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sábado, 28 de junho de 2014

Revista Sagarana: Jequitinhonha e o queijo

Fonte: Revista Sagarana (clique aqui)

A região possui uma paisagem diversificada que caracteriza, de forma marcante, as suas divisões regionais. Na porção ocidental, por exemplo, próximo à Serra do Espinhaço, onde nasce o Rio Jequitinhonha, as terras são altas, com predominância das chapadas cuja vegetação natural é o cerrado. Essas são entrecortadas por córregos, ribeirões e pequenos rios que, numa porção mais baixa formam as grotas.

Já na porção oriental, as terras são mais baixas e os índices de temperatura são mais elevados devido à diminuição da altitude — é  onde predomina a vegetação do tipo savana. E, onde um dia foi Mata Atlântica, encontra-se hoje uma extensa plantação de capim colonião que serve para alimentar as fazendas de gado, principal atividade econômica nesta faixa.

A desigualdade social entra como uma das características mais fortes do Vale, uma das mais pobres e estagnadas regiões de Minas Gerais. De um lado, a extrema pobreza em que vive grande parte de sua população — que sofre com problemas nas áreas de saúde, saneamento e educação, sem contar as constantes lutas contra a seca. O progresso por ali, as vezes parece que fez uma curva, e retornou. A agropecuária é caracterizada pela pecuária de corte e uma agricultura na qual predomina a pequena produção de alimentos básicos, atividades, em sua maioria, descapitalizada e com baixa utilização de insumos e de equipamentos modernos. O Vale dispõe de uma precária base industrial, composta basicamente por pequenas e micro empresas que absorvem uma parcela mínima da mão-de-obra disponível.

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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Novas fronteiras para a mineração

Publicado no site Farol Comunitário – Clique aqui para ler reportagem completa.

Investimentos de R$ 109,7 bilhões abrem novas fronteiras para a mineração no Estado. Aportes feitos nos últimos nove anos contemplam criação de 153,6 mil empregos. Em 2013, Belo Horizonte sediará a maior feira de mineração da América Latina.

Com 63 protocolos de intenção firmados entre 2003 e agosto deste ano entre empresas privadas e o Governo de Minas Gerais, o setor de mineração tem boas perspectivas para o incremento de suas atividades no Estado, contemplando, inclusive, regiões mais carentes como o Norte de Minas e os vales do Jequitinhonha e Mucuri.

Segundo um levantamento da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), os investimentos neste período somam R$ 109,7 bilhões, sendo que os maiores aportes estão direcionados para as regiões Central, Norte, Zona da Mata, Noroeste e os vales do Jequitinhonha e Mucuri.

A estimativa é que os protocolos de intenções formalizados de 2003 a 2012 contemplem a criação de cerca de 153.630 empregos, entrediretos e indiretos. Somente nos oito primeiros meses deste ano, foram firmados cinco novos protocolos de intenções, totalizando mais de R$ 8,9 bilhões, com previsão de 3.280 novos postos de trabalho.

“A atração de investimentos para o Estado pode ser atribuída às novas estratégias adotadas pelo Governo de Minas no sentido de ampliar a competitividade da cadeia minerometalúrgica. O Estado tem se esforçado para captar investimentos orientados pela agregação de valor e aumento do conteúdo tecnológico”, explica o subsecretário de Política Mineral e Energética da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), Paulo Sérgio Machado Ribeiro.

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terça-feira, 6 de novembro de 2012

Sétima edição do Visões do Vale focaliza ocupação e trabalho no Jequitinhonha

Fonte: UFMG

Conferências, mesas-redondas, lançamento de livros, inauguração de sites e apresentação de 10 trabalhos de pesquisa e extensão por pesquisadores da UFMG, da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), Unimontes e PUC-MG compõem a programação da sétima edição do seminário Visões do Vale, que será realizada nos dias 8 e 9 de novembro, no auditório 1 do prédio da Face, no campus Pampulha.

Promovido pela Pró-reitoria de Extensão, o Visões do Vale terá como tema ocupação e trabalho. “O objetivo é propor discussões temáticas que abordem as características, problemas e potencialidades do Vale, além de aproximar a comunidade acadêmica, agentes governamentais, lideranças e pessoas da região", resume a pró-reitora adjunta de Extensão da UFMG, Maria das Dores Pimentel Nogueira.

O tema central será abordado na palestra de abertura pela Maria Aparecida Moraes e Silva, do Programa de Pós-graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar).

Com larga experiência em Sociologia Rural, atuando principalmente com expropriação camponesa, exploração do trabalho, relações de gênero e agricultura, a pesquisadora vai apresentar suas análises sobre a migração dos trabalhadores do Vale do Jequitinhonha, sobretudo para o corte de cana em Ribeirão Preto, fluxo iniciado há mais de 60 anos, e que ela define como "temporário permanente".

"Nessa região, as usinas surgiram nos finais dos anos 1950, desde então com presença maciça dos trabalhadores do Vale, fenômeno que persiste até hoje. Meu foco será a migração permanentemente temporária, na qual a maioria dos trabalhadores vai para o corte de cana ou para outras atividades agrícolas, permanecem lá de abril a dezembro, depois retornam para casa e ficam por um período muito curto, até voltarem para a safra seguinte”, explica Aparecida Moraes.

As inscrições, gratuitas, podem ser feitas até o dia de início do evento pelo email visoesdovale@proex.ufmg.br. Outras informações pelo telefone (31) 3409-4067. A íntegra da programação pode ser conferida aqui.

Leia mais na edição sobre o seminário na edição desta semana do Boletim da UFMG.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Lavrador colhe abobrinha de 3 cm em Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha

Fonte: G1 – Clique aqui

A abobrinha tem quase o mesmo tamanho de uma unha (Foto: Divulgação)Uma abobrinha pouco maior que uma unha foi colhida em uma propriedade rural, na comunidade das Neves, a aproximadamente 50 km de Araçuaí, no Vale do Jequitinhonha. As abobrinhas devem ter no máximo 20 cm de comprimento, mas essa colhida no Vale do Jequitinhonha impressiona pelo tamanho reduzido, apenas 3 cm e 10 gramas.

O locutor Roger Silva, 29 anos, conta que ganhou o legume do sogro e resolveu levar para a cidade de Araçuaí. “Achei muito interessante e pedi meu sogro para trazer a abobrinha comigo. Pesquisei na internet e não encontrei nenhuma com tamanho menor. Ela é pouco maior do que a minha unha”, afirma Roger.

A abobrinha foi colhida pelo lavrador Manoel dos Santos Bicalho, de 62 anos, na fazenda Grupiara. Ele garante que nunca viu nada igual. “Ficamos todos impressionados. Vi que ela já estava madura e que não cresceria mais por isso preferi retirá-la. As abobrinhas que a gente vê por aqui geralmente são bem maiores”, conta Manoel dos Santos.

O engenheiro agrônomo Alexandre Sylvio da Costa destaca que este tipo de caso não é comum. Ele explica que a falta de água ou um problema nutricional pode ter impedido a abobrinha de desenvolver até o seu tamanho normal.

“Pode ter ocorrido um problema hídrico, falta de água ou um problema nutricional. Isso pode ter feito com que a abobrinha ficasse madura antes de atingir o seu tamanho normal”, diz o engenheiro agrônomo.

Alexandre Sylvio revela o que normalmente ocorre em casos como este. “O mais comum é que o legume seja abortado. Ele não vinga. Curiosamente aconteceu o contrário, a planta segurou o fruto e ele madurou antes de atingir o tamanho ideal”, afirma Sylvio.

Sopinha

Há quatro meses Roger Silva se tornou papai do pequeno Pedro Silva Bicalho. Ele lamenta que a abobrinha não dê sequer para fazer uma sopinha para o filho. “Tava até pensando em fazer uma sopinha com ela para o meu filho recém-nascido, mas nem para isso vai dar de tão pequenininha”, brinca o locutor.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Projeto que resgata a cultura musical do Vale do Jequitinhonha é premiado

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Fonte: Agência Minas

Há mais de uma década, o músico e musicólogo mineiro divulga as flautas tradicionais da região

O projeto Flautas Tradicionais do Vale do Jequitinhonha é o vencedor do 25º Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, que reconhece as melhores ações de proteção, preservação e divulgação do patrimônio cultural brasileiro. A entrega da premiação e do troféu aconteceu nesta quarta-feira (24), no Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília (DF).

O projeto concorreu com outras 224 ações e sagrou-se vencedor na categoria Salvaguarda de Bens de Natureza Imaterial. A iniciativa é liderada pelo pesquisador belo-horizontino Daniel de Lima Magalhães que, há 12 anos, pesquisa, registra e divulga as tradições musicais ligadas a dois tipos de flautas - o pífano e a gaita - no Vale do Jequitinhonha.

Desde 2006, o projeto percorreu cerca de 30 mil quilômetros em visitas a 26 municípios da região, resultando em 100 horas de gravações, de performances musicais e entrevistas, e mais de seis mil fotografias.

As 25 oficinas oferecidas em 18 municípios do Vale do Jequitinhonha atenderam a 700 participantes e produziram 1,1 mil flautas, entre pífanos e gaitas, utilizando PVC, bambu e taquara.

O projeto possibilitou a progressiva adoção do pífano e da gaita como instrumentos musicalizadores nas escolas e a assistência a grupos, em atividade e inativos. É o caso do Pipiruí, de Conceição do Mato Dentro, reativado depois de 16 anos, e da Banda de Taquara, de Santo Antonio do Fanado, em Capelinha, grupo ressurgido após 40 anos.

A ação teve apoio da Secretaria de Estado da Cultura, por meio de dois projetos aprovados pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura e patrocinados pelo programa Natura Musical.

As informações são da Agência Brasil.

Veja acima algumas imagens extraídas da dissertação de mestrado "Pipiruí e Caixa de Assovio: tocadores de pífanos e caixas nas festas de reinado", de Daniel de Lima Magalhães.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Seminário Visões do Vale aceita trabalhos a partir do dia 30

Fonte: UFMG

O seminário Visões do Vale VII recebe, de 30 de agosto a 24 de setembro, inscrições de trabalhos de pesquisa e extensão de diferentes instituições de pesquisa e áreas do conhecimento.

O Seminário, promovido realizado pelo Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha, é realizado desde 2004, reunindo pesquisadores, acadêmicos, agentes governamentais e a população local. O objetivo é compartilhar diferentes pontos de vista acerca de questões importantes para esta região do norte de Minas, propondo discussões temáticas que abordem suas características, problemas e potencialidades.

Com o tema Vale do Jequitinhonha: ocupação e trabalho o evento chega à sua sétima edição, marcada para os dias 8 e 9 de novembro, no campus Pampulha. Mesas-redondas e comunicações orais de trabalhos compõem a programação. Cada candidato, ou grupo, pode inscrever mais de um trabalho. Os resumos dos trabalhos devem ser enviados para o e-mailvisoesdovale@proex.ufmg.br.

O resultado da seleção será informado no dia 8 de outubro por meio de e-mail aos candidatos escolhidos, que, a partir dessa data, terão até 20 de outubro para apresentar as versões completas dos trabalhos.

Mais informações pelo telefone (31) 3409-4067, ou acesse o site do Polo Jequitinhonha.

domingo, 19 de agosto de 2012

As melhores escolas do Jequitinhonha pelo IDEB

Fonte: Blog do Banu (clique aqui)

Quarenta escolas do Vale do Jequitinhonha se destacaram nos resultados do IDEB 2011. Elas obtiveram notas na 4ª série/ 5º ano acima de 6,0 que deveria ser alcançadas em 2022. Estas notas são acima da média de Minas Gerais que foi de 5,9.

Os destaques de eficiência e equilíbrio são dos municípios de Itamarandiba e Capelinha. Quase todas as suas escolas, tanto da rede estadual quanto municipal, obtiveram notas acima de 6,0. Somente estes dois municípios tiveram notas da rede municipal neste patamar ou acima dele.

As maiores notas foram as obtidas pela Escola Estadual Jonas Câmara, de Itamarandiba, com 7,5, no 1º lugar; seguida pela Escola Estadual Lauro Machado, de Turmalina, com 7,4, em segundo lugar; pela Escola Estadual Inácio Murta, de Novo Cruzeiro, com 7,3, no terceiro lugar; e Escola Estadual Santos Barroso, de Leme do Prado, com 7,2, no quarto lugar. Todas as escolas se situam no Alto Jequitinhonha.

Estas escolas se aproximam dos resultados obtidos pelas melhores escolas de Minas Gerais.

Veja tabela abaixo.

Na divisão por microrregião, nota-se que a grande maioria é de municípios do Alto Jequitinhonha. São 28 escolas na lista das quarenta que alcançaram a nota 6,0. O Médio Jequitinhonha aparece com apenas três escolas de Francisco Badaró, Novo Cruzeiro e Virgem da Lapa. O Baixo Jequitinhonha é destaque apenas com uma escola da pequenina Rio do Prado. A região do Semiárido, no norte de Minas, mas também da Bacia do Jequitinhonha, apareceu com 8 municípios.  

Confira o ranking das escolas, na Tabela abaixo:

DEB 2011 DAS ESCOLAS DO VALE DO JEQUITINHONHA – 4ª SÉRIE/5º
NORDESTE DE MINAS GERAIS
N.
ESCOLA
NOTA
MUNICÍPIO
MICRORREGIÃO
01
Escola Estadual Jonas Câmara
7,5
Itamarandiba
Alto Jequitinhonha
02
Escola Estadual Lauro Machado
7,4
Turmalina
Alto Jequitinhonha
03
Escola Estadual Inácio Murta
7,3
Novo Cruzeiro
Médio Jequitinhonha
04
Escola Estadual  Santos Barroso
7,2
Leme do Prado
Alto Jequitinhonha
05
Escola Estadual Badaró Júnior
7,0
Turmalina
Alto Jequitinhonha
06
Escola Estadual Pe João Afonso
7,0
Itamarandiba
Alto Jequitinhonha
07
Escola Municipal Criança Feliz
7,0
Itamarandiba
Alto Jequitinhonha
08
Escola Municipal Gente Pequena
7,0
Itamarandiba
Alto Jequitinhonha
09
Escola Estadual Chaves Ribeiro
7,0
Taiobeiras
Semiárido norte Minas
10
Escola Estadual Genesco Augusto Caldeira Brant
7,0
Bocaiúva
Semiárido norte Minas
11
Escola Estadual Antônio Soares de Sá
6,9
Bocaiúva
Semiárido norte Minas
12
Escola Estadual Dr Juscelino Barbosa
6,8
Capelinha
Alto Jequitinhonha
13
Escola Estadual Rosarinha Pimentinha
6,8
Capelinha
Alto Jequitinhonha
14
Escola Municipal Galego do Norte
6,7
Capelinha
Alto Jequitinhonha
15
Escola Estadual João Bernardino de Sousa
6,7
Novorizonte
Semiárido norteMinas
16
Escola Estadual Coronel Coelho
6,6
Capelinha
Alto Jequitinhonha
17
Escola Municipal Virgínia Leopoldina
6,6
Capelinha
Alto Jequitinhonha
18
Escola Estadual Teodomiro Caldeira Leão
6,5
Aricanduva
Alto Jequitinhonha
19
Escola Estadual Domingos Pimenta de Figueiredo
6,5
Capelinha
Alto Jequitinhonha
20
Escola Municipal Núcleo Padre João Afonso
6,5
Itamarandiba
Alto Jequitinhonha
21
Escola Municipal São João Batista
6,5
Turmalina
Alto Jequitinhonha
22
Escola Estadual Dona Preta
6,5
Taiobeiras
Semiárido norte Minas
23
Escola Estadual Iveta Gomes Santana
6,4
Angelândia
Alto Jequitinhonha
24
Escola Estadual Cônego Badaró
6,4
Francisco Badaró
Médio Jequitinhonha
25
Escola Deolina Gonçalves Pereira
6,4
Novorizonte
Semiárido norte Minas
26
Escola Estadual Augusto A da Mata Machado
6,4
Gouveia
Alto Jequitinhonha
27
Escola Estadual Mestre João Silvério
6,3
Itamarandiba
Alto Jequitinhonha
28
Escola Estadual  Catulo Cearense
6,3
Virgem da Lapa
Médio Jequitinhonha
29
Escola Estadual José Bento Nogueira
6,3
Minas Novas
Alto Jequitinhonha
30
Escola Estadual Hermínia Eponina da Silva
6,3
Capelinha
Alto Jequitinhonha
31
Escola Estadual Pres Costa e Silva
6,2
Minas Novas
Alto Jequitinhonha
32
Escola Estadual Aurélio Pires
6,2
Gouveia
Alto Jequitinhonha
33
Escola Municipal Ana Lúcia Barbosa
6,2
Capelinha
Alto Jequitinhonha
34
Escola Municipal Paraíso Infantil
6,2
Itamarandiba
Alto Jequitinhonha
35
Escola Estadual Augusto Barbosa
6,1
Angelândia
Alto Jequitinhonha
36
Escola|Estadual José Esteves Rodrigues
6,1
Botumirim
Semiárido norte Minas
37
Escola Estadual Prof Osvaldo Simões
6,1
Grão Mogol
Semiárido norte Minas
38
Escola Estadual de Indaiá
6,1
Minas Novas
Alto Jequitinhonha
39
Escola Estadual Prof Clemente Trindade
6,0
Rio do Prado
Baixo Jequitinhonha
40
Escola Municipal Nossa Senhora de Fátima
6,0
Turmalina
Alto Jequitinhonha
               Fonte:  MEC/INEP/IDEB
Tabela elaborada por Albano Silveira Machado, do Blog do Banu, em agosto de 2012.

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