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domingo, 2 de novembro de 2014

2ª Semana do Produtor Rural – UFVJM / Diamantagro 2014

Cartaz

Na 66ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, o ano de 2014 foi formalmente declarado o “Ano Internacional da Agricultura Familiar”. É uma iniciativa promovida pelo Fórum Rural Mundial e tem como lema “Alimentar o Mundo, cuidar do Planeta”. Visa destacar o perfil da agricultura familiar e dos pequenos agricultores, focalizando a atenção mundial em seu importante papel no alívio da fome e da pobreza, no impulso das economias locais, na provisão de segurança alimentar e nutrição, na melhora dos meios de subsistência e na gestão dos recursos naturais e proteção do meio ambiente.

Com o objetivo de colaborar com as ações previstas no “Ano Internacional da Agricultura Familiar”, a Faculdade de Ciências Agrárias (FCA) da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), juntamente com o SEBRAE, EMATER, SEDINOR/IDENE e AGÊNCIA INOVALES, realizará a 2ª Semana do Produtor Rural da UFVJM – DIAMANTAGRO 2014, direcionado aos agricultores familiares do Vale do Jequitinhonha e região. O objetivo principal do evento será divulgar e incentivar o uso de técnicas e tecnologias que contribuam para o aumento da produtividade agropecuária para melhoria da gestão das atividades rurais, aumento da conservação ambiental e melhoria da qualidade de vida de produtores rurais e agricultores familiares.

A 2ª Semana do Produtor Rural da UFVJM - DIAMANTAGRO acontecerá nos dias 5, 6 e 7 de novembro de 2014 e terá como tema SEGURANÇA ALIMENTAR E PRODUÇÃO SUSTENTÁVEL. Serão realizados cursos e palestra nas diversas áreas do conhecimento, em especial, de Ciências Agrárias, ministrados por professores, técnicos e alunos de pós-graduação da UFVJM e por técnicos da EMATER. As atividades didáticas e as exposições ocorrerão nas salas de aula, nos laboratórios e nas áreas experimentais e de produção no Campus JK (Diamantina, MG), assim como e na Fazenda Rio Manso, em Couto Magalhães de Minas, MG.

 

Programação

 

05 de Novembro de 2014

A partir das

08:00h

Credenciamento*

 

UFVJM CAMPUS JK

09:30 às 12:00h

Abertura oficial

14:00 às 18:00h

Cursos, seminário, palestras, exposições ** (fazendinha, estandes institucionais e comerciais)

06 e 07 de Novembro de 2014

08:00 às 18:00h

Cursos, seminário, palestras, exposições (fazendinha, estandes institucionais e comerciais)

UFVJM CAMPUS JK

 

 

INSCRIÇÕES

 

As inscrições serão realizadas até o 03/11/2014 pelo site sgea.ufvjm.edu.br/diamantagro2014

OBS: Poderão ser realizadas inscrições no dia do evento, contudo não é possível garantir vaga nos cursos

 

Taxas de Inscrição:

Categoria

Pagamentos até 03/11

*Produtor Rural

R$ 50,00

**Estudantes de Escola Família Agrícola

R$ 50,00

**Estudantes de Escola Agrotécnica

R$ 50,00

Outros

R$ 100,00

*A inscrição nesta categoria que for realizada pessoalmente nos escritórios da EMATER, com parceria com a organização do evento, será isenta de todas as taxas.
**A inscrição nesta categoria que for realizada pessoalmente nas Escolas de Família Agrícola e Escolas Agrotécnicas com parceria com a organização do evento, serão isentas de todas as taxas.

 

 

 

CURSOS:

 

ADMINISTRAÇÃO, ANÁLISE DE CUSTOS E DESENVOLVIMENTO RURAL

 

Código 1. Associativismo e Gestão Social

Código 2. Planejamento da Produção de Hortaliças

Código 58. Cooperativismo

 

AGREOLOGIA

 

Código 3. Agroecologia

Código 4. Normas Técnicas para Produção de Alimentos Orgânicos e Produção de Biofertilizantes

 

ALIMENTOS E ALIMENTAÇÃO ANIMAL

 

Código 5. Como fazer ração para animais no campo

Código 6. Suplementação de Bovinos de Corte

Código 7. Utilização de Alimentos Alternativos na Dieta de Ovinos de Corte

 

APICULTURA (CRIAÇÃO DE ABELHAS)

 

Código 8. Apicultura geral

 

AVICULTURA

 

Código 9. Manejo Sanitário em Criação de Aves Caipiras

 

BOVINOCULTURA

 

 Código 10. Acasalamento de Bovinos de Corte

Codígo 11. Higiene na Ordenha e Qualidade do Leite

Código 12. Mastite: importância, prevenção e controle

Código 13. Planejamento nutricional para fêmeas de reposição em bovinos de corte

Código 14. Principais Doenças de Bovinos Leiteiros: Controle, Prevenção e Tratamentos

Código 15. Reprodução de Bovinos Leiteiros

 

CAFEICULTURA

 

Código 16. Viveiro e Produção de Mudas de Café

 

CONTROLE DE PRAGAS

 

Código 17. Biologia e Controle de Roedores

Código 18. Calda de Fumo e Calda de Leite Cru para Controle de Pragas em Plantas

Código 19. Calda Pasta Bordalesa e Calda Viçosa para Controle de Doenças de Plantas

Código 20. Controle Biológico de Pragas

Código 21. Controle de Formigas Cortadeiras

Código 22. Identificação e controle de plantas daninhas em pastagens

Código 23. Tecnologia de Aplicação de Herbicidas 

 

CULTIVO DE FLORES E PLANTAS ORNAMENTAIS

 

Código 24. Produção Comercial de Crisântemos

Código 25. Produção Comercial de Mudas de Roseiras

 

EQUIDEOCULTURA

 

Código 26. Não Compre Gato por Lebre, Saiba Como Identificar a Idade Aproximada do Cavalo

 

FRUTICULTURA

 

Código 27. Cultivo de Abacaxizeiro

Código 28. Cultivo de Pitaia

Código 29. Técnica para Cultivo de Pequenas Frutas

 

HIDRÁULICA E IRRIGAÇÃO

 

Código 30. Irrigação Localizada em Fruteiras

Código 31. Manejo da irrigação: como, quando e onde irrigar

 

HORTICULTURA

 

Código 32. Produção de Mudas de Hortaliças

 

LICENCIAMENTO E SERVIÇOS AMBIENTAIS

 

Código 33. Noções de Gestão de Recursos Hídricos

Código 34. Proteção, Controle e Recuperação de Nascentes

 

MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA

 

Código 35. Regulagens de Adubadora-Semeadora para Plantio Direto

 

PASTAGEM

 

Código 36. Pastejo Rotacionado

 

PISCICULTURA (CRIAÇÃO DE PEIXES)

 

Código 37. Construção de Tanques e Tanques-rede da Piscicultura

Código 38. Cultivo e Melhoramento de Tilápia

Código 39. Despesca e Beneficiamento de Pescados

Código 40. Manejo Alimentar na Piscicultura

Código 41. Piscicultura Geral

 

PREVENÇÃO DE ACIDENTES

 

Código 42. Segurança no Trabalho no Setor Florestal

 

PROCESSAMENTO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL E VEGETAL

 

Código 43. Boas Práticas de Fabricação de Queijo

Código 44. Elaboração de Massa de Tomate e Catchup

Código 45. Elaboração de Picles em Vinagre

Código 46. Fabricação de Cachaça de Alambique com Alto Padrão de Qualidade

 

SAÚDE NO CAMPO

 

Código 47. Homeopatia na Agricultura, Veterinária, Água e Solo

 

SILVICULTURA

 

Código 48. Alternativas de Uso da Madeira de Eucalipto

Código 49. Formas alternativas de plantio de eucalipto em propriedades rurais: o fazendeiro florestal

Código 50. Métodos para Estimar o Volume Comercial da Madeira

Código 51. Produção de Mudas de Espécies Nativas

Código 52. Produção de Mudas de Eucalipto

Código 53. Tratamento de Mourões de Eucalipto na Propriedade Rural

Código 54. Tratamento de Mourões de Eucalipto na Propriedade Rural

 

TÉCNICAS DE CULTIVO PARA PLANTAS

 

Código 55. Hidroponia: Teoria e Prática

 

TRATAMENTO DE RESÍDUOS

 

Código 56. Compostagem

 

TURISMO RURAL

 

Código 56. Introdução ao Turismo de Base Comunitária

 

 Cartaz 2014

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Reitor da UFVJM divulga manifesto pró-Dilma

 

M A N I F E S T O

Estamos vivendo um momento crucial para o futuro de nosso país e para o povo da nossa região. Na perspectiva da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), nossa região abrange o Vale do Jequitinhonha, o Vale do Mucuri, o Norte de Minas, o Noroeste de Minas Gerais.

Essas regiões de Minas, depois de 500 anos de abandono, receberam a especial atenção dos Presidentes Lula da Silva e Dilma Rousseff, não apenas resgatando milhões de Mineiros da miséria, promovendo a atenção à saúde do povo com o “programa Mais Médicos”, mas também, implantando Campus Universitário e Campus de Institutos Federais de Educação Tecnológica nesses territórios.

Sim, a UFVJM está, hoje, nesses 4 territórios com Campus em Diamantina, Teófilo Otoni, Janaúba e Unaí. O Plano de Desenvolvimento Institucional da UFVJM prevê a implantação de Campus nas cidades de Almenara, Araçuaí, Capelinha e Nanuque. Estamos certos que outras cidades de toda essa região que abrange a metade norte do Estado de Minas Gerais serão também beneficiadas com a implantação de novas unidades universitárias dentro do projeto de expansão e interiorização do ensino superior público de qualidade do Governo Dilma Rousseff.

Pelo exposto, temos o dever de conclamar os cidadãos de cada cidade dos nossos territórios a promover, pela soberania do seu voto, a reeleição da Presidenta Dilma Rousseff, pois assim estaremos seguros que o progresso da nossa região seguirá seu curso, sem nenhum retrocesso, sem nenhuma interrupção.

Reeleger a Presidenta Dilma se manifesta como um ato de reconhecimento pelos seus feitos a favor de nossa gente e a favor da nossa região e, muito mais, de assegurar a ampliação da oferta de vagas na UFVJM e nos Institutos Federais de Educação Tecnológica para os nossos jovens, e de assegurar a manutenção e ampliação dos programas sociais essenciais para uma vida digna de toda a população do Jequitinhonha, Mucuri, Norte e Noroeste de Minas Gerais.

A Educação é o caminho mais curto para a Liberdade!

Prof. Pedro Angelo Almeida Abreu é o atual reitor da UFVJM

Mostra de Projetos Culturais da UFVJM

Cartaz_web_MOSTRA

A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proexc) divulga a programação da Mostra de Projetos Culturais da UFVJM, que será realizada no período de 19 de outubro a 1º de novembro de 2014. Estão previstas ações a serem realizadas no campus I e nocampus JK; e em espaços da cidade de Diamantina.

A Mostra contemplará ações já registradas na Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, sejam aquelas apoiadas pelos editais da Proexc (Pibex, Procarte, Extensão em Interface com a Pesquisa) como as que não recebem auxílio financeiro. O evento conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Diamantina.

Programação

19/10, domingo

Cine Mercúrio (exibição do filme “O pequeno Nicolau” + debate)

Local: Teatro Municipal Santa Izabel

Horário: 15h

Coordenação: Prof.ª Lilian Godoy (FIH/UFVJM)

 

22/10, quarta-feira

Aula pública: Políticas e Práticas de Patrimônio Cultural

Local: Mercado Velho de Diamantina

Horário: 14h às 18h

Programação: Abertura: Música (14h às 14h20); Mesa-redonda (14h30 às 15h30); Oficinas (15h30 às 16h30); Histórias / Fotografias / Música; Coffe Break (16h30); Feira de trocas (a partir das 17h)

Coordenação: Prof.ª Elizabeth Seabra (FIH/UFVJM)

 

24/10, sexta-feira e 25/10, sábado

Transformarte: Remontando a vida pela arte da reciclagem

Local: Mercado Velho Diamantina

Horário: 24/10, sexta, 19h às 21h30 / 25/10, sábado, 9h às 12h

Coordenação: Prof. Antônio Moacir Lima (FCBS/UFVJM)

 

29/10 a 31/10, quarta a sexta-feira

Meu Shakespeare: adaptação de obras literárias para os quadrinhos (oficina)

Local: Campus I da UFVJM (Rua da Glória, 187, Centro)

Horário: 14h às 17h

Para se inscrever, os interessados devem enviar um email para: meu.shakespeare@gmail.com

Coordenação: Prof.ª Erika Vieira (FIH/UFVJM)

 

29/10, quarta-feira

Quarta Cultural: apresentações musicais

Local: Praça de Serviços, Campus JK, da UFVJM

Horário: 12h às 14h; 17h30 às 19h

Coordenação: Renato Oliveira (Proexc/UFVJM)

 

30/10, quinta-feira

Projetos Disco & Café Literário (apresentação de jazz + mesa-redonda): “Literatura & Música em ‘El Perseguidor’ (1959), de Julio Cortázar (1914-1984)

Local: Teatro Municipal Santa Izabel

Horário: 20h (retirar senhas com 1 hora de antecedência)

Coordenação: Prof.as Antonia Cabrera Muñoz e Melissa Böechat (FIH/UFVJM)

 

1º/11, sábado

I Mostra de Ginástica para Todos: possibilidades do corpo

Local: Laboratório de Ginásticas, Prédio de Educação Física, Campus JK

Horário: 9h

Coordenação: Prof.ª Priscila Lopes (FCBS/UFVJM)

Teatro cantado Quatro Gerações: Comunidade de Capivari/Serro

Local: Anfiteatro do Campus I da UFVJM (Rua da Glória, 187, Centro)

Horário: 15h

Coordenação: Prof. Alexandro Rocha (FCA/UFVJM)

Cine Mercúrio (exibição do filme “O Amor nos Tempos do Cólera” + debate)

Local: Mocrico (rua Antônio Edílio Duarte, 12, Rio Grande)

Horário: 19h

Coordenação: Prof.ª Lilian Godoy (FIH/UFVJM)

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

“O que não tem conserto nem nunca terá?”

Texto de Silvio Diogo, publicado no UFVJM Debate (clique aqui)

Infelizmente o assunto não é novo. Na noite de ontem, 1º de outubro de 2014, um carro capotou na primeira curva à esquerda após a saída do campus JK da UFVJM em direção a Diamantina. Tempo chuvoso, pista molhada, cerração. Tentativa de ultrapassagem em local nitidamente impróprio. O atendente da Polícia Militar, que responde à chamada via 190, informa que é necessário saber se há vítimas. Mas como, se o carro caiu na ribanceira? Mais uma tentativa, e o atendente desliga o telefone. O descaso no socorro às vítimas é um capítulo dessa história que se arrasta sem mudança de atitude por parte dos responsáveis.

Em uma perspectiva de curto prazo, campanhas de educação de trânsito talvez tivessem efeitos positivos entre a comunidade universitária. O saber acadêmico, nesse sentido, não garante nada quando o assunto é o tráfego de veículos, o excesso de velocidade, a pressa, a imprudência.

No entanto, há questões mais complexas. O campus JK (ou campus II) da Universidade está construído na região da Serra dos Cristais, sob tombamento do Iepha (Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais). Conforme notícia veiculada pela Assessoria de Comunicação do Ministério Público de Minas Gerais, “o tombamento [da Serra dos Cristais] foi uma exigência da Unesco para conferir à Diamantina o título de Patrimônio Cultural da Humanidade”.

Ocorre que o tombamento foi oficialmente aprovado pelo Conselho Estadual do Patrimônio Cultural (Conep) em 19 de novembro de 2010 — posteriormente, portanto, à instalação docampus JK em Diamantina.

A criação da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) foi publicada no Diário Oficial da União em 08 de setembro de 2005, mas as primeiras instalações docampus II — quando a instituição ainda se chamava Fafeid (Faculdades Federais Integradas de Diamantina) — haviam sido inauguradas em 05 de julho de 2001.

Do outro lado do embate, porém, já no ano 2000 o Conjunto Paisagístico da Serra dos Cristais havia passado por um processo de tombamento provisório pelo Iepha/MG, em virtude de a área abrigar “nascentes, represas, mirantes, praças, cruzeiros, uma igreja e um importante trecho histórico calçado com pedras, o Caminho dos Escravos”. Em matéria veiculada em 2010, informa-se que o tombamento era justificado pelo fato de que “o bem se encaixa no conceito de paisagem cultural, uma vez que desempenha grande importância na formação da identidade local e regional e na composição da paisagem de Diamantina”.

Em um exercício retrospectivo, portanto, compreende-se que a decisão de construir o campusda UFVJM no alto da Serra dos Cristais representou sim, àquela altura, um equívoco histórico, urbanístico, ambiental. Na reportagem citada, de 2010, lê-se: “Já no início de 1990, procurou-se dar à serra uma proteção oficial municipal: a Lei nº 2062, de 15 de setembro de 1993, revogada em 1996, proibia o estabelecimento de edificações sobre as paisagens naturais notáveis da cidade de Diamantina. Eram consideradas paisagens naturais notáveis ‘toda a extensão da Serra do Rio Grande, do sopé ao cume que dá vista para a cidade, conforme área a ser demarcada por cartografia pelo Poder Público’.”

O fato, porém, é que estamos em 2014, com a Universidade em pleno funcionamento, com o tráfego diário e constante de estudantes, técnicos, professores, funcionários terceirizados, trabalhadores das obras, usuários das clínicas e beneficiários de ações de extensão etc.

É a partir do contexto atual, portanto, que as decisões devem ser pautadas. A população que trafega constantemente nesse trajeto de alto risco, seja por transporte público ou individual, necessita que medidas eficazes sejam tomadas. Novos acidentes são apenas questão de tempo.

As decisões dos agentes públicos precisam ser pactuadas. É preciso rever as restrições da Rodovia MGT 367, no sentido de considerar-se o trajeto como via de perímetro urbano. Tal alteração da categoria do trecho é incontornável no sentido de implementação de melhorias urbanas que, por seu turno, entrarão em conflito com aspectos do tombamento.

Questões polêmicas apresentam-se: a iluminação noturna, com postes de luz ao longo de todo o percurso, seria de importância fundamental para a melhoria das condições de tráfego, tendo em vista a constante neblina e cerração, mas não é condizente com a paisagem da Serra, vista de Diamantina. O que é mais importante nesse ponto? A qualidade da vista da Serra ou a qualidade de vida de quem precisa ir ao campus e voltar, à noite?

A abertura de faixas de acostamento, ciclovias, calçadas para a prática de caminhadas e para a circulação de pedestres teria também impactos sobre a Serra, mas vem novamente a pergunta: o que é prioridade?

Não se pense que se trata apenas de um debate sobre recursos financeiros. Este é um dos aspectos. Trata-se antes de vontade política, de consciência sobre os perigos iminentes que já se fazem realidade no trânsito constante entre o campus JK e o núcleo urbano de Diamantina.

A Universidade deve assumir, certamente, sua parte de responsabilidade sobre o problema, agravado por sua própria implantação. Deveria arcar com os custos, no caso do transporte coletivo que atende sobretudo estudantes e funcionários terceirizados, da compra de ônibus novos, em pactuação com a Prefeitura, o governo do Estado, emendas parlamentares — e reservar o processo licitatório apenas ao serviço do transporte público (como é feito, aliás, com as cantinas ou restaurantes que atendem dentro do campus JK; as empresas realizam apenas o serviço em instalações construídas com verba da UFVJM).

Também é necessário que a Universidade responda às exigências do Ministério Público e da Superintendência Regional de Meio Ambiente no tocante aos processos erosivos que contribuem para “o assoreamento do Córrego do Chacrinha, que deságua no Córrego da Roda e em seguida no Córrego Soberbo, formando a Cachoeira dos Cristais [no interior do Parque Estadual do Biribiri]” (link).

São questões complexas que envolvem pactuação, isto é, responsabilidade partilhada dos agentes públicos, com o horizonte de uma convivência possível entre a população da cidade de Diamantina, a Universidade e a região da Serra dos Cristais.

*Silvio Diogo é jornalista e técnico-administrativo na UFVJM; trabalha como produtor cultural na Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proexc).

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

MP recomenda que Universidade em Diamantina tome medidas para evitar danos ambientais

Fonte: Estado de Minas (clique aqui)

Segundo o Ministério Público, o Campus da UFVJM foi implantado vizinho ao Parque Estadual do Biribiri e está causando processos erosivos do solo da área

O Ministério Público Federal recomendou à Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) a adoção de medidas para que seja feita a correção dos danos ambientais que estão sendo causadas ao Parque Estadual de Biribiri, unidade de proteção integral que integra a Reserva da Biosfera do Espinhaço.

Segundo o MPF, o campus da UFVJM em Diamantina/MG, na região central do estado, foi implantado vizinho ao parque, no trecho em que ambos margeiam, a leste e oeste, a BR-367, na altura do km 582. Desde 2012, órgãos ambientais estaduais vêm detectando a ocorrência de processos erosivos do solo na área do campus, nas proximidades da antiga estação de tratamento de esgoto.

De acordo com fiscais do Instituto Estadual de Florestas (IEF) de Minas Gerais, a erosão decorre da inexistência de uma rede de drenagem pluvial adequada. Com isso, areia e terra decorrentes desse processo erosivo são carreadas para o interior do parque, o que provoca o assoreamento do Córrego do Chacrinha, que deságua no Córrego da Roda e em seguida no Córrego Soberbo, formando a Cachoeira dos Cristais, um dos principais pontos de visitação turística da unidade.

Segundo o Ministério Público, em fevereiro de 2012, foi lavrado auto de infração contra a Universidade. No decorrer de 2013, fiscais do IEF fizeram várias diligências no local e constataram que as intervenções promovidas pela universidade após a autuação não tiveram resultados efetivos. Em novembro do ano passado, os fiscais identificaram que o Córrego do Chacrinha estava extremamente assoreado devido à falta de medidas que evitassem essa situação.

Em julho deste ano, nova vistoria, desta vez realizada pelo Núcleo Regional de Fiscalização Ambiental do Jequitinhonha (Nufis-Jeq), constatou que as obras destinadas à drenagem pluvial dentro da área do campus ainda não foram concluídas e as consequências podem ser vistas na continuidade do processo erosivo dentro do próprio campus.

O relatório registra que a pavimentação e a construção de edificações no campus levaram ao aumento progressivo da área impermeabilizada, causando o aumento significativo do volume de água das chuvas, e a consequente ineficiência das estruturas de captação e condução, que foram projetadas para absorver carga hidráulica menor.

Para o MPF, o quadro, que já é preocupante, tende a se agravar com a temporada de chuvas, o que impõe a adoção imediata de medidas, pela universidade, para fazer cessar em definitivo os impactos negativos sobre a unidade de conservação. O MPF deu prazo de 10 dias para que a UFVJM informe as providências adotadas para dar cumprimento à recomendação.

O em.com.br entrou em contato com a universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e aguarda o posicionamento da instituição sobre o caso.

Curso de História da UFVJM realiza o seminário “Ditaduras Latino-americanas: entre História e Memória

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Aprenda a produzir sua própria cerveja

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Quer aprender a produzir a sua própria cerveja em casa? A Avanço Projetos e Consultoria te ensina a fazer isso!

O módulo prático do minicurso, será no dia 12 de Julho, sábado, no Laboratório de Segurança Alimentar, Departamento de Nutrição, Campus JK (Rodovia MGT 367, Km 583, nº 5000, Alto da Jacuba, Diamantina/MG) e  terá duração de 8 horas, onde o aluno poderá participar de todo o processo de produção da cerveja artesanal. Após 30 dias, o participante levará uma garrafa personalizada da cerveja produzida para casa.

O valor do investimento inclui:
- Certificado de participação no evento
- Apostila teórica
- Uma garrafa de cerveja ao final do processo (30 dias)
- Refeição
Mais informações:
avancoej.eventos@gmail.com
avancoej.eventos@gmail.com
http://avancoej.wix.com/avancoej/
Escritório da Avanço: Sala 350 Prédio ICT Campus JK (Rodovia MGT 367, Km 583, nº 5000, Alto da Jacuba, Diamantina/MG).

domingo, 1 de junho de 2014

Estudantes da UFVJM ocupam moradia inacabada em Diamantina

Fontes: Jornal Estado de MInas ( Clique aqui) Blog Diamantina On LIne (Clique aqui)

Estudantes da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), em Diamantina, ocuparam, ontem de madrugada, apartamentos da moradia estudantil, cuja construção está emperrada há um ano e meio. O grupo alega que parte do alojamento está pronta para receber quem precisa do benefício. A maioria dos prédios teve a construção interrompida pela metade, e outros estão em fase inicial de obras. Mesmo sem condições mínimas de estrutura, como água encanada e luz, os alunos não pretendem deixar o local, no Bairro Cidade Nova, na periferia da cidade, e aguardam um posicionamento da reitoria.

O imbróglio da moradia estudantil começou em 29 de setembro de 2011, quando foi lançado o edital para a construção dos prédios três, quatro e cinco, referentes aos dormitórios. O projeto inclui, ainda, uma área de convivência, com restaurante e biblioteca. O valor máximo da obra foi estipulado em R$ 14,5 milhões. Documentos postados em abril, em um blog que acompanha as obras paradas na universidade, mostram que, um mês depois da abertura da licitação, cinco empresas se candidataram, saindo vencedora de um contrato de 20 meses, a Baracho e Souza Engenharia.

O edital 13/2011 determinava a conclusão no prazo de 12 meses, a partir do início das obras. Mas de acordo com os estudantes, as obras estão paradas desde dezembro de 2012 e, ao que tudo indica, por causa de um desacerto de contas. O blog divulgou nota da UFVJM, de janeiro do ano passado, informando que todos os serviços executados pela empresa contratada foram pagos. Já a empreiteira, também por meio de nota na mesma época, disse que recebeu dinheiro por um contrato, mas pelo menos outros sete estavam pendentes e, por isso, não seria possível continuar as obras.

PAGAMENTO Aluno do 3º período do curso de humanidades, Dênis James conta que eles procuraram a empresa, mas ela teria fechado o escritório de representação em Diamantina. “A Baracho diz que recebeu pela moradia estudantil, mas não continuou a construção por falta de pagamento de outras obras. A universidade, por sua vez, argumenta que, juridicamente, se pagou por uma parte, não podem deixar o serviço por causa de outra”, relata. Pelo projeto arquitetônico, serão construídos mil apartamentos, todos individuais, em prédios de três andares.

Cerca de 40 alunos entraram nos apartamentos às 4h de ontem. Eles passaram o sábado organizando “a futura casa” e formando comissões. Os apartamentos prontos, já pintados, têm capacidade para abrigar de 160 a 180 estudantes. A luz para ligar os eletrodomésticos foi puxada do canteiro de obras – o mesmo recurso seria usado para os apartamentos. O grupo tentava também levar a água encanada que abastecia a obra. Durante a manhã, a água foi carregada em baldes para que a limpeza pudesse ser feita.

Aluna do 10º período de agronomia, Maíra Santiago conta que, como as obras estão embargadas, será preciso fazer nova licitação para contratar outra empresa. Ela relata que a primeira ocupação, que motivou a ação de ontem, foi simbólica e ocorreu em abril, nas ruínas do restaurante universitário, outra obra parada. “Ficaremos aqui, porque esse é um direito nosso e a reitoria está fazendo pouco caso. Todos os setores de assistência estudantil estão precários e muitos estudantes estão tendo de largar a universidade por não terem condições de pagar os aluguéis cobrados na cidade”, afirma.

O reitor da universidade, professor Pedro Ângelo Almeida Abreu, informou que, amanhã, a instituição entrará com uma ação de reintegração de posse para que os estudantes sejam retirados do local. “As moradias não estão prontas. Mesmo na parte mais adiantada, os prédios não têm instalações de água e luz”, argumenta. Segundo ele, a construtora parou a execução das obras depois que a universidade suspendeu o pagamento de outras construções, “por má qualidade do serviço.” Ainda segundo o reitor, a construtora foi multada e outra empresa está sendo contratada, por meio de licitação, para terminar os prédios. Ao todo, serão 900 quartos individuais, com estrutura de lavanderia, restaurante e sala de inclusão digital.

 

LEIA A CARTA MANIFESTO DOS ESTUDANTES DA UFVJM

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Justiça absolve Reitor e Vice-Reitor da UFVJM

 

O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO NINGUÉM ESTÁ ACIMA DA LEI!

A justiça foi feita!

Com essa frase poderíamos encerrar o episódio da condenação indevida do Reitor e do Vice-reitor da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM pela justiça eleitoral. No entanto, pelo significado da condenação indevida, da sua repercussão e do que poderia ter motivado essa condenação devem, os inocentados, se manifestar sobre o episódio como um todo e repercuti-lo no meio social e acadêmico.

A condenação das autoridades máximas da UFVJM foi matéria de jornais de grande circulação do Estado de Minas Gerais e de jornais da região onde vivem essas duas autoridades. Ah sim, apesar da notoriedade fria e impessoal dos cargos seus titulares são pessoas, têm nomes, têm famílias, têm consciência e sentimentos, dos quais a dor da indignação e a dor pela injustiça.

Promover a condenação e o apedrejamento moral de autoridades neste amado Brasil tornou-se a motivação de audiência da mídia, sendo matérias bombásticas para o deleite de imenso público que faz repercutir maledicências pela Web. A notícia de que fomos inocentados não é bombástica e, portanto, os mesmos jornais não quererão publicá-la e tampouco a boa-nova será divulgada na Web, mas o passivo da dor e da imagem arranhada jamais será reparado.

Ainda assim estamos felizes, muito felizes, pois foi reconhecida a nossa convicção de que agimos segundo a lei, em defesa da lei, a favor da nossa instituição, no zelo e respeito aos nossos cargos, por unanimidade, pelo Pretório da Justiça Eleitoral do nosso país.

Sim, temos motivos de acreditar na justiça, temos motivos para acreditar que nenhuma autoridade pode vilipendiar a nossa constituição, que nenhuma autoridade pode abusar do seu poder para impor suas vontades antes do que o direito lhes diz no juramento para cumprir e fazer cumprir.

A honestidade não é uma virtude e sim um dever, mas, por outro lado, quando adjetiva o procedimento que respeita e preserva o direito e a dignidade do próximo representa uma virtude porque, desta feita, amalgama-se com a sabedoria e com o sentimento humanitário, virtudes que devem reger a mais humana das ciências humanas: o Direito!

No Estado democrático de direito ninguém está acima da lei: nem o Reitor e nem o Juiz. Graças a Deus!

Diamantina, 28 de maio de 2014

Pedro Angelo Almeida Abreu e Donaldo Rosa Pires Junior

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RECURSO EM HABEAS CORPUS Nº 156-65.2013.6.13.0000 – CLASSE 33 – DIAMANTINA – MINAS GERAIS

Relator: Ministro João Otávio de Noronha

Recorrentes: Pedro Ângelo Almeida Abreu e outro

Advogada: Procuradoria-Geral Federal Ano

2014098  quarta-feira, 28 de maio de 2014

Ementa:

RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS. TRANCAMENTO DE AÇÃO PENAL. DENÚNCIA. ARTS. 347 DO CE E 4º, h, DA LEI 4.898/1965. CRIME. DESOBEDIÊNCIA ELEITORAL. DOLO. AUSÊNCIA. CRIME. ABUSO DE AUTORIDADE. INEXISTÊNCIA. PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR. ESTRITO CUMPRIMENTO DO DEVER LEGAL. EXCLUDENTE DE ILICITUDE.

1. O trancamento de ação penal por meio de habeas corpus é possível quando se puder constatar, de plano, que há imputação de fato atípico, inexistência de indício da autoria do delito ou, ainda, a extinção da punibilidade. Precedentes.

2. Na espécie, os recorrentes, reitor e vice-reitor da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri, foram denunciados pela suposta prática do crime de desobediência eleitoral (art. 347 do Código Eleitoral), por terem denegado pedido de requisição de servidora feito pela Justiça Eleitoral. Entretanto, a denegação do pedido baseou-se em pareceres emitidos pelos órgãos de assessoramento da reitoria e por órgãos de cúpula da Administração Pública Federal, circunstância que afasta a ocorrência de dolo, elemento subjetivo do tipo do art. 347 do Código Eleitoral.

3. Os recorrentes foram denunciados, também, por crime de abuso de autoridade, previsto no art. 4º, h, da Lei 4.898/1965, tendo em vista a demissão da referida servidora por abandono de serviço. Contudo, descabe cogitar de abuso de autoridade e lesão à honra e ao patrimônio da servidora, pois a demissão foi aplicada após regular tramitação de processo administrativo disciplinar (PAD) e decorreu de estrito cumprimento do dever legal, causa excludente da ilicitude (art. 23, III, do Código Penal).

4. Recurso provido para trancar a ação penal.

Acordam os ministros do Tribunal Superior Eleitoral, por unanimidade, em prover o recurso, nos termos do voto do Relator.

Brasília, 22 de abril de 2014.

Presidência do Ministro Dias Toffoli. Presentes as Ministras Laurita Vaz e Luciana Lóssio, os Ministros Teori Zavascki, João Otávio de Noronha e Henrique Neves da Silva, e o Vice-Procurador-Geral Eleitoral, Eugênio José Guilherme de Aragão. Ausente o Ministro Marco Aurélio.

terça-feira, 13 de maio de 2014

MEC autoriza criação do curso de medicina na UFVJM, em Teófilo Otoni

Fonte: Estado de Minas (clique aqui)

A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do Ministério da Educação publicou portaria nesta terça-feira onde autoriza a criação do curso de medicina na Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), no campus de Teófilo Otoni. Sessenta vagas são oferecidas.

A medida abrange oito instituições federais de todo o país e cria 420 novas vagas, que podem ser oferecidas a partir do segundo semestre deste ano. O Nordeste foi a região mais contemplada, com um total de 240 vagas. Em Minas Gerais, apenas Teófilo Otoni recebeu o benefício.

Em dezembro do ano passado, 160 vagas foram criadas no Estado. Alfenas, Diamantina e São João del-Rei foram as cidades contempladas.

A iniciativa faz parte do esforço do governo federal, no âmbito do Programa Mais Médicos, para ampliar o número de vagas de graduação no país.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

III Sintegra divulga programação cultural

A comissão organizadora da III Semana da Integração: Ensino, Pesquisa e Extensão (Sintegra), que será realizada no período de 21 a 23 de maio, divulga a programação cultural do evento. Seguem anexas as peças gráficas de divulgação.

21/05, quarta-feira

Solenidade de abertura da III Sintegra

14h: Mirim: Músicas do Mundo / Antonia Javiera Cabrera Muñoz e convidados

Sinopse: Violinista e professora do curso de Letras (Português e Espanhol) da UFVJM, Antonia apresentará canções populares infantis do Brasil e de países latino-americanos (Argentina, Chile, Cuba e México), de forma a homenagear o tema da Semana da Integração: “Universidade Pública e Formação Básica”. O recital contará com a participação dos músicos convidados Evandro Archanjo (flauta) e Saúl Araújo (percussão).

Local: Anfiteatro do Campus I - Rua da Glória, 187, Centro

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19 a 23/05, segunda a sexta-feira

14h às 18h: Oficina de grafite, com Renato Annoni Isaac (R2 Studio Tattoo)

Inscrições no período de 08/05 a 16/05 (até as 12h) pelo e-mail btf0208@hotmail.com (obs.: informar nome completo, e-mail, contato telefônico; se está inscrito na III Sintegra ou não; serão inscritas as 15 primeiras pessoas interessadas);

Local: Campus JK da UFVJM (Saguão de entrada do Pavilhão de Aulas)

Informações: (38) 3532 1200 (ramal 1351 - Proexc)

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21 a 23/05, quinta-feira

21/05, às 20h30: Abertura das Exposições

Vale Vida e D. Zefa, A Sacralização do Cotidiano — Lori Figueiró

Projeto Transver (Procarte)

Mulheres Trabalhadoras na UFVJM (Procarte)

Lançamento do livro: Alinhavos da Vida (Lori Figueiró e Adna Figueiró Duarte)

Local: Pavilhão de Auditórios do Campus JK

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22/05, quinta-feira

Intervalos culturais:

09h30: Primeiro Ensaio

15h30: Encontros Literários

20h30: Trupe Kaya + Naturalmentes

Local: Palco em frente ao Pavilhão de Aulas (Campus JK)

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23/05, sexta-feira

Intervalo cultural:

09h30: Aroldo Alves

Local: Palco em frente ao Pavilhão de Aulas (Campus JK)

19h: Tempo + Jam Diáspora, Coletivo Diaspóros (SP) – dança / música / performance / ação cênica

Sinopse: “Tempo”: ação cênica idealizada para áreas abertas, propõe a quebra das distâncias entre expectador e artista, tendo a dança como principal comunicação acompanhada por música ao vivo (instrumental e mecânica). “Jam Diáspora”: Dançarin@ e público trocam vivências e potencializam a criação de espaços de fruição corporal e artística, mediando as corporalidades negras da diáspora e da dança contemporânea.

Local: Praça Dr. Prado (Centro)

21h: Encerramento da III Sintegra (Premiação dos melhores trabalhos)

Local: Praça do Mercado Velho (Centro)

Show: Samba de Uma Moça Só, Aninha Sá

O Grupo “Samba de Uma Moça Só”, de Diamantina, tem por motivação levar o velho e bom samba de raiz ao público. Com clássicas e fortes influências nacionais como Cartola, Clara Nunes, Nelson Cavaquinho, Benito de Paula, Martinho da Vila, dentre outros mestres do gênero, o grupo não deixa de lado o tão característico charme do jeito mineiro, doce e “come quieto” que confere todo um encanto ao samba. “Samba de Uma Moça Só” conta com Luiz Carlos Rocha no violão, Felipe Leonardo no cavaquinho, Gleydson Lenner e Cristiano Ribeiro na percussão geral, aliados ao vocal da moça Aninha Sá.

Show: Odilara (BH)

A banda Odilara, de Belo Horizonte, iniciou sua trajetória em 2006 no projeto “Sambas de Holanda” (músicas de Chico Buarque e parceiros). Com o sucesso do trabalho, o grupo ampliou o repertório com pesquisas e arranjos de sambas de outros compositores. Desde então, iniciou um trabalho autoral que chama a atenção pela presença de palco, repertório, qualidade e personalidade sonora. O conjunto se apresenta nas principais casas de BH e em palcos da capital e do interior de Minas. Andréa Furtini (voz e gaita); Eurípedes Neto (violão e vocais); Gustavo Scarpa (violão e vocais); Marcelo Bontempo (guitarra); Paulo Espinha (bateria).

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terça-feira, 6 de maio de 2014

TV Vale debate gestão da UFVJM, greve e assistência estudantil

Fonte: Blog do Banu (clique aqui)

A TV Vale, de Diamantina, no Alto Jequitinhonha, promoveu uma entrevista-debate com três representantes da UFVJM - Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri.

Participaram do profícuo debate a Técnica Adminstrativa Leila Silva, do Comando Local de Greve, o professor Marivaldo Carvalho e o estudante Elias Alves.

O Programa Painel Livre debate a UFVJM como um todo, a greve dos TAs e a falta de diálogo com a direção, o corte de ponto dos grevistas, a gestão atual, o processo eleitoral da nova Reitoria, a missão da Universidade de inserção e fomento ao desenvolvimento regional e sustentável dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, o envolvimento da NOSSA Universidade com a cidade Patrimônio Cultural da Humanidade em que está localizada, a falta de uma Política de Assistência Estudantil (transportes, alimentação e alojamento) que possibilite a permanência de estudantes de baixa renda.

Veja abaixo o primeiro bloco do programa e clique aqui para assistir aos demais blocos.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Servidores da UFVJM divulgam reivindicações em Carta Aberta

Servidores Técnico-administrativos da UFVJM, em greve desde 17 de março, divulgam pauta de reivindicações.

Fonte: Blog do Banu (clique aqui)

Os servidores Técnico-Administrativos em Educação da UFVJM, de campus de Diamantina e Teófilo Otoni, no nordeste de Minas, estão em greve, desde 17 de março, com uma série de reivindicações. Junto com eles, estão também os servidores do IFNMG, de Montes Claros, Almenara, Araçuaí, Salinas, Arinos, Januária e Pirapora, além dos servidores da UFMG e CEFET-MG.

Os servidores da UFVJM e do IFNMG estão revoltados com as reitorias das instituições, pois, segundo o Comitê da Greve, os pontos dos grevistas foram cortados e falta diálogo, colocando empecilho nas negociações , não aceitando as lideranças sindicais do SINDIFES, cuja diretoria está em Belo Horizonte.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Manifestação impede entrada na UFVJM

Fonte: Jornal O Tempo (clique aqui)

Técnicos-administrativos em educação da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), que estão em greve desde o dia 15 de março deste ano, interditaram a entrada da instituição na manhã desta terça (8) em manifestação. Não há informações de quantas pessoas participaram do protesto O movimento aderiu ao chamado Nacional, que tem como objetivo fazer pressão no governo federal.

Entre as reivindicações dos manifestantes está o aumento do piso, aprimoramento de carreira, jornada de trabalho de 30 horas e construção (ou reconstrução) das creches nas universidades para os filhos dos funcionários.

A manifestação desta terça foi pacífica e a parte dos estudante, professores e demais trabalhadores apoiaram o movimento. Polícia Militar da cidade não registrou nenhuma ocorrência durante o protesto. Os grevistas também pretendem, com a ação desta terça-feira, forçar o reitor da Universidade, professor Pedro Ângelo, a negociar com a categoria.

O reitor da universidade concordou em se encontrar com representantes dos manifestantes. Porém, eles não aceitaram porque a principio o encontro seria realizado no escritório do professor na casa dele.

"Podemos ir a quaisquer uns dos campi, porém não podemos negociar na casa do Reitor", declara a coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais de Ensino (Sindifes), Cristina del Papa.

Em contato com a universidade, ninguém foi encontrado para falar sobre o assunto com a reportagem de O TEMPO.

Uma assembléia para discutir os rumos da greve está programada para a manhã desta quarta-feira (9) às 9h30 na escadaria da reitoria.

Clique aqui para saber mais.