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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Fotografia aérea de Diamantina (1979)

Fotografia aérea sobre a cidade de Diamantina, MG, em escala 1:25.000, de 1979.

Acervo da Biblioteca Reinhardt Pflug, Casa da Glória/Centro de Geologia Eschwege/ IGC/UFMG.

Foto compartilhada pelo Projeto Gaia (clique aqui)

domingo, 12 de janeiro de 2014

A identidade pelo trabalho: A fotografia de Assis Horta

Fonte: Vermalho

clt - exposiçãoA carteira profissional trouxe mais do que uma formalização para o emprego no Brasil. Criou uma identidade para o trabalhador. Para muitos, foi o primeiro registro de sua imagem: o artigo 16 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de 1º de maio de 1943, determinava que a carteira deveria contemplar, entre outros itens, uma "fotografia, de frente, modelo 3 x 4". Pioneiro nesse registro, Assis Horta, hoje com 95 anos, fez nos anos 1940 centenas de retratos de trabalhadores.

Em 2012, Assis Horta foi tema de um filme de curta-metragem produzido pelas Nitro Imagens em parceria com a Alicate: O Guardião da Memória. “Ele saiu desse formato de fotógrafo de estúdio. Foi para a rua”, diz, no curta, o também fotógrafo Eustáquio Neves. “Você conhece uma sociedade por aquele conjunto de imagens”, comenta a diretora do Museu do Diamante, Lílian Oliveira. Criado em 1954, o museu fica em Diamantina (MG), terra natal de Assis e do presidente Juscelino Kubitschek. Em 1936, o fotógrafo comprou a loja que era do chefe e criou a Photo Assis, que funcionou até 1967, quando ele se mudou para Belo Horizonte.

Clique aqui para ler o texto completo.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Lançamento de livro: Ofício da Fotografia em Minas Gerais no Século XIX

Lançamento do livro "O Ofício da Fotografia em Minas Gerais no Século XIX 1845-1900", contemplado com o XII Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia 2012.
Autor: Rogério Arruda
Dia 06/12/2013, às 20h30, no Museu do Diamante/Ibram.
ENTRADA GRATUITA
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Exposição de Assis Horta mostra fotografias de trabalhadores nos anos 1940

Fonte: Exame.com (clique aqui)

Um dos personagens da exposição sobre a CLT no Palácio do PlanaltoEm 1º de maio de 1943, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que regulamentou as normas trabalhistas, entrava em vigor no país, obrigando todos os brasileiros a ter a Carteira de Trabalho como documento exigido para o exercício da profissão.

Foi a partir dessa necessidade que o mineiro Assis Horta, hoje com 95 anos, passou a fotografar operários e pessoas à procura de emprego em Diamantina e região. Seu Assis faz questão de dizer que, entre retratos e outras fotografias, tem mais de 47 mil registros. “Tenho guardado o nome de todos [os fotografados], nunca joguei o nenhum negativo fora”, diz sobre as fotografias 3x4 das quais orgulha-se ter tirado.

Parte desse acervo pode ser visto a partir de hoje (2) no Palácio do Planalto, na exposição A Democratização do Retrato Fotográfico Através da CLT. Horta declarou ainda que começou a fotografar a partir dos 9 anos de idade. A longa trajetória envolve registros de paisagens mineiras, quando colaborador do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e de políticos como Tancredo Neves e Juscelino Kubitschek.

“Quando o Juscelino ia lá, dizia 'Ah, um udenista [integrante da UDN, partido político que foi extinto com a ditadura militar], tá aqui'”, lembra. JK era do PSD e seu Assis presidia, em Diamantina, o partido da oposição na época, a UDN. “Ele gostava tanto dos meus retratos. Toda época em que foi a Diamantina eu tenho fotos dele”, disse, acrescentando que guarda os cerca de 200 retratos que tem do ex-presidente, mas que nunca fez cópia. “Está lá, o negativo, na gaveta, o nome e a data de todo retrato que eu tirei”, ressaltou.

O interesse para a exposição é resultado da pesquisa de Guilherme Horta, curador da mostra, que fazia uma retrospectiva sobre a vida de seu Assis. “O que me despertou foi tentar entender aquele volume todo de retratos 3x4 feitos todos com a mesma data, eram milhares. E aí que virou esse link entre o uso do retrato depois da CLT, quando todo trabalhador teve que sentar obrigatoriamente de frente para uma câmera fotográfica para tirar o seu retrato”, disse.

“Ele foi não apenas um fotógrafo que trabalhava tirando fotos para a Carteira de Trabalho, mas também fazendo um retrato posado de pessoas e famílias que queriam ter também um retrato para álbum de família ou para pendurar na parede”, declarou Ângelo Oswaldo de Araújo, presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram).

Quando passou a fotografar os trabalhadores, seu Assis os recebia no Photo Assis. Ele também era convidado para trabalhar nas fábricas e comércios, e chegava a emprestar peças como paletó, gravata e chapéu aos clientes. Às vezes, porém, o vestuário mudava: seu Assis aponta para uma foto em que um professor de ginástica fez questão de tirar foto com uma camiseta cavada.

“Eu chamava a atenção deles, ia acertando o rosto. Depois, falava que era só um clique, e quando eles olhavam, ficavam quietos, eu batia a foto”, disse seu Assis. “Muitos voltavam. Quando iam sozinhos, levavam [depois] a família. O pai levava a mulher e os filhos”, completou.

De acordo com o presidente do Ibram, Assis Horta soube fazer seu trabalho “com um olhar extremamente sensível, porque acabou capitando a própria alma do próprio povo brasileiro. Ele faz um registro do olhar do brasileiro de 70 anos, 80 anos atrás. Com isso, ele criou não só um documento extraordinário sobre o povo brasileiro, mas também uma obra de arte”, ressaltou.

Segundo o fotógrafo, além de fotografar os amigos, também registrou a atividade dos trabalhadores em Diamantina. “Um garimpeiro me deu a aliança de casamento, o ouro para fazer a aliança. É esta aqui”, mostrou, explicando que são sete anéis juntos, representando os 71 anos de casamento com a esposa Maria, falecida há um ano.

“É muito bom expor aqui. Eu acho isso um valor muito grande que estão dando à minha fotografia. Tem muito valor isso”, declarou Assis Horta. Os cerca de 200 retratos feitos por ele podem ser vistos no Palácio do Planalto de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos domingos das 9h às 14h. A mostra fica aberta à visitação pública até 8 de janeiro de 2014.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Mostra recupera a arte sofisticada de Chichico Alkimim, um dos pioneiros da fotografia em Minas

Fonte: Divirta-se UAI (clique aqui)

Chichico Alkmim (1886 –1978) é personalidade marcante dos primórdios da fotografia em Minas Gerais. Nas primeiras décadas do século 20, criou extensa galeria de fotos com imagens de pessoas e famílias de Diamantina. Há quase uma década, a obra desse fotógrafo vem sendo redescoberta. Depois de ganhar o livro 'O olhar eterno de Chichico Alkmim' (2005), o baú do artista volta a ser aberto com a exposição 'Paisagens humanas – Paisagens urbanas', que será inaugurada nesta terã-feira, às 19h, no café do Memorial Minas Gerais Vale. A mostra traz 20 impressões de imagens feitas por ele e disponibiliza outras 70 em três monitores de computador. O público verá fotos inéditas, além daquelas publicadas no volume dedicado a ele.

Paisagens humanas – Paisagens urbanas' tem curadoria da artista plástica Verônica França Alkmim, neta do artista, e do fotógrafo Tibério França. Verônica conta que o foco da seleção são retratos e grupos familiares – as imagens revelam uma época e também a relação do fotógrafo com os modelos. “Há carinho e respeito com as pessoas que o procuravam para fazer uma foto”, observa ela. O avô era perito em deixar os modelos à vontade. Outras qualidades são os cuidados com criação da atmosfera, com a composição e com a luz. Somados, esses aspectos fazem com que as fotos ultrapassem a dimensão de registro e se tornem autorais. “Está ali fotos emoção que chega a todos, independentemente de idade, escolaridade e cultura”, analisa.

Clique aqui para ler a reportagem completa.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Abertura da exposição do projeto “Moradores – A Humanidade do Patrimônio Histórico” será no próximo sábado durante a Vesperata

Fonte: Blog do projeto “Moradores – A Humanidade do Patrimônio Histórico”

E o suspense acabou. A exposição do projeto Moradores – A Humanidade do Patrimônio Histórico, em Diamantina, será aberta durante a apresentação da Vesperata, neste sábado (14/09). E como prometido, a forma expositiva mudará o visual da cidade: serão 30 fotos gigantes de diamantinenses populares e anônimos dispostas nas sacadas dos sobrados da Rua da Quitanda, exatamente onde também estarão os músicos da Vesperata.

Junto à exposição acontecerá também a exibição de um filme curta-metragem. Tanto ele quanto a exposição são frutos de três dias de produção. Cerca de 200 moradores foram fotografados e entrevistados no final de agosto, quando a tenda branca do projeto foi montada no largo da Rua da Quitanda.

Na segunda-feira (16/09), acontecerá uma nova exibição do filme, às 19 horas, também na Rua da Quitanda. Além disto, de segunda-feira a terça-feira, será montado um varal fotográfico onde todos os moradores que passaram pela tenda do projeto Moradores poderão retirar sua fotografia gratuitamente.

O projeto Moradores já passou por cinco cidades (Tiradentes/MG, Paraty/RJ, Juiz de Fora/MG, São João Del Rei/MG e Ouro Preto/MG). Para as etapas 2013, o projeto Moradores conta com o patrocínio da CEMIG, via Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Em Diamantina, o projeto tem o apoio da Prefeitura Municipal por meio da Secretaria Municipal de Cultura.

Foram 160 moradores, dos quais, trinta foram escolhidos para representarem a população de Diamantina na exposição Moradores que acontece nas sacadas das residências do centro histórico de Diamantina.

Clique aqui para ver a galeria com algumas fotos dos moradores de Diamantina.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Exposição fotográfica no Museu do Diamante

Fonte: compartilhado pelo perfil de Bruno Mendes no Facebook

Hoje é a abertura da Exposição "Diamantina: Memórias Fotográficas e aproximações digitais", no Museu do Diamante. O trabalho, realizado com estudantes do 7º ano do CENAS, traz interpretações criativas e inovadoras de imagens antigas de Diamantina. Vale a pena conferir!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Qual o maior patrimônio de Diamantina?

TEXTO: Gustavo Nolasco

O casario de Diamantina, que lhe dá o título de Patrimônio da Humanidade, não passa de uma bela e preservada moldura. Isso quando o espectador tem a sensibilidade de ver que o grande diamante deste pedaço de terra do Vale do Jequitinhonha é a combinação da alegria e da musicalidade de seus moradores.

Apenas três dias de tenda do projeto Moradores – A Humanidade do Patrimônio Histórico, armada na Rua da Quitanda e no largo do Mercado Velho, foram o suficiente para provar que Diamantina é uma cidade especial graças aos diamantinenses.

Foram quase 200 moradores fotografados e entrevistados. Deste caldo de alegria surgirá a exposição multimídia do projeto, que será montada em Diamantina a partir do dia 14 de setembro.

Até lá será tempo para degustar goladas e goladas da alegria que os diamantinenses nos emprestaram e contar os dias para a volta do projeto Moradores à cidade.

Clique aqui para conhecer o projeto.

Clique aqui para acompanhar o projeto no Facebook.

Foto: dois grandes mestres da fotografia participam do projeto em Diamantina: Assis Horta e Eustáquio Neves.

domingo, 17 de março de 2013

Livro de fotografias traz a visão de 9 bens culturais brasileiros registrados pela UNESCO

Fonte: Megaphone – Clique aqui para ler reportagem completa.

imageUm grande passeio através de 180 páginas de fotos e textos que percorrem nove bens brasileiros registrados como Patrimônio da Humanidade, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Assim é o livro Patrimônio Material – Centros Históricos, Conjunto Arquitetônico, Santuário e Ruínas, com fotos de César Duarte e textos de Guilherme Aragão, que será lançado nas cidade do Rio de Janeiro, dia 13 de março, e em Belo Horizonte, no dia 16.

Os dois autores percorreram o Brasil de Sul ao Norte, num percurso de mais de 4 mil quilômetros, partindo das ruínas de São Miguel (RS) a São Luís (MA), para realizar o trabalho. Levaram nove meses viajando. O resultado é um livro de fotografias repleto de memórias da história do país que está exposta nas imagens das cidades de Ouro Preto (MG), Olinda (PE), Ruínas de São Miguel (RS), Salvador (BA), Santuário de Bom Jesus de Matosinho, na cidade Congonhas (MG ), Brasília (DF), São Luís (MA), Diamantina (MG) e Goiás Velho (GO). O trabalho recebeu o apoio do Ministério da Cultura (MinC), por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Rouanet).

A viagem por todos estes locais trouxe ao autor, Guilherme Aragão, a compreensão da importância do tombamento, tanto para criar salvaguardas a estes bens, como para a melhora da autoestima da população. “O tombamento traz impactos importantes, aumenta a autoestima dos moradores, que reconhecem viver em um “lugar especial”. Vi muito isso em Diamantina, Olinda e Goiás Velho, onde as pessoas têm orgulho de morar ali”, comentou.

Entre os bens pesquisados e registrados, Guilherme Aragão avalia a cidade de Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, como uma das mais interessantes. “É um lugar encantador. Deveria figurar no roteiro de todas as visitas a Minas Gerais. A gente anda ali e sente que a cidade é daquele jeito mesmo. É uma expressão muito viva e sincera do jeito mineiro de ser. Tem comida, serenata, estudantes, cachoeiras e beatas, tudo misturado”.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Assis Horta– O guardião da memória

Ele conta que fotografou o Brasil do Oiapoque ao Chuí. Registrou infinitos rostos em 3x4, paisagens urbanas, monumentos e momentos que marcaram o país. “Fotografei a inauguração do Cristo Redentor, em 1931. Foi a primeira vez que fui ao Rio de Janeiro”, recorda Assis Horta, 94. Nascido em Diamantina, ele trabalhou por mais de três décadas como fotógrafo para os institutos de Patrimônio Histórico estadual e federal. Manteve o estúdio Photo Assis e, com o ofício, criou 10 filhos. Rico acervo,   que inclui imagens e equipamentos fotográficos, é guardado na casa onde vive com a mulher, Maria da Conceição Horta, 94. Neste ano, a Nitro Imagens homenageou Assis no Paraty em Foco, festival de fotografia da cidade histórica fluminense, com exibição de parte do filme Assis Horta – O guardião da memória.

Clique aqui para ver o vídeo no Vimeo.

Fontes: Revista Viver Brasil e Isnard Horta

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Exposição “Estrada Real–Imangens e Poesia” chega a Diamantina

Fotografia vencedora da votação técnica foi tirada na cidade do Vale do Jequitinhonha: “A Inspiração de Portinari para pipas”, de Lucas Braga Fonseca.

foto1_a54102a178e656d71deaa507bab5b873.JPGOs moradores e visitantes de Diamantina (MG) poderão conferir a exposição itinerante “Estrada Real – Imagens e Poesia”, que chega à cidade nesta sexta-feira, dia 22. São 24 fotos, oito poesias escritas, uma poesia sonora e quatro vídeos finalistas que ficarão até o dia 3 de março, das 08 às 18h, no Cine Teatro Santa Izabel, Praça Dom Joaquim. A exposição integra o projeto de mesmo nome, que é uma realização do Instituto Estrada Real e do Serviço Social da Indústria (SESI), com patrocínio da Souza Cruz, via Lei Estadual de Incentivo à Cultura.

A fotografia escolhida pelo júri técnico foi tirada em Diamantina: “A Inspiração de Portinari para pipas”, de Lucas Braga Fonseca. Lucas teve outra foto selecionada como finalista, “A Inspiração De Manet Para as Bolas de Sabão”, que também fará parte de um livro especial, justamente com as outras 23 imagens, que será distribuído para bibliotecas públicas e centros culturais dos municípios que fazem parte da Estrada Real.

Para Lucas Fonseca a Estrada Real oferece muitas riquezas que devem ser vividas. “Minas Gerais é um estado muito rico, tem muita cultura e paisagens de encher os olhos. Tive a oportunidade de conhecer Diamantina em julho de 2012, em uma viagem que fiz pela faculdade. Estou apaixonado pela cidade que acabou me rendendo este prêmio”, afirma o artista visual, que nasceu em Governador Valadares e hoje mora em Belo Horizonte.

Das 24 fotografias escolhidas, Diamantina foi retratada em sete delas. Segundo a gerente do Instituto Estrada Real, Karla Bittar Silveira, as fotos de Diamantina mostram a riqueza cultural e a beleza que a Estrada Real oferece a quem passa por ela. “Foi muito difícil chegar as 24 fotos finalistas. Cada imagem retratou as peculiaridades oferecidas pela Estrada Real, como vocês podem ver nessas fotos de Diamantina”, afirma Silveira.

De acordo com o gerente de Cultura do Sesi, Thiago Maia, o projeto “Estrada Real – Imagens e Poesia” tem como objetivo retratar a maior riqueza da Estrada Real. “Os caminhos da Estrada Real começaram a ser abertos há 300 anos. Eles serviram para escoar tudo o que a Coroa Portuguesa considerava riqueza: os minerais, o ouro, as pedras preciosas. Mas a Coroa não imaginava que ela deixava para trás a maior riqueza da região: as pessoas, seu povo e o que ele faz a partir das heranças que recebeu. Com este projeto quisemos retratar esse talento brasileiro, seja ele em imagens ou em poesia”, complementou Maia.

A “Estrada Real – Imagens e Poesia” já passou pelas cidades de Caeté e Catas Altas. A exposição itinerante seguirá ainda para Tiradentes, Ouro Preto e Belo Horizonte, até o mês de maio. Outras informações pelo site www.concursoestradareal.com.br

SERVIÇO

Exposição “Estrada Real – Imagens e Poesia”

Diamantina
22/02 a 03/03 (Sexta a Domingo)
Horário: 08 às 18h
Local: Cine Teatro Santa Izabel –Diamantina- MG (Praça Dom Joaquim, 166 – Centro CEP 39100-000)

Programação Completa
Caeté – Realizado
Catas Altas – Realizado

Diamantina
22/02 a 03/03 (Sexta a Domingo)
Horário: 08 às 18h
Local: Cine Teatro Santa Izabel –Diamantina- MG (Praça Dom Joaquim, 166 – Centro CEP 39100-000)

Tiradentes
06/03 a 17/03

Horário: 09 às 18h (Domingo a Quarta) e 09 às 22h (Quinta a Sábado)

Local: Centro Cultural Yves Alves – Tiradentes MG (Rua Direita, 168 – Centro - Tiradentes – MG – CEP 36325-000

Ouro Preto

22/03 a 21/04 (Sexta a Domingo)

Horário: 09 às 19h

Local: Centro Cultural e Turístico do Sistema FIEMG -Ouro Preto MG (Praça Tiradentes, n° 4 – CEP 34500-000)

Belo Horizonte

25/04 a 05/05

Horário: 09 às 18h (Terça a Domingo)

Local: Galeria de Arte SESIMINAS -Belo Horizonte MG (Rua Padre Marinho, 60 - Santa Efigênia  Belo Horizonte - MG, 30140-040)

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Fotografia ajudando pessoas a ver

“Como praticante de esportes de aventura, aprendi a apreciar nossas reais riquezas: A vida, a natureza e as pessoas! Passei a registrar lugares e momentos para que todos possam ver o espetáculo que acontece todos os dias diante de nossos olhos. E será com esta ótica que não se cansa de apreciar a vida, que estarei expondo meu trabalho. Conectando pessoas com novas perspectivas.”

Higor Santos

Clique aqui para visitar as galerias com mais fotos  de Higor Santos em nossa região.

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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Fotos antigas de Diamantina

Você saberia identificar esses locais?

Casa da chica da silva antiga

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A  foto acima pertence ao interessante acervo histórico e fotográfico “Zé da Sé”, publicadano Facebook pelo Sr. Nélio Lisboa

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

BH abre mostra com fotografias de Juvenal Pereira

Fonte: Yahoo Notícias

Juvenal Pereira, fotógrafo, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo, JK, Clube da Esquina, Milton Nascimento, mostra de fotografia, Sebastião Salgado, Raul Seixas, Miles Davis, Doris Lessing, Espaço CentoeQuatro

Será aberta nesta terça-feira em Belo Horizonte a primeira retrospectiva da obra do fotógrafo Juvenal Pereira, no Espaço CentoeQuatro (Praça Ruy Barbosa, 104, centro, 31 3222-6457). A mostra "Poeta da Luz" reúne cerca de 4 mil imagens que inventariam cerca de 40 anos de carreira (Pereira trabalhou nos jornais O Estado de S.Paulo e na Folha de S.Paulo, entre outros veículos) e vai até o dia 9 de setembro. Especializado em fotos de eventos artísticos, Pereira registrou o encontro de Milton Nascimento com JK, fotografou os olhos de Sebastião Salgado, Raul Seixas de quimono, o solo de Miles Davis e Doris Lessing gargalhando no bairro do Limão, entre outras peripécias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Exposição de fotos da Serra do Espinhaço une arte e ciência

Fonte: SESC Palladium

12 08 02 - palladium - vernissage - paulo batista - foto dila puccini - 087Fotografias em alta resolução que transitam entre arte e ciência compõem a exposição Paisagens da Serra do Espinhaço, do professor Paulo Baptista, da Escola de Belas-Artes da UFMG. A mostra pode ser visitada até 23 de setembro na Galeria de Arte GTO do Sesc Palladium. A entrada é franca.

As imagens apresentadas nesta exposição são resultado de trabalho desenvolvido por Baptista desde 1981, com foco nas paisagens da Serra do Espinhaço e do Quadrilátero Ferrífero, regiões montanhosas que cortam o estado de Minas Gerais e que são reconhecidas pela Unesco como Reserva Mundial da Biosfera.

As fotografias são, em parte, resultado de pesquisa de doutorado, em que Paulo Baptista utilizou técnicas de fotografia digital em alta resolução, incorporando processos de georreferenciamento às imagens. O projeto do pesquisador propõe mapeamento de áreas ameaçadas pela degradação ambiental, especialmente em função das atividades de exploração minerária e da expansão da ocupação urbana. Dessa forma, o conjunto de fotografias alia apelo estético e conteúdo documental.

“Através da descrição de cenários que me são particularmente caros, procuro despertar nas pessoas preocupações relativas à preservação desses locais”, comenta Paulo Baptista.

Professor do Departamento de Fotografia, Teatro e Cinema da Escola de Belas Artes da UFMG, Baptista colabora como pesquisador no Laboratório de Documentação Científica por Imagem (iLAB), na mesma unidade, dedicado à documentação do patrimônio cultural e natural. Participou de diversas exposições coletivas em Belo Horizonte e outras cidades brasileiras. Apresentou exposições individuais na capital mineira, no Rio de Janeiro e em Ouro Preto. Seu trabalho está representado nos acervos da Coleção Pirelli/Masp de Fotografia do Museu de Arte de São Paulo, do Museu da Fotografia de Curitiba e do Museu Histórico Abílio Barreto, em Belo Horizonte. Suas fotografias também foram publicadas em livros.

A exposição pode ser visitada de terça a domingo, das 9h às 21h. O Sesc Palladium fica na avenida Augusto de Lima, 420. Informações: (31) 3214-5350.

Ameaças ao Espinhaço

Paulo Baptista escolheu duas áreas da Serra do Espinhaço que sofrem ameaças de transformação por ocupações socioeconômicas e ambientais. Na região entre Serro e Diamantina, passando por povoados como Milho Verde e São Gonçalo do Rio das Pedras, ele identificou perigo no asfaltamento do trecho remanescente da Estrada Real. Para ele, isso deve transformar radicalmente a vida das comunidades, já que vai aumentar exponencialmente o movimento de veículos, incluindo caminhões de carga.

Já na parte Sul do Espinhaço, próximo a Belo Horizonte, um grande projeto de mineração pode, de acordo com Baptista, descaracterizar a última área ambientalmente preservada do Quadrilátero Ferrífero. “A serra do Gandarela conserva espécies de Mata Atlântica e de campos rupestres ferruginosos, geossistema muito raro no Brasil, e abriga biodiversidade ímpar”, justifica.

Uma das referências do pesquisador é o trabalho do americano Mark Klett, que refotografou, nas décadas de 1970 e 1990, paisagens registradas no século 19 por expedições que mapearam o território dos Estados Unidos, visando ao planejamento da ocupação do país. Klett fez imagens dos mesmos pontos de vista, nas mesmas épocas, dias e horários das antigas fotos, obtendo margem de precisão medida em centímetros.

“Minha intenção original para a pesquisa era ‘refazer’ fotos que já existissem, mas não se encontra quase nada dessa região nos acervos. Então, proponho metodologia para um trabalho que se faça daqui para frente”, explica Baptista, graduado em engenharia eletrônica com mestrado – também na EBA – sobre a transição dos processos químicos para os digitais em fotografia.

Ele está certo de que sua proposta tem alto teor de ineditismo no Brasil e pode fortalecer a ponte entre a fotografia e as geociências. “Para fotografar, preciso entender um pouco de geografia, e os geógrafos terão com a fotografia mais subsídios para seu trabalho. É uma colaboração que tem tudo para ser muito frutífera”, acredita Paulo Baptista.

Leia mais sobre a tese de doutorado de Paulo Baptista em reportagem do Boletim UFMG.

(Com assessoria de imprensa do Sesc Palladium)