segunda-feira, 21 de abril de 2014

Moradores denunciam infestação de ratos em creche no distrito do Guinda em Diamantina

Fonte: Aconteceu no Vale (clique aqui para ver a reportagem completa)

Uma creche localizada a Rua Antônio Carvalho da Cruz, no distrito do Guinda, em Diamantina, Vale do Jequitinhonha, está causando revolta em moradores e pais de 34 crianças que são atendidas diariamente pela unidade.

De acordo informações de uma mãe que não quis se identificar, o local está infestado de ratos, nas fotos enviadas é possível ver indícios de fezes e urina desses animais espalhadas pelo estabelecimento. Nas fotos é possível ver fezes espalhadas em meio aos alimentos, materiais escolares, dentro de gavetas e até nas vasilhas utilizadas para preparo de alimentos que são servidos as crianças.

Segundo a presidente da Associação do Distrito, Patrícia Pitella Ribeiro, o caso já foi comunicado a Secretária Municipal de Educação, no entanto até a presente data, nenhuma solução foi tomada. Ainda segundo a presidente, o caso foi comunicado também ao Prefeito Municipal, Dr. Paulo Célio, sendo que este se prontificou entrar em contato com a Secretaria de Educação para que ela resolvesse o problema citado.

A creche atende 34 crianças com idades entre 2 e 5 anos. O fato causa preocupação aos pais, já que o contato direto com fezes e urina de ratos podem causar várias doenças.

De acordo com Patrícia Pitella, um movimento está sendo organizado para esta terça-feira, 22 de abril, com o objetivo de impedir a entrada de crianças no local, até que providências sejam tomadas pela Secretária Municipal de Educação.

 

sábado, 19 de abril de 2014

Jornal Nacional: Sibilas retornam às encenações da Semana Santa em Diamantina

Fonte: Jornal Nacional ( clique aqui para ver o vídeo)

As celebrações da Semana Santa em Diamantina, Minas Gerais, retomaram este ano um ritual inspirado em profetizas da antiguidade.

É coisa rara encontrar alguém que se lembre das personagens Frígia, Líbica e Délfica. As três fazem parte de um grupo de mulheres pagãs que viveu na antiguidade. Tinham o dom de prever o futuro e eram conhecidas como sibilas. 

“Os oráculos das sibilas se referiam a futuros coletivos, de guerras, de vitórias, de derrotas”, explica Maria Cláudia Magnani, professora de história.

Ninguém sabe ao certo por que, mas a ligação das profetizas com Diamantina é muito antiga. Quatro delas aparecem nas pinturas do teto de uma capela, que é do Século XVIII. Para a Igreja, essa história tem tudo a ver com a Semana Santa, já que as sibilas previram com detalhes tudo o que viria a acontecer com um dos personagens mais famosos do mundo.

De agora em diante as sibilas têm lugar garantido nas encenações da Semana Santa. 

“A gente tem avó com os netos vendo a procissão juntos, relembrando as histórias”, diz uma fiel.

“É mais um atrativo para uma cidade que é patrimônio da humanidade”, declara outra fiel.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Encontro de Imagens de Diamantina

Teatro Municipal Santa Izabel convida realizadores audiovisuais da região a exibirem seus trabalhos em uma mostra de curtas-metragens a ser realizada em Diamantina de 30/05 a 1º/06.

Inscrições de 28 de março a 02 de maio.

[Informações: http://curtadiamantina.wordpress.com/

Cartaz

Voz de Diamantina: o andar titubeante da Vesperata

Capa 1 (1) Passam-se os anos, substituem-se maestros, músicos se aposentam e chuvas ameaçam desabar sem que as vesperatas percam sua mágica e inimitável atração. Desde sua criação, na última década do século passado, este singular espetáculo diamantinense que ressurgiu e turbinou a campanha para a outorga do título de Patrimônio Cultural da Humanidade a este velho e altaneiro burgo, quanta água passou debaixo da ponte. Quanta modificação para o aperfeiçoamento deste sensacional evento. Desde a necessária, incompreendida e combatida cerca de fita em torno das mesas e a limitação de seu número para garantir o mínimo de conforto e de segurança para o público pagante; o acompanhamento de visitantes até as cadeiras por eles adquiridas; a proibição de vendedores ambulantes, principalmente menores e pedintes entre a assistência; o aumento de suas apresentações para duas vezes no mês, e uma série de outros pequenos, mas importantes cuidados para melhorar e preservar a maior e mais concorrida atração turística-cultural de Diamantina.

Apesar do magnetismo que a vesperata exerce sobre viajantes de pequeno curso ou conhecedores do mundo inteiro, volta e meia leio na internet ou escuto, por acaso, críticas à sua maneira de ser apresentada. Alguns a acusam de excludente, por não ser franqueada ao diamantinense, sob o argumento de que elas são realizadas em praça pública e ninguém pode coibir ou dificultar o ir e vir das pessoas e, muito menos, cobrar qualquer importância de quem deseja escutá-las confortavelmente acomodado. Há também os que reclamam de seu repertório de músicas, ora o tachando de muito erudito, ora de muito popular e, quase sempre, censurando-o por não ser composto só de partituras de compositores diamantinenses. Sem falar de algumas aves raras que tentam achincalhá-la com o apelido de ‘besterata’, revelando a própria e cultivada insensibilidade, ao mesmo tempo em que talvez pensem que esse desprezo por um bem tão apreciado lhes trará alguma notoriedade.

Início do editorial da Voz de Diamantina - Edição 662, de 19 de abril de 2014

Assinatura da Voz de Diamantina

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*A partir da tarde das sextas-feiras, o jornal Voz de Diamantina pode ser adquirido nos seguintes locais: Banca de Geraldinho, Canastra Diamantina e Livraria Espaço B

Edital de Convocação da Santa Casa de Caridade de Diamantia

EDITAL DE CONVOCAÇÃO (2)

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Quinze artistas interpretam os passos da paixão de Cristo no Teatro Santa Izabel

Diamantina na vanguarda dos órgãos musicais barrocos

Bombeiros de Diamantina ministram palestra para funcionários de escola infantil

Bombeiros do 3º Pelotão de Diamantina ministraram um Curso de Combate a Princípio de Incêndio para 18 (dezoito) funcionários da Escola Infantil Acalanto nos dias 11 e 12 de abril com carga horária de 11 horas/aulas, em conformidade com a Resolução n. 469 de 09/07/2012 do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.

O objetivo do curso é propiciar à comunidade, conhecimentos para a atuação em princípios de incêndio, com vistas a debelar ou minimizar os danos materiais e a preservar a incolumidade das pessoas. Os funcionários da escola passam a contar com conhecimentos que proporcionarão aos alunos mais segurança, dando maior ênfase na prevenção de acidentes domésticos.

Sére da TV Brasil mostra viagens de Burle Marx

Fonte: EBC (clique aqui) 

A TV Brasil estreou no dia 9 de abril, quarta-feira, às 23h, a série Expedições Burle Marx. Com quatro episódios, de 26 minutos cada, dirigidos pelo cineasta João Vargas, é uma parceria entre a TV Brasil e as produtoras Camisa Listrada e Atelier de Cinema. Os quatro episódios - Coleção, Paisagista, Botânico e Ambientalista – mostram não só o Sítio Roberto Burle Marx, em Barra de Guaratiba (RJ), que abriga uma das maiores coleções de plantas vivas do planeta, mas também o processo de criação de Burle Marx, as suas descobertas e obras mais importantes, além da preocupação com a preservação do meio ambiente, da flora e da fauna brasileiras.

A série dá luz ao trabalho e ao legado de Roberto Burle Marx para o paisagismo contemporâneo. Durante mais de três décadas, Burle Marx, junto a sua equipe de arquitetos, botânicos e paisagistas, percorreu vários pontos do Brasil em busca de plantas com potencial ornamental e que pudessem ser utilizadas em jardins e parques do Brasil. Eram viagens pelo cerrado, pela mata atlântica, pela caatinga, pela Amazônia e pelo Pantanal. A série vai relembrar algumas das viagens e revisitar locais, como Angra dos Reis, Teresópolis e Petrópolis, no Estado do Rio de Janeiro. Minas Gerais, Espírito Santo e Amazonas não ficaram de fora e terão, por exemplo, Pedra Azul, Diamantina, Serra do Cipó, Bonito e Pancas na lista de locais revisitados.

Clique aqui para saber mais.

Grupo de Seresta de Diamantina

 

 

GRUPO DE SERESTA:Violão: Sandoval Alves, Raimundo Proença e José L. Figueiredo Cavaquinho: José Raimundo Reis -- Clarineta: Hamilton Pereira, Flauta: Boanerges Meira -- Vozes: Yonne Lopes, Fabiano Pimenta,Terezinha Lopes, Antônio Leite, Jarina Mandacaru, Danilo Faria, Juracy Baracho, Jayme de Moraes, Maria Lúcia de Azevedo, José Maria Bacelar e Geralda Nascimento -- Direção: Yonne Lopes e Crisantino Dionísio Gomes -- Supervisão: Serafim de Melo Jardim
Solista: Fabiano Pimenta


VARRER-TE DA MEMÓRIA
(Domínio Público)
Eu varrer-te da memória nunca, nunca!
Eu deixar de te amar, nunca farei!
São saudades e paixões que as consomem
Faz lembrar, compartilhar do meu sofrer!
Desprezar-te, meu amor, nunca farei!
Luto, sim, lutarei até morrer!
Ainda mesmo depois de morto quero amar-te
Só minh'alma poderá te convencer.
Se tu dormes, eu velo e choro a sorte.
Se tu sonhas. Eu só penso em meu penar.
Se não me amas, eu te amo até a morte
Se tu gozas, eu não sei o que é gozar

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Vila 'fantasma' tombada em MG ganha novos moradores

Fonte: Pedro ÂngeloDo G1 MG, em Diamantina (clique aqui)

Local onde funcionava indústria têxtil foi erguido em 1876 em Diamantina. Vendas dos imóveis de Biribiri não estão de acordo com normas, diz MP.

Vista aérea da Vila do Biribiri, em 1946, quando a fábrica ainda funcionava. (Foto: Acervo/Iepha)O primeiro som ao passar pelo portão da antiga indústria têxtil é o da nascente de água que brota da pedra. Ao se aproximar um pouco mais da Vila do Biribiri, a cerca de 10 quilômetros de Diamantina (MG), é possível escutar o ruído de um maquinário. São alguns homens trabalhando na reforma da parte interna de casas do vilarejo que ainda é considerado “fantasma”.

Com cerca de 30 moradias, uma igreja, uma escola e um clube desativados, o local – tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha) em 1998 – atualmente possui uma população que não passa de cinco pessoas; mas não por muito tempo. Os imóveis da vila estão à venda.

A luz de lá [Biribiri] era produzida lá, a luz da fábrica aqui da sede [em Diamantina] vinha de lá. E o lugar é muito bonito, realmente. Teve seu auge”, diz o secretário, referindo-se ao período anterior a 1972, quando a fábrica foi desativada. Desde aquele ano, a população da vila teve um acentuado processo de declínio, até o momento em que só restaram poucos moradores.

Adilson Costa é um deles. Funcionário da Estamparia S/A, empresa proprietária do vilarejo, ele é o zelador do local. Aos 36 anos, Costa compartilha o sossego com a esposa, a filha, o cachorro vira-lata e outras duas pessoas que moram por lá. “Nós ‘esconde’ (sic) aqui nesse fim de mundo”, revela em frente a sua casa, pintada de branco e azul, como todas as outras da vila.

Um dos vizinhos da família de Adilson é o Raimundo Geraldo Souza, mais conhecido como “Raimundo sem braço”, nome dado também ao restaurante que funciona em Biribiri há quatro anos. “A comida que eu mais vendo aqui hoje é o frango ao molho pardo. Já é tradição”, orgulha-se.

Vila à venda

Material de construção em frente a um dos imóveis em Biribiri. (Foto: Pedro Ângelo/G1)Em pouco tempo, Adilson vai ganhar novos vizinhos e o restaurante de Raimundo, mais clientes. Em 2013, os imóveis da vila foram colocados à venda. Segundo o corretor responsável, Roosewelt Gonçalves, mais da metade das casas foram vendidas, e os compradores já fazem algumas adaptações.

O antigo pensionato, fechado há 41 anos, vai dar lugar a um grande hotel com mais de 50 quartos. Uma loja de artesanato vai ser montada no local onde funcionava uma barbearia. Além da igreja e do clube, que devem passar por uma reforma em breve, há também uma pousada que já está em funcionamento. E existe um projeto para transformar a fábrica desativada em um museu.

Álvaro Diniz, gerente da Estamparia S/A, garante que tudo está sendo feito de acordo com as normas estabelecidas pelo Iepha. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), entretanto, não enxerga da mesma forma. No último mês, o órgão expediu uma recomendação à empresa para que a Vila do Biribiri seja preservada, e que as modificações ou construções sejam suspensas.

“Estavam sendo planejadas alterações exteriores, por exemplo, derrubada de muros, emenda de casas, ampliações de construções, o que poderia descaracterizar o projeto arquitetônico, que é a razão do tombamento”, diz ao G1 o coordenador das Promotorias de Justiça de Meio Ambiente das Bacias dos Rios Jequitinhonha e Mucuri, Felipe Faria de Oliveira.

De acordo com o promotor, as vendas também estão sendo feitas de modo irregular. “A propriedade, o registro no cartório, conforme manda a legislação, está impedida por questões legais. Neste momento, a área não é desmembrada em unidades autônomas, individuais. Existem pendências no registro do imóvel. Atualmente, não é possível a pessoa fazer a compra da propriedade de cada uma daquelas casas. Ele está adquirindo só a posse, o direito de fazer o uso”, afirma.

Sobre as vendas, Álvaro Diniz diz que o contrato cita o tombamento da vila, e que a mesma só poderá sofrer modificações com a autorização do Iepha. Ele explica ainda que o morador que adquirir uma casa em Biribiri terá que seguir um regulamento de convivência, com uma série de obrigações.

O Iepha, por sua vez, informou que, em agosto de 2013, recebeu os primeiros projetos isolados de reforma. Segundo o instituto, as análises foram suspensas e os novos responsáveis pelas casas, notificados, para que as obras iniciadas sem autorização do órgão fossem paralisadas.

Ainda de acordo com o Iepha, foi solicitada para análise a elaboração de um projeto de urbanização, tendo em vista que o bem tombado é um conjunto arquitetônico-paisagístico, e não somente casas isoladas. Na última quinta-feira (3), o G1 visitou a Vila do Biribiri e observou que algumas casas passavam por reformas na parte interna.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Programação da Semana do Teatro Santa Izabel

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Voz de Diamantina: Segurança Pública, obrigação do Estado, direito e dever de todos

Capa (1) Mais uma vez o diamantinense demonstrou grande preocupação com a segurança pública. E nem é para menos. Lá se foi o tempo em que podíamos gabar-nos de morar numa cidade pacata, ordeira e segura. Os males das metrópoles estão chegando a este velho e tranquilo burgo numa velocidade e intensidade alarmantes. Daí a explicação para que o auditório do 3º BPM recebesse tantas autoridades e representantes de instituições públicas e privadas para participar da 1ª Audiência Pública da Comarca de Diamantina, sob o tema Segurança Pública, Obrigação do Estado, Direito e Dever de Todos.

Apesar do crescimento da criminalidade, Diamantina é uma cidade privilegiada em termos de corporações e entidades integradas e sempre em busca de entrosamento, de planejamento, de ações sincronizadas e, principalmente, complementares. Assim é que a realização desta 1ª Audiência Pública não se limitou ao chamamento da Comissão de Segurança Pública da Comarca de Diamantina, mas do Conselho da Comunidade, do Poder Judiciário, do Ministério Público, das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros, do Condsep, da 12ª Subseção da OAB/MG, da Suapi, da Apac e de vários outros grupos e associações atentas ao bem estar da população e ao desenvolvimento da cidade e da região.

Ao ressaltar a segurança pública como responsabilidade de todos, o 1º tenente Fábio José Teixeira Lopes, comandante da 36ª Cia da Polícia Militar, nada mais fez do que deixar muito claro que Diamantina deverá preocupar-se em investir não apenas em aumentos de contingente militar e repressão enérgica, mas também e, na mesma medida, em educação, estrutura familiar, saúde, cultura, esportes e em esforços contínuos para abrandar as sequelas do crescimento desordenado.

Início do editorial da Voz de Diamantina - Edição 661, de 12 de abril de 2014.

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*A partir da tarde das sextas-feiras, o jornal Voz de Diamantina pode ser adquirido nos seguintes locais: Banca de Geraldinho, Canastra Diamantina e Livraria Espaço B