
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Diarte apresenta: Conatus–A Essência do Ser
A Crepúsculo Cia de Dança integra uma das ações da Associação Crepúsculo, Arte, Saúde e Educação sem Barreiras, instituição que há 18 anos promove a convivência, a arte, à cultura, os saberes, as diferenças e similaridades das pessoas com e sem deficiência em Belo Horizonte (MG).
A Crepúsculo Cia de Dança conta em seu currículo com os seguintes espetáculos: ”Tempos” (2000), “Extensão” (2002) e “Afectos” (2006). Em 2010 estreou sua quarta montagem: “Conatus – A Essência do Ser” que agora em 2014 iniciou uma turnê pela em quatro cidades de Minas Gerais.
Após algumas apresentações na cidade do Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Recife(PE), Teresina(PI), Salvador (BA) São José do Rio Preto (SP) e em Juiz de Fora. Agora é a vez de mostrarmos este espetáculo a Cidade de Diamantina.
Haverá duas apresentações do espetáculo de dança contemporânea inclusiva "Conatus - A Essência do Ser", nos 25 e 26 /10/14 sábado ás 20 horas e domingo ás 19 horas e a oficina de dança contemporanea no dia 26 das 9 as 12 horas no Teatro Municipal Santa Izabel situado na Praça Dom Joaquim 166 centro Diamantina - MG.
Estamos cedendo parte das cortesias gratuitamente a Instituições, Ong's e Escolas.
As cortesias deverão ser trocadas até 30 minutos antes do espetáculo(sujeito à lotação do teatro).
Para as vagas de oficina peço que os interessados enviem um email para:
producao.comunicacao@crepusculo.org.br<mailto:producao.comunicacao@crepusculo.org.br> enviando nome completo temos apenas 20 vagas. Gratuitas.segunda-feira, 8 de setembro de 2014
domingo, 22 de junho de 2014
sexta-feira, 6 de junho de 2014
sábado, 3 de maio de 2014
quarta-feira, 9 de abril de 2014
Série de shows celebra riqueza cultural do Vale em Belo Horizonte
14 ARTISTAS CELEBRAM MEIO SÉCULO DE RIQUEZA CULTURAL DO INTERIOR MINEIRO, DIAS 12 E 13 DE ABRIL NO MINASCENTRO
Série de shows comemora 30 anos do histórico “As Onhas do Jequi”, que projetou a cultura do Jequitinhonha nacionalmente, e os 20 anos de carreira de Pereira da Viola
Belo Horizonte revive em abril um momento histórico de reconhecimento da riqueza cultural do Vale do Jequitinhonha, trinta anos depois: o show “As Onhas do Jequi”, responsável por projetar estadual e nacionalmente a cultura de uma região, até então, lembrada apenas pelos baixos indicadores sociais.
A celebração reúne no mesmo palco, no Minascentro, no dia 12 de abril, todos os artistas que participaram do show original, realizado em 1984 no Grande Teatro do Palácio das Artes. O reencontro de Paulinho Pedra Azul, Tadeu Franco, Rubinho do Vale, Saulo Laranjeira, Frei Chico, Lira Marques, Gonzaga Medeiros e Tadeu Martins marca um momento de grande efervescência na produção cultural da região – simbolizado pela participação do Coral Vozes das Veredas, de Veredinha, representante da nova geração de talentos do Jequitinhonha.
Um segundo show, no domingo, 13 de abril, estreita as relações e ilustra as afinidades entre o Vale do Jequitinhonha e o Vale do Mucuri: em comemoração aos seus vinte anos de carreira, o violeiro Pereira da Viola recebe no palco do Minascentro a cantora Titane, o violeiro Wilson Dias, o cantor e compositor Josino Medina e o flautista Célio Sene para o show “Incelente Maravilha”.
As apresentações serão gravadas e darão origem a dois DVDs, como parte do projeto Quando o Jequitinhonha Canta e Dança. O evento é realizado pelo Valemais - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha e conta com o patrocínio da Petrobras.
Iniciado em fevereiro passado com o seminário “Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural”, em Araçuaí, o evento reuniu representantes de 42 cidades e de 78 entidades representativas em torno da estruturação de uma rede de cooperação cultural na região. Para selar o pacto, os participantes do seminário consolidaram os objetivos do grupo num documento batizado de Carta de Araçuaí.
As ações do projeto se completam, em maio, com uma exposição de fotografias de Vilmar Oliveira que recupera momentos marcantes dos últimos 30 anos da arte do Jequitinhonha, uma mostra de gravuras e quadros da artista plástica Marina Jardim e obras de artesãos da região.
Abaixo, a biografia resumida de cada uma das 14 atrações:
AS ONHAS DO JEQUI - 30 ANOS
Frei Chico
Holandês de nascimento, radicado no Brasil desde 1967, o frade franciscano devotou sua vida à religião e à cultura popular do Vale do Jequitinhonha, onde viveu por dez anos. Em três décadas de pesquisas, publicou sete livros e inúmeros artigos sobre os dois temas, com destaque para o “Dicionário da Religiosidade Popular”, um compêndio de 1.150 páginas lançado em 2013 pela editora Nossa Cultura, fruto de quatro décadas de pesquisas. Violonista, foi co-fundador (com Lira Marques) do coral Trovadores do Vale.
religiosidadepopular.uaivip.com.br
Gonzaga Medeiros
Poeta, contador de causos e declamador popular, Gonzaga Medeiros nasceu em Fronteira dos Vales, na divisa dos vales do Mucuri e Jequitinhonha. Foi um dos organizadores do Festival da Canção de Águas Formosas (de 1975 a 1977) e um dos apoiadores do Festivale - Festival de Cultura Popular do Jequitinhonha. Em 2013, lançou o CD “As Onhas do Jequí”, com 14 canções de sua autoria, parcerias e participações de Paulinho Pedra Azul, Saulo Laranjeira, Rubinho do Vale, Maurício Tizumba, Pereira da Viola, Wilson Dias, Carlos Farias, Saldanha Rolim, Tau Brasil, Lucinho Cruz e Marcela Veiga.
facebook.com/gonzaga.medeiros.1
Lira Marques
Artesã reconhecida, cofundadora (junto de Frei Chico, em 1970) do Coral Trovadores do Vale, Lira Marques é um ícone da cultura do Jequitinhonha. Há pelo menos quatro décadas dedica-se a uma intensa e extensa pesquisa, que daria origem a 250 fitas com cantigas de roda, cantigas de ninar, cantos de pedir esmola, cantos de beira-mar, cantos sobre a educação da criança, cantos de ofício e registros variados de sabedoria cotidiana (seja para remédios naturais ou rezas), no vasto universo da cultura popular.
acasa.org.br/autor/maria-lira-marques-borges
Paulinho Pedra Azul
Com 22 discos, 15 livros de poesia e um diário lançados, o cantor, compositor, pintor e desenhista comemora três décadas de carreira solo com o CD “Paulinho Pedra Azul – 30 anos”. Do início na vida artística, na década de 60, como membro do conjunto The Giants (cantando Beatles e Jovem Guarda em bailes, matinês e festas), aos dias atuais, Paulinho soma 500 mil discos e 100 mil livros vendidos.
facebook.com/paulinho.pedraazul
Rubinho do Vale
Da estreia em disco em 1982, com “Tropeiro de Cantigas”, até os dias de hoje, o cantor e compositor acumula outros sete discos “adultos” e mais oito voltados para o público infantil – um veio que explora desde 1990, tanto em carreira solo como em parceria com a musicista Cláudia Duarte. “Estrada”, seu trabalho mais recente, coroa três décadas de grande reconhecimento, com direito a títulos honoríficos e numerosas vitórias em festivais da canção.
Saulo Laranjeira
Ator, cantor, apresentador, compositor e humorista, Saulo Laranjeira destaca-se pela maestria de criar personagens legítimos, interpretar com personalidade belas canções e encantar o público com poemas e causos. Um incansável fomentador da cultura popular, é idealizador do programa de televisão “Arrumação” (Rede Minas) e do projeto “Caravana Arrumação”. Para 2014, prepara também uma turnê nacional com Elomar Figueira Mello e Rolando Boldrin.
facebook.com/saulo.laranjeira.9
Tadeu Franco
Natural de Itaobim, o cantor e compositor ganhou notoriedade nos anos 80, a partir da gravação (com a cantora Simone) da canção “Comunhão” para o disco “Missa dos Quilombos”, de Milton Nascimento. Em 1985, defendeu a canção “João Rosa”, de Nivaldo Ornelas e Murilo Antunes, no Festival dos Festivais, da Rede Globo. Suas composições foram gravadas por artistas como Sá e Guarabyra, Beto Guedes, Pena Branca e Xavantinho e Paulinho Pedra Azul.
Tadeu Martins
Escritor, cordelista e contador de causos, Tadeu Martins é um dos criadores do Festivale - Festival de Cultura Popular do Jequitinhonha, que em 2013 completou sua 30ª edição. Tem no currículo o CD de causos e poesias “Causos, Cordas e Cordéis”, textos de sua autoria em coletâneas de poesia como “Jequitinhonha - Antologia Poética I” e “Jequitinhonha - Antologia Poética II” e os livros de causos “Jogando Conversa Fora” e “Minas Gerais em Versos e Outras Prosas”.
facebook.com/tadeumartins.soares
Vozes das Veredas
Composto por 23 jovens entre 12 e 23 anos, o grupo regido por Tadeu Oliveira se dedica à coleta e registro do cancioneiro tradicional do Vale do Jequitinhonha, recolhido junto a familiares e moradores de comunidades rurais. Com 13 anos de existência e apresentações para plateias de até 10 mil pessoas, o coral tem no currículo o CD “Um Canto Novo Num Cantinho do Vale”, lançado em 2005.
facebook.com/pages/Coral-Vozes-das-Veredas/199362046758084
myspace.com/coralvozesdasveredas
INCELENTE MARAVILHA - 20 ANOS
Pereira da Viola
Cantor, compositor e violeiro, Pereira da Viola nasceu na Comunidade Quilombola de São Julião, distrito de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. Filho de pai sanfoneiro e mãe cantora de Folia de Reis e cantigas de roda, conserva em sua carreira as características marcantes da sua gente. Com cinco CDs autorais na carreira, coleciona participações em trabalhos coletivos expressivos no universo da viola, como “Violeiros do Brasil”, “Viva Viola”, “Viola Brasileira em Concerto”, “Carnaviola” e “Pote”, desdobrados em livro, CD ou DVD. O show “Incelente Maravilha” dará origem ao seu primeiro DVD solo.
facebook.com/pereiradaviolaoficial
Titane
Com seis discos lançados em três décadas, em uma carreira diversificada e de acentuado primor estético, Titane encanta pela simplicidade, o carisma e a admirável presença cênica. De timbre personalíssimo, alternando-se entre a obra de talentos emergentes ou artistas de renome nacional, é associada tanto à Vanguarda Paulista como à música regional ou à experimentação. Titane maneja referências da cultura popular, em especial o congado mineiro, de uma perspectiva contemporânea. Seu trabalho busca as interfaces da música com o corpo, em estreito diálogo com as artes cênicas.
Wilson Dias
Cantor, compositor e violeiro nascido em Olhos D’Água, Wilson Dias trouxe para a arte as benéficas influências da vida em comunidade, da cultura e da arte popular, em suas manifestações religiosas ou profanas. Um dos 12 violeiros escolhidos como destaque para representar os mais de 400 violeiros e violeiras do Festival Voa Viola, estampa em sua discografia oito álbuns em 17 anos carreira, com destaque para “Picuá”, de 2007, indicado ao Prêmio Tim de Música Brasileira. Seus trabalhos mais recentes em disco são “Viva Viola - Viva a Cantoria” e “Lume”, ambos de 2013.
facebook.com/wilson.diasvioleiro
Josino Medina
Poeta, cantador, compositor, instrumentista e arte-educador natural de Carlos Chagas, Josino Medina inicia sua trajetória musical com os festivais de música, na década de 1980, no Vale do Mucuri. Ainda nesta fase, inicia a parceria com Pereira da Viola, pesquisando a cultura popular, compondo e se apresentando em vários espaços e festivais. Um dos criadores do grupo Embaixadores da Lua, nos anos 90, é autor de trilhas para espetáculos teatrais e dedica-se a musicar poemas de autores como o educador e poeta Carlos Rodrigues Brandão e a poeta gaúcha Sônia Anja.
facebook.com/Josino-Medina/187180844680344?fref=ts
Célio Sene
Flautista e compositor, professor de flauta transversal e teoria musical, Célio Sene é natural de Borborema, no interior paulista. Participou das gravações dos discos “Viola Ética” e “Akpalô”, de Pereira da Viola. Integrante do Coral AABB-SP desde 1993, tem acompanhado o violeiro de São Julião em apresentações em shows e programas televisivos como “Viola, Minha Viola”, “Ensaio”, “Sr. Brasil” (todos na TV Cultura), “Célia e Celma” (Canal Rural) e “Gente Nossa” (Canal do Boi).
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www.facebook.com/InstitutoValemais
PARA SABER MAIS
valemaisjequitinhonha@gmail.com
SERVIÇO
O QUÊ:? Projeto Quando o Jequitinhonha Canta e Dança “As Onhas do Jequi - 30 Anos” (sáb., 12.abr) e “Incelente Maravilha - 20 Anos” (dom., 13.abr)
ONDE?: Minascentro - Av. Augusto de Lima, 768 - Centro - BH - MG | info: 31 9952-3054
QUANDO?: 12 de abril (“As Onhas do Jequi - 30 Anos”) e 13 de abril (“Incelente Maravilha - 20 Anos”), às 20h
QUANTO?: Antecipado a R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada); na hora, R$ 40 e R$ 20 (meia-entrada)
VENDA ANTECIPADA: Mercado das Flores: Av. Afonso Pena, 1.055 - 2ª a dom., das 10h às 18h
Online: www.sympla.com.br/valemais
INFORMAÇÕES ADICIONAIS À IMPRENSA E ENTREVISTAS COM OS ARTISTAS
Israel do Vale: israeldovale@uol.com.br / 31 9782-6558
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Grupo Guararás apresenta espetáculo de danças folclóricas em Diamantina
Com mais de dez anos de existência, apresentações nas mais importantes cidades do país e participações em grandes festivais de danças folclóricas em Israel, Alemanha e Romênia, o Grupo de Danças Folclóricas Guararás se apresenta nesta semana em Diamantina.
Os 25 integrantes do grupo apresentarão no Teatro Santa Izabel o espetáculo “Festa ao Menino Deus” que resgata o ciclo natalino do folclore brasileiro por meio de cenas coreografadas inspiradas na Folia de Reis, no Bumba Meu Boi e busca referências nos folguedos e danças típicas como Coco Alagoano, Fandango, Caboclinhos, Carneiros e o Retumbão. Este espetáculo fez parte da Campanha de Popularização de Teatro e da Dança de Belo Horizonte deste ano, quando o grupo se apresentou no Grande Teatro do Palácio das Artes.
O espetáculo faz parte da programação cultural do VI Encontro de Educação Física da UFVJM. O Grupo belorizontino fará uma apresentação exclusiva para os inscritos no evento às 19 horas e uma exibição extra às 21 horas para comunidade diamantinense.
Serviço:
Espetáculo de dança do Grupo Guararás.
Dia 01/12/2012 – sábado
19 horas e 21 horas
Ingressos: Os ingressos gratuitos podem ser retirados no Departamento de Educação Física da UFVJM, Rua da Glória 187 (portaria de cima), campus I, nos dias 29 e 30/11 no horário de 8 às 12 horas e 14 às 18 horas.
Informações: encontroef@ufvjm.edu.br ou (38) 3532-6097
terça-feira, 4 de setembro de 2012
terça-feira, 24 de julho de 2012
Hoje tem Rui Moreira no Festival de Inverno
Original de São Paulo, está radicado em Belo Horizonte desde 1984. A carreira deste bailarino intérprete e coreógrafo tem inicio em 1979 e é fortemente marcada por sua participação no Grupo Corpo, de Minas Gerais, nas companhias paulistanas Cisne Negro e Balé da Cidade de São Paulo e também por ser co-fundador da Cia. SeráQuê?. Dedica-se atualmente à desenvolver criações a partir de pesquisas de linguagens cênicas tendo como mote principal as culturas brasileiras. Construindo repertório como coreógrafo e como intérprete criador interage com atores, músicos, bailarinos, dançarinos populares, de street dance, poetas, vídeo makers, Djs, materializando uma linguagem gestual contemporânea. A formação artística de Rui Moreira mescla a formação de dança acadêmica (dança clássica e moderna) com o interesse pelas manifestações populares; trabalhou com representativos elencos e criadores no Brasil e em outros países, seja com as companhias e os agrupamentos artísticos do qual fez parte ou como resultado de pesquisas e encontros sazonais com mestres populares.
Além da bem sucedida e premiada trajetória como artista intérprete criador, fez a curadoria da Mostra de Dança Contemporânea Telemig Celular Arte em Movimento (2004) e do FAN - Festival Internacional de Arte Negra (2003, 2005/2006, 2007 e 2009), promovido pela prefeitura de Belo Horizonte. Participou do grupo de trabalho que redigiu a CBO - Classificação Brasileira de Ocupações da dança realizada pela faculdade de educação de Campinas – UNICAMP, foi escolhido em assembleias setorial de dança para representar Minas Gerais na composição da Câmara Setorial de Dança proposta pelo MinC/ Funarte para levantar dados para a implantação de um Plano Nacional de Cultura. Integra a Associação SeráQuê Cultural da qual é um dos fundadores. Entre as atividades da instituição está a concepção e execução de projetos de sensibilização e formação artística direcionados a todas as idades e a implantação de um Ponto de Cultura no bairro Lagoinha, ação desenvolvida com a parceria do MinC através do programa Cultura Viva.
Clique aqui para conferir a programação do Festival de Inverno da UFMG
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Diamantinense Evandro Passos vai integrar Conselho internacional de dança da Unesco
Fonte: Divirta-se – UAI – clique aqui
Nascido em Diamantina, Evandro Passos chegou a Belo Horizonte com 16 anos. Seu programa preferido era frequentar as portas dos teatro. Ficava do lado de fora porque ainda não tinha dinheiro para o ingresso. Certa vez, na entrada do Palácio das Artes, foi convidado a fazer um teste por Geraldo Vidigal, do Grupo Folclórico Aruanda. Aceitou, entrou, aprendeu danças folclóricas e recebeu convites para outros trabalhos, quando começou a expandir horizontes.
Nessa época, meados dos anos 1970, surgiu em BH o hábito de as academias de dança oferecerem bolsas a homens, que eram escassos nesse mercado. Evandro aproveitou todas as oportunidades. Aprendeu e treinou diversas modalidades, passou por diferentes companhias e professores e também participou de todas as oficinas que passaram pela cidade. Uma delas, da coreógrafa Marlene Silva, que abriu a primeira academia de dança afro da capital. Evandro foi conhecer e decidiu: era o que faria. “Era 1977 e quando vi aquilo quis me especializar”, recorda.
Certo dia, o Sindicato dos Bancários precisava de uma apresentação voltada para a cultura negra. O diretor cultural chamou Evandro, que abriu inscrições, reuniu 15 pessoas e montou uma coreografia. Foi um sucesso. Por conta disso, o diretor Gilson Fubá ofereceu o espaço para Evandro Passos criar um grupo e ter um local de ensaios.
Esse empurrãozinho faria nascer, em 1982, o Grupo Bataka, especializado em dança afro. Trinta anos depois e com dezenas de bailarinos tendo passado pela companhia, saiu o estatuto da Bataka, que se tornou uma associação sociocultural. “A gente vem dando aulas de dança afro e folclórica na escolas, fazendo interlocução com música e artes plásticas. Decidimos ampliar e registramos. Mas o mote ainda é a dança. Estamos dando formação de professores, trabalhando muito com a Secretaria Municipal de Educação. Queremos patrocinar o pessoal que trabalha a cultura afro nas escolas”, avisa Evandro.
Paralelamente, Evandro é ator. Estudou arte cênicas e já participou de novelas, minisséries e espetáculos teatrais. Recusa-se a ver a dança como arte única.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Festival Internacional de Folclore em Diamantina
O cartaz informa que esse evento acontece em Diamantina neste fim de semana ( 04 e 05 de maio)
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sábado, 17 de março de 2012
Veja fotos da gravação da Dança da Galera
Texto e fotos: rogéio Adriano
A gravação do quadro, manhã deste sábado, contou com a participação de mais de mil pessoas de idade acima de 14 anos, além de espectadores que foram assistir. Amúsica escolhida para a coreografia, que começou com a formação de uma locomotiva, foi Maria Maria de Milton Nascimento. Diamantina concorre com mais três cidades no quadro do programa Domingão do Faustão. A cidade vencedora será escolhida em votação aberta via mensagem de celular e internet. A cidade vencedora poderá escolher um projeto social para ser beneficiado.


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