sábado, 17 de março de 2012

Petit Georges, verticalidades

Petit Georges, verticalidades from Pedro de Filippis on Vimeo.

Verticalidades é o mais recente trabalho do artista plástico argentino, radicado em Diamantina, Petit Georges. O vídeo mostra a relação de Petit com sua obra e com a arte na qual acredita.

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Veja fotos da gravação da Dança da Galera

Texto e fotos: rogéio Adriano

A gravação do quadro, manhã deste sábado, contou com a participação de mais de mil pessoas de idade acima de 14 anos, além de espectadores que foram assistir. Amúsica escolhida para a coreografia, que começou com a formação de uma locomotiva, foi Maria Maria de Milton Nascimento. Diamantina concorre com mais três cidades no quadro do programa Domingão do Faustão. A cidade vencedora será escolhida em votação aberta via mensagem de celular e internet. A cidade vencedora poderá escolher um projeto social para ser beneficiado.

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Diamantina: cenário do primeiro diário escrito por uma mulher no Brasil – Minha vida de menina de Helena Morley

Autoras:  Cristal Rodrigues Recchia e Maria Célia de Moraes Leonel

RESUMO DO ARTIGO: Primeiro diário escrito por uma mulher no Brasil, Minha vida de menina traz a descrição do cotidiano e da vida pacata de Diamantina, cidade do interior de Minas Gerais. Helena Morley, uma adolescente do final do século XIX, apresenta-nos desde os loucos da cidade, até questões da libertação dos escravos. A visão de mundo da jovem narradora proporciona também uma visão de como o papel da mulher mudou na nossa sociedade.

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Apresentação inédita do grupo Músicas do Espinhaço em Diamantina

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É com grande entusiasmo que o Instituto Biotrópicos comemora seu primeiro ano de gestão do uso público da Gruta do Salitre com a apresentação do grupo Músicas do Espinhaço que vem pela primeira vez a Diamantina. O espetáculo divulgará o recém lançado disco “Jardim do Mundo” no próximo dia 24 de março, sábado, às 21 horas no Teatro Santa Izabel.

O grupo é composto por cinco integrantes, Bernardo Puhler (voz, violão, piano e flauta transversal), Zé Mauro (contrabaixo elétrico e fretless), Gustavo Campos (percussão), Matheus Félix (violino e bandolim) e Rafael Furst (violoncelo, violão e bateria). As músicas são fruto de composições inspiradas nas paisagens e nos aspectos culturais da Serra do Espinhaço, reconhecida internacionalmente como Reserva da Biosfera (UNESCO, 2005). Além do cancioneiro com elementos da música regional, do clube da esquina e do jazz, o trabalho se caracteriza pela recorrente interação com a imagem, seja por meio de vídeos ou de fotografias. Outra peculiaridade da atuação do grupo é a forte conotação ambiental, que estimulou a condução de ações de preservação ambiental, como a criação do Portal Serra do Espinhaço (www.serradoespinhaco.com.br), um projeto que reúne ONGs, voluntários e disponibiliza produtos ecológicos. Normalmente, boa parte do lucro obtido na venda de cds e outros produtos tem sido investida em ações socioambientais e em projetos de conservação em várias localidades ao longo da cordilheira do Espinhaço. Em Diamantina, o recurso captado na venda dos ingressos será revertido para o desenvolvimento de ações socioambientais na Gruta do Salitre.

Convidamos a comunidade diamantinense a prestigiar esse raro espetáculo musical e, ao mesmo tempo, colaborar com as ações que vêm sendo desenvolvidas para consolidar o cenário atual de gestão da Gruta do Salitre para torná-la uma referência de conservação ambiental, inclusão social e de desenvolvimento turístico responsável.

Para mais informações acesse: www.musicasdoespinhaco.com.br ou ou envie um email para: contato@musicasdoespinhaco.com.br

grutadosalitre@biotropicos.org.br
Equipe Instituto Biotrópicos

sexta-feira, 16 de março de 2012

Estado de emergência em Diamantina!

Autor:  Ricardo Lopes Rocha – publicado aqui

Nem procurei saber se o decreto de estado de emergência já foi revogado ou não. Apenas o fato de ter sido decretado, no dia 25 de janeiro, já se constituiu, para mim, em uma vergonhosa falta de ética porque não reflete a realidade que se vivencia na nossa cidade. Paradoxalmente, poucos dias depois do decreto, Diamantina se cobriu de palcos, bancas de camelô e se encheu de foliões para o carnaval. Dizer que uma cidade se encontra em estado de emergência e a população simplesmente nem saber porque ocorreu isso é no mínimo hilário, senão imoral, frente às reais necessidades de outras cidades que se encontram verdadeiramente em estado de calamidade e necessitam da ajuda oficial do governo federal. Mas refletindo por outro ponto de vista, pode ter sido apenas para enganar, para ninguém dizer que Diamantina ficou de fora da onda de cidades em situação de emergência. Talvez viesse uma verbinha a mais, quem sabe? Assim também, só para enganar,são tratados os jardins: depois de meses sem nenhum cuidado, passa por eles uma turma, corta tudo o que vê pela frente com aquelas máquinas a gasolina e por ali mesmo o mato seca e fica. Só para enganar as vistas dos passantes menos atentos. Semanas atrás, capinaram as ruas, mas os matinhos, sujeiras, ficaram no meio do caminho. E os buracos das ruas? Para não dizer que não tapam, vão lá, colocam areia com 0,001% de cimento e depois de quinze minutos, o trânsito volta a passar por cima. Com o calçamento, o estado de emergência já dura uns trinta anos. Com a cachorrada (os de verdade) que anda solta pelas ruas, se esbaldando com o lixo e cadelas no cio, o tratamento é diferente. Para não falar que não fazem nada, não fazem nada mesmo. Os cachorros continuam lá, sem trato, sem dono, doentes e revirando os lixos. Mas enquanto houver um palco montado num final de semana, para quê pensar em estado de emergência? É só para enganar mesmo!

Negociações sobre o espaço mortuário sagrado em Diamantina

Autor: Felipe Augusto de Bernardi Silveira

RESUMO DO ARTIGO: O presente artigo trabalha os embates ocorridos entre a mundividência católica e as reformas de cunho modernizante e “secularizador” na cidade de Diamantina, Minas Gerais. Os locais para se-pultamento, ponto de partida para nossas análises, foram o palco principal de conflitos entre estruturas mentais antagônicas no século XIX e início do XX. De um lado perfilava as tradições católicas e a forte visão escatológica do mundo, do outro lado uma força dessa-cralizadora e laicista. Do impasse estabelecido nessa sociedade sur-ge uma síntese inesperada, reafirmando a força do sagrado sobre a República secularizada.

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quinta-feira, 15 de março de 2012

Posicionamento Estratigráfico da Formação Bandeirinha na Região de Diamantina, Minas Gerais: Grupo Costa Sena ou Supergrupo Espinhaço?

Autores: Leonardo Lopes-Silva, Luiz Guilherme Knauer.

RESUMO DO ARTIGO: Os grupos Costa Sena e Guinda constituem duas das principais unidades estratigráficas aflorantes ao longo da Serra do Espinhaço na região de Diamantina (MG). O primeiro foi definido englobando as formações paleoproterozóicas Barão do Guaicuí (xistos) e Bandeirinha (quartzitos e metarruditos). O Grupo Guinda, formado por quartzitos, metarruditos e filitos, é subdividido nas formações São João da Chapada e Sopa-Brumadinho e compõe a base do Supergrupo Espinhaço (Paleoproterozóico a Mesoproterozóico). A partir da década de 1990 foram aventadas hipóteses alternativas a respeito da natureza estratigráfica da Formação Bandeirinha, posicionando-a como base do Grupo Guinda. As relações de campo indicam, contudo, contato gradacional entre esta unidade e a Formação Barão do Guaicuí, e discordância angular e erosiva no contato com o Grupo Guinda. As diferenças de estilos estruturais sugerem que a Formação Bandeirinha tenha sido deformada anteriormente ao Grupo Guinda. A assertiva é corroborada pela análise da deformação em clastos de metarrudito do Nível A da Formação São João da Chapada, formado pelo retrabalhamento da Formação Bandeirinha. Os resultados do método Rf/φ mostram a existência de elipses principais de deformação com vergências dispersas, por vezes para leste, não havendo correspondência com a deformação típica do Supergrupo Espinhaço (vergente para os quadrantes oeste). Os dados indicam que a rocha-fonte do metarrudito já se encontrava deformada quando do seu retrabalhamento na Bacia Espinhaço. O conjunto de evidências estratigráficas e estruturais sugere a manutenção da Formação Bandeirinha como topo do Grupo Costa Sena.

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Rede Minas estreia série sobre a Pré-história em Minas Gerais

No dia 18 de março, o programa Bem Cultural, da Rede Minas (que aqui em Diamantina pode ser sintonizada no canal 17), estreia nova série: "Pré-história em Minas Gerais".
Aos domingos, a partir das 19h!
1º episódio:
O MUNDO DAS CAVERNAS -- A formação da vida na terra
2º episódio:
O LEGADO DE LUND -- A origem das espécies
3º episódio:
NO TEMPO DOS ANIMAIS GIGANTES
4º episódio:
O POVO DE LUZIA
5º episódio:
A ARTE RUPESTRE

Sugestão do sempre atento Michel Becheleni.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Site oficial dos Raimundos confirma show em Diamantina

Fonte: Site oficial Raimundos – Clique aqui

“É com prazer que anunciamos um show do Raimundos em Diamantina, no interior de Minas Gerais!O evento acontecerá no dia 18 de agosto, mais informações estão por vir.”

Músicas do Espinhaço em Diamantina

Homem é soterrado durante conserto de esgoto em Diamantina

Fonte: Site Terra – 14/03/2012 – clique aqui

Um funcionário da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (MG) foi resgatado na tarde de terça-feira após ser soterrado enquanto fazia reparos na rede de esgoto na rua Professora Ayres, no bairro Fátima, em Diamantina, a cerca de 294 km de Belo Horizonte.

Ao chegarem ao local, os bombeiros encontraram Paulo Fernando Luiz Assunção, 52 anos, com areia até os ombros. Ele teria sido surpreendido pelo desmoronamento de terra das paredes da vala em que fazia os reparos.

O trabalho da corporação teve que ser rápido porque a vala onde a vítima se encontrava tinha muita lama e água, criando ainda mais riscos para a operação de resgate.

Com escoriações, o homem foi imobilizado e encaminhado até o Pronto Atendimento da cidade.

Homem foi resgatado após ser soterrado até a altura dos ombros enquanto fazia reparos em uma rede de esgoto. Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Exploração de minério vai mudar a vida na serra do Cipó

Publicado no Jornal O tempo 14/03/2012

Os 3.400 habitantes da pequena Morro do Pilar, na região Central de Minas Gerais, a 150 km de Belo Horizonte, estão prestes a ter sua rotina abalada. O município, ao pé da serra do Espinhaço, na região da serra do Cipó, vai receber investimentos bilionários nos próximos quatro anos. O dinheiro virá da Manabi Holdings, mineradora que está sendo criada especialmente para explorar o minério de ferro da região.

A empresa, cuja constituição ainda está sendo formalizada, não comenta oficialmente o assunto. Mas, segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico de Morro do Pilar, Elmar Aguiar Matos, que mantém frequentes contatos com os representantes da mineradora, a operação deverá gerar 2.500 empregos diretos e 4.000 indiretos. Tudo isso numa cidade em que a população só tem diminuído desde 1996, segundo o IBGE, e que tem poucas pousadas, sustentadas pela visitação às cachoeiras da região.

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Campas Sagradas: práticas tradicionais de sepultamento na cidade de Diamantina

Autor: Gladistone Gripp

"O Turismo diz respeito, essencialmente, à  experiência do lugar. O ‘produto’ do turismo não é o destino  do turismo, mas diz respeito à experiência daquele lugar e do que ali ocorre [o que consiste de]  uma série de interações internas e externas".   (Ryan, 2002)     

Sou, e sempre serei um eterno apaixonado por Diamantina. Desde seu diamantino nome, que já evoca brilhos e sensações impares, passando por toda sua riquíssima história, tudo ali respira beleza e harmonia.

Alguns aspectos do rico acervo Diamantinense, no entanto, sempre me chamaram à atenção. Primeiramente sua arquitetura e os processos de construção, notadamente as formas harmônicas, a diversidade de cores e tons utilizados em nas pinturas das casas; aqui lembrando que, felizmente, esse costume permanece vivo, oferecendo aos olhos atentos de quem chega um painel suave e encantador.

Mas, como o título desse “post” já diz, desejo aqui destacar aspectos ligados à história e evolução dos hábitos de sepultamentos , pois sempre fiquei muito curioso sobre algumas formas que pude observar nas visitas ao seu patrimônio arquitetônico das muitas igrejas ali construídas.

Nas minhas constantes ‘navegações’ cibernéticas, encontrei um artigo que me esclareceu e respondeu as dúvidas que tinha sobre esse acontecimento inexorável da existência humana, e que, afastando possíveis aspectos, inverídicos, de que tal assunto teria um caráter mórbido; pelo contrário, é profundamente interessante e nos enriquece, pois, como somos verdadeiramente, ‘ seres da cultura’ os hábitos de sepultamento, tem sim, muito a nos ensinar sobre nossas construções culturais.

Recomendaria aos interessados, consultar o eminente historiador francês, Phllippe Ariés, e seu clássico livro “O Homem diante da Morte”( Ed. Francisco Alves; 2 volumes), que consta da bibliografia do artigo, bem como outras referencias ali citadas.

Clique aqui para ler o referido artigo, produzido por instituição de reconhecido valor cultural.

Prefeitura de Diamantina inaugura Feira Livre do Largo Dom João

Fonte: Prefeitura de Diamantina

IMG_4427A Prefeitura de Diamantina inaugurou neste domingo, 11/03, a Feira Livre do Largo Dom João. É a primeira feira livre do Brasil que é administrada via pessoa Jurídica com fins sociais, em seu primeira dia ela contou com a presença de 38 Associações de Produtores Rurais e Artesão, 3 Associações Comunitárias e 1 Instituição Filantrópica para levar a população Diamantinense, região e aos turistas, produtos da agricultura familiar, artesanato, gastronomia e música. Este trabalho está sendo feito por meio de parceria da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural, Secretaria de Desenvolvimento Social, Emater, Procaj, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Sindicatos dos Produtores Rurais, UFVJM, Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural, Câmara Municipal e principalmente as Associações de Produtores e Artesãos do município.

A cerimônia de inauguração da Feira contou com a presença do prefeito, Padre Gê, do Deputado Federal, Saraiva Felipe, Superintendente da Codevasf, Dimas Rodrigues, secretário municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural, Marcílio Almeida, Gerente Regional da Emater, Geraldo Durães, Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Valdomiro Simião, representantes de associações de produtores rurais e secretários da administração municipal.

O secretário municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural, Marcílio Almeida afirmou que a Feira Livre do Largo Dom João é a primeira feira só de associações no Brasil e vem cumprir promessa do atual governo, valorizando o pequeno e médio produtor rural. “O objetivo da Feira é criar alternativas por meio do Associativismo e Cooperativismo para que o agricultor familiar e o artesão tenham várias formas de comercializar seus produtos e valorizar seu trabalho por meio da geração de renda para eles”, disse o secretário.

Durante a cerimônia de inauguração, o Deputado Federal, Saraiva Felipe ressaltou a importância deste espaço para a população e produtores rurais e comentou que este, provavelmente, será um local muito visitado pelos munícipes.

O Superintendente da Codevasf, Dimas Rodrigues, saudou o publico presente parabenizando a administração municipal pela implantação da feira e informou que o município esta recebendo duas patrulhas mecanizadas para atender as demandas dos agricultores e produtores rurais.

O prefeito Padre Gê, falou da importância da Feira Livre do Largo Dom João para os pequenos produtores e para agricultura familiar. Logo após o discurso, o prefeito declarou aberta oficialmente a Feira Livre do Largo Dom João.

Logo no primeiro dia de feira os produtores ofereceram uma grande variedade de produtos caseiros como sucos naturais, produtos hortigranjeiros, doces, compotas, bolos, tortas, pães e biscoitos e massas caseiras.

A Feira Livre do Largo Dom João destina-se a comercialização dos produtos oriundos da agricultura familiar e terá a participação de associações de produtores rurais e comunitárias. A administração da feira será da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural. A Feira Livre irá funcionar todo domingo, das 7 da manhã ao meio dia.

Os produtores e associações interessados em participar da Feira, podem obter mais informações na Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural, no Centro Administrativo Municipal. Rua da Gloria, 394, centro. Telefone: 3531-9250

terça-feira, 13 de março de 2012

Cine Mercúrio exibe o ciclo de filmes “Não deixe o samba morrer!”

O projeto de Extensão Cine Mercúrio, coordenado pela Prof.ª Dra. Juliana Leal da Faculdade Interdisciplinar em Humanidades (FIH/UFVJM), apresenta, nos dias 04, 11, 18 e 25 de abril, o ciclo de filmes “Não deixe o samba morrer!” que nos apresentará detalhes de um dos gêneros musicais que mais traduzem a cultura brasileira, com produções que contam histórias e peculiaridades do samba. A vida de alguns sambistas é revisitada em registros e depoimentos de personagens icônicos da música popular brasileira como Martinho da Vila, João Nogueira, Riachão, Carlos Cachaça, etc.

As sessões, gratuitas e abertas ao público, acontecem sempre às quartas-feiras, no horário das 19h, no Cine Teatro Santa Izabel (Praça Dom Joaquim nº 166, Centro).