Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde. Mostrar todas as postagens

domingo, 4 de maio de 2014

Programa Ver Minas: Saúde itinerante em Diamantina

Fonte: Secretaria de Estado de Saúde/MG (cique aqui)

Programa Ver Minas oferece exames gratuitos em Pompéu (Foto: Secretaria de Saúde/ Divulgação)A Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG), em parceria com o município de Diamantina, irá promover, a partir desta terça-feira (06/05), o projeto “Saúde Itinerante”, que levará aos moradores da região a estrutura do Programa Ver Minas.

O Programa tem o objetivo de prestar assistência oftalmológica clínica e cirúrgica em locais onde há dificuldade de acesso aos serviços e em regiões que não dispõem de prestador para consultas e cirurgias.

O atendimento é realizado em duas carretas, uma equipada com consultório oftalmológico e sala para exames e, a outra, com uma sala cirúrgica. As unidades móveis de atendimento contam com médicos oftalmologistas e oferecem até 30 procedimentos diferentes, entre eles, a correção cirúrgica do estrabismo, reconstituição parcial de pálpebra, implante secundário de lente intra-ocular e biomicroscopia de fundo de olho.

Com isso, espera-se atender entre os dias 6 a 11/05, cerca de 750 pacientes por dia e realizar de 250 cirurgias diárias, com estimativa de 1.500 cirurgias no total. As ações do “Saúde Itinerante” em Diamantina, procuram levar à população diamantinense práticas de prevenção, mobilização e principalmente, assistência em saúde.

Data: 06 a 11 de maio

Local: Praça Dom João, em frente à Rodoviária

segunda-feira, 24 de março de 2014

Metade das idosas do Jequitinhonha e Mucuri nunca fez mamografia

Fonte: Jornal O Tempo

Mais da metade da população idosa do Jequitinhonha e Mucuri, em Minas Gerais, nunca fez o exame de mamografia, a principal forma de diagnóstico precoce do câncer de mama. A doença, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), é o tipo de câncer mais comum entre mulheres e, no Brasil, o câncer de mama já matou 13.225 mulheres e a estimativa é que este ano surjam 57.120 novos casos da doença. De acordo com a pesquisa sobre a população idosa do Estado apresentada pela Fundação João Pinheiro na manhã desta quinta-feira (20), 50,5% dos moradores idosos do Jequitinhonha e Mucuri nunca fizeram o exame preventivo.

Clique aqui para ler reportaagem completa.

sábado, 9 de novembro de 2013

Prefeito Paulo Célio divulga mensagem sobre crise no Hospital de Nossa Senhora da Saúde


MENSAGEM DE ESCLARECIMENTO AOS DIAMANTINENSES E AMIGOS DA REGIÃO
A grave crise que atinge o Hospital de Nossa Senhora da Saúde, instituição centenária e patrimônio de todos nós diamantinenses, tem explicação que devem ser informadas a todos. Crises dessa natureza causam impactos sociais substanciais nas vidas das pessoas, sobretudo quando se trata de atenção a saúde. No caso do Hospital a paralisação dos médicos teve uma repercussão ainda maior por se tratar do único hospital de referência micro e macro regional em maternidade, especialidade nobre, a especialidade do nascimento, da vida.

Somos e seremos sempre solidários com a população em casos como esse, pois se trata de serviço essencial e para tanto todos os esforços pessoais foram feitos por mim para sanar e minimizar o sofrimento e angústia de todos.

Com um mês de mandato iniciei as minhas investidas como prefeito alertando as autoridades estaduais e do Ministério da Saúde sobre a possibilidade iminente da paralisação, o que de fato ocorreu nestes últimos dias.
Essa crise estava anunciada e se deve a múltiplos fatores, portanto complexa, oriunda, principalmente, pelo sub-financiamento do SUS, cujas tabelas de honorários estão defasadas, por falta de credenciamento de parte dos leitos da UTI Neonatal(sabe-se que o custo de uma UTI é bastante elevado), pela não inserção do hospital no programa da Gestante de Alto Risco, dentre outras ações e projetos, pois apenas os últimos dois podem chegar a um total de R$300.000,00(trezentos mil reais) mensais a mais na receita total do Hospital, o que permitiria o equilíbrio das contas da instituição. Reconhecidamente, a administração do Hospital está tomando medidas dolorosas, mas necessárias, para se ajustar ao momento que atravessa e melhorar seus processos de gestão.

A crise não é isolada, apenas do nosso Hospital. Ela está atingindo uma grande parte dos hospitais que dependem do SUS, tanto é verdade que a Santa Casa de Misericórdia de Montes Claros também passa por momentos críticos.

Como se verifica, não se pode apontar culpados, muito menos a mim, prefeito atual, pois se hoje o Hospital de Nossa senhora da Saúde tem uma UTI Neonatal, o Centro Especializado em Reabilitação(referência nacional), um moderno Centro Obstétrico, um Centro Cirúrgico ampliado, um CTI adulto a ser licitado, equipamentos de última geração como intensificadores de imagem, dentre outros, afirmo com orgulho e não por vaidade, tudo isso foi conquistado por pedido pessoal meu aos meus amigos políticos. Porque então eu, agora investido como prefeito de Diamantina não lutaria com todas as minhas forças para não perder tudo isso? Incoerente, indigno, irresponsável, intolerante são as falas de alguns pretensos entendidos em gestão hospitalar, ao me responsabilizar pela crise atual.

Para conhecimento de todos, desde junho até os dias atuais, em cinco meses, portanto, já consegui quase R$2.000.000,00(dois milhões de reais) para o Hospital de Nossa Senhora da Saúde e não vou parar. Vou manter meus esforços para ajudar ainda mais, pois essa Casa de Saúde não vai e não pode fechar.

Fico com a minha consciência de dever cumprido. As críticas infundadas, levianas, mentirosas e baixas eu as deleto e deixo para que cada um avalie a verdade dos fatos.

Sigo o meu caminho de fazer o bem por nossa cidade. Enfim, o Hospital não vai fechar. Ele é viável, tem muito potencial e vai superar essa crise. Mas só superará essa crise com a ajuda de todos. Ajude você também ao nosso querido Hospital de Nossa Senhora da Saúde.

Jornal Hoje em Dia divulga crise do Hospital de Diamantina

Textos e Fotos: Jornal Hoje em Dia

Hospital e maternidade de portas fechadas em Diamantina (clique aqui)

Má gestão e dinheiro escasso condenam dezenas de hospitais em Minas(clique aqui)

Sem hospitais, pacientes fazem via-sacra rumo a atendimento (clique aqui)

Hospital e maternidade em Diamantina

Hospital Nossa Senhora da Saúde

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Artigo sobre a oriegem e evolução dos hopsitais de Diamantina

Hospital do contrato Diamantino, Santa Casa de Diamantina e Hospício da Diamantina

Autores: Sebastião Silva Gusmão, , Maria Cláudia Almeida Orlando Magnani, Silvio Pereira Ramos Júnior.

Rev Med Minas Gerais 2013; 23(2): 249-263 2

Clique aqui para ler artigo completo.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Secretaria de Estado de Saúde inaugura primeiro Centro Especializado em Reabilitação das regiões Sul e Sudeste do país em Diamantina

Na próxima sexta-feira, (09/08), o secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, inaugura na Irmandade Nossa Senhora da Saúde de Diamantina, o 1º Centro Especializado em Reabilitação física – (CER IV) da região Sul e Sudeste do país.  O CER IV, que recebeu investimentos da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais para a estruturação física e em tecnologias assertivas da ordem de R$ 5 milhões, é um ponto de atenção ambulatorial especializada em reabilitação que realiza diagnóstico, avaliação, orientação, estimulação precoce e atendimento especializado.

Proporcionando atenção integral e contínua às pessoas com deficiência física temporária ou permanente, progressiva, regressiva ou estável, o serviço também será pioneiro no país na produção de cadeira de roda motorizada, de acordo com a deficiência de cada paciente, além de oficina ortopédica que confeccionará órtese e prótese de meios auxiliares de locomoção. Modelo para o Estado, o CER de Diamantina trabalhará com reabilitação auditiva, física, intelectual e visual pactuado com a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência e terá capacidade para realizar inicialmente 8.800 atendimentos por mês para pacientes de 79 municípios da região.

Inauguração do Centro Especializado em Reabilitação – CER IV

Data: 09/08

Endereço: Praça Redelvim Andrade, 564, centro, Diamantina

Horário: 15 horas

domingo, 7 de julho de 2013

Mesmo com salários de R$ 22 mil, médicos não aceitam trabalhar no Vale do Jequitinhonha

Fonte: Estado de Minas, publicado no Blog do Banu.

Faltam médicos no Vale do Jequitinhonha e Norte de Minas. Em meio a embate sobre contratação de estrangeiros, quem mora nos rincões do estado sofre com a falta não só de médicos, mas também de condições para se tratar nos grandes centros.

A população sente na pele e protesta: faltam médicos e qualidade na saúde em todo o país; a presidente Dilma Rousseff anuncia: quer importar 6 mil doutores de Cuba para trabalharem cidades do interior; entidades médicas rebatem: não faltam profissionais, e sim estrutura para atender bem os pacientes; prefeitos apelam: oferecem até R$ 35 mil para um clínico fixar residência na cidade, mas sem carteira assinada.

Enquanto persiste o impasse e representantes da categoria vão para as ruas repudiar a chegada de colegas cubanos e de outras nacionalidades sem revalidação do diploma, quem depende do SUS amarga falta de atendimento, de acesso a exames, de medicamentos ou até de material para um simples curativo.

Se falta entendimento entre governo federal e entidades médicas quanto à melhor forma de solucionar o déficit de profissionais no país, especialmente em cidades do interior, uma constatação parece ser consenso: a dificuldade de conseguir uma consulta médica é diretamente proporcional à distância de cada município dos maiores polos urbanos. E é exatamente nesses lugares considerados pouco atraentes pelos profissionais que está a população mais carente e com maior dificuldade de se deslocar até cidades com melhor estrutura de saúde.

A saúde está em xeque.

Não é à toa que levantamento do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM/MG) mostra que faltam médicos em um quarto dos 853 municípios mineiros. São 209 cidades sem nenhum suporte. Outros 148 (17,3%) têm apenas um médico.

Em outro estudo, o CRM mostra que as perspectivas não são boas. Mais de 60% dos médicos que se formaram em 2012 tinham a intenção de trabalhar apenas em municípios com mais de 100 mil habitantes. Metade deles, no entanto, quer mesmo é exercer a profissão em Belo Horizonte e apenas 7,15% se disseram dispostos a ir para pequenos municípios.

Enquanto não entra mais dinheiro no cofre, é o prefeito quem exporta seus doentes de ambulância para Montalvânia, cidade de 16 mil habitantes, a 29 quilômetros de distância, que tem apenas um profissional, e atendendo fora da sede. Casos mais graves são mandados para Montes Claros, a 390 quilômetros de Juvenília.
A dificuldade para contratar médicos é enfrentada da mesma forma pelos 4,9 mil habitantes de Miravânia, também no Norte de Minas, a 711 quilômetros da Capital. O prefeito Raimundo Nonato Luna (DEM) diz que, para despertar interesse da categoria, elevou para R$ 21 mil o salário de um médico clínico geral no município. Mesmo assim, a proposta não pareceu tão tentadora. Apenas uma das duas unidades do Programa de Saúde da Família (PSF) conta com médico atendendo diariamente. A outra não oferece consultas há dois meses. A secretária municipal de Saúde, Idalina Mota, informou que amenizará a situação com quatro acadêmicos de medicina que iniciarão estágio no município neste mês. “Foi uma salvação para a gente”, comemora Idalina.

ABANDONO

Se do lado dos médicos já há predisposição de evitar pequenos municípios, em algumas localidades, principalmente nas mais distantes das cidades-polo, as dificuldades de fixar profissionais passam pelas péssimas condições de atendimento, falta de equipamentos e medicamentos básicos, impossibilidade de realização de exames e dificuldades de prestação de socorro pela ausência quase completa de infraestrutura. Em outros locais, o problema é insegurança nas unidades e imediações.

A falta de carteira assinada e às vezes até de contrato para médicos também é um entrave. Nessas condições, o pagamento dos proventos fica à mercê da boa vontade dos prefeitos. “É comum o médico receber no primeiro mês. O segundo salário é pago com atraso e depois ele deixa de receber”, sustenta o presidente do CRM/MG, João Batista Gomes Soares.

domingo, 2 de junho de 2013

Perfil dos usuários das ESF´S de Diamantina - MG, percepção sobre APS

Autoras: Fabiana Angélica de Paula, Cristhiane Carvalhais Reis Silva, Delba Fonseca, Renata Aline Andrade 

Introdução: A Atenção Primária a Saúde (APS) é o primeiro nível de contato dos indivíduos, da família e da comunidade com o sistema nacional de saúde, constituindo o primeiro elemento de um processo de atenção continuada à saúde. É definida através de seus atributos essenciais e por seus princípios derivados, sendo esses atributos um instrumento para medir a qualidade dos serviços de saúde.

Objetivos: Avaliar o perfil dos usuários das Estratégias de Saúde da Família (ESF) em Diamantina/MG e a percepção sobre a APS.

Metodologia ou Descrição da Experiência: Estudo transversal em uma amostra aleatória estratificada e proporcional, realizada com 660 indivíduos acima de 20 anos cadastrados em 07 Equipes de Saúde da Família da zona urbana. Os dados foram coletados nos meses de janeiro a agosto de 2012, por meio do instrumento validado no Brasil, Instrumento de Avaliação da Atenção Primária na versão adulta (PCATOOL). Os dados foram digitados e analisados de forma descritiva pelo programa SPSS, versão 20.0.

Resultados: : Dos 615 questionários, 35,4% (218) relataram utilizar outros serviços de saúde e 64,6% (397) utilizam a ESF quando necessitam de atendimento de saúde. Destes, 70,7% (277) são do sexo feminino e 29,3% (120) do sexo masculino. A média de idade 50,5 anos, 85% (343) com renda máxima de R$1.195,00 e, 59,8% (292) possuem baixa escolaridade. 76,8% (274) não tem plano de saúde. 43,6% (268) tem o médico como referência. 77,2% (475) vão ao mesmo serviço de saúde para consulta de revisão. 43,6% (268) relataram ser difícil conseguir atendimento médico quando necessário. 75% (461) são sempre atendidos pelo mesmo profissional e 51,9% (319) concordaram que os profissionais conhecem sua história clínica.

Conclusão ou Hipóteses: Os resultados demonstraram que a ESF é utilizada pela maioria dos indivíduos, há uma demanda feminina nas UBS´s. O médico é o profissional de referência para a população adulta tanto na ESF quanto nos demais serviços de saúde, o que reforça o modelo biomédico,sendo necessário o fortalecimento da APS como uma estratégia para a qualificação da atenção nos preceitos da prevenção e promoção da saúde.

Texto completo: clique aqui

quarta-feira, 13 de março de 2013

Prefeitura de Diamantina promove campanha de saúde nas escolas

Fonte: ASCOM Prefeitura de Diamantina

A Secretaria de Educação Municipal convida todos os alunos e seus familiares para participar da semana saúde na escola. Várias ações serão desenvolvidas durante todo o ano: pesagem  e medida das crianças, teste do olhinho, prevenção da obesidade, combate ao crack e atividades físicas em parceria com a  Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri.

Fique atento para a programação:

  • Dia 13/03 palestra anti-drogas com os pais na Escola Municipal Casa da Criança Maria Antônia ás 5 da tarde e às 7 da noite  na Escola Municipal do Guinda
  • Dia 14/03  Palestra com os alunos e pais às sete e meia da manhã e três da tarde  na Escola Municipal da Cidade Nova. Às 5 e meia da tarde palestra na escola Mucipal Natalia de Jesus Silva às 10 da manhã palestra na Escola Municipal do Guinda.
  • Dia 15 de março cinema na escola Municipal de Extração às 08 da manhã.
  • E no sábado, manhã de lazer na Escola  MUNICIPAL NATÁLIA DE JESUS, gruta, em parceria com os alunos de educação física da  UFVJM.

Participe desta campanha e nos ajude a melhorar a saúde de nossas crianças.

Secretaria de Educação e Prefeitura Municipal de Diamantina.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Cidadão relata dificuldades em utilizar o SAMU

SAMU em Diamantina ou em Teófilo Otoni?

Necessitando de ajuda um cidadão me para em frente ao Centro Viva Vida em Diamantina, ao lado dele uma mulher, aparentemente desmaiada, caída ao chão. Parei e perguntei se necessitavam de ajuda. O Senhor que estava na companhia da mulher disse-me que estava voltando do Pronto Atendimento e que a mulher havia sido medicada e que não acordara, disse-me que não conseguia chegar em casa carregando a mulher. Pedia-me ajuda para pudesse chegar em casa, mas achava que ela deveria ter acordado antes de sair do PA ( Pronto Atendimento). Disse-me que morava no Rio Grande, mais precisamente no Jardim da Serra. Já era tarde da noite e achei por bem chamar os bombeiros, primeiro porque não se deve remover um paciente nessas condições sem os devidos cuidados, sem acionar as autoridades. Segundo que pela minha própria segurança não achei por bem ir até ao bairro Jardim da Serra naquele horário levando a mulher e o cidadão que com ela estava sozinho. Poderia ser um golpe? Não sei! Liguei para os bombeiros e para minha surpresa ao ligar para os bombeiros -193 fui informado de que eles não poderiam atender aquela situação e que eu deveria ligar para o SAMU de Diamantina. Perguntei a mim mesmo, SAMU? em Diamantina?  Informou-me ainda o atendimento dos bombeiros que eu nao poderia ligar para o SAMU do meu  celular, ou seja, que eu deveria procurar um orelhão. Virei para o cidadão e me comprometi a procurar um orelhão para ligar para o SAMU, conforme orientação dos bombeiros. Me dera um número, o 192. Procurei um orelhão, que alías é difícil de encontrar nas ruas de Diamantina, mas com muito custo achei um e liguei para o bendito SAMU que eu nem sabia existir em Diamantina. Ao ser atendido, perguntaram-me o meu nome e disseram-me que minha ligação estava sendo gravada. Com um pouco de paciencia esperei a minha ligação ser transferida, relatei o acontecimento e me transferiram para a cidade de Teófilo Otoni, a atendente me pediu que aguardasse pois eu teria que relatar o acontecimento para um médico da Central de Regulação do SAMU de Teófilo Otoni. ESPEREI...  O médico me atendeu e me pediu que voltasse até a mulher (suposta vítima) que escutasse os batimentos cardíacos e a respiração. Respondi dizendo que não era possível fazer o procedimento, tendo em vista que eu estava em um orelhão, distante, longe da mulher que no meu ponto de vista necessitava de atendimento de urgencia. Sinceramente fiquei sem saber o que fazer. Voltaria ao local para levar no meu próprio carro a mulher (vítima) e o cidadão até a casa deles? Voltaria para o Pronto Atendimento? Qual o risco que eu corria? Seria aquilo verdade, um golpe ou o que? Voltei ao local para resolver eu mesmo a situação, decepcionado com o atendimento do tal SAMU. E mesmo sabendo que correria o risco de ser assaltado, daquela situação não passar por um teatro e outros pensamentos que me tiravam a motivação de cidadão justo, mas meu coração me incentivava a ajudá-los. Para minha surpresa o casal ( a mulher desmaiada e o cidadão que me pediu ajuda) não estavam mais no local onde se encontravam. Me arrisquei a procurá-los e não os encontrei nas imediações.

Fui para casa e estou relatando a situação ao blog Passadiço Virtual com as seguintes perguntas à Superintendencia de Saúde de Diamantina, ao CISAJE, SMS de Diamantina, Corpo de Bombeiros etc.. É esse realmente o atendimento do SAMU de Diamantina? Se fosse um caso de emergencia a vítima teria chances de sobreviver devido a demora em encontrar um telefone público? Será que os bombeiros nao estavam trabalhando melhor em Diamantina? Será que o SAMU veio para melhorar o atendiemento?

Até que ponto o SAMU funciona em ciadades do interior de Minas como Diamantina? Essa política pública é a melhor para cidades pequenas que possuem  unidades dos bombeiros? O Estado/Governo Federal e Estadual não estariam repassando para o cidadão, como eu, o dever que é do ESTADO?  Quem aprovou o SAMU para Diamantina? Quem são os responsáveis pela mudança de bombeiros para SAMU? Se Diamantina é pólo de Macroregião de Saúde porque Teófilo Otoni faz a regulação? Como se posiciona a Secretaria de Estado da Saúde?

SAMU resolve ou complica? e a UPA que está apenas no papel? Não dificultará mais ainda o atendimento? Será que somos felizes e não estamos dando conta? Será que o PA da Santa Casa não é mais resolutivo? E o Corpo de Bombeiros? Apagarão os incendios de Diamantina? Quais? Onde?

Neste ano de eleições é preciso escolher muito bem nossos representantes, porque alguém está respondendo pelas minorias sem nos consultar.

Gostaria que os cidadãos de Diamantina se manifestassem sobre a situação.

Obrigado.

Vitor

Um cidadão Diamantinense.

terça-feira, 10 de abril de 2012

O abandono de Curralinho - Palavra de um médico

Autor: Rodrigo Cavalcanti Gonçalves - 05/04/2012

Uma pena, é Curralinho ser um distrito de importância histórica em relação a nossa cidade, tão próximo, tão legal e cheio de atrativos naturais, mas totalmente esquecido pelas administrações.

Um posto de saúde foi construído na administração do prefeito Iraval Pires e encontra-se abandonado.

Não há sequer um ténico de enfermagem para medir pressões ou fazer procedimentos simples como curativos. Um médico, vai lá de 15 em 15 dias, atendendo em meio horário.

A Copanor, apesar de cobrar as taxas, presta um péssimo serviço, com frequentes faltas de água, mesmo em períodos chuvosos e com a represa cheia, a água está amarelada com péssima aparência e basta uma chuvinha leve pra lembrarmos da nada saudosa Ulha Branca, dos tempos em que os primeiros pingos de chuva, deixavam Diamantina sem energia elétrica.

Candidato estão reaparecendo por lá, como fazem de 4 em 4 anos, com suas promessas vazias e fantasiosas.

Falo com convicção, por possuir uma casa lá e digo mais: 2 vices prefeitos, ambos com propriedades em Curralinho e com 2 mandatos cada um, nada mudaram ou marcaram o distrito.

Nenhuma mudança, nenhum projeto nenhuma evolução.

ACORDA DIAMANTINA !!!!!!!!!!!

Veja duas fotos do posto de curralinho a situação da porta do posto de saúde e 2 estetoscópios, sem mínima condição de uso.

image

 

 

 

 

 

 

Curralinho caminhada 004

domingo, 1 de abril de 2012

Contra números não há argumentos

Provavelmente o leitor já ouviu aquela história do copo com água pela metade. O otimista vê um copo quase cheio e o pessimista um copo quase vazio.  Lembrei-me dessa história ao receber o informativo publicitário da Prefeitura de Diamantina  reproduzido abaixo. Uma outra possível interpretação dos dados apresentados  seria: será que a população de Diamantina está ficando mais doente? Será que problemas de saúde estão aumentendo, exigindo mais exames?

Gostaria muito de ver outros números nessas campanhas. Que tal apresentar estatísticas que realmente comprovem que a saúde da população está melhorando?Saúde Diamantina em números 30-03-2012

sábado, 17 de março de 2012

Ginástica para Todos ganha adesão de adultos e jovens de Diamantina

Fonte: Agência Minas – 16/03/02012 – clique aqui

A iniciativa do Governo de Minas em estabelecer parceria com as prefeituras de todas as regiões do Estado, com o objetivo de incentivar e criar oportunidades para a prática de atividades físicas e de lazer orientada em espaço público, está sendo bem aceita nos municípios já contemplados pelo Programa Ginástica para Todos. Coordenado pela Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude (Seej) em parceria com a Federação Mineira de Ginástica (FMG), o programa ganhou em Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, a adesão de crianças e jovens, além de adultos que por iniciativa própria ou por recomendação médica estão buscando alternativas para ter uma vida mais saudável.

A instalação de um conjunto de oito equipamentos na Praça Sagrado Coração, próxima ao Largo Dom João, no centro de Diamantina, agradou o comerciante Oliveira Rodrigues dos Santos, 69 anos. Diariamente, preferencialmente nos finais de tarde, o comerciante utiliza os equipamentos para a prática de exercícios físicos em substituição a quatro quilômetros de caminhada que fazia anteriormente.

“Fazer exercícios utilizando os equipamentos instalados na praça tem me proporcionado melhor qualidade de vida. Isso porque movimento todas as partes do corpo e me sinto melhor, tanto no que se refere à condição física como a disposição para continuar trabalhando. Estou satisfeito com a iniciativa do Governo do Estado, uma vez que é preciso incentivar a população a ter uma vida saudável”, observa o comerciante.

Por recomendação médica, a dona de casa Maria José Alves Pereira, de 56 anos, também passou a utilizar os equipamentos do Programa Ginástica para Todos para a prática de exercícios físicos. Diariamente, ela aproveita os passeios de finais de tarde com o neto Thiago Augusto para praticar exercícios físicos.

Maria José revela que no início deste ano, durante viagem ao Nordeste, sentiu-se mal e ao procurar um cardiologista tomou conhecimento de que está com problemas de pressão alta. Logo que retornou a Diamantina, obteve a confirmação de um médico de que está com a pressão alta e, aliado ao uso de medicamentos, foi orientada a praticar exercícios físicos.

“Com a instalação dos equipamentos do Programa Ginástica para Todos em espaço público, tenho mais facilidade para seguir as recomendações médicas, aliando a prática de exercícios físicos com a natação que já vinha praticando anteriormente. Aproveito os finais de tarde para, desde cedo, incentivar meu neto a ter uma vida saudável. Afinal, a obesidade infantil tem se tornado um problema de saúde pública”,  diz Maria José.

A contabilista Adenilse de Fátima Ribeiro também elogia o Programa Ginástica para Todos, iniciativa que o Governo de Minas tem procurado difundir no Estado em parceria com as prefeituras. Ela destaca o fato do Programa aliar campanhas de saúde à instalação de equipamentos de ginástica em ambientes públicos e diz que ele tem funcionado como um importante estímulo para que a população passe a praticar exercícios físicos com regularidade. “Muitas pessoas não têm condições financeiras para pagar uma academia de ginástica e, com os equipamentos instalados em praças públicas, basta disposição para que crianças, jovens e adultos pratiquem exercícios com regularidade”, conclui Adenilse.