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terça-feira, 8 de julho de 2014

Comissão de Direitos Humanos promove reunião para dsicutir atos de violência em Milho Verde

Desde o início deste ano, em Milho Verde, conhecido destino turístico de Serro, vêm ocorrendo atos de uma violência nunca vista na região. Em janeiro, o atentado a Luís Fernando (Nando)- membro da ONG Instituto Milho Verde, que sofreu vários tiros e posteriormente, a colocação de bombas caseiras na casa de Paulo Sérgio  Procópio  (Paulão, ex secretário de meio ambiente de Serro) que foi incendiada. Ainda neste mês de junho a casa de Luís Fernando também foi alvo de bombas caseiras, sendo parcialmente incendiada. Aparentemente ligados à questões relativas ao movimento ambientalista, esta onda de violência tem levado à população grande insegurança, que, acuada diante dos fatos, se cala e diminui sua mobilidade na vila, principalmente no horário noturno.

Devido a esta onda de violência, a Comissão de Direitos Humanos Estadual e Federal estará realizando uma reunião aberta na comunidade, juntamente com a imprensa, nesta quinta feira, dia 10, às 12h; na busca da garantia dos direitos individuais e coletivos na região e da elucidação dos crimes.

Veja abaixo vídeo com entrevista Luís Fernando (Nando)- membro da ONG Instituto Milho Verde

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Polícia Civil investiga mais um caso de atentado contra ambientalista de Milho Verde

Fonte: Estado de Minas (clique aqui)

A explosão de uma bomba assustou moradores e comerciantes de Milho Verde, distrito do Serro, Região do Alto do Jequitinhonha na madrugada desta quarta-feira. De acordo com informações da Polícia Militar o artefato foi colocado em frente à casa do ambientalista Luiz Fernando Ferreira Leite, diretor-presidente do Instituto Milho Verde, ONG que atua em projetos ambientais na região.

Esta não é a primeira vez que ocorrem tentativas de retaliação às pessoas ligadas ao instituto. Em 27 de março deste ano, Luiz Fernando foi alvo de uma tentativa de homicídio, ao ser atingido por dois tiros nas costas, enquanto deixava sua casa em um automóvel. Desde então, a Polícia Civil começou a investigar o caso.

Conforme informou o assessor de projetos culturais e coordenador do ponto de cultura do Instituto, Bruno Emiliano, desta vez ninguém ficou ferido. "Recebemos esta triste notícia durante a noite. Pela manhã, o pessoal encontrou resquícios de uma bomba lá, parece que foi uma tentativa de incendiar o local. Felizmente a residência estava vazia, pois desde o primeiro atentado, decidimos por bem sair de lá", ressaltou.

Mesmo assim, o Instituto Milho Verde continua funcionando normalmente no município. Os dois casos registrados envolvendo a ONG movimentaram a rotina da cidade. Apesar do caso da explosão desta bomba ainda não ter sido esclarecido pela polícia, funcionários levantam hipóteses sobre o que pode ter causado os atentados. "O Instituto está envolvido com a criação da área de preservação local junto com o Instituto Estadual de Florestas, e como nessa região ainda existem características de coronelismo, nossas atividades incomodam algumas pessoas", disse Bruno Emiliano.

O Instituto Milho Verde é uma organização não governamental que atua nas áreas da cultura, meio ambiente e desenvolvimento social. A PM informou que até o momento nenhum suspeito foi preso e que os moradores não souberam informar características dos autores. A Polícia Civil vai investigar o caso.

Festival de Férias em Milho Verde

Clique aqui para saber mais.

domingo, 6 de abril de 2014

O sorriso do Cerrado

 

Este vídeo foi produzido pela equipe do Monumento Natural Estadual Várzea do Lajeado e Serra do Raio, veja os crédito no final desta descrição.

O Monumento Natural Estadual Várzea do Lajeado e Serra do Raio, possui uma área de 2.199 ha, criado pelo Decreto Estadual 45614 de 6 de junho de 2011, atendendo grande reivindicação das comunidades de Milho Verde e São Gonçalo do Rio das Pedras.

Sua criação está baseada numa concepção de proteção da flora, fauna, recursos hídricos, manejo de recursos naturais, desenvolvimento de pesquisas científicas.

A categoria de Monumento Natural (proteção integral) foi escolhida devido à relevância biológica da região, ao potencial turístico e científico, ao grande acervo histórico e cultural, à fragilidade dos sistemas naturais, à necessidade de assegurar a proteção e à fragilidade dos ambientes ali presentes, como por exemplo, os campos rupestres.

A Várzea do Lajeado e Serra do Raio representam uma área de grande importância paisagística e ambiental para os habitantes da região do Alto Vale do Jequitinhonha. Possui beleza cênica abundante e abriga uma grande diversidade de hábitats e espécies.

O local possui rara beleza, considerado um dos principais atrativos turísticos naturais da região e que vem sendo utilizados de formas inadequadas por moradores mal-intencionados e visitantes, com freqüentes desmatamentos, extração de rochas na serra da Bocaína, loteamentos e ocupações irregulares.

Estes usos associados à criação de gado e queimadas no local nos chamam a atenção para que nesse processo de Criação da tão sonhada Área de Proteção Ambiental: Monumento Natural Várzea do Lajeado e Serra do Raio nós estamos engatinhando e só conseguiremos caminhar se nos unirmos (comunidade, IEF, parceiros, prefeitura) na busca da proteção e equilíbrio ecológico.

Créditos:
Direção fotografia e edição:
Ruda K. Andrade
Trilha sonora:
"Noite", "Cerrado" -- Gustavo Melo
www.myspace.com/gustavomelooficial
"Arrebol" -- compositor Leandro César/Diapasão
"Reflexões noturna", "Lunar" -- comp. Rodrigo Lana/Diapasão
diapasao.tumblr.com
Produção:
Bruno Emiliano
Equipe de apoio
Aristônio Correia, Felipy Cardoso, Geraldo Neves, Marcelo Ribeiro e Vítor Kawakami
Diagramação e montagem do encarte
Bruno Emiliano e Vítor Kawakami
Fotos:
Rudá K. Andrade, Alex Amaral, Edelweiss Barroso,
Vania Rodrigues, Equipe Monumento
Mapa:
Jorge Arndt
Textos:
Introdução - Vítor Kawakami
Características: Cecília Vilhena, Janaína Fragoso, Mariana Gontijo
Informativos: Alex Amaral
Equipe do Monumento Natural:
Aristônio Correia, Alexandre Souza, Felipy Cardoso, Geraldo Neves, Marcelo Ribeiro
Gerente do Monumento Natural:
Alex Amaral Oliveira
Diretor Presidente do Instituto Milho Verde:
Luiz Fernando Ferreira Leite

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Tudo acertado para o início das obras de asfaLtamento da estrada que liga Diamantina A Milho Verde

Fonte: Ricardo Maciel - Agência Ultra

foto PCApós 12 anos de lutas para o asfaltamento do trecho da Estrada Real, que liga Diamantina ao distrito de Milho Verde, no Serro, tudo indica que dentro de 30 dias o sonho vai se tornar realidade, foi o que adiantou, em reunião realizada na manhã da última quinta-feira (15), o engenheiro Fábio Xavier da Engenharia e Construtora Arariboia, empresa vencedora da licitação e que irá executar a obra.

O anúncio foi feito no gabinete do prefeito, no Centro Administrativo Municipal de Diamantina, às 10h00, onde estavam presentes o Prefeito Municipal, Dr. Paulo Célio; o vice-prefeito, Cássio Moreira; o vereador Lado da Palha, representando a Câmara; Daniel Martins Silva, Secretário Municipal de Desenvolvimento Urbano; Rodrigo Canuto, Secretário Municipal de Meio Ambiente; Fábio Xavier, engenheiro da Arariboia; Rafael Botelho e José Luiz, Engenheiros da Enecon, empresa responsável pelo projeto e fiscalização da obra; além de representantes da ACID/CDL, ADELTUR, Maçonaria, DER, Instituto Estrada Real, imprensa local e empresários do setor turístico.

A obra de pavimentação está orçada em cerca de 50 milhões de reais e tem estimativa de 30 meses para sua conclusão. De acordo com o engenheiro da Arariboia, a obra terá início no sentido Diamantina/Milho Verde e vai criar cerca de 130 empregos diretos, além de gerar aos cofres do município aproximadamente 2 milhões de reais em tributos. “Nossa meta é utilizar o que a cidade oferece, especialmente a mão de obra local. Queremos valorizar a população e fornecedores da cidade, um pedido reforçado pelo prefeito. Em breve vamos anunciar o endereço do nosso escritório na cidade para o recebimento de currículos e cadastro das empresas fornecedoras”, explicou o engenheiro Fábio.

O Prefeito de Diamantina e os participantes da reunião comemoraram a notícia. Dr. Paulo falou sobre o impacto da pavimentação do trecho para o aquecimento do turismo na cidade. “Podemos afirmar que essa estrada possibilitará uma melhoria inconteste na rota turística da Estrada Real, principalmente no trecho que nos liga a Serra do Cipó,” explicou. O Prefeito falou ainda da importância da obra para alavancar a economia local. “Assim que a autorização da estrada foi concedida, telefonei para o proprietário da Arariboia e disponibilizei nossa cidade para a instalação do canteiro de obras, pedi também que a mão de obra local fosse valorizada. Nossa solicitação foi atendida e hoje, em reunião, o engenheiro Fábio reafirma a parceria da empresa com o nosso município. Estou muito satisfeito,” finalizou Dr. Paulo.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Bordados da Barra

A Barra da Cega é uma região rural distante 2 Km de Milho Verde, distrito do Serro / MG.


Na Barra das saias bordamos com aplicação de tecidos, a arte que vem do olhar as cores e formas do cerrado.
Foi com Maria José que tudo começou. Nas oficinas do Encontro Cultural do Instituto Milho Verde. Ela aprendeu a bordar com tanta alegria que ainda hoje ouvimos o som das suas risadas mansas! Chamou a filha, sobrinha, comadres e vizinhas. O chamado chegou até o Baú, região quilombola distante 2 km da Barra da Cega. Elas trouxeram tantas cores do lado de lá do rio Jequitinhonha. Foi uma mistura afro-mineira. A nordeste da Barra da Cega está a Fazenda Santa Cruz, a margem do rio Jequitihonha e podemos avistar lá longe a estradinha cortando montanhas trazendo as mulheres de lá.

Elas se cumprimentam uma a uma, dão "bença", as crianças arrumadinhas do lado. E ponto a ponto o tecido cru fica tão bonito no colo delas. As mãos seguram pequenas agulhas e recortam florzinhas num movimento novo, desconhecido. A força que é preciso na enxada, o corpo já acostumou.

Elas gostaram da idéia de fazer o blog. Estão sempre animadas com novas encomendas e por isso queremos que vocês nos chamem, de todas as direções, de todas as geografias.




Entrevista: Bordados da Barra from dapalavraaofio on Vimeo.

sábado, 5 de maio de 2012

O 13º Encontro Cultural de Milho Verde já está com a data marcada

O Instituto Milho Verde é uma organização não governamental que atua nas áreas da cultura, meio ambiente e desenvolvimento social. Sua fundação ocorreu em 14 de novembro de 2004, tendo como base atividades já existentes desde 2000, como a realização dos Encontros Culturais de Milho Verde e o trabalho da Pharmacinha Comunitária de Plantas Medicinais. Se tornou o Ponto de Cultura Cordão Cultural por Milho Verde em 2005, desenvolvendo ações nas diversas áreas da cultura, o qual recebeu diversos prêmios pelo Ministério da Cultura.

De 15 a 22 de julho de 2012 confraternizaremos mais um Encontro!

As inscrições das propostas de oficinas e eventos para fazerem parte do  
13º Encontro Cultural devem ser realizadas através do preenchimento do formulário e   envio de documentação complementar até 31 de maio. 

Vale ressaltar que o evento não dispõe de recursos para pagamento de cachês para   artistas/oficineiros. 
O evento arcará com as despesas de transporte, alimentação e hospedagem de todos os participantes.

Formulário de inscrição de propostas para oficinas

Formulário de inscrição de propostas para eventos

O Encontro Cultural de Milho Verde ocorre todos os anos desde 2000, sempre no mês de julho, em uma semana de ampla confraternização. Diversas atividades educativas e artísticas são propostas à população local, às comunidades vizinhas e aos visitantes, de modo inteiramente gratuito. Sua finalidade é proporcionar uma alteração no cotidiano da população milhoverdense, desprivilegiada do acesso ao contexto artístico e cultural que o Encontro traz, possibilitando também a apresentação da riqueza humana e ambiental do lugar aos visitantes. Com essa iniciativa, esperamos contribuir para o desenvolvimento sustentável e equilibrado de seus aspectos 
sociais, culturais e ecológicos.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Casa de Julieta em Milho Verde

Videoclipe da música Casa de Julieta do grupo Capim Seco realizado em Milho Verde- MG, produzido pela Primata filmes e por Rudá Andrade, com o apoio da prefeitura de Serro- MG do Instituto Milho Verde.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Cadê o Milho Verde?


Milho Verde não se chama Milho Verde por causa do milho verde. O nome tem origem em Manoel Rodrigues Milho Verde, um português nascido na região do Minho e que, em suas andanças por Minas Gerais à procura de ouro e diamante, acabou descobrindo o arraial no ano de 1711. Depois dele, muitos vieram atrás do mesmo objetivo, formando assim o povoado de Milho Verde. Hoje, a pequena aldeia de pouco mais de 700 habitantes pertence ao município do Serro, sendo bastante procurada pela beleza de suas cachoeiras.