domingo, 7 de abril de 2013

Caravana da cidadania em Diamantina

Programação

Destaque para a presença do juiz Márlon Reis, idealizador da Lei da Ficha Limpa.

Caravana da Cidadania II_Diamantina_ADIV_n

Acidente na BR-367 deixa dois mortos na entrada de Diamantina

Fonte: Estado de Minas (clique aqui)

Um casal que seguia em um Peugeot 206 morreu a três quilômetros da entrada da cidade, no Vale do Jequitinhonha

 (Gladyston Rodrigues/EM/ DA Press)

Duas pessoas morreram em um acidente na manhã deste domingo na BR-367, na entrada para Diamantina, no Vale do Jequitinhonha. O Peugeot 206, placa HGH 5377 de ipatinga, seguia no sentido Belo Horizonte/Diamantina, quando saiu da pista em uma curva que fica a três quilômetros da entrada da cidade. O veículo bateu em um eucalipto às margens da estrada.

O motorista José Antônio de Araújo e a passageira Eva Cristina de Araújo morreram na hora. Segundo a Polícia Militar, não foram encontradas marcas de frenagem no local do acidente e não havia testemunhas. O acidente aconteceu na altura do km 625 da rodovia.

sábado, 6 de abril de 2013

Participe da 2ª CÃOminhada: um protesto contra os maus tratos aos animais

cãominhada

Perguntas dos leitores para o novo prefeito de Diamantina

  1. Gostaria de saber o que o novo prefeito irá fazer com a antiga linha férrea que foi grande parte invadida de forma desordenada, tornando-se uma área de risco, pois foram construídos barracos sobre lixões, além de ser uma área escura e com frequencia de usuários de drogas e e muitos cães dos invasores que frequentemente atacam pessoas que fazem caminhada na linha. Tenho certeza absoluta que o diamantinense ficaria muito satisfeito com a construção de uma área de caminha neste local. Seria um investimento na saúde do diamantinense, jovens e idosos.
  2. Qual a opinião do candidato sobre a implantação do estacionamento rotativo no centro histórico da cidade?

  3. Que solução o senhor tem para o calçamento da cidade? Tem solução?

  4. Durante a greve o comércio de Diamantina sofreu com a ausência dos estudantes. Que tipo de relação candidato pretende manter com a universidade?

  5. Qual a proposta para melhorar o trasnporte público da cidade?

  6. O senhor sabe o que representa para Diamantina fazer parte do restrito grupo que detém o título de Patrimônio da Humanidade, concedido pela UNESCO?

  7. O senhor sabe quais foram os compromissos que Diamantina, com o aval do Governo Federal,  assumiu junto à UNESCO ao se candidatar a esse título?

  8. O senhor sabe o teor do plano de desenvolvimento urbano e da legislação proposta, aprovados pelos vereadores para se candidatar a esse título?

  9. O senhor sabe se as normas urbanas com as quais se comprometeram o legislativo e o executivo foram cumpridas?

  10. O que será a repercussão no âmbito mundial se a UNESCO retirar esse honroso título por descumprimento desses compromissos?

  11. O senhor sabe que o ICOMOS (Conselho Internacional de Monumentos e Sitios) órgão assessor da UNESCO nos assuntos técnicos relacionados com o Patrimônio Mundial, diretamente ou por intermédio de sua representação no Brasil,  pode assessorar a Prefeitura nessas questões?

  12. O senhor se compromete a cumprir os compromissos assumidos com a UNESCO e com o País, com as correções pertinentes?

  13. O senhor se compromete a corrigir os atos adotados pelas administrações anteriores em conflito com os compromissos assumidos?

  14. O senhor se compromete a pedir uma Missão de Monitoramento da UNESCO, para avaliar o estado de conservação de Diamantina e sugerir correções? Em caso afirmativo, adotar as sugestões da Missão?

  15. O que o senhor pretende fazer com aquele lixão a céu aberto na entrada da cidade?

  16. Que providências serão tomadas para resolver o grande número de cães abandonados pela cidade?

  17. O que será feito para recuperar a Praça de Esporte?

  18. O que será feito para resolver o problema do esgoto que está poluindo nossos córregos e rios?

  19. Quando Diamantina terá um sinalização decente? Por que a existente não é respeitada?

  20. Para que servem as placas de “não estacione” da cidade?

  21. Qual a política de cultura para a cidade?

  22. O que será feito do Casarão Orlandi?

  23. Qual a posição do prefeito eleito em relação às atividades do garimpo?

  24. Por que nossas praças e jardins estão abandonados?

  25. O que será feito com o estádio de futebol em construção na entrada da cidade?

  26. Por que Diamantina não tem uma pista de caminhada?

  27. Por que importantes espaços de lazer e turismo estão abandonados, como por exemplo, o Cruzeiro da Serra e o Caminho dos Escravos?

  28. Como o senhor pretende melhorar a coleta de lixo na cidade?

  29. A coleta seletiva será implantada de maneira efetiva?

  30. O candidato teria coragem de propor o fechamento do centro histórico para carros?

  31. Por que algumas atrações turísticas da cidade ficam fechadas?

  32. Por que não há praças, quadras esportivas e outros equipamentos de lazer em bairros periféricos como a Palha e outros?

  33. Quando a Prefeitura de Diamantia terá um site na internet à altura de sua importância e que realmente traga informações importantes para o cidadão e os visitantes?

  34. Por que as calçadas e passeios das ruas da cidade não são cuidados? A prefeitura poderia fiscalizar essa parte.

  35. Por que a qualidade do asfalto utilizado para tapar os buracos das ruas é tão ruim?

  36. Qual a verdadeira situação econômica da Prefeitura? Tem dinheiro pra fazer alguma coisa?

  37. Qual será o critério a ser adotado na escolha das pessoas que ocuparão os cargos de confiança no seu governo? Competência técnica, apadrinhamento político, parentesco ou amizade?

  38. O senhor tem alguma proposta pra atrair novas empresas para a cidade?

  39. Qual a atual situação da estrada que liga Diamantina a São Gonçalo do Rio das Pedras? A estrada será feita?

  40. O que o senhor pretende fazer para incrementar o número de voos para Diamantina?

  41. Até quando o aeroporto será um “elefante branco”?

  42. O senhor pretende construir casas populares para as pessoas de baixa renda? Por que Diamantina não recebe recursos federais neste sentido?

  43. O que o prefeito eleito pretende fazer com as atuais condições do mercado novo, ao lado da rodoviária?

  44. O prefeito eleito tem alguma proposta concreta para resolver os problemas de saúde, educação e transporte dos distritos de Diamantina?

  45. Qual o modelo de Carnaval o senhor defende?

  46. O que o senhor acha da proposta de revitalização da linha férrea para fins de turismo?

  47. O prefeito eleito tem alguma proposta para disciplinar o trânsito irresponsável de motos pelas ruas da cidade?

  48. E o plano Diretor de Diamantina? Quando será realmente implantado e respeitado?

  49. O senhor tem algum plano para melhorar a situação da rodoviária de Diamantina?

  50. Qual a atual situação da fábrica da Estamparia? O senhor pretender fazer alguma coisa para ajudar a voltar funcionar?

Eleitores de Diamantina escolhem novo prefeito neste domingo

Fonte: G1

Três candidatos disputam neste domingo (7) a eleição para prefeito em Diamantina, na Região Central de Minas Gerais. A cidade estava sob a administração do presidente da Câmara Municipal, Maurício da Paixão Maia. O prefeito – Paulo Célio – e o vice - Gustavo Botelho – eleitos na última eleição tiveram a candidatura indeferida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e após serem diplomados perderam o cargo.

De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral, as chapas que disputam a eleição deste fim de semana são formadas por prefeito e vice, respectivamente: Marcos Roberto Tibães (PT) e Marcilio Alisson Fonseca de Almeida (PC do B); Paulo Célio de Almeida Hugo (PSDB) e Cássio Antonio Moreira (DEM); e Ragosino Ferreira de Araújo (PTC) e Ronaldo Ferreira da Silva (PTN).

A votação será realizada das 8h às 17h, segundo o TRE. Diamantina tem 35.527 eleitores e 120 seções. Para esclarecer dúvidas, o Disque Eleitor (3291-0004 e 148) funcionará neste sábado e neste domingo, das 8h às 17h.

PT e PSDB se enfrentam nas quatro cidades que escolhem novamente o prefeito

Fonte: Estado de Minas – por Felipe Canêdo -Publicação: 06/04/2013 06:00 Atualização: 06/04/2013 07:06

Enquanto 2014 não chega, as quatro eleições extemporâneas que acontecem amanhã no estado são uma oportunidade para que PT e PSDB comecem a esquentar os motores para os futuros palanques estaduais e federais. Os dois partidos protagonizam as disputas em Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, e em São João do Paraíso, no Norte de Minas, e também se digladiam pelo poder em Cachoeira Dourada, no Triângulo Mineiro, e em Biquinhas, na Região Central.

“Essa disputa tem um valor simbólico. Ela toma contornos maiores, porque o Fernando Pimentel (PT) já colocou o nome dele na rua. Nossa expectativa é ganhar de goleada, de 4 a 0”, propagandeia o presidente do PSDB de Minas Gerais, deputado federal Marcus Pestana, se referindo ao ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, cotado para disputar o Palácio da Liberdade. O secretário-geral do PT no estado, deputado estadual Durval Ângelo, admite a polarização, mas minimiza a amplitude do embate: “PT e PSDB polarizam eleições há 16 anos no estado. Me preocupa essa afirmação do deputado Marcus Pestana. Não acredito que quatro cidades representem o estado inteiro”, rebate.

Presente na quinta-feira em comício em Diamantina pela candidatura de Paulo Célio (PSDB), acompanhado do vice-governador Alberto Pinto Coelho (PP) e do secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Nárcio Rodrigues (PSDB) – dois virtuais candidatos ao governo do estado –, Pestana reclama da invasão petista na cidade na reta final do pleito. “O PT antes denunciava o poder econômico, hoje o PT é o poder econômico. A quantidade de dinheiro que o partido está despejando em Diamantina é impressionante, é uma coisa que Diamantina nunca viu”, dispara. Para ele, a cidade tem grande importância e valor simbólico, pois “é capital do Vale do Jequitinhonha e terra de Juscelino Kubitschek”.

Durval afirma que, das quatro cidades que vão escolher novamente seus prefeitos amanhã, em três o motivo da eleição extemporânea foi o afastamento de tucanos das prefeituras. “Temos esperança em Diamantina, pois o prefeito está disputando sub judice. Nosso candidato, Marcos Tibães (PT), foi o vereador mais votado em outubro. O PSDB decidiu, sob risco de ter uma nova eleição depois, tirar o vice-prefeito que foi cassado, e manter o candidato. Estamos tentando mostrar à população que votar no prefeito do PSDB é perder voto”, afirma.

PR vermelho Pestana, que rumou ontem para Biquinhas, conta que ao entrar na cidade viu imagens da presidente Dilma Rousseff (PT) e do deputado federal Jaime Martins (PR) em apoio ao candidato Carlos da Vó (PR). “Nossa campanha aqui está usando bandeiras amarelas, e o candidato do PR, apoiado pelo PT, adotou a cor vermelha. A coisa está polarizada assim nas quatro eleições”, diz. Durval, no entanto, contesta a informação. “Nós, do PT, entendemos que essas eleições solteiras são únicas. Você não consegue pegar a força do governo federal ou do estadual. São disputas mais locais. Por isso achamos que não dá para nacionalizar esses debates. Em nenhuma cidade estamos insistindo na figura do Lula, ou da Dilma”, garante ele.

O prefeito eleito de Diamantina, Paulo Célio, foi impedido de assumir a prefeitura por irregularidades de seu vice, Gustavo Botelho (PP), que teve contas rejeitadas quando foi prefeito do município, entre 2001 e 2008. Além de Paulo Célio e Marcos Tibães, Ragosino Araújo (PTC) se apresenta como terceira via na cidade.
Em Biquinhas, o candidato Cleiton Alexandre (PSDB) é apoiado por Arisleu Ferreira Pires (PSDB), prefeito eleito e cassado, que mantinha união estável com Valquíria de Oliveira Dias (PSDB), ex-prefeita. Carlos da Vó (PR) tem o apoio petista no município. Em São João do Paraíso a briga é entre Dr. Antônio (PSDB) e Branquinho (PT) e em Cachoeira Dourada os candidatos são José Márcio (PTB), que tem o apoio dos tucanos, e Ciro Soares (PT).

Programação do 2º fHist começa a sair do forno

Em uma prestigiada reunião realizada no dia quatro de abril, no Projeto República da UFMG, a linha temática e de conteúdos da programação do Festival de História, a realizar-se em Diamantina entre os dias 19 e 22 de setembro, começou a ser delineada.

A reunião, que contou com as presenças de historiadores e representantes da Fundação SM, do IPHAN, da UFMG e UFVJM, da Secretaria de Cultura de Diamantina e da Adeltur, definiu como linha do Festival "Histórias não contadas", visando propiciar a reflexão e o debate sobre temas, como resistência indígena, legado dos jesuítas, escravidão, rebeliões coloniais e ditadura militar, entre outros. Além das 14 mesas redondas da Tenda de História da Praça Doutor Prado, as "Histórias não contadas" pautarão as demais ambiências do fHist, tais como as oficinas de História, a Feira de Livros e os lançamentos de novas obras no Proseando no Mercado, as sessões comentadas de cinema no Teatro Santa Izabel e as exposições e espetáculos musicais.

Festival adota novo modelo de curadoria

Para levar em frente o instigante desafio das "Histórias não contadas", o fHist optou pela adoção de um modelo de curadoria inédito nos festivais literários, que é o do trabalho em equipe. Assim, integram a curadoria do 2º Festival de História a educadora Pilar Lacerda, ex-secretaria de Ensino Básico do MEC e hoje diretora da Fundação SM, os professores Sérgio Alcides e Júnia Furtado, da UFMG, e Wellington de Oliveira, da UFVJM. Os curadores contarão ainda com a colaboração da historiadora Heloísa Starling, do Projeto República da UFMG. As instituições parceiras do fHist, como o IPHAN, a UEMG e a Biblioteca Nacional, também colaborarão ativamente no delineamento da grade de conteúdos da programação. A equipe já começou a trabalhar e em breve começarão a ser anunciados os temas e convidados do Festival de História.

Como participar

As inscrições para o Festival de História em Diamantina serão abertas no dia três de junho de 2013, com vagas limitadas à capacidade de lugares da Tenda da História na Praça Doutor Prado. Cadastre-se aqui para receber informações e notícias exclusivas sobre o fHist.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Poetisa diamantinense lança livro de poesias

Lançamento do Livro 'No Silêncio dos Meus Olhos'Uma mulher forte e sentimental que nasceu no interior deMinas e hoje compartilha seus pensamentos mais íntimos por meio da poesia. Estaé Claudia Ferreira, uma advogada de 40 anos que descobriu na literatura suamaior paixão.

Claudia nasceu em Diamantina, onde,segundo ela, era ambiente no qual a tristeza local absorvia toda poesia. Desde então, desenvolveu em si mesma asensibilidade de perceber o sofrimento e a alegria alheia, aquilo que dava forças ao semelhante ou o enfraquecia.

Começou a arte de escrever com 8 anos, quando mandava longas cartas para as primas. “Ainda pequena, eu falava diferente. Fazia drama, sofria demais, estendia o assunto, envolvia com outrose assim por diante. Sempre ouvi isso”, declara.

Nos primeiros versos de poemas escritos ainda na adolescência, a poetisa inspirava-se nos sentimentos, amores, dores, delas edos outros, pessoas com as quais convivia. “Considero-me uma fotógrafa de retina. Observo tudo o que está ao meuredor. Vejo os sentimentos nos olhos, no semblante, antes mesmo de me seremrevelados pela fala”, explica.

Atualmente, Claudia Ferreira expressa em seus poemas sentimentos intrínsecos aos seres humanos, como amor,paixão, dor, alegria, tristeza, amor pela família, filhos etc. Ela considera que a dor de amor é clínica, só muda a personagem e que há sempre um tempo para reescrever uma história, um novo começo. Com seu estilo livre de escrever, sem regras ou estilos definidos, Claudia fala uma linguagem universal, transmitindo ao leitor seus pensamentos e sentimentos de forma clara e cadenciada.

A autora já tem um livro independente publicado em 2008. Intitulado‘No silêncio dos meus olhos’, nele Claudia dá uma mostra da força feminina,sensualidade e sensibilidade em compreender o mundo e as pessoas que a rodeia.

Hoje, Claudia concilia as carreiras de mãe, advogada de sucesso em São Paulo e poetisa. “Conheço um mundo onde o que impera é a lei dos homens. Já a poesia me solta, me permite sentir a dor fria, ‘doída’, me moldar, sem formalidades e sem me boicotar”,afirma.

Este ano, a autora finalizou sua mais recente obra e contaos objetivos de seus poemas no novo livro: “Quero transmitir ao público que apesar de todo avanço e tecnologia, somos seres sentidos e curtidos. Não nascemos teclando. Precisamos olhar nos olhos do outro, tocar, falar e deixar fluir a paixão e o amor, entre casal, entre irmãos, entre amigos”.

Conheça mais sobre a poetisa Cláudia Ferreira no www.claudiaferreiraescritora.com.br.

Informações eentrevistas com as jornalistas

Patrícia Leris (31) 9132- 2584 – patricialeris@gmail.com

Thais Maia: (31) 8743-1464 – thais.maia@ymail.com

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Santa Casa abre processo seletivo para recepcionista

Está aberto Processo Seletivo para classificação de Recepcionista na Santa Casa de Caridade de Diamantina, o edital pode ser acessado através do site www.santacasadediamantina.com.br ou na própria instituição.

As inscrições vão até o dia 12 de abril.

Leia nesta semana na Voz de Diamantina

Autor Joaquim Ribeiro Barbosa - “Quincas”

Capa (9)

Não deve ser exagero afirmar que as eleições extemporâneas do dia 7 de abril terão a extraordinária capacidade de alertar o diamantinense para os perigos que rondam sua ingênua e desprotegida cidade. Não só pelo simples e hediondo fato de - na qualidade de eleitor - ele ver, assistir e sentir-se reles alvo de uma campanha cujo forte componente não é a argumentação, não são planos de governo e, muito menos, a exposição do lastro de vida dos candidatos. Nunca (e não por acaso) se gastou tanto dinheiro com advogados, liminares, recursos e protelações nos tribunais quanto as altas cifras investidas em viagens, honorários, taxas de sucesso, nesta e na eleição que passou. Disse e repito: candidatos há que não perseguem a própria vitória. Lutam desbragadamente pela derrota do opositor. As armas para tal estilo de combate não têm limites de calibre, de aniquilamento de reputações, de comprometimentos éticos. Vão da sub-reptícia insinuação às mais deslavadas maledicências. O importante nesse jogo é vencer. Independentemente do nível de rebaixamento moral.

Incompreensível é notar que tão exasperados anseios pelo poder se têm potencializado quando Diamantina se viu livre de um prefeito que não deixou saudade alguma. Pelo contrário: sua temerária gestão dificilmente sairá da memória diamantinense como a mais ineficiente, populista e eivada de suspeições. Até mesmo seu partido o defenestrou das eleições suplementares do próximo domingo. Como, aliás, aconteceu em Três Marias. Tantas fez o pseudoreverendo naquela cidade balneária que se destruiu politicamente frente seus pares. Muitas vezes este escrevinhador se referiu a ele como o ex-prefeito não reeleito de Três Marias. E, ultimamente, de Diamantina também. É que existem várias maneiras de prefeitos não se reelegerem. Entre elas, quando seus correligionários os rejeitam e lhes negam o suposto direito adquirido de se lançarem candidatos. É andar por nossas ruas e compreender as razões para esse alijamento partidário. Frota de veículos sucateada, trânsito caótico, lixo descontrolado, salários em atraso são pequena parte de seu terrível legado. Até a UPA, das pouquíssimas benesses governamentais de sua gestão e o maior de seus falsos trunfos políticos, não pôde ser inaugurada no fim de seu governo (e nem até hoje) por absoluto despreparo dele e de sua incompetente corte de sabujos.

Torçamos para que Diamantina nunca mais tenha de lamentar-se pelas ciladas que maus homens públicos lhe têm armado. Tentemos acreditar que o diamantinense já não cairá tão facilmente na enganosa lábia de candidatos cujas biografias e realizações mal preenchem o verso de míseros santinhos. E, com o discernimento do nosso voto, eliminemos de vez a tola crença de que esse multicolorido mar de bandeirolas içadas por batalhões de militantes pelas esquinas tenha algum sentido, além do alto gasto com a pobre juventude que se sujeita a desfraldá-las. Findas as eleições, sejam lá quem forem os eleitos, cobremos da sociedade dita organizada o papel que lhe cabe precipuamente: fiscalizar e tentar fazer da câmara uma instituição útil, respeitável, produtiva; policiar o prefeito, criticá-lo, quando necessário, e contribuir para a eficiência de sua gestão e o desenvolvimento do município.

Ignoro a data em que Diamantina completa 300 anos de surgimento. A depender do resultado destas eleições, tão importante marca poderia passar a ser comemorada no Sete de Abril. Como um dia emblemático para o futuro da cidade. Por outro lado, se bandeirolas, cavaletes e fantasiosos discursos falarem mais alto, só resta a este velho e castigado burgo amargar as irônicas palavras com que o diplomata francês - Talleyrand - demonstrou, há quase dois séculos, como a política é um torpe jogo de interesses: Não aprenderam nada. Não esqueceram nada.

Editorial da Voz de Diamantina edição 608 de 06 de abril de 2013

Joaquim Ribeiro Barbosa - “Quincas”

Assinatura da Voz de Diamantina

Um presente que todo mundo gosta de ganhar

Por apenas R$ 150,00 você recebe 52 exemplares semanalmente durante um ano

Quincas: 38-3531-3129 e 8824-3584 – vozdediamantina@gmail.com

Aline: 38-8811-5707

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Museu do Diamante oferece curso de capacitação para professores

O Museu do Diamante/Ibram apresenta, por intermédio de seu setor educativo, a 1ª edição do Curso de Capacitação para o Professor.

O curso tem o objetivo de capacitar os professores da rede pública e privada nas linguagens e práticas do espaço museal, planejamento da visita e na mediação às exposições, procurando contribuir para o esclarecimento do papel do museu no aprendizado dos alunos e no enriquecimento que essas casas históricas podem fornecer ao currículo escolar.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

1. História dos museus no Brasil e no mundo

2. Ação educativa em museus

3. Leitura de objetos

Data: 10 de abril de 2013

Horário: das 14h às 17h

Local: Museu do Diamante/Ibram

Público alvo: professores da rede pública e privada da região.
Inscrições: a partir de 04 de abril, na portaria do Museu do Diamante no horário das 10h às 17h; pelo telefone (38) 3531-1382; ou pelo e-mail: museudodiamante@museus.gov.br

O curso será GRATUITO e com emissão de certificado.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Livro narra as viagens de Saint-Hilaire por toda Província de Minas Gerais

Fonte: Perfil do Instituto Biotrópicos no Facebook

No dia 03 de abril de 2013, na sede da Aliança Francesa de Belo Horizonte, Eugênio Marcos Andrade Goulart, membro do Instituto Biotrópicos, médico e escritor mineiro lançará seu livro “Viagens do naturalista Saint-Hilaire por toda Província de Minas Gerais”, um livro bilíngue, com textos em português e francês e cerca de 100 fotografias e imagens, onde o autor refaz o trajeto de Saint-Hilaire em Minas Gerais, e nos leva com ele por um incrível passeio repleto de história e paisagens belíssimas, fazendo um paralelo interessante entre o século XIX e os dias atuais.

O naturalista francês Auguste Saint-Hilaire ficou seis anos no Brasil, entre 1816 e 1822. Nesse período percorreu mais de 16 mil quilômetros por diversas regiões e, como consequência de um hábito cotidiano e rigoroso, redigiu milhares de páginas, que resultaram em vários livros e relatórios. Saint-Hilaire foi um dos primeiros europeus a enfrentar as adversidades do “Novo Mundo” apenas com o intuito de exercer atividades científicas.

É um livro de leitura agradável e instrutiva, um precioso registro do Brasil dos anos 1800 em contraponto com os dias atuais, com enfoque relacionado à biologia, história, geografia, antropologia, além de outros, do até então desconhecido interior selvagem do continente americano.

Festival de Cultura Popular de Minas Novas

Tribo de Jah faz show em Diamantina no próximo sábado

Teatro Santa Izabel apresenta a comédia teatral O” trem do Zé”

Os ingressos estão à venda no Teatro Santa Izabel e na Loja Canastra.

Informações: (38) 3531-7180