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terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Sergio Rodrigo será 1º brasileiro a cursar programa de composição na Itália

Fonte: UAI (clique aqui)

O músico diamantinense embarca para o país para estudar na reconhecida Accademia Nazionale di Santa Cecilia

A intuição e o devaneio têm papéis fundamentais no processo de composição musical, mas o trabalho de escrita é meticuloso e racional, explica Sergio Rodrigo Ribeiro Lacerda. O jovem compositor de 31 anos será alvo de apoio e homenagem de amigos e parceiros hoje à noite, na Fundação de Educação Artística (FEA). No local, será realizado o concerto 'Piano piano si va lontano', que, além de marcar a despedida dele da cidade, pretende levantar recursos para a viagem que o músico vai realizar em janeiro.

Traduzido do italiano, o título da peça, 'Pouco a pouco se vai longe', tem tudo a ver com a trajetória do compositor diamantinense, que afivela as malas para embarcar para a Itália, onde será o primeirobrasileiro a cursar programa de composição musical na Accademia Nazionale di Santa Cecilia. Com três anos de duração, o curso de uma das instituições musicais mais antigas do mundo, sob orientação do maestro Ivan Fedel – diretor musical da Bienal de Veneza , equivale a um doutorado.

“Mas é um diploma artístico, não acadêmico”, ressalta Sergio Rodrigo, que, depois de ter partituras, gravações e portfólio avaliados, foi submetido a sabatina de uma hora de duração, na qual sagrou-se vencedor ao lado de outros dois candidatos. O ano atípico (Copa do Mundo seguida de eleições) e a ausência de editais públicos nesse período acabaram emperrando a viagem do compositor, que conta agora com a colaboração pública para embarcar.

Graduado pela Escola de Música da UFMG, onde fez mestrado em Processos Analíticos e Criativos (PAC), Sergio coordena o programa Composição em Foco, realizado mensalmente na Fundação de Educação Artística. Ele chegou a Belo Horizonte aos 14 anos, vindo de Diamantina, no Vale do Jequitinhonha. Filho de mãe pianista que sempre o incentivou na música, ele nem sequer lia quando ganhou um violão.

“Como tinha piano em casa e no conservatório de música que minha mãe dirigia na cidade, provavelmente ficava batucando no instrumento”, tenta lembrar o compositor. Do conservatório para a escola infantojuvenil de música criada pela mãe, com metodologia mais prática de ensino, quando se deu conta Sergio Rodrigo já participava de serenatas e eventos afins de uma cidade reconhecida pela tradição musical.

Antes de chegar à capital, ele conheceu o compositor argentino Rufo Herrera, aqui radicado, com o quem fez oficina de criação musical que seria decisiva em sua formação. “Ele me orientou a me matricular na FEA, onde fui estudar música de maneira mais formal pela primeira vez”. Além de violão, com Teodomiro Gular, Sergio Rodrigo passou a estudar também piano com Moacir Laterza Filho. “Foi importante a oportunidade de abrir o leque, entrar na música de maneira profunda, por meio de um repertório moderno e contemporâneo, que ainda desconhecia”, recorda o compositor, cuja formação em Diamantina foi à base de música popular.

“Ainda jovem, assistia a todos os concertos, abria os ouvidos para todo tipo de música”, lembra ele, que, incentivado por algumas disciplinas da fundação, já “brincava” de compor. Em 2002, Sergio Rodrigo participou do 4º Encontro de Compositores e Intérpretes Latino-americanos, na FEA, quando, além de concertos, participou de palestras e oficinas ministradas por autores de todo o continente. Paralelamente, ele também participou dos tradicionais festivais de inverno realizados em Minas Gerais, em particular o da UFMG, que, por alguns anos, foi realizado em Diamantina.

Em uma das edições do evento, Sergio Rodrigo conheceu o boliviano Edgar Alandia, professor do Conservatório de Perugia, que lhe falou da Accademia Nazionale di Santa Cecilia, além de Silvio Ferraz, da Universidade de São Paulo (USP), ambos fundamentais para a escolha da carreira de compositor. Com cerca de 20 peças para diversas formações (orquestra, orquestra de câmara, quarteto de violões, violão solo, piano solo e até para narradores, quando utiliza textos declamados), Sergio Rodrigo começou a compor em 2009.

“Minha música está caminhando para um lugar que é a busca de uma conexão entre o popular e o erudito, que são as áreas nas quais tenho mais prática, com algumas imagens poéticas que têm a ver com a natureza brasileira”, explica o jovem compositor. Premiado no concurso Tinta Fresca, criado pela Orquestra Filarmônica de Minas Gerais (OFMG) para incentivar a composição sinfônica, ele já teve duas peças executadas pela OFMG.

“Em alguns momentos é a realidade fluida, que evoca a água; em outros é algo pulsante, rítmico, que remete ao popular”, explica ele sobre suas obras. O compositor diz ter aprendido com Silvio Ferraz a relativizar o rigor dentro da escrita das peças. “Ele me ajudou a trazer elementos da minha vivência para a composição, mostrando que a criação tem um lado mais leve”, acrescenta.

Ao falar de seu processo de trabalho, ele revela ainda que tenta transmitir a sensação de movimento por meio de sua música. “De maneira plástica, fluida e até pulsante”, diz Sergio Rodrigo, que se declara atraído pela qualidade dos movimentos – da água e do vento na areia. “É a partir da minha fantasia para o som dos instrumentos que eles vêm”, esclarece.

Hendrix e missa De grupos de choro aos de samba, passando por banda cover de Jimi Hendrix, o compositor já participou em variadas formações, além de tocar em casamentos, missas e carnaval. Também dá aulas de musicalização, apreciação musical, história da música e composição na Fundação de Educação Artística há pelo menos uma década. Além do Tinta Fresca, o compositor já ganhou por duas vezes o prêmio Camargo Guarnieri, do Festival de Inverno de Campos do Jordão (SP), e o prêmio de composição da Académie de Musique et de Dance Domaine Forget, no Canadá.
Entre os intérpretes e colaboradores de sua música estão o Ensemble Intercontemporain, Filarmônica da Rádio France, Exaudi Vocal Ensemble, Nouvel Ensemble Moderne, Camerata Aberta, Oficina Música Viva, Quarteto Corda Nova, Duo Qattus, os pianistas Luiz Gustavo Carvalho, Ana Cláudia Assis e Alice Belém, além da OFMG.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

BNDES apoia 21 projetos culturais até fevereiro de 2015

Fonte: EBC (clique aqui)

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)  anunciou hoje (12) os 21 projetos culturais que receberão patrocínio da instituição a partir do mês que vem, até  fevereiro de 2015, dos quais oito são da área de cinema, sete de música, cinco de literatura e um de dança.

Segundo o BNDES, os 21 projetos “reforçam o compromisso da instituição com fomento e difusão da produção cultural brasileira, levando a cultura a todas as regiões do país”.

Na área de cinema, além de festivais tradicionais como o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que está em sua 47ª edição, e o Festival do Rio de Janeiro, que o banco apoia desde 1999, serão patrocinados, entre outros, o Cine-fest Brasil-Canudos, no interior baiano, o Fest Cine Amazônia, realizado há mais de dez anos em Porto Velho (RO) e a 18ª Mostra de Cinema de Tiradentes (MG).

No segmento de música, destacam-se entre os projetos contemplados o Festival de Música Antiga de Diamantina (MG); o Virtuosi 2014, em Olinda e Recife, além de João Pessoa; a Mostra Internacional de Música das Missões (RS); e o 6º Festival Nacional de Choro.

Para reforçar o apoio que dá ao segmento editorial brasileiro, o BNDES vai patrocinar pela primeira vez  a Nona Bienal do Livro do Ceará e a 60ª Feira do Livro de Porto Alegre. Também terão apoio da instituição o Fórum das Letras de Ouro Preto (MG); a Festa Literária das Periferias, no Rio de Janeiro; e a Primavera dos Livros, em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Salvador.

Na categoria dança, o BNDES apoiará pela primeira vez o projeto itinerante do Balé Teatro Guaíra, que completa 45 anos e percorrerá  seis cidades (Curitiba, Manaus, Salvador, Belo Horizonte, Niterói e São Paulo). Os espetáculos terão, como convidadas, cinco companhias nacionais de dança.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Grupo Samba de Uma Moça Só

Grupo Samba de uma Moça Só
Música: Samba à Mineira
Composição: Cristiano Ribeiro
Música: Samburana e Cristiano Ribeiro

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Nascida em Diamantina, Maria “Lata D’água” será tema de documentário

Fonte: Jornal A Cidade (clique aqui para ler a reportagem completa)

Divulgação

Pouca gente sabe, mas Maria Mercedes Duarte é uma das figuras centrais do samba nacional. Não exatamente como cantora e compositora, mas como musa inspiradora de uma das músicas mais conhecidas do cancioneiro popular. Foi para ela que os compositores Luís Antonio e J. Júnior escreveram, em 1952, “Lata D’Água” - quem não se lembra dos versos “Lata d’água na cabeça/ Lá vai MAria/ Lá vai Maria...”?

A canção ficou célebre nas vozes de estrelas como Marlene. Mais de seis décadas depois, vai ser relembrada por velhas e novas gerações graças a um documentário idealizado por dois ribeirão-pretanos.

Criado pela engenheira de produção Thalita Magalhães e pelo músico Júlio Fejuca, do grupo Sambô, o projeto “Tá No Mundo” resgata personagens que fizeram ou fazem parte da história do País. Maria, ex-passista da escola de samba Portela, foi a escolhida para inaugurar a série de homenageados. “São nomes que se tornaram um marco na sociedade de forma positiva e impactaram pessoas com sua forma de levar a vida, tornando nosso mundo melhor”, explica Julio.

Maria Mercedes Duarte, a Maria Lata D’Água, nasceu há 81 anos, em Diamantina (MG), e foi morar no Rio de Janeiro antes de completar 13 anos. Começou no Carnaval carioca em 1949, desfilando pelo Acadêmicos do Salgueiro. A sua vida artística começou em circo e boates, onde ganhou o apelido graças a sua habilidade em dançar com uma lata d’água na cabeça.

Maria Lata D’Água saiu em quase todos as escolas de samba do Rio, mas a sua preferida era a Portela.Foi lá que ela desfilou por mais tempo.

Deixou o Carnaval em 1991, quando entrou para a igreja Canção Nova, comunidade que faz parte da ala carismática da Igreja Católica. Em 2012, o programa “Fantástico”, da TV Globo, chegou a fazer uma reportagem sobre Maria, na qual a ex-passista mostrava que, mesmo longe da passarela, ainda tinha samba no pé.

sábado, 31 de maio de 2014

Samba de Uma Moça Só, revelação de Diamantina, leva o Samba a mais uma final do Prêmio de Música das Minas Gerais

Fonte: Ocê no Samba (clique aqui para saber mais)

Diamantina tem história por si só. De todos os tipos. Política, riquezas do passado e uma outra que poucos devem conhecer: tem Samba feito por gente que ama os bambas e não abre mão de exaltar sua arte e ainda buscar seu próprio caminho. Estamos falando do Samba de Uma Moça Só. O quinteto é formado por  Aninha Sá no vocal, a rainha dos marmanjos da banda,  Luiz Carlos Rocha  no violõ;  Felipe Leonardo com o cavaquinho e na percussão Geral Gleydson Lenner e  Cristiano Ribeiro.  O trabalho do Samba de Uma Moça Só tem a releitura dos clássicos  como uma das bases do grupo. Cartola, Clara Nunes Nelson Cavaquinho, Benito de Paula, Martinho da Vila compõem o repertório. Mas, o que faz desse grupo diferente é seu trabalho autoral.

Eles estão classificados para a grande final do Prêmio de Música das  Minas Gerais com  a canção “Samba à Mineira”-  ouça abaixo.  O festival viaja pelo interior do Estado dando a chance para novos artistas mostrarem seu trabalho autoral.  A final será no dia 21 de setembro, em Sete Lagoas, uma boa chance de conhecer o quinteto  e ver o que o Samba do  interior tem a oferecer. Certamente é um Samba bem à mineira.

O bacana do Prêmio é que ele valoriza a boa música, sem distinção de estilos. Entre os finalistas, há bandas de outras vertentes musicais, o que reforça o bom trabalho feito pelo Samba de Uma Moça Só. Conhecer iniciativas como o Prêmio de Música das Minas  Gerais abre um leque interessante de achar novos talentos e sair um pouco da nossa esfera que se concentra muito em BH e região. Há sempre uma boa possibilidade de parcerias com artistas como o Samba de Uma Moça Só e fazer um intercâmbio.  O Cachaça com Arnica foi participante do evento e hoje está entre grandes bandas de Samba de Minas.   Quem viu e curtiu, poderá conferir os meninos em setembro e ver o Samba brilhar mais uma vez.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Diamantina na vanguarda dos órgãos musicais barrocos

Grupo de Seresta de Diamantina

 

 

GRUPO DE SERESTA:Violão: Sandoval Alves, Raimundo Proença e José L. Figueiredo Cavaquinho: José Raimundo Reis -- Clarineta: Hamilton Pereira, Flauta: Boanerges Meira -- Vozes: Yonne Lopes, Fabiano Pimenta,Terezinha Lopes, Antônio Leite, Jarina Mandacaru, Danilo Faria, Juracy Baracho, Jayme de Moraes, Maria Lúcia de Azevedo, José Maria Bacelar e Geralda Nascimento -- Direção: Yonne Lopes e Crisantino Dionísio Gomes -- Supervisão: Serafim de Melo Jardim
Solista: Fabiano Pimenta


VARRER-TE DA MEMÓRIA
(Domínio Público)
Eu varrer-te da memória nunca, nunca!
Eu deixar de te amar, nunca farei!
São saudades e paixões que as consomem
Faz lembrar, compartilhar do meu sofrer!
Desprezar-te, meu amor, nunca farei!
Luto, sim, lutarei até morrer!
Ainda mesmo depois de morto quero amar-te
Só minh'alma poderá te convencer.
Se tu dormes, eu velo e choro a sorte.
Se tu sonhas. Eu só penso em meu penar.
Se não me amas, eu te amo até a morte
Se tu gozas, eu não sei o que é gozar

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Série de shows celebra riqueza cultural do Vale em Belo Horizonte

14 ARTISTAS CELEBRAM MEIO SÉCULO DE RIQUEZA CULTURAL DO INTERIOR MINEIRO, DIAS 12 E 13 DE ABRIL NO MINASCENTRO

Série de shows comemora 30 anos do histórico “As Onhas do Jequi”, que projetou a cultura do Jequitinhonha nacionalmente, e os 20 anos de carreira de Pereira da Viola

Belo Horizonte revive em abril um momento histórico de reconhecimento da riqueza cultural do Vale do Jequitinhonha, trinta anos depois: o show “As Onhas do Jequi”, responsável por projetar estadual e nacionalmente a cultura de uma região, até então, lembrada apenas pelos baixos indicadores sociais.

A celebração reúne no mesmo palco, no Minascentro, no dia 12 de abril, todos os artistas que participaram do show original, realizado em 1984 no Grande Teatro do Palácio das Artes. O reencontro de Paulinho Pedra Azul, Tadeu Franco, Rubinho do Vale, Saulo Laranjeira, Frei Chico, Lira Marques, Gonzaga Medeiros e Tadeu Martins marca um momento de grande efervescência na produção cultural da região – simbolizado pela participação do Coral Vozes das Veredas, de Veredinha, representante da nova geração de talentos do Jequitinhonha.

Um segundo show, no domingo, 13 de abril, estreita as relações e ilustra as afinidades entre o Vale do Jequitinhonha e o Vale do Mucuri: em comemoração aos seus vinte anos de carreira, o violeiro Pereira da Viola recebe no palco do Minascentro a cantora Titane, o violeiro Wilson Dias, o cantor e compositor Josino Medina e o flautista Célio Sene para o show “Incelente Maravilha”.

As apresentações serão gravadas e darão origem a dois DVDs, como parte do projeto Quando o Jequitinhonha Canta e Dança. O evento é realizado pelo Valemais - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha e conta com o patrocínio da Petrobras.

Iniciado em fevereiro passado com o seminário “Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural”, em Araçuaí, o evento reuniu representantes de 42 cidades e de 78 entidades representativas em torno da estruturação de uma rede de cooperação cultural na região. Para selar o pacto, os participantes do seminário consolidaram os objetivos do grupo num documento batizado de Carta de Araçuaí.

As ações do projeto se completam, em maio, com uma exposição de fotografias de Vilmar Oliveira que recupera momentos marcantes dos últimos 30 anos da arte do Jequitinhonha, uma mostra de gravuras e quadros da artista plástica Marina Jardim e obras de artesãos da região.

Abaixo, a biografia resumida de cada uma das 14 atrações:

AS ONHAS DO JEQUI - 30 ANOS

Frei Chico

Holandês de nascimento, radicado no Brasil desde 1967, o frade franciscano devotou sua vida à religião e à cultura popular do Vale do Jequitinhonha, onde viveu por dez anos. Em três décadas de pesquisas, publicou sete livros e inúmeros artigos sobre os dois temas, com destaque para o “Dicionário da Religiosidade Popular”, um compêndio de 1.150 páginas lançado em 2013 pela editora Nossa Cultura, fruto de quatro décadas de pesquisas. Violonista, foi co-fundador (com Lira Marques) do coral Trovadores do Vale.

religiosidadepopular.uaivip.com.br

Gonzaga Medeiros

Poeta, contador de causos e declamador popular, Gonzaga Medeiros nasceu em Fronteira dos Vales, na divisa dos vales do Mucuri e Jequitinhonha. Foi um dos organizadores do Festival da Canção de Águas Formosas (de 1975 a 1977) e um dos apoiadores do Festivale - Festival de Cultura Popular do Jequitinhonha. Em 2013, lançou o CD “As Onhas do Jequí”, com 14 canções de sua autoria, parcerias e participações de Paulinho Pedra Azul, Saulo Laranjeira, Rubinho do Vale, Maurício Tizumba, Pereira da Viola, Wilson Dias, Carlos Farias, Saldanha Rolim, Tau Brasil, Lucinho Cruz e Marcela Veiga.

facebook.com/gonzaga.medeiros.1

Lira Marques

Artesã reconhecida, cofundadora (junto de Frei Chico, em 1970) do Coral Trovadores do Vale, Lira Marques é um ícone da cultura do Jequitinhonha. Há pelo menos quatro décadas dedica-se a uma intensa e extensa pesquisa, que daria origem a 250 fitas com cantigas de roda, cantigas de ninar, cantos de pedir esmola, cantos de beira-mar, cantos sobre a educação da criança, cantos de ofício e registros variados de sabedoria cotidiana (seja para remédios naturais ou rezas), no vasto universo da cultura popular.

acasa.org.br/autor/maria-lira-marques-borges

blog.onhas.com/lira-marques

Paulinho Pedra Azul

Com 22 discos, 15 livros de poesia e um diário lançados, o cantor, compositor, pintor e desenhista comemora três décadas de carreira solo com o CD “Paulinho Pedra Azul – 30 anos”. Do início na vida artística, na década de 60, como membro do conjunto The Giants (cantando Beatles e Jovem Guarda em bailes, matinês e festas), aos dias atuais, Paulinho soma 500 mil discos e 100 mil livros vendidos.

facebook.com/paulinho.pedraazul

Rubinho do Vale

Da estreia em disco em 1982, com “Tropeiro de Cantigas”, até os dias de hoje, o cantor e compositor acumula outros sete discos “adultos” e mais oito voltados para o público infantil – um veio que explora desde 1990, tanto em carreira solo como em parceria com a musicista Cláudia Duarte. “Estrada”, seu trabalho mais recente, coroa três décadas de grande reconhecimento, com direito a títulos honoríficos e numerosas vitórias em festivais da canção.

facebook.com/rubinho.dovale

www.rubinhodovale.com.br

Saulo Laranjeira

Ator, cantor, apresentador, compositor e humorista, Saulo Laranjeira destaca-se pela maestria de criar personagens legítimos, interpretar com personalidade belas canções e encantar o público com poemas e causos. Um incansável fomentador da cultura popular, é idealizador do programa de televisão “Arrumação” (Rede Minas) e do projeto “Caravana Arrumação”. Para 2014, prepara também uma turnê nacional com Elomar Figueira Mello e Rolando Boldrin.

facebook.com/saulo.laranjeira.9

Tadeu Franco

Natural de Itaobim, o cantor e compositor ganhou notoriedade nos anos 80, a partir da gravação (com a cantora Simone) da canção “Comunhão” para o disco “Missa dos Quilombos”, de Milton Nascimento. Em 1985, defendeu a canção “João Rosa”, de Nivaldo Ornelas e Murilo Antunes, no Festival dos Festivais, da Rede Globo. Suas composições foram gravadas por artistas como Sá e Guarabyra, Beto Guedes, Pena Branca e Xavantinho e Paulinho Pedra Azul.

facebook.com/tadeu.franco

Tadeu Martins

Escritor, cordelista e contador de causos, Tadeu Martins é um dos criadores do Festivale - Festival de Cultura Popular do Jequitinhonha, que em 2013 completou sua 30ª edição. Tem no currículo o CD de causos e poesias “Causos, Cordas e Cordéis”, textos de sua autoria em coletâneas de poesia como “Jequitinhonha - Antologia Poética I” e “Jequitinhonha - Antologia Poética II” e os livros de causos “Jogando Conversa Fora” e “Minas Gerais em Versos e Outras Prosas”.

facebook.com/tadeumartins.soares

Vozes das Veredas

Composto por 23 jovens entre 12 e 23 anos, o grupo regido por Tadeu Oliveira se dedica à coleta e registro do cancioneiro tradicional do Vale do Jequitinhonha, recolhido junto a familiares e moradores de comunidades rurais. Com 13 anos de existência e apresentações para plateias de até 10 mil pessoas, o coral tem no currículo o CD “Um Canto Novo Num Cantinho do Vale”, lançado em 2005.

facebook.com/pages/Coral-Vozes-das-Veredas/199362046758084

myspace.com/coralvozesdasveredas

INCELENTE MARAVILHA - 20 ANOS

Pereira da Viola

Cantor, compositor e violeiro, Pereira da Viola nasceu na Comunidade Quilombola de São Julião, distrito de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. Filho de pai sanfoneiro e mãe cantora de Folia de Reis e cantigas de roda, conserva em sua carreira as características marcantes da sua gente. Com cinco CDs autorais na carreira, coleciona participações em trabalhos coletivos expressivos no universo da viola, como “Violeiros do Brasil”, “Viva Viola”, “Viola Brasileira em Concerto”, “Carnaviola” e “Pote”, desdobrados em livro, CD ou DVD. O show “Incelente Maravilha” dará origem ao seu primeiro DVD solo.

facebook.com/pereiradaviolaoficial

soundcloud.com/lapa-cultural

Titane

Com seis discos lançados em três décadas, em uma carreira diversificada e de acentuado primor estético, Titane encanta pela simplicidade, o carisma e a admirável presença cênica. De timbre personalíssimo, alternando-se entre a obra de talentos emergentes ou artistas de renome nacional, é associada tanto à Vanguarda Paulista como à música regional ou à experimentação. Titane maneja referências da cultura popular, em especial o congado mineiro, de uma perspectiva contemporânea. Seu trabalho busca as interfaces da música com o corpo, em estreito diálogo com as artes cênicas.

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www.titane.com.br

Wilson Dias

Cantor, compositor e violeiro nascido em Olhos D’Água, Wilson Dias trouxe para a arte as benéficas influências da vida em comunidade, da cultura e da arte popular, em suas manifestações religiosas ou profanas. Um dos 12 violeiros escolhidos como destaque para representar os mais de 400 violeiros e violeiras do Festival Voa Viola, estampa em sua discografia oito álbuns em 17 anos carreira, com destaque para “Picuá”, de 2007, indicado ao Prêmio Tim de Música Brasileira. Seus trabalhos mais recentes em disco são “Viva Viola - Viva a Cantoria” e “Lume”, ambos de 2013.

facebook.com/wilson.diasvioleiro

www.wilsondias.com.br

Josino Medina

Poeta, cantador, compositor, instrumentista e arte-educador natural de Carlos Chagas, Josino Medina inicia sua trajetória musical com os festivais de música, na década de 1980, no Vale do Mucuri. Ainda nesta fase, inicia a parceria com Pereira da Viola, pesquisando a cultura popular, compondo e se apresentando em vários espaços e festivais. Um dos criadores do grupo Embaixadores da Lua, nos anos 90, é autor de trilhas para espetáculos teatrais e dedica-se a musicar poemas de autores como o educador e poeta Carlos Rodrigues Brandão e a poeta gaúcha Sônia Anja.

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Célio Sene

Flautista e compositor, professor de flauta transversal e teoria musical, Célio Sene é natural de Borborema, no interior paulista. Participou das gravações dos discos “Viola Ética” e “Akpalô”, de Pereira da Viola. Integrante do Coral AABB-SP desde 1993, tem acompanhado o violeiro de São Julião em apresentações em shows e programas televisivos como “Viola, Minha Viola”, “Ensaio”, “Sr. Brasil” (todos na TV Cultura), “Célia e Celma” (Canal Rural) e “Gente Nossa” (Canal do Boi).

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PARA SABER MAIS

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SERVIÇO

O QUÊ:? Projeto Quando o Jequitinhonha Canta e Dança “As Onhas do Jequi - 30 Anos” (sáb., 12.abr) e “Incelente Maravilha - 20 Anos” (dom., 13.abr)

ONDE?: Minascentro - Av. Augusto de Lima, 768 - Centro - BH - MG | info: 31 9952-3054

QUANDO?: 12 de abril (“As Onhas do Jequi - 30 Anos”) e 13 de abril (“Incelente Maravilha - 20 Anos”), às 20h

QUANTO?: Antecipado a R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada); na hora, R$ 40 e R$ 20 (meia-entrada)

VENDA ANTECIPADA:   Mercado das Flores: Av. Afonso Pena, 1.055 - 2ª a dom., das 10h às 18h

Online: www.sympla.com.br/valemais

INFORMAÇÕES ADICIONAIS À IMPRENSA E ENTREVISTAS COM OS ARTISTAS

 Israel do Vale:  israeldovale@uol.com.br / 31 9782-6558

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Mineiro do Vale do Jequitinhonha lança CD autoral


Com uma facilidade incrível em passear pelos gêneros da música brasileira Ivan Pestana já é uma das grandes promessas para o cenário alternativo mineiro, desde 2012 vem se destacando em grandes festivais e de pouco a pouco conquistando seu espaço de forma independente.

Tendo na bagagem a experiência como guitarrista e violonista em inúmeras bandas em Minas Gerais, Ivan Pestana vem surpreendendo critica e publico em geral com o poder e originalidade de suas composições. No final de 2012 lançou seu primeiro disco de forma artesanal intitulado “Ivan Pestana acústico”, trabalho no qual lhe rendeu a classificação para fase final no festival de cultura 2° Violarte na cidade de Minas Novas MG com a canção “Em nome dela” e a terceira colocação no 28° Festival da canção na cidade de Turmalina MG (FESTUR) com a canção “Nossa evolução”.

Agora em 2014 com o apoio cultural da Cerâmica Minanova Ivan Pestana lança seu segundo disco “Meu canto” com a produção do baiano Marcos Ribeiro produtor responsável pelo MR Studios. “Meu canto” é um disco que já saí do forno como uma das obras mais esperadas do ano pela pluralidade de influencias contida em um só artista. Perguntado como se definiria seu novo trabalho Ivan Pestana responde: “Música não se define, a música é algo que está além de nós”! Mas sobre o meu disco posso dizer que é a musicalidade e a criatividade de um Produtor baiano, a sensibilidade e originalidade de um compositor mineiro e a expressão de um guitarrista que nasceu no rock’n’roll, ouçam e saberão no que deu essa mistura (risos)!

Neste sábado, 15 de fevereiro, o Portal Aconteceu no Vale está lançando em primeira mão o mais novo trabalho do cantor Ivan Pestana. O artista disponibilizou seu disco para download gratuitamente e o lançamento oficial será realizado no dia 4 de abril com um show na cidade de Minas Novas. O disco “Meu Canto” vem cheio de possibilidades e recheado de surpresas para quem gosta da boa música brasileira!

DOWNLOAD DO CD “MEU CANTO” – (clique aqui)


Você também poderá ouvir o CD através do Palcomp3 (clique aqui)

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Merry Christmas no Teatro Santa Izabel

Uma apresentação que vai marcar a noite do mês de Dezembro com sons e vozes em MERRY CHISTIMAS CONCERT a Orquestra Jovem de Diamantina e o Coral Eny Assumpção Baracho no Teatro Santa Izabel - Diamantina MG. Participe!!

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Bossa Trio convida

O Bossa trio, formado por Wanderlei Guedes (Violão), Cristina Vieira (Vocal) e Tião (Acordeon), convida para as apresentações que se seguem abaixo. No repertório muita bossa nova e sambas, com o toque inusitado do acordeon. Reserve o seu lugar!

BAR RECANTO DO ANTÓNIO

BECO DA TECLA, 39 - CENTRO

HOJE, 12 DE NOVEMBRO, A PARTIR DAS 21 HORAS.

RESTAURANTE AL ÁRABE

13 DE NOVEMBRO

A PARTIR DAS 22 HORAS

PRAÇA DR. PRADO, 124, CENTRO

TEL PARA RESERVAS  3531 2281

MERCADO VELHO DE DIAMANTINA

SEXTA FEIRA, 15 DE NOVEMBRO

A PARTIR DAS 19 HORAS.

RESTAURANTE TRIANON

FEIJOADA DE CINEMA

SABADO, A PARTIR DAS 13 HORAS

NO ANTIGO CINE TRIANON, 

RUA DIREITA

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

O Grande Encontro - Diamantina

Fonte: Sou BH

Fotos: Reprodução Flyer

A cidade histórica de Diamantina recebe nos dias 10, 11 e 12 de outubro, quinta, sexta e sábado, O Grande Encontro, um mega evento que reúne música e animação e tem o propósito de se tornar um evento fixo no calendário cultural da cidade.

O público poderá se divertir ao som do grupo Cheiro de Amor, Casaca, Bat Caverna, e ainda com os cantores Nasi e Wilson Sideral. A partir de 18h.

O Grande Encontro
A festa foi planejada para contemplar diversos públicos, em especial os ex-alunos que se formaram na cidade. As atrações foram planejadas para agradar todos os gostos e tribos, durante três dias de muita alegria e animação, uma ótima oportunidade para rever os velhos amigos da cidade e dos tempos da faculdade além de curtir Diamantina.

Programação:

Quinta-feira, dia 10 de outubro
18h - Abertura do Evento - Shows com as bandas UH Bloco e DJ Or7 - Local: Rua da Quitanda (A Baiúca)
23h - Wilson Sideral e DJ Or7 - Local: Armazém do Rosário;

Sexta-feira, dia 11 de outubro
18h - Festa Tô no Grau - Banda Tio Tomás e DJ Paula Resende - Local: Rua da Quitanda (A Baiúca)
23h - Nasi e DJ Adriano Barrote - Local: Armazém do Rosário;

Sábado, dia 12 de outubro
11h - Samba do Grande Encontro - Banda Sambeco - Local: Mercado Velho
17h - Bat Caverna, DJ Paula Resende, Casaca e Banda Cheiro de Amor

Valores de ingressos:

Dia 10 - R$40 (feminino) e R$40 (masculino) (1° Lote);
Dia 11 - R$40 (feminino) e R$40 (masculino) (1° Lote);
Dia 12 - R$30 (feminino) e R$30 (masculino) (1° Lote)

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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Quatro artistas/bandas já estão na final do Prêmio de Música das Minas Gerais

Os primeiros finalistas foram escolhidos durante eliminatória realizada no último sábado(27/07), na cidade de Diamantina

Quatro artistas/bandas já estão com vaga garantida na grande final da segunda edição do Prêmio de Música das Minas Gerais. Os selecionados se apresentaram, no último dia 27, para um grande público na Praça do Mercado Velho, em Diamantina.

A noite foi marcada por ritmos variados e grandes apresentações. Os jurados, liderados pelo curador do Prêmio, o músico Emílio Pieroni, pontuaram critérios de letra, música, interpretação, arranjo e conjunto. Os destaques da noite ficaram com Gold Sheep, com a canção “A ilha”; Gustavo Maia e Vinícius Maia, com “Voz do mistério”; Banda Kabalions, com “Dance e cante”; e a banda Ménage, com “Na superfície aguada”. Todos os artistas são de Belo Horizonte. As músicas selecionadas nesta e nas outras eliminatórias estão disponíveis no site do Prêmio (www.premiodemusicaminas.com.br). A próxima cidade a receber uma etapa eliminatória do prêmio será Montes Claros, no dia 24 de agosto, onde se apresentarão mais 15 participantes.

As Eliminatórias – A segunda edição do prêmio recebeu cerca de 400 inscrições. Os 45 selecionados irão se apresentar, na fase eliminatória, em cidades que integram o roteiro cultural de Minas Gerais. Além de Diamantina e Montes Claros (24 de agosto), Ouro Preto (21 de setembro) receberá a última eliminatória. Os quatro primeiros colocados de cada cidade irão se apresentar na final, realizada em Sete Lagoas (05 de outubro). Os 12 finalistas terão suas canções gravadas no CD do Prêmio de Música das Minas Gerais. Já os três primeiros colocados também receberão como premiação quantias em dinheiro.

O Prêmio de Música das Minas Gerais em 2012 – Foram 380 inscritos de várias regiões de Minas Gerais. Os selecionados realizaram apresentações emocionantes, com interpretações marcantes e muita qualidade musical. O grupo Cachaça com Arnica, da cidade de Itabirito, foi o grande vencedor da primeira edição com o samba “Breque do Péia”. Em segundo lugar ficou Jouber Nabor, de Ipatinga, com o samba-rock “O Samba Mora Nela”; Em terceiro lugar, de Mariana, ficou a banda Bona Fortuna, com a canção “O Duelo”. O CD da primeira edição do Prêmio de Música das Minas Gerais, com nove faixas, teve distribuição gratuita destinada aos grupos participantes, imprensa e formadores de opinião do meio musical. O Prêmio de Música das Minas Gerais é viabilizado pelo Grupo GA BRASIL, com gestão da Espaço Ampliar – Assessoria, Projetos e Eventos.

Sobre o Grupo GA BRASIL - No entendimento de que o envolvimento da sociedade com projetos culturais agrega valores fundamentais para o desenvolvimento humano, social e econômico, o Grupo GA Brasil assume o compromisso de levar projetos culturais aos seus diversos públicos, por meio das artes cênicas, literatura, cinema e música.

O Grupo acredita que, ao incentivar a cultura junto às comunidades das quais está próximo, contribui para a formação de um público crítico e antenado, que formará, em um futuro breve, cidadãos melhores. Para o cumprimento destes objetivos, as empresas do Grupo GA BRASIL utilizam de mecanismos de incentivo fiscal como fonte principal para o apoio e financiamento de tais projetos.

O "Prêmio de Música das Minas Gerais", lançado em 2012, vem agregar ao portifólio de projetos do Grupo, mais uma iniciativa que visa aproximar as comunidades da arte, além de revelar e despertar novos talentos.

A Ampliar - Espaço Ampliar – Assessoria, Projetos e Eventos atua, há dez anos, na realização de festivais de música em todo o interior do estado. Dentre os projetos recentes estão o Festival de Inverno de Itapecerica; o Festival de Inverno de Vespasiano; o Festival Cultural de Pouso Alegre; na capital, o Festival do Japão em Minas Gerais, dentre outros.

Serviço:

Quatro artistas/bandas já estão na final do Prêmio de Música das Minas Gerais

Eliminatórias:

24 de agosto de 2013 – Montes Claros;

21 de setembro de 2013 – Ouro Preto;

05 de outubro 2013 – Sete Lagoas (Grande Final).

Outras informações: www.premiodemusicaminas.com.br