INTERAÇÃO DIGITAL APLICADAS À CENA
Fornecer aos participantes bases técnicas, conceituais e estéticas para a aplicação das tecnologias digitais à criação cênica. Todas as combinações são possíveis: a voz controla a luz, o movimento interage com a projeção, a música é alterada pelo deslocamento pelo atuador no espaço. Se antes nossa imaginação era refreada pelas limitações técnicas, hoje precisamos imaginar mais ousadamente para poder fazer uso das possibilidades que a tecnologia oferece. No que estamos chamando de teatro intermídia, os vários equipamentos utilizados modificam-se mutuamente, levando em consideração as alterações promovidas pelo atuador em cena. A oficina busca congregar estudantes avançados e iniciantes em um mesmo período e espaço de aprendizagem.
Professores
Daniel Belquer (RJ) – artista intermídia, compositor e diretor cênico, mestre em artes cênicas pela UniRio (2010). Tem uma pesquisa focada para a tecnologia aplicada à cena, com ênfase nas possibilidades sonoras. Trabalhou como compositor de música original para 86 montagens e dirige seus próprios espetáculos desde 2002.
Jaime Rodrigues (RJ) - profissional multimídia com mais de 14 anos atuando como ator profissional, diretor cênico e desenvolvedor e designer de experiência e interação. Em Belo Horizonte, foi professor de acrobacia solo do projeto Circo de Todo Mundo, da Comunidade Européia, e deu oficinas de clown e cursos de manipulação e construção de bonecos em diversos festivais.
Público-alvo: Atores, bailarinos, circenses, performers, músicos, diretores, artistas plásticos e estudantes de atividades artísticas em geral.
Vagas: 08 para iniciação – matrícula direta
10 para atualização - Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e
“carta de intenções” do formulário
Período: 18 a 23 de julho
Horário: 9h às 13h e 15h às 19h
Material do aluno: roupas confortáveis e flexíveis para atividades práticas de artes cênicas.
A PERFORMATIVIDADE DOS ESPAÇOS
Desenvolver práticas performativas não convencionais que partam do olhar teatral e avancem para experiências relacionadas ao site-specific, a performance, a instalação e a intervenção urbana, utilizando os recursos dramatúrgicos que apresenta o tecido espacial urbano da cidade de Diamatina.
Professor
Emilio García Wehbi (Argentina) – Artista interdisciplinar que trabalha no cruzamento das linguagens cênicas. Fundador do grupo paradigmático de teatro experimental Periférico de los Objetos. Seus espetáculos, óperas, performances, instalações e intervenções urbanas têm sido apresentados na América Latina, Europa e Ásia tais como A)parecido (2010), Aura (2010), Dr. Faustus (2010), Chacales y Árabes (2009), El Matadero. Un Comentario (2009), Dolor Exquisito (2008), Jakob von Gunten (2008), Woyzeck (2006), Bambiland (2005), La Balsa de la Medusa (2005), Lucha Libre (2005), Proyecto Filoctetes (2007-2002).
Público-alvo: estudantes de artes cênicas, artistas cênicos (diretores, atores, performers) com vivência em processos de criação, encenação e performance.
Vagas: 20
Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e “carta de intenções” do formulário
Período: 21 a 27 de julho
Horário: 9h às 14h
Material do aluno: roupas confortáveis e flexíveis para atividades práticas de artes cênicas, câmeras de foto e vídeo, havendo possibilidade.
Artes Musicais:
O JAZZ VOCAL SOLISTA E EM GRUPO VOCAL
Abordagem Individual: Iniciação e/ou aprofundamento técnico e ao fraseado estilístico da linguagem do jazz. Guia de estudo que pode ser posteriormente aplicado a qualquer outro tema de jazz. Abordagem de Grupo Vocal: técnica de canto a partes harmônicas.
Professora
Jacinta Ramos (Portugal) - licenciada em Composição Clássica, realizou Mestrado em Jazz Vocal Performance, tendo obtido bolsa total na Manhattan School of Music, em Nova Iorque. Grava para a Blue Note desde 2003 – destaque para o seu 2º álbum, Day Dream, com o Quarteto de Greg Osby. Partilhou o palco com grandes nomes do jazz mundial, como Gonzalo Rubalcaba, Jason Moran, Greg Osby e Jane Monheit.
Público-alvo: cantores ou instrumentistas interessados em aprender ou aprofundar técnicas vocais de colocação de voz, em interpretação estilística de jazz, e na arte de cantar a partes, que saibam ler uma pauta básica.
Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e “carta de intenções” do formulário
Vagas: 15
Período: 18 a 29 de julho
Horário: 10hs às 12hs e 14hs às 16hs.
Material do aluno: 3 ou 4 temas/Standards de jazz para o início da oficina - uma balada, um swing médio, uma Bossa Nova, um swing rápido.
BATERIA E PERCUSSÃO
Abordar aspectos de interpretação e improvisação nos ritmos da percussão e bateria brasileira , enriquecendo o vocabulário rítmico do aluno e ampliando seus horizontes musicais.
Professor
Márcio Bahia (BH) - natural de Niterói, RJ, atualmente morando em Belo Horizonte, começou como autodidata. Teve suas primeiras aulas em sua cidade natal com o baterista profissional Sérgio Murilo, que lhe ensinou as primeiras noções de técnica e teoria musical. Estudou também percussão Erudita na Escola de Música Villa Lobos (RJ). Ganhou prêmios como membro do Grupo de Percussão dessa mesma escola e como solista em vários eventos inter escolares. Foi membro da OSTM/RJ (Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro), por 4 anos. Logo após sua saída da orquestra ingressou no Grupo de Hermeto Pascoal, do qual é integrante até hoje, excurssionando pelo Brasil e exterior, por salas de concerto e grandes festivais de Jazz. É membro também do Hamilton de Holanda Quinteto. Paralelo ao seu trabalho como instrumentista, atua amplamente na área da educação, ministrando workshops e masterclasses no Brasil e exterior.Público-alvo: bateristas, que tenham domínio do instrumento e conhecimentos básicos de teoria musical.
Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e “carta de intenções” do formulário
Vagas: 15
Período: 18 a 29 de julho
Horário: 10hs às 12hs e 14hs às 16hs.
Material do aluno: um par de baquetas, um par de vassourinhas, um caderno pautado, lápis e borracha.
PRÁTICA DE CONJUNTO
Esclarecer aos músicos qual sua função enquanto instrumentista dentro do contexto de um grupo.
Professor
Enéias Xavier (BH) - é multi-instrumentista natural de Belo Horizonte e com 19 anos de carreira. Nesse período, trabalhou com músicos e artistas das mais diferentes vertentes como Toninho Horta, Flávio Venturini, João Alexandre, Nelson Ângelo, Diante do Trono pra citar alguns. Na área de educação foi convidado pela UFMG para ser professor no curso de extensão. É um dos mestres da Bituca – Universidade de Música Popular. Tem três CD´s gravados - Jamba,Peregrino e Novo Tempo. Trabalhou por oito anos com o baterista Nenê e o saxofonista do grupo de Hermeto Pascoal, Vinicius Dorin.
Público-alvo: músicos e estudantes de música que tenham domínio do instrumento e conhecimentos básicos de teoria musical.
Seleção: preencher os campos “currículo resumido” e “carta de intenções” do formulário
Vagas: 15
Período: 18 a 29 de julho
Horário: 10hs às 12hs e 14hs às 16hs.
Material do aluno: instrumento próprio com cabo P-10 e caderno de música.

