quarta-feira, 9 de abril de 2014

Série de shows celebra riqueza cultural do Vale em Belo Horizonte

14 ARTISTAS CELEBRAM MEIO SÉCULO DE RIQUEZA CULTURAL DO INTERIOR MINEIRO, DIAS 12 E 13 DE ABRIL NO MINASCENTRO

Série de shows comemora 30 anos do histórico “As Onhas do Jequi”, que projetou a cultura do Jequitinhonha nacionalmente, e os 20 anos de carreira de Pereira da Viola

Belo Horizonte revive em abril um momento histórico de reconhecimento da riqueza cultural do Vale do Jequitinhonha, trinta anos depois: o show “As Onhas do Jequi”, responsável por projetar estadual e nacionalmente a cultura de uma região, até então, lembrada apenas pelos baixos indicadores sociais.

A celebração reúne no mesmo palco, no Minascentro, no dia 12 de abril, todos os artistas que participaram do show original, realizado em 1984 no Grande Teatro do Palácio das Artes. O reencontro de Paulinho Pedra Azul, Tadeu Franco, Rubinho do Vale, Saulo Laranjeira, Frei Chico, Lira Marques, Gonzaga Medeiros e Tadeu Martins marca um momento de grande efervescência na produção cultural da região – simbolizado pela participação do Coral Vozes das Veredas, de Veredinha, representante da nova geração de talentos do Jequitinhonha.

Um segundo show, no domingo, 13 de abril, estreita as relações e ilustra as afinidades entre o Vale do Jequitinhonha e o Vale do Mucuri: em comemoração aos seus vinte anos de carreira, o violeiro Pereira da Viola recebe no palco do Minascentro a cantora Titane, o violeiro Wilson Dias, o cantor e compositor Josino Medina e o flautista Célio Sene para o show “Incelente Maravilha”.

As apresentações serão gravadas e darão origem a dois DVDs, como parte do projeto Quando o Jequitinhonha Canta e Dança. O evento é realizado pelo Valemais - Instituto Sociocultural do Jequitinhonha e conta com o patrocínio da Petrobras.

Iniciado em fevereiro passado com o seminário “Tecendo a Rede Jequitinhonha Cultural”, em Araçuaí, o evento reuniu representantes de 42 cidades e de 78 entidades representativas em torno da estruturação de uma rede de cooperação cultural na região. Para selar o pacto, os participantes do seminário consolidaram os objetivos do grupo num documento batizado de Carta de Araçuaí.

As ações do projeto se completam, em maio, com uma exposição de fotografias de Vilmar Oliveira que recupera momentos marcantes dos últimos 30 anos da arte do Jequitinhonha, uma mostra de gravuras e quadros da artista plástica Marina Jardim e obras de artesãos da região.

Abaixo, a biografia resumida de cada uma das 14 atrações:

AS ONHAS DO JEQUI - 30 ANOS

Frei Chico

Holandês de nascimento, radicado no Brasil desde 1967, o frade franciscano devotou sua vida à religião e à cultura popular do Vale do Jequitinhonha, onde viveu por dez anos. Em três décadas de pesquisas, publicou sete livros e inúmeros artigos sobre os dois temas, com destaque para o “Dicionário da Religiosidade Popular”, um compêndio de 1.150 páginas lançado em 2013 pela editora Nossa Cultura, fruto de quatro décadas de pesquisas. Violonista, foi co-fundador (com Lira Marques) do coral Trovadores do Vale.

religiosidadepopular.uaivip.com.br

Gonzaga Medeiros

Poeta, contador de causos e declamador popular, Gonzaga Medeiros nasceu em Fronteira dos Vales, na divisa dos vales do Mucuri e Jequitinhonha. Foi um dos organizadores do Festival da Canção de Águas Formosas (de 1975 a 1977) e um dos apoiadores do Festivale - Festival de Cultura Popular do Jequitinhonha. Em 2013, lançou o CD “As Onhas do Jequí”, com 14 canções de sua autoria, parcerias e participações de Paulinho Pedra Azul, Saulo Laranjeira, Rubinho do Vale, Maurício Tizumba, Pereira da Viola, Wilson Dias, Carlos Farias, Saldanha Rolim, Tau Brasil, Lucinho Cruz e Marcela Veiga.

facebook.com/gonzaga.medeiros.1

Lira Marques

Artesã reconhecida, cofundadora (junto de Frei Chico, em 1970) do Coral Trovadores do Vale, Lira Marques é um ícone da cultura do Jequitinhonha. Há pelo menos quatro décadas dedica-se a uma intensa e extensa pesquisa, que daria origem a 250 fitas com cantigas de roda, cantigas de ninar, cantos de pedir esmola, cantos de beira-mar, cantos sobre a educação da criança, cantos de ofício e registros variados de sabedoria cotidiana (seja para remédios naturais ou rezas), no vasto universo da cultura popular.

acasa.org.br/autor/maria-lira-marques-borges

blog.onhas.com/lira-marques

Paulinho Pedra Azul

Com 22 discos, 15 livros de poesia e um diário lançados, o cantor, compositor, pintor e desenhista comemora três décadas de carreira solo com o CD “Paulinho Pedra Azul – 30 anos”. Do início na vida artística, na década de 60, como membro do conjunto The Giants (cantando Beatles e Jovem Guarda em bailes, matinês e festas), aos dias atuais, Paulinho soma 500 mil discos e 100 mil livros vendidos.

facebook.com/paulinho.pedraazul

Rubinho do Vale

Da estreia em disco em 1982, com “Tropeiro de Cantigas”, até os dias de hoje, o cantor e compositor acumula outros sete discos “adultos” e mais oito voltados para o público infantil – um veio que explora desde 1990, tanto em carreira solo como em parceria com a musicista Cláudia Duarte. “Estrada”, seu trabalho mais recente, coroa três décadas de grande reconhecimento, com direito a títulos honoríficos e numerosas vitórias em festivais da canção.

facebook.com/rubinho.dovale

www.rubinhodovale.com.br

Saulo Laranjeira

Ator, cantor, apresentador, compositor e humorista, Saulo Laranjeira destaca-se pela maestria de criar personagens legítimos, interpretar com personalidade belas canções e encantar o público com poemas e causos. Um incansável fomentador da cultura popular, é idealizador do programa de televisão “Arrumação” (Rede Minas) e do projeto “Caravana Arrumação”. Para 2014, prepara também uma turnê nacional com Elomar Figueira Mello e Rolando Boldrin.

facebook.com/saulo.laranjeira.9

Tadeu Franco

Natural de Itaobim, o cantor e compositor ganhou notoriedade nos anos 80, a partir da gravação (com a cantora Simone) da canção “Comunhão” para o disco “Missa dos Quilombos”, de Milton Nascimento. Em 1985, defendeu a canção “João Rosa”, de Nivaldo Ornelas e Murilo Antunes, no Festival dos Festivais, da Rede Globo. Suas composições foram gravadas por artistas como Sá e Guarabyra, Beto Guedes, Pena Branca e Xavantinho e Paulinho Pedra Azul.

facebook.com/tadeu.franco

Tadeu Martins

Escritor, cordelista e contador de causos, Tadeu Martins é um dos criadores do Festivale - Festival de Cultura Popular do Jequitinhonha, que em 2013 completou sua 30ª edição. Tem no currículo o CD de causos e poesias “Causos, Cordas e Cordéis”, textos de sua autoria em coletâneas de poesia como “Jequitinhonha - Antologia Poética I” e “Jequitinhonha - Antologia Poética II” e os livros de causos “Jogando Conversa Fora” e “Minas Gerais em Versos e Outras Prosas”.

facebook.com/tadeumartins.soares

Vozes das Veredas

Composto por 23 jovens entre 12 e 23 anos, o grupo regido por Tadeu Oliveira se dedica à coleta e registro do cancioneiro tradicional do Vale do Jequitinhonha, recolhido junto a familiares e moradores de comunidades rurais. Com 13 anos de existência e apresentações para plateias de até 10 mil pessoas, o coral tem no currículo o CD “Um Canto Novo Num Cantinho do Vale”, lançado em 2005.

facebook.com/pages/Coral-Vozes-das-Veredas/199362046758084

myspace.com/coralvozesdasveredas

INCELENTE MARAVILHA - 20 ANOS

Pereira da Viola

Cantor, compositor e violeiro, Pereira da Viola nasceu na Comunidade Quilombola de São Julião, distrito de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri. Filho de pai sanfoneiro e mãe cantora de Folia de Reis e cantigas de roda, conserva em sua carreira as características marcantes da sua gente. Com cinco CDs autorais na carreira, coleciona participações em trabalhos coletivos expressivos no universo da viola, como “Violeiros do Brasil”, “Viva Viola”, “Viola Brasileira em Concerto”, “Carnaviola” e “Pote”, desdobrados em livro, CD ou DVD. O show “Incelente Maravilha” dará origem ao seu primeiro DVD solo.

facebook.com/pereiradaviolaoficial

soundcloud.com/lapa-cultural

Titane

Com seis discos lançados em três décadas, em uma carreira diversificada e de acentuado primor estético, Titane encanta pela simplicidade, o carisma e a admirável presença cênica. De timbre personalíssimo, alternando-se entre a obra de talentos emergentes ou artistas de renome nacional, é associada tanto à Vanguarda Paulista como à música regional ou à experimentação. Titane maneja referências da cultura popular, em especial o congado mineiro, de uma perspectiva contemporânea. Seu trabalho busca as interfaces da música com o corpo, em estreito diálogo com as artes cênicas.

facebook.com/oficialtitane

www.titane.com.br

Wilson Dias

Cantor, compositor e violeiro nascido em Olhos D’Água, Wilson Dias trouxe para a arte as benéficas influências da vida em comunidade, da cultura e da arte popular, em suas manifestações religiosas ou profanas. Um dos 12 violeiros escolhidos como destaque para representar os mais de 400 violeiros e violeiras do Festival Voa Viola, estampa em sua discografia oito álbuns em 17 anos carreira, com destaque para “Picuá”, de 2007, indicado ao Prêmio Tim de Música Brasileira. Seus trabalhos mais recentes em disco são “Viva Viola - Viva a Cantoria” e “Lume”, ambos de 2013.

facebook.com/wilson.diasvioleiro

www.wilsondias.com.br

Josino Medina

Poeta, cantador, compositor, instrumentista e arte-educador natural de Carlos Chagas, Josino Medina inicia sua trajetória musical com os festivais de música, na década de 1980, no Vale do Mucuri. Ainda nesta fase, inicia a parceria com Pereira da Viola, pesquisando a cultura popular, compondo e se apresentando em vários espaços e festivais. Um dos criadores do grupo Embaixadores da Lua, nos anos 90, é autor de trilhas para espetáculos teatrais e dedica-se a musicar poemas de autores como o educador e poeta Carlos Rodrigues Brandão e a poeta gaúcha Sônia Anja.

facebook.com/Josino-Medina/187180844680344?fref=ts

Célio Sene

Flautista e compositor, professor de flauta transversal e teoria musical, Célio Sene é natural de Borborema, no interior paulista. Participou das gravações dos discos “Viola Ética” e “Akpalô”, de Pereira da Viola. Integrante do Coral AABB-SP desde 1993, tem acompanhado o violeiro de São Julião em apresentações em shows e programas televisivos como “Viola, Minha Viola”, “Ensaio”, “Sr. Brasil” (todos na TV Cultura), “Célia e Celma” (Canal Rural) e “Gente Nossa” (Canal do Boi).

facebook.com/celio.sene.3

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PARA SABER MAIS

valemaisjequitinhonha@gmail.com

SERVIÇO

O QUÊ:? Projeto Quando o Jequitinhonha Canta e Dança “As Onhas do Jequi - 30 Anos” (sáb., 12.abr) e “Incelente Maravilha - 20 Anos” (dom., 13.abr)

ONDE?: Minascentro - Av. Augusto de Lima, 768 - Centro - BH - MG | info: 31 9952-3054

QUANDO?: 12 de abril (“As Onhas do Jequi - 30 Anos”) e 13 de abril (“Incelente Maravilha - 20 Anos”), às 20h

QUANTO?: Antecipado a R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada); na hora, R$ 40 e R$ 20 (meia-entrada)

VENDA ANTECIPADA:   Mercado das Flores: Av. Afonso Pena, 1.055 - 2ª a dom., das 10h às 18h

Online: www.sympla.com.br/valemais

INFORMAÇÕES ADICIONAIS À IMPRENSA E ENTREVISTAS COM OS ARTISTAS

 Israel do Vale:  israeldovale@uol.com.br / 31 9782-6558

Manifestação impede entrada na UFVJM

Fonte: Jornal O Tempo (clique aqui)

Técnicos-administrativos em educação da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), que estão em greve desde o dia 15 de março deste ano, interditaram a entrada da instituição na manhã desta terça (8) em manifestação. Não há informações de quantas pessoas participaram do protesto O movimento aderiu ao chamado Nacional, que tem como objetivo fazer pressão no governo federal.

Entre as reivindicações dos manifestantes está o aumento do piso, aprimoramento de carreira, jornada de trabalho de 30 horas e construção (ou reconstrução) das creches nas universidades para os filhos dos funcionários.

A manifestação desta terça foi pacífica e a parte dos estudante, professores e demais trabalhadores apoiaram o movimento. Polícia Militar da cidade não registrou nenhuma ocorrência durante o protesto. Os grevistas também pretendem, com a ação desta terça-feira, forçar o reitor da Universidade, professor Pedro Ângelo, a negociar com a categoria.

O reitor da universidade concordou em se encontrar com representantes dos manifestantes. Porém, eles não aceitaram porque a principio o encontro seria realizado no escritório do professor na casa dele.

"Podemos ir a quaisquer uns dos campi, porém não podemos negociar na casa do Reitor", declara a coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais de Ensino (Sindifes), Cristina del Papa.

Em contato com a universidade, ninguém foi encontrado para falar sobre o assunto com a reportagem de O TEMPO.

Uma assembléia para discutir os rumos da greve está programada para a manhã desta quarta-feira (9) às 9h30 na escadaria da reitoria.

Clique aqui para saber mais.

Victória Neves de Senador Modestino é campeã do XIII Concurso Garota do Vale

Texto e Fotografias: Paulo Lopes – Jornalista e Publicitário

Victória - Paulo LopessAs garotas do Vale do Jequitinhonha possuem um encantamento especial e ela Victória Neves não foge a regra e agora representa oficialmente este Vale de charmes e belezas. A vencedora do concurso XIII Garota do Vale foi eleita neste sábado (05/04), em Couto de Magalhães de Minas. A jovem Victória Neves, 15 anos, nasceu em Itamarandiba e atualmente reside em Senador Modestino Gonçalves, Victória tem nome de campeã e fazendo jus ao nome este ano também já venceu outro concurso de beleza o Garota Modestinense 2014.  Agora segue rumo ao título de Gata do Vale, a ser disputado na cidade de Capelinha.  A segunda colocada do XIII Garota do Vale é da cidade de Couto Magalhães de Minas, Júnia Oliveira, outra candidata que vem frequentemente ganhando títulos de beleza é a também 3ª colocada no Garota Modestinense, Déll Santos.

Foram também inscritas no concurso as garotas: Kellen Rodrigues de Carbonita, Ruth Silva de Senador Mourão, Bianca Reis de Senador Modestino Gonçalves, Catherine Rabelo de Couto de Magalhães de Minas, Gabriela Vial de Diamantina, Samella Larissa de Senador Mourão MG,  Alessandra Silva de Felício dos Santos MG, Victória Pires de Senador Mourão MG, Gyslaine Rodrigues de São Gonçalo do Rio Preto, Renatha Figueiredo de Diamantina MG, Dhully Priscilla de São Gonçalo do Rio Preto, Milena Nogueira de Diamantina e Julie Pádua de Diamantina.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Bacia do Jequitinhonha é devastada pelo garimpo ilegal em Minas

Fonte: Jornal Estado de Minas (clique aqui)

Garimpeiros revolvem leitos atrás de ouro e diamantes, sem critérios nem fiscalização e fazem as águas se degradarem com mais rapidez em Minas.

Diamantina, Couto de Magalhães de Minas e Serro – A estreita faixa de mata ciliar que protege a nascente do Rio Jequitinhonha é tão densa que as tramas de espinhos e árvores do cerrado impedem até indentificá-la de fora da vegetação. Para ter acesso ao ponto onde a água aflora, é preciso subir pela calha do córrego até a cabeceira. O esforço é recompensado pela paisagem lacrada na vegetação agreste. Nela, pássaros pousam nas margens e bebem da água límpida que desce pelo leito de seixos brancos e redondos. Mas toda essa pureza dura pouco, já que o Jequitinhonha é o rio que mais tem sido degradado nos últimos anos em Minas. O trecho mais preocupante fica a 140 quilômetros da cabeceira, entre os municípios de Diamantina e Couto de Magalhães de Minas, no garimpo ilegal de Areinha. Um lugar tão devastado que as margens são de areia extraída do fundo do manancial, o curso natural foi seguidas vezes desviado e as águas se tornaram tão vermelhas que lembram sangue.

Cliique aqui para ler a reportagem completa

domingo, 6 de abril de 2014

José Wilker deixou filme gravado em Diamantina

Fonte: Veja São Paulo (clique aqui)

Um infarto fulminante na manhã deste sábado matou o ator José Wilker, aos 66 anos. Após ter participado da novela Amor à Vida, Wilker estava sendo cotado para estar em Falso Brilhante, novo folhetim das 9, de Aguinaldo Silva. No cinema, Wilker deixou três filmes prontos, que estreiam ainda este ano.

Um desses filme foi gravado em Diamantina. Já com trailer (abaixo), A Hora e a Vez de Augusto Matraga, inspirado na obra de Guimarães Rosa, traz Wilker na pele de Joãozinho Bem-Bem, conhecido como o rei do sertão. O longa-metragem, remake do filme homônimo de 1965 e premiado no Festival do Rio de 2011, deve chegar às telas no primeiro semestre.

O sorriso do Cerrado

 

Este vídeo foi produzido pela equipe do Monumento Natural Estadual Várzea do Lajeado e Serra do Raio, veja os crédito no final desta descrição.

O Monumento Natural Estadual Várzea do Lajeado e Serra do Raio, possui uma área de 2.199 ha, criado pelo Decreto Estadual 45614 de 6 de junho de 2011, atendendo grande reivindicação das comunidades de Milho Verde e São Gonçalo do Rio das Pedras.

Sua criação está baseada numa concepção de proteção da flora, fauna, recursos hídricos, manejo de recursos naturais, desenvolvimento de pesquisas científicas.

A categoria de Monumento Natural (proteção integral) foi escolhida devido à relevância biológica da região, ao potencial turístico e científico, ao grande acervo histórico e cultural, à fragilidade dos sistemas naturais, à necessidade de assegurar a proteção e à fragilidade dos ambientes ali presentes, como por exemplo, os campos rupestres.

A Várzea do Lajeado e Serra do Raio representam uma área de grande importância paisagística e ambiental para os habitantes da região do Alto Vale do Jequitinhonha. Possui beleza cênica abundante e abriga uma grande diversidade de hábitats e espécies.

O local possui rara beleza, considerado um dos principais atrativos turísticos naturais da região e que vem sendo utilizados de formas inadequadas por moradores mal-intencionados e visitantes, com freqüentes desmatamentos, extração de rochas na serra da Bocaína, loteamentos e ocupações irregulares.

Estes usos associados à criação de gado e queimadas no local nos chamam a atenção para que nesse processo de Criação da tão sonhada Área de Proteção Ambiental: Monumento Natural Várzea do Lajeado e Serra do Raio nós estamos engatinhando e só conseguiremos caminhar se nos unirmos (comunidade, IEF, parceiros, prefeitura) na busca da proteção e equilíbrio ecológico.

Créditos:
Direção fotografia e edição:
Ruda K. Andrade
Trilha sonora:
"Noite", "Cerrado" -- Gustavo Melo
www.myspace.com/gustavomelooficial
"Arrebol" -- compositor Leandro César/Diapasão
"Reflexões noturna", "Lunar" -- comp. Rodrigo Lana/Diapasão
diapasao.tumblr.com
Produção:
Bruno Emiliano
Equipe de apoio
Aristônio Correia, Felipy Cardoso, Geraldo Neves, Marcelo Ribeiro e Vítor Kawakami
Diagramação e montagem do encarte
Bruno Emiliano e Vítor Kawakami
Fotos:
Rudá K. Andrade, Alex Amaral, Edelweiss Barroso,
Vania Rodrigues, Equipe Monumento
Mapa:
Jorge Arndt
Textos:
Introdução - Vítor Kawakami
Características: Cecília Vilhena, Janaína Fragoso, Mariana Gontijo
Informativos: Alex Amaral
Equipe do Monumento Natural:
Aristônio Correia, Alexandre Souza, Felipy Cardoso, Geraldo Neves, Marcelo Ribeiro
Gerente do Monumento Natural:
Alex Amaral Oliveira
Diretor Presidente do Instituto Milho Verde:
Luiz Fernando Ferreira Leite

sábado, 5 de abril de 2014

Coleção Brasiliana disponível em meio digital

Editada originalmente pela Companhia Editora Nacional no período de 1931 a 1993, a Coleção Brasiliana reunia 415 volumes de autores brasileiros e estrangeiros. Agora o projeto Brasiliana Eletrônica vai digitalizar todo o acervo da Coleção e exibi-lo de forma aberta (clique aqui):

Entre as obras disponíveis, destaque para a incrível viagem do inglês Richard Burton que navegou de canoa de Sabará até a foz do Rio São Francisco no século XIX. Entre os lugares visitados, Burton fez uma parada estratégica em Diamantina. Veja abaixo a descrição de Burton ao ter contato com a sociedade diamantinense e clique aqui  para continuar lendo.

Acidente de trânsito em São Gonçalo do Rio Preto deixa dois mortos

Fonte: 3º Batalhão da Polícia Militar

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Um caminhão perdeu o freio causando grave acidente na cidade de São Gonçalo do Rio Preto deixando seis feridos e dois mortos.

Na madrugada do dia 03 de Abril de 2014, um caminhão carregado com equipamentos para montagem de palco vindo da cidade de Belo Horizonte com destino a Itamarandiba, apresentou problemas na caixa de marchas quando trafegava próximo a Praça Quinze de Agosto, se desgovernou e desceu em alta velocidade vindo a se chocar com um muro que sustenta o aterro do pátio da paróquia São Gonçalo. Com o impacto a carga se espalhou, a cabine que transportava os passageiros e o baú (compartimento de carga) ficaram totalmente danificado e os passageiros foram arremessados para fora do veículo.

Imediata e simultaneamente compareceram na cena do acidente unidades de resgate do Corpo de Bombeiros, Samú e ambulância da unidade de saúde local que prestaram os primeiros socorros ás vítimas.

Após os trabalhos da perícia técnica , os corpos foram recolhidos ao IML e os feridos a princípio assistidos pela unidade de saúde local , foram encaminhados ao Pronto Atendimento Santa Isabel na cidade de Diamantina.

José Wilker, Chica da Silva e JK

 

Diamantina foi influência para que o arquiteto e urbanista projetasse Brasília

Fonte:Jornal Estado de MInas (clique aqui)

A cosmopolita Brasília, com prédios modernos e amplas avenidas asfaltadas, parece bem diferente da despojada Diamantina, com suas ruelas de calçamento de pedra e casario colonial. A cidade da Região Central de Minas, porém, foi uma das influências do arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998). Ao desenhar o “avião” no solo do Planalto Central, à beira do Lago Paranoá, ele estava impregnado pela “pureza”, pela “beleza sem esforço”, como descreveu o que viu ao visitar, em 1924, a terra natal de Juscelino Kubitschek. “Mal sabia que, 30 anos depois, iria projetar nossa capital para um rapaz da minha idade nascido ali”, escreveu, espantado pela coincidência.

Filho de diplomata, Lucio Costa nasceu na França, em 1902, mesmo ano em que JK veio à luz. Graduou-se em arquitetura em 1924, no Rio de Janeiro. No mesmo ano, comissionado pela Sociedade Brasileira de Belas Artes, visitou Diamantina. A viagem foi proposta por um de seus professores, José Marianno Filho, um dos principais defensores da arquitetura neocolonial, que louvava a tradição brasileira e lutava contra “os estilos de conserva do academismo francês”, como escreveu. Acreditando que os recém-formados ignoravam os “fatos elementares da evolução arquitetônica nacional”, decidiu mandar alunos para cidades históricas de Minas. Os outros destinos foram Ouro Preto, São João del-Rei e Congonhas.

No livro Registro de uma vivência, de 1995, Costa afirma que chegou a Diamantina depois de “30 e tantas horas de trem, com baldeação em Corinto”. Na estação, percebeu ao seu lado a “figura empertigada” do poeta parnasiano Alberto de Oliveira, que dizia a uma amigo: “Chegar... partir... eis a vida”. Ao desembarcar em seu destino, o urbanista se surpreendeu: “Caí em cheio no passado no seu sentido mais despojado, mais puro; um passado de verdade, que eu ignorava, um passado que era novo em folha para mim. Foi uma revelação: casas, igrejas, pousada dos tropeiros, era tudo de pau a pique”.

m passeio pela cidade – “um piano distante tocava”, recordou –, saiu a caminhar pelas capistranas, “trilhas de lajes maiores no meio das ruas empedradas”, que ainda hoje ajudam os moradores e turistas a andar com mais conforto. “No alto de uma ladeira”, avistou os “dois sobrados do colégio de freiras, um ainda setecentista, o outro já do Império, ligados por um elegante passadiço”. Situados na Rua da Glória, no Centro Histórico, os dois prédios abrigam hoje o Instituto Casa da Glória, pertencente ao Instituto de Geociência da UFMG.

Mais tarde, Costa viu “no largo fronteiro a uma igreja o típico cruzeiro de madeira guarnecido dos símbolos do martírio, com uma figueira enroscada, nascido do seu pé”. O templo a que Costa se refere é a Igreja Nossa Senhora do Rosário, do século 18. Com os anos, a figueira cresceu e se ergueu junto ao cruzeiro, como se ele fizesse parte da planta. Depois, a árvore caiu. No mesmo canteiro surgiu nova figueira. Entre suas compridas ramificações, estão apoiados os restos da “antepassada”, e o cruzeiro, bastante danificado.

Continuando a caminhada, o arquiteto passou diante da vistosa casa de Chica da Silva, “a famosa amante do contratador”, define Costa, em referência ao homem com quem a escrava alforriada manteve união estável no século 18, o riquíssimo explorador de minas de diamante João Fernandes de Oliveira. A fachada do museu ainda é “resguardada por extenso muxarabi”, um grande balcão com treliças de madeira. “E, defronte”, prossegue, “a capela do Carmo, cuja chave o sacristão Zacarias – com sua bonita mulher de pés no chão – me confiara para que ficasse à vontade, na solidão da igreja fechada, pintando uma aquarela do seu lindíssimo interior”.

m passeio pela cidade – “um piano distante tocava”, recordou –, saiu a caminhar pelas capistranas, “trilhas de lajes maiores no meio das ruas empedradas”, que ainda hoje ajudam os moradores e turistas a andar com mais conforto. “No alto de uma ladeira”, avistou os “dois sobrados do colégio de freiras, um ainda setecentista, o outro já do Império, ligados por um elegante passadiço”. Situados na Rua da Glória, no Centro Histórico, os dois prédios abrigam hoje o Instituto Casa da Glória, pertencente ao Instituto de Geociência da UFMG.

Mais tarde, Costa viu “no largo fronteiro a uma igreja o típico cruzeiro de madeira guarnecido dos símbolos do martírio, com uma figueira enroscada, nascido do seu pé”. O templo a que Costa se refere é a Igreja Nossa Senhora do Rosário, do século 18. Com os anos, a figueira cresceu e se ergueu junto ao cruzeiro, como se ele fizesse parte da planta. Depois, a árvore caiu. No mesmo canteiro surgiu nova figueira. Entre suas compridas ramificações, estão apoiados os restos da “antepassada”, e o cruzeiro, bastante danificado.

Continuando a caminhada, o arquiteto passou diante da vistosa casa de Chica da Silva, “a famosa amante do contratador”, define Costa, em referência ao homem com quem a escrava alforriada manteve união estável no século 18, o riquíssimo explorador de minas de diamante João Fernandes de Oliveira. A fachada do museu ainda é “resguardada por extenso muxarabi”, um grande balcão com treliças de madeira. “E, defronte”, prossegue, “a capela do Carmo, cuja chave o sacristão Zacarias – com sua bonita mulher de pés no chão – me confiara para que ficasse à vontade, na solidão da igreja fechada, pintando uma aquarela do seu lindíssimo interior”.

Clique aqui para ler a reportagem completa.

Audiência pública em Diamantina discute implantação do Sistema Nacional de Cultura

O Fórum de Políticas Culturais de Minas Gerais e a Comissão de Cultura da Assembléia Legislativa de Minas Gerais realizam no dia 14 de abril de 2014 (segunda-feira), às 9h, na Câmara Municipal de Diamantina, audiência pública para tratar da implantação do Sistema Nacional de Cultura (SNC) no Estado. A iniciativa vai contar com a presença de deputados estaduais que compõem a Comissão; do secretário de Articulação Institucional do Ministério da Cultura, Bernardo da Mata Machado, e da chefe da Representação Regional do MinC em Minas Gerais, Cesária Alice Macedo. Estão convidados também a participar do evento a Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, representantes do poderes executivo e legislativo municipal de Diamantina e do Conselho Municipal de Cultura da cidade.

A intenção é reunir gestores públicos e sociedade civil dos municípios da região para discutir estratégias para a interiorização e consolidação do Sistema Nacional de Cultura em Minas Gerais.

O Sistema Nacional de Cultura (SNC) é um modelo de gestão que visa ao fortalecimento institucional das políticas culturais no país. À semelhança de outros sistemas de políticas públicas (como o SUS e o Sistema Único da Assistência Social - SUAS), o SNC é uma articulação entre o Estado - representado pela União, Estados, Municípios e Distrito Federal -  e a sociedade - por meio de conselhos de política cultural -  que visa dar organicidade, racionalidade e estabilidade às políticas públicas de cultura. Com o SNC, a gestão pública de cultura se torna mais eficaz, planejada, participativa e com melhor uso dos recursos públicos.

Para os estados e cidades interessados em aderir ao SNC, o primeiro passo é a assinatura e publicação do Acordo de Cooperação Federativa. Em seguida, cada estado e cada município deverá construir seu sistema de cultura. (Saiba mais AQUI). Todos os Estados da Federação e o Distrito Federal já aderiram ao SNC. Em Minas Gerais, já são 234 os municípios integrados ao Sistema.

Encontro do Fórum em Belo Horizonte. As experiências de controle social e participação popular na área da cultura, desenvolvidas pelos conselhos de políticas culturais, serão apresentadas e debatidas em encontro do Fórum de Políticas Culturais de Minas Gerais que acontece em Belo Horizonte no dia 15 de abril (terça-feira). A reunião será às 14h, na Funarte MG (Rua Januária, 68 – Floresta).

Como convidados para o evento, o secretário de Articulação Institucional do Ministério da Cultura, Bernardo da Mata Machado; o presidente da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, Leônidas Oliveira; além de representante da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, que, na ocasião, apresentarão reflexões e análises de experiências no âmbito federal, estadual e municipal de participação e controle na área cultural, enfocando os principais desafios e conquistas na atuação de seus respectivos conselhos.

O encontro é aberto a todos os interessados, que devem confirmar presença AQUI até o dia 11 de abril.

Serviço
Diamantina
Audiência Pública do Fórum de Políticas Culturais de Minas Gerais e da Comissão de Cultura da Assembleia Legislativa de Minas Gerais
Data: 14 de abril de 2014 (segunda-feira)
Horário: 9 horas
Local: Câmara Municipal de Diamantina (Praça Conselheiro Mata, 11 - 2º Andar - Centro – Diamantina)

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Programação Semana Santa em Diamantina

A Paróquia Santo Antônio da Sé divulgou a programação da Semana Santa de  Diamantina/2014.

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Voz de Diamantina: A emocionante bênção do órgão do Carmo

Capa (51)Numa feliz coincidência com que minha provecta idade já nem me permitia contar, meus ouvidos foram premiados com as notas musicais do órgão que Joaquim Emerico Lobo de Mesquita, o maior compositor de músicas sacras das Américas, fez ecoar pelas abóbadas da Igreja de Nossa Senhora do Carmo em fins do século XVIII. Quis ainda o acaso brindar-me com esta efeméride por três vezes em um mesmo fim de semana. A primeira delas, informal e nem anunciada, ocorreu durante a missa a que costumo assistir nas tardes de sábado naquele belíssimo templo, ao escutar a nostálgica, melódica e até então emudecida voz do órgão construído artesanalmente pelo padre Manoel Almeida e Silva entre os anos de 1782 e 1787. Dificilmente se ouvirá novamente o soar de um Kyrie Eleison tão piedosamente dedilhado e harmoniosamente acompanhado por uma soprano cuja voz se entrelaçava com o saudoso timbre do órgão e fazia reviver toda a magnificência que as pinturas em perspectivas do teto, a beleza de douramentos do altar-mor e a grandiosidade arquitetônica imprimem naquela vetusta, lendária e histórica igreja. O Sanctus, Sanctus, Sanctus, um dos mais belos hinos cristãos, completou o batizado do órgão na liturgia eucarística daquele inesquecível fim de semana.

À noite, a Igreja do Carmo repleta de gente num silêncio reverente e perscrutador, tiveram início o Concerto Inaugural e a Bênção do Órgão Almeida e Silva/Lobo de Mesquita. A cada saudação e exaltação que o arcebispo de Diamantina fazia às importantes funções do bicentenário instrumento, elevavam-se por toda a igreja notas musicais executadas pelo dedilhar do virtuoso organista Marco Brescia. Entusiasmado certamente em ressuscitar os ricos e variados sons de uma voz que só voltara a ecoar graças ao seu conhecimento, relacionamento e empenho, ele escolheu caprichosamente trechos ligeiros de músicas, entre suaves e tonitruantes, como a inflar gradual e reveladoramente o som de cada um dos quase 600 tubos do renovado órgão. Com o acompanhamento da voz cúmplice da soprano Rosano Orsini, não por acaso de sobrenome Brescia, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo encarnou-se no divino sacrário da religiosidade, da cultura e da sensibilidade diamantinense.

Início do editorial da Voz de Diamantina - Edição 660, de 05 de abril de 2014

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terça-feira, 1 de abril de 2014

Telhado de escola desaba em Diamantina e alunos ficam sem aula

Fonte: Jornal O Tempo (clique aqui)

Telhado O telhado de uma escola desabou em Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, nesta terça-feira (01). Apesar dos danos físicos, ninguém ficou ferido. De acordo com a assessoria de comunicação do 7º Batalhão do Corpo de Bombeiros da cidade o desabamento ocorreu durante a madrugada.

Ainda de acordo com os bombeiros, a Escola Municipal Nathália Jesus e Silva, localizada na Rua Nossa Senhora de Lourdes, no bairro Palha, tem dois andares e os danos atingiram o 2º pavimento.

Aproximadamente 200 metros do telhado desabaram. A construção é de 2011 e as madeiras usadas na construção  não suportaram o peso.

A escola foi isolada pelos bombeiros e a diretoria da escola orientada a suspender as aulas, até que seja realizada uma perícia técnica por um engenheiro da prefeitura da cidade.  A reportagem de O TEMPO questionou a prefeitura da cidade sobre a situação dos alunos, porém não houve retorno.

Clique aqui para ver mais no Jornal O Tempo.

Leia também no Jornal Estado de Minas.

Informações sobre o desabamento fornecidas pelo Corpo de Bombeiros

Na madrugada desta terça-feira (1º/04), equipes do 3º Pelotão de Bombeiros em Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, foram acionadas para ocorrência de desabamento de telhado na Escola Municipal Nathália Jesus e Silva, localizada na Rua Nossa Senhora de Lourdes, n. 4180, Bairro Palha.

No local, a guarnição deparou com uma edificação de 02 (dois) pavimentos com o telhado do segundo pavimento desabado. Após análise do local, verificou-se tratar de uma construção de alvenaria com aproximadamente 200 metros quadrados inaugurada em agosto de 2011. Devido à extensão do telhado, as madeiras usadas não suportaram o peso, vindo a ruir.

Não houve vítimas. Após vistoria, o local foi isolado e a diretoria da escola orientada a suspender as aulas, até que seja realizada uma perícia técnica por um Engenheiro da Prefeitura Municipal de Diamantina para sanar as irregularidades.

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