quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Agenda cultural do fim de seman

Fonte: Secretaria Municipal de Cultura, Turismo e Patrimônio

Dia 03/08 - sexta-feira.
-Feira de Artesanato, Comida Típica e Música ao Vivo - Sexta Nossa
Local: Mercado Velho
Horário: A partir das 18 horas
Atração: Música ao vivo com Francisco Galvão

-Seresta com o Grupo Monsenhor Celson de Carvalho

Local: Praça JK

Horário: A partir das 21 horas

Dia 04/08 - sábado
-Feira de Artesanato, Hortifrutigranjeiro e Música ao Vivo - Feira do
Mercado
Local: Mercado Velho
Horário: A partir das 08 horas
Atração: Música ao vivo com Geraldo Roberto

- Vesperata

Local: Rua da Quitanda

Horário: A partir das 21 horas

Dia 05/08 - Domingo

-Feira  Livre do Largo Dom João/ Feira de Artesanato,
Hortifrutigranjeiro e Música ao Vivo
Local: Praça D. João
Horário: A partir das 07 horas

-Café no Beco
Local: Beco da Tecla
Horário: A partir das 08 horas.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Jorge Luis Borges em mais um Café Literário

Fonte: Blog do Museu do Diamante

A Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) em parceria com o Museu do Diamante/Ibram apresenta a 6ª edição do CAFÉ LITERÁRIO: A narrativa literária como fonte do conhecimento.

A obra "A Biblioteca de Babel" de Jorge Luis Borges será apresentada por Roberto Amaral e Wagnes Lannes.

Data: 18 de agosto de 2012 (sábado)

Horário: 15:00 horas

Local: Museu do Diamante

Rua Direita, 14 - Centro

ENTRADA GRATUITA!!

Com sorteio de livros e coffee break.

CPI terá hoje a oitiva com o prefeito municipal de Diamantina

Fonte: Câmara de Diamantina

Reuniram-se no plenário da Câmara Municipal de Diamantina, na quarta-feira [18/07], às 14 horas, o Presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito, vereador Cássio Moreira, o relator Cícero Teixeira e o secretário Sebastião de Jesus. Os vereadores compareceram ao plenário para a oitiva investigativa com o prefeito municipal de Diamantina, Geraldo da Silva Macedo (Padre Gê).

A CPI iniciou os trabalhos com a leitura do ofício n° 101/2012/PMG/GAB/RWMS, encaminhado pelo executivo municipal, onde o prefeito solicita o adiamento da oitiva ora convocado. Após a leitura do comunicado encaminhado pelo Prefeito, a comissão deliberou o seguinte:

Diante dos fatos ocorridos, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) torna público ata da sessão realizada nesta quarta-feira, dia 18 de julho do ano corrente, referente à oitiva do Excelentíssimo Prefeito Municipal de Diamantina, Geraldo da Silva Macedo.

A Comissão comunica a todos os cidadãos diamantinenses que, desde a publicação da portaria N° 26 de 25 de abril de 2012, que institui o processo investigativo, de fato determinado, relativo a possíveis crimes de improbidade administrativa e outros, cometidos pelo chefe do Executivo Municipal, que os trabalhos se encontram em fase final de elaboração.

Fica convocado Excelentíssimo Prefeito Municipal de Diamantina, Geraldo da Silva Macedo, para prestar depoimento no próximo dia 31 de julho de 2012, às 14 horas, no Plenário João Antunes de Oliveira, Câmara Municipal de Diamantina.

O arquivo de áudio, bem como a ata da referida sessão vai estar disponível na próxima quinta-feira (19/07), em nosso portal.

Clique aqui para acompanhar.

Luau do Vau

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- Shows com músicos regionais

- Apresentações Culturais e Rua de Lazer

-  Café real com os produtos " Delicias Reais"

- Atividades Esportivas.

domingo, 29 de julho de 2012

Conheças os candidatos a prefeito e vereador de Diamantina

DivulgaCand é o sistema responsável pela divulgação das candidaturas registradas em todos os municípios do Brasil.

Por meio do sistema, é possível consultar o quantitativo de candidaturas por município e cargo. Além disso,  pode-se verificar a situação do candidato, assim como todos os seus dados, conforme foi informado à Justiça Eleitoral.

O sistema é disponibilizado na Internet para todos os cidadãos que desejarem. Para acessá-lo, não há necessidade de cadastro prévio ou autenticação de usuário.

Acesse ao DivulgaCand2012 e conheça os candidatos da sua cidade.

Informações dispníveis no sistema:

  • Dados do candidato
  • Dados partidários e coligação
  • Limite de gastos na campanha
  • Dados de eleições anteriores
  • Declaração de bens
  • Certidões criminais

Essas informações também estão disponíveis no site “Ache Candidatos”(clique aqui).

Empreendedores mineiros lançam plataforma voltada à valorização de ideias em Diamantina

imageEmpreender ideias, gerar negócios e estimular o conhecimento. Este é o objetivo da Livres Ideias, start up que surge em berço mineiro para se tornar referência no mercado empreendedor e acadêmico do país. Idealizada pelo mestre em Administração de Empresas, Emerson Araújo, e pelo empreendedor Gilmar Costa, a Livres Ideias é a mais inovadora plataforma de mídia social destinada ao mercado de crowdsourcing e open innovation na Web e será lançada oficialmente no dia 4 de agosto deste ano.

A Livres Ideias oferece recursos e soluções que permitem e incentivam o compartilhamento, colaboração e desenvolvimento de ideias e inovações online e off line, sobre mais de 30 temas e assuntos que vão de Negócios à Tecnologia e Sustentabilidade.Instituições de Ensino e Pesquisa, dentro e fora do país, serão atendidas gratuitamente pela proposta Livres Ideias de estímulo à criatividade, empreendedorismo e intercâmbio.

Já o mercado corporativo conta com uma plataforma de serviços destinada à geração de inovações e diferenciais competitivos para as organizações de maneira rápida, eficiente e barata. Além da possibilidade de encontrar talentos por meio da Livres Ideias, as empresas poderão lançar desafios para encontrar soluções, estimular a produção de conhecimento inter e extra organizacional e contribuir para o desenvolvimento de ideias e pessoas.

Com faturamento estimado para mais de R$ 1 milhão nos próximos dois anos, a Livres Ideias já tem como parceiros a Agência Regional de Gestão do Conhecimento & Inovação (Inovales), a agência de turismo CVC Viagens, filiais Floresta e Cidade Nova em Belo Horizonte e um dos melhores e mais renomados hotéis de Porto Seguro-BA, o Brisa da Praia. Para mais informações acesse a página da Livres Ideias no Facebook (facebook.com/livresideias) ou pelo site www.livresideias.com.br. Livres Ideias, Infinitas Possibilidades!

Serviço:

O QUÊ: Lançamento ao mercado acadêmico e corporativo da rede social Livres Ideias.

QUANDO: 4 de agosto de 2012.

ONDE: Salão de eventos da Pousada do Garimpo (Av. da Saudade, 265, Centro) em Diamantina/MG.

CONTATOS: Emerson Araújo – Sócio-Presidente Livres Ideias

(31) 8554 2586 // emerson.araujo@livresideias.com.br

Dona Conceição Duarte Tibães traz mais informações sobre usina hidrelétrica em Diamantina

Recentemente, publicamos aqui em Diamantina um post sobre a usina hirelétrica do Ribeirão do Inferno, considerada a primeira usina hidrelétrica do Brasil. A escritora e pesquisadora Maria da Conceição Duarte Tibães nos enviou o texto abaixo trazendo novas informações que confirmam a imortância do artífice John Rose para Diamantina.

Texto:   Maria da Conceição Duarte Tibães

Ribeirão do InfernoPara completar o esforço de trazer ao povo os estudos sobre a “Primeira Usina

Hidroelétrica do Brasil”, ou melhor da América do Sul, envio-lhe a História dela que foi pesquisada e escrita por mim, no livro “O Artífice John Rose, um Inglês em Diamantina”. Páginas 50, 51 e 52.

O fato foi relatado pelo neto de John Rose, Oscar Batista Teixeira, primo de meu falecido esposo, Geraldo Magela Tibães. O senhor Oscar, que possui o nome em uma das ruas de Diamantina, narrou a seu filho Vicente Gomes de Oliveira (residente hoje em Belo Horizonte), antes de falecer a sua informação e que também foi do conhecimento de vários parentes e pessoas de Diamantina, inclusive de meus pais, Pedro Duarte e Maria Luiza Horta Duarte.

“Foi John Rose quem avalizou a compra, na Inglaterra, construiu, colocando-a para funcionar na Boa Vista Mining Company´, que esteve instalada no Ribeirão do Inferno, na Cachoeira das Andorinhas, com a mais extensa linha de transmissão do mundo, também uma das mais antigas”.

Seus proprietários pagariam a Inglaterra com os diamantes´, mas foram inadimplentes.

Os bens de John Rose ficaram confiscados para o pagamento do maquinário da Usina.

(Estamos à procura desse Processo Judiciário que estava no Fórum de Diamantina MG, conforme nos afirmou o senhor Doutor Valmy Lessa Couto (In memoriam).

A Revista Mundo Elétrico (1964) em seu artigo `Primórdios da Geração Hidroelétrica´ , nos oferece o seguinte:

- Um ofício, datado de 17 de junho de 1883, o Prof. Claude Henri Gorceix, Emérito Diretor da Escola de Minas, de Ouro Preto diz: (...) “Daqui a alguns dias estarei no Ribeirão do Inferno, onde o senhor De Bovet serve-se de eletricidade em grande escala para manobra de Máquinas de extração de cascalho”...

O Prof. Armand De Bovet integrou, contratado pelo Governo Imperial, o magnífico Corpo Docente da Escola de Minas de Ouro Preto.

A Usina do Ribeirão do Inferno (afluente do rio Jequitinhonha), a primeira Usina do Brasil e uma das mais antigas do mundo situada no Município de Diamantina, Província de Minas Gerais, era interada por uma Barragem que criara desnível de 5m, e a Casa de Força dotada de duas máquinas Gramme de 8 CV cada uma, 1500 RPM, corrente contínua, acionadas por roda d água e madeira com 3,25 m de diâmetro.

“A energia era utilizada a 2 km de distância e mais extensa linha de transmissão do mundo, pois, a de Niágara Falls (EUA) tinha apenas 1,5 km. Tal energia, produzida inicialmente movimentava duas bombas de desmonte a jato do terreno diamantífero e, após poucos meses passou a ser utilizado para fins de iluminação”.

(Não foi na cidade de Juiz de Fora, como querem algumas pessoas. Chegou até nós a notícia de que John Rose orientou a montagem desta Usina, em 1889).

Na Biblioteca do Exército – Editora Publicação 474 – Coleção General Benício – Volume 154 – 1977, Rio de Janeiro – está registrado que Diamantina MG, em 1883, foi a primeira Cidade a fazer aproveitamento Hidroelétrico, para uso privado. “A Energia Elétrica no Brasil, da primeira lâmpada à Eletrobrás”. (Notícia de capa – última ) epp 54 – 55.

No Inventário de John Rose as “Folhas de Declaração de Bens” estão em branco. Não foram encontradas as descrições dos bens...???

- Onde estão esses papéis?

- Seus bens foram confiscados pela Inglaterra?

- Onde estarão as provas?

TONINHO – São as incógnitas, elas não vão surgir aqui, acolá, como se fossem obras da sorte ou do acaso. Não por sorte dos deuses, elas vão aparecer no seu tempo, porque na verdade elas fazem parte desta “TRAMA”.

CONCEIÇÃO – “Mas o espírito de JOHN ROSE era sempre elevado, não se deixou abater facilmente, nem viu outra saída; ia sempre em frente. Para ele, a Fé e a Ciência eram formas de chegar até Deus, tudo através do trabalho.

Partiu para outras obras com elegância e grande estilo, e continuou ao lado de seu amigo, o Bispo, D. João Antônio dos Santos, até ficar velhinho e falecer, na finalização da construção Basílica do Sagrado Coração de Jesus”.

Eis o relato feito a nós, por sua neta, também minha sogra, Maria Cristina Falci Rose Tibães, um ano antes de falecer, quando visitava conosco todas as obras de seu avô JOHN ROSE em 1968.

Pelas histórias contadas por alguns familiares, antes desta Usina em Ribeirão do Inferno, já existia uma Usina em Biribiri, na data de sua fundação: 1876.

Se alguém encontrar algum documento a este respeito, ficaremos gratos.

Sempre às ordens!

Afetuosamente,

Escritora e Pesquisadora, Maria da Conceição Duarte Tibães

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Leia nesta semana na Voz de Diamantina

Capa (15)

Autor: Joaquim Ribeiro Barbosa - “Quincas”

Quem imagina que o Festival de Inverno passa pela cidade como ligeiro vento cultural que balança os costumes locais, tira a comunidade da mesmice do seu dia-a-dia e some no horizonte sem deixar rastos está muito enganado ou não tem sensibilidade para observar, sentir e admirar a força, a criatividade e a provocação que ele esconde em propostas aparentemente velhas, conhecidas e cansadas. Mais desatenção ainda é pensar que essa virtuosa sublevação comunitária só tem sentido se acompanhada por grandes shows, famosos artistas da música ou das artes cênicas e por fabulosas estruturas de palco, som e iluminação. Se, em algum tempo, essas descomunais e dispendiosas encenações eram marca obrigatória desse grande evento, já de muito se tornaram proibitivas, ultrapassadas e substituídas por montagens mais simples, inteligentes e compatíveis com os ambientes das cidades a que se destinam. Não apenas em razão de seus altos custos, mas também e principalmente pela dificuldade e escassez de recursos. Afinal de contas, Minas Gerais inventou essa atividade e soube conformá-la ao clima das montanhas, às particularidades arquitetônicas e urbanísticas de suas belas e históricas cidades, fazendo-a encarnar a mineiridade do sempre latente jeito simples de sua gente, em suas ricas tradições, crendices populares, festas e manifestações religiosas.

Muitas pessoas se assustam ao descobrirem que o hoje internacional Grupo Galpão nasceu em uma oficina do primeiro Festival de Inverno da UFMG realizado em Diamantina. Mais ainda elas se surpreenderiam com tantas outras revelações de talentos surgidas nestas mais de quatro décadas em que o evento cresceu, consolidou-se e, pouco a pouco, adaptou-se, tornando-se até parecido com o queijo de Minas, tão querido e em tantas cidades presente no mês de julho, de frio, de férias. Quando, pois, se ouve a notícia de que mais de 40 festivais são montados em Minas Gerais, mais razões tem Diamantina em orgulhar-se do privilégio de acolhê-lo com tanta frequência. A grande e repetida expectativa é saber qual vai ser o mote do próximo festival. Neste ano, então, com a UFMG e sua parceira local, a UFVJM, em greve, mais aguçadas eram a curiosidade e a preocupação com sua realização. Mas, à semelhança do que tem ocorrido, bem lá no fundo do baú da criatividade sempre aparecem tesouros escondidos. Às vezes, na tentativa de emergir de antigos e esquecidos guardados, eles quase acenam para que sejam vistos, redescobertos e novamente revividos. Assim é que, entre os muitos e preciosos bens de raiz que vão perdendo o lustro com o passar do tempo, a aponto de serem considerados fora de moda, foi posto em evidência neste festival nada menos que O Bem Comum, com foco especial em seus Saberes e (por que não?) em seus Fazeres.

Continua na Voz de Diamantina Edição 572 de 28 de julho de 2012

Confira nesta edição:

  • Balaio de pitacos
  • Campanha Sino do Mendanha
  • Um produtivo encontro empresarial
  • Sinfonia do Velho Chico
  • Repercussão de pesquisa sobre Henry Dumont

Assinatura da Voz de Diamantina

Um presente que todo mundo gosta de ganhar

Por apenas R$ 150,00 você recebe 52 exemplares semanalmente durante um ano

Quincas: 38-3531-3129 e 8824-3584

Aline: 38-8811-5707

Vinho e azeite de Diamantina

Fonte: Viver Brasil

Ainda no século 18, o antigo Arraial do Tijuco, hoje Diamantina, produzia vinho de qualidade. No período colonial, as famílias europeias tinham em sua base alimentar o alto consumo da bebida de Baco. Como a logística para se fazer chegar a bebida à região era complicada, as famílias começaram a plantar as primeiras mudas viníferas, que também abasteciam os membros da corte e da igreja. No início do século 20, a viticultura alcançou expressão econômica e as antigas parreiras resistiram em alguns quintais da cidade histórica e dos distritos de Gouveia e Conselheiro Mata.

“Sabe-se desde a introdução das primeiras mudas de vitis em Diamantina que as características da região (clima, relevo, solo, amplitude térmica, altitude, umidade do ar e regime de chuvas) eram extremamente favoráveis à cultura. Tais condições especiais proporcionaram frutos de qualidade inconfundível e sabores característicos, um verdadeiro terroir do Alto do Jequitinhonha”, explica Leonardo Soeiro Pinheiro, um dos proprietários da fazenda Altitude Máxima, em Diamantina.

Em pleno século 21 o que se vê é o resgaste histórico e da tradição vinícola.  Em 2005, João Francisco Meira, proprietário do sítio Quinta D´Alva, começou o plantio experimental de nove variedades de vitis europeias para selecionar as mais apropriadas para a região (syrah, tempranillo, cabernet sauvignon, merlot, pinot noir, pont meunier e as brancas chardonnay, moscatel peti gran e manzana). Essa iniciativa ousada e pioneira gerou conhecimentos que estão sendo utilizados por um consórcio inovador de empresários, criado em 2009.

Clique aqui para ler a reportagem completa.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Google lançará Street View da Estrada Real

Fonte: Estado de Minas

No início deste mês, a Google concluiu o mapeamento de toda a extensão do eixo principal da Estrada Real. Carros com tração 4X4 percorreram 95% do trajeto total do eixo principal de 1600 km, composto por 75% de estrada de terra, 20% de asfalto e 5% de trilhas. Segundo o Instituto Estrada Real, é a primeira vez que a empresa faz o trabalho em estradas de terra. Só as trilhas ficarão de fora do mapa digital porque não foi usado um equipamento capaz de rodar nos caminhos.

Devido à complexidade dos trechos e quantidade de dados coletados, que precisarão ser editados, o lançamento oficial ainda não tem data prevista, mas a expectativa do instituto é de que até o final do ano os turistas tenham mais uma ferramenta para percorrer a Estrada Real de forma autoguiada, com mais segurança.

Clique aqui para continaur lendo.

Garrincha na Palha

Fonte: UFMG

O 44º Festival de Inverno da UFMG, que termina nesta quinta-feira, 26, continua com uma variada programação. O bairro da Palha, em Diamantina, receberá nesta quarta-feira, 25, uma sessão de cinema em um cenário bem apropriado ao tema do filme.

O documentário brasileiro Garrincha, alegria do povo, sobre o jogador de futebol Manuel Francisco dos Santos, o Mané Garrincha, será exibido na quadra de esportes do bairro, a partir das 18h30, dentro da programação da Mostra Bem Comum.

Dirigido por Joaquim Pedro de Andrade, o filme foi realizado em 1962, época do apogeu da carreira do jogador. Garrincha foi bicampeão mundial em 1958 e 1962 e consagrado no Botafogo, onde eternizou a camisa número 7.
O filme alterna imagens de Garrincha em ação no Botafogo e na Seleção Brasileira, com algumas cenas do cotidiano, a rotina de treinos e a preparação para entrar em campo. Com rápidos depoimentos, o grande destaque do documentário são as cenas clássicas do craque em campo, seus dribles desconcertantes e seus belos gols defendendo o Botafogo e a Seleção Brasileira nos mundiais.
Pouco antes da exibição do documentário, às 15h, também na quadra de esportes do bairro da Palha, será realizado encontro das casas da Cidade, da Palavra e do Corpo.

Às 20h30, fechando a programação de quarta-feira, haverá o Concerto de Kora e instrumentistas convidados por Zal Sissokho (Senegal), na Igreja do Rosário.

Todas as atividades do 44º Festival de Inverno da UFMG são gratuitas.

Instalação criada pelo grupo Cantos do Cerrado apresenta sons dos pássaros de Biribiri

Fonte:  Natália Carvalho, no site da UFMG, com dica do Micuim.

O-CANT~1.JPGCaminhadas matinais pelos campos de Biribiri, distrito de Diamantina, com observação atenta do canto dos pássaros que habitam a região, resultou em vasto material sonoro que será apresentado hoje, às 20h30min, no Teatro Santa Izabel.

A instalação sonora é fruto do projeto realizado pelo grupo de trabalho Cantos do Cerrado, da Casa dos cantos e da escuta, que exibe, editado, o material recolhido nas gravações do som ambiente.

Convidado pela organização do evento, o músico e biólogo Ivan Mortimer, que já havia desenvolvido estudos relacionados à ornitologia (estudo dos pássaros) com foco no canto das aves, assumiu a coordenação do grupo e idealizou o plano de trabalho.

“A intenção é ampliar a percepção que as pessoas têm dos cantos. Nós, que moramos nas cidades, não desenvolvemos a capacidade de perceber os sons dos pássaros, de identificar as espécies pela audição, habilidade que é construída pelos índios e moradores de regiões rurais”, explica. O biólogo pondera que o trabalho é na verdade uma iniciação: “A escuta é um treino para a vida toda”.

Durante o Festival, ele trabalhou com um grupo de quatro participantes, que durante oito dias enfrentou as baixas temperaturas de Diamantina, a partir das 5h da manhã, para se dedicar à prática de percepção sonora.

A descendente indígena Ramone Rodrigues, que cursa Lincenciatura Intercultural para Orientadores Indígenas na UFMG, participou do grupo e da produção das gravações. Ela reconhece que o ritmo de vida das cidades a impede de desenvolver práticas usuais para sua família, como ouvir o canto dos pássaros e diferenciar as espécies. “Participar do grupo de trabalho foi uma oportunidade importante para mi. Ouvi cantos que eu já conhecia, mas aos quais nunca havia dado atenção.”

Gravação e difusão sonora
Além da instalação do Cantos do Cerrado, foram montadas, para apresentação no Teatro Santa Isabel, as instalações do grupo de trabalho Gravação e difusão sonora também veiculado à Casa dos cantos e da escuta, que trabalhou com a gravação das atividades da Casa, confrontando as referências auditivas usuais às indígenas, na tentativa de deslocar os ouvidos do público em busca daquilo que é ouvido pelos índios.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Diamantina teve a primeira usina hidrelétrica do Brasil

Brasil começou a utilizar a água dos rios para gerar energia elétrica em 1883, quando entrou em operação a usina hidrelétrica de Ribeirão do Inferno, em Diamantina (MG). Tratava-se de uma usina de pequeno porte, destinada ao abastecimento exclusivo de uma mineradora de diamantes.
Tudo começou na cidade mineira de Diamantina. Foi lá que em 1883 entrou em operação a primeira usina hidrelétrica do Brasil, situada no Ribeirão do Inferno, um afluente do rio Jequitinhonha.  A usina, do tipo fio d’agua, foi instalada em uma queda bruta 5 m e possuía apenas dois dínamos Gramme, com 4 e 8 HP, que geravam energia capaz de movimentar bombas d’água para desmonte das formações nas minas de diamante.
Para entender a importância de um projeto deste tipo no Brasil, vale lembrar que o francês Aristides Berges aproveitou pela primeira vez a força hidráulica para gerar energia elétrica apenas 16 anos antes (...) a pequena Ribeirão do Inferno detinha outro grande feito para a época: possuía a maior linha de transmissão do mundo, com 2 km de extensão.

Movimento em prol da despoluição do Rio Grande

Fonte: Prefeitura de Diamantina

Convidamos a todos para participar do Movimento em Prol da Despoluição do Rio Grande e a Utilização turística do Mesmo. Esta iniciativa surgiu em discusões realizadas na Casa da Cidade, um dos espaços de programação do 44º Festival de Inverno em Diamantina.

O Rio Grande pode voltar a ser limpo e se transformar em área de lazer e rota turística, integrando o Bairro Rio Grande, Palha e a Estrada Real. Com as águas despoluídas, o rio será orgulho dos cidadãos diamantinenses, trazendo riqueza natural, social e econômica.

Não deixem de participar e apoiar esta importante iniciativa.

Segue abaixo dados relacionados  a este evento:

Data: 26/07/2012
Local: Casa da Cidade (Av Coronel Caetano Mascarenhas, 9, Rio Grande Grande)
Horário: 13h30.

Na expectativa de podermos contar com a presença de todos, antecipamos agradecimentos e solicitamos a gentileza de divulgarem esta iniciativa.

Hoje tem Rui Moreira no Festival de Inverno

Original de São Paulo, está radicado em Belo Horizonte desde 1984. A carreira deste bailarino intérprete e coreógrafo tem inicio em 1979 e é fortemente marcada por sua participação no Grupo Corpo, de Minas Gerais, nas companhias paulistanas Cisne Negro e Balé da Cidade de São Paulo e também por ser co-fundador da Cia. SeráQuê?. Dedica-se atualmente à desenvolver criações a partir de pesquisas de linguagens cênicas tendo como mote principal as culturas brasileiras. Construindo repertório como coreógrafo e como intérprete criador interage com atores, músicos, bailarinos, dançarinos populares, de street dance, poetas, vídeo makers, Djs, materializando uma linguagem gestual contemporânea. A formação artística de Rui Moreira mescla a formação de dança acadêmica (dança clássica e moderna) com o interesse pelas manifestações populares; trabalhou com representativos elencos e criadores no Brasil e em outros países, seja com as companhias e os agrupamentos artísticos do qual fez parte ou como resultado de pesquisas e encontros sazonais com mestres populares.

Rui Moreira dança no espetáculo Nazareth - Grupo Corpo - 1992

Além da bem sucedida e premiada trajetória como artista intérprete criador, fez a curadoria da Mostra de Dança Contemporânea Telemig Celular Arte em Movimento (2004) e do FAN - Festival Internacional de Arte Negra (2003, 2005/2006, 2007 e 2009), promovido pela prefeitura de Belo Horizonte. Participou do grupo de trabalho que redigiu a CBO - Classificação Brasileira de Ocupações da dança realizada pela faculdade de educação de Campinas – UNICAMP, foi escolhido em assembleias setorial de dança para representar Minas Gerais na composição da Câmara Setorial de Dança proposta pelo MinC/ Funarte para levantar dados para a implantação de um Plano Nacional de Cultura. Integra a Associação SeráQuê Cultural da qual é um dos fundadores. Entre as atividades da instituição está a concepção e execução de projetos de sensibilização e formação artística direcionados a todas as idades e a implantação de um Ponto de Cultura no bairro Lagoinha, ação desenvolvida com a parceria do MinC através do programa Cultura Viva.

Clique aqui para saber mais.

Clique aqui para conferir a programação do Festival de Inverno da UFMG