sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Projeto Minas Territórrio da Arte busca contato com artistas

O Projeto Minas Territórrio da Arte busca contato dos artistas abaixo, ou, no caso de artistas falecidos, o contato de seus familiares.

Artistas:

  • Ana Durães
  • Ana Elvira Couto Botelho Onofre
  • Aneto (Antônio Augusto Neto)
  • Dadinho (Geraldo Marçal dos Reis)
  • Dilton Araújo
  • Elena Dumont Flecha
  • Josemmar (Josemar Eduardo Mendes Magela)
  • Lais Aderne
  • Luciana Ribas Bernardes
  • Maria Hermínia
  • Maria Tereza dos Santos Pimenta
  • Martha Moura
  • Petit Georges
  • Rita de Alcântara

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A proposta é mapear e registrar a ampla produção da arte atual em Minas Gerais e apresentá-la ao público através de publicações em livros específicos de cada região, possibilitando a divulgação e formação de estudantes e professores sobre a diversidade cultural no estado no âmbito das artes visuais. A partir do levantamento histórico sobre a produção dos artistas estabelecidos em suas regiões, organizaremos a pesquisa em cinco módulos que resultará em uma grande exposição em Belo Horizonte, apresentando a obra daqueles artistas que atuam fora da Região Metropolitana. Serão catalogados os artistas de cada região, reproduzidas imagens de obras, textos crítico/históricos assinados pelos pesquisadores. A pesquisa de cada região constará de um núcleo histórico, dedicado a homenagear os artistas que contribuíram de forma exemplar para a cultura de cada região, e de um núcleo diversificado abrangendo a produção atual da arte em Minas Gerais.

Voz de Diamantina: a simples, grandiosa e autêntica Festa do Rosário dos Homens Pretos de Diamantina

Capa (16)

A riqueza da cultura e da religiosidade diamantinense sempre esteve umbilicalmente ligada à Festa do Rosário. A própria igreja a ela dedicada, construída no século XVIII pelos homens pretos, então escravos, é marca muito forte e inseparável de um arraial que surgiu a oxigenar-se das crendices populares, do sincretismo religioso e da malemolência que se sobrepuseram aos horrores dos navios negreiros, à chibata do colonizador, à opressão das senzalas. Não é por acaso que Diamantina é uma cidade alegre, colorida, gostosa de ver-se, de palmilhar-se, de descobrir-se. O cheiro de pólvora, de incenso, de gente, o reboar de bandas, de matracas, de tamborins, o sussurro de rezas, de terços, de benzeduras, o tempero de cravo, de canela, de manjericão - todos estes conjuntos de odores, de gostos e de costumes compõem o multifacetado caleidoscópio de uma Diamantina sacra e profana, sisuda e regateira, mundana e espiritual.

Pude sentir a energia da aura que exala deste velho e miscigenado burgo ao visitar o Bar Brasil, na Rua da Linha. Não o Bar do Tniel que eu conhecia. Mas o ateliê em que Otniel Ribeiro de Souza e Purpurina Borges, o rei e a rainha do Rosário, haviam transformado aquele ambiente. Sobre mesas, cavaletes e varais que ocupavam todo o espaço, cadarços, fitas, enfeites, estandartes, panos coloridos e tantos outros ornamentos iam compondo o rascunho do cortejo no Rosário, a partir do tradicional quadro destinado ao rei, à rainha e seus principais súditos. A poucas horas da grande festa, ali se montava o arcabouço do Reinado. Simples. Despojado. Fiel às suas raízes. Como deveria sempre ser a Festa do Rosário, na visão de Tniel. E, se possível, com a participação e a valorização da gente simples que ela representa. Panos doados pela Estamparia e artisticamente pintados por assistidos do Caps e por meninos da Funbem é que fariam toda a diferença do cortejo. Cortados, alinhavados e sem nenhuma costura, estavam prontos para vestir damas, princesas, mártires e heróis, enlaçados apenas como saias, mantos, echarpes e turbantes, a serem guardados para outras cerimônias.

Início do editorial da Voz de Diamantina - Edição 688, de 18 de outubro de 2014

Assinatura da Voz de Diamantina

Um presente que todo mundo gosta de ganhar

Por apenas R$ 180,00 você recebe 52 exemplares semanalmente durante um ano

Quincas: (38) 3531-3129 e 8824-3584 - vozdediamantina@gmail.com

Aline: (38) 8811-5707 /// Wandeil: (38) 8803-8957

*A partir da tarde das sextas-feiras, o jornal Voz de Diamantina pode ser adquirido nos seguintes locais: Banca de Geraldinho, Canastra Diamantina e Livraria Espaço B

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Oportunidade de emprego na Regional Centro-Oeste do Senac Minas

 

O Senac Minas, Regional Centro-Oeste, está oferecendo oportunidade de trabalho para Analista de Infraestrutura e Suporte. A vaga está disponível através do site da Instituição: www.mg.senac.br, link: Trabalhe Conosco (é necessário realizar o cadastro) até o dia 09/11. Após realizar o cadastro, visualize as vagas e confira os pré-requisitos para as mesmas.

Para a vaga de Analista de Infraestrutura e Suporte é necessário ter ensino superior completo em Ciências da Computação, Sistemas de Informação, Engenharia da Computação, experiências em gerenciamento de servidores bem como manutenção e suporte de hardwares, softwares e redes; conhecimento em configurações de microcomputadores, impressoras e monitores, em peças e componentes de informática, bem como reparos e manutenção; domínio do pacote office;  experiência no suporte a computadores e usuários; conhecimento em seguranças de sistemas.

A sede da Regional Centro-Oeste do Senac Minas está localizada na cidade de Sete Lagoas, mas é necessário que o candidato tenha disponibilidade para viagens. Entre as atividades a serem exercidas pelo cargo, estão: executar e acompanhar ações e projetos das equipes de Operações e Suporte e Infraestrutura nas unidades do Senac; participar e apoiar projetos, através de ações preventivas, corretivas e apoio na gestão de soluções tecnológicas aplicadas a organização; manter a padronização da infraestrutura de TI das unidades (sala de racks e servidores, laboratórios de informática) e apoiar na elaboração e execução da politica de uso dos recursos computacionais da organização, dentre outras atividades ligadas a área.

O Senac é uma instituição educacional de direito privado, focada na capacitação profissional na área de comércio de bens, serviços e turismo. Desde sua fundação, em 1946, a instituição vem contribuindo para a superação dos problemas sociais e econômicos do Estado, por meio da educação profissional.

Em suas unidades, distribuídas em todo o Estado, a instituição oferece inúmeros cursos presenciais e a distância, nos seguintes níveis de ensino: capacitação profissional, ensino técnico, graduação, graduação tecnológica, extensão e pós-graduação. Com uma infraestrutura devidamente adequada, os alunos vivenciam situações reais do dia a dia das empresas.

Oportunidade de emprego na Regional Centro-Oeste do Senac Minas

 

O Senac Minas, Regional Centro-Oeste, está oferecendo oportunidade de trabalho para Analista de Infraestrutura e Suporte. A vaga está disponível através do site da Instituição: www.mg.senac.br, link: Trabalhe Conosco (é necessário realizar o cadastro) até o dia 09/11. Após realizar o cadastro, visualize as vagas e confira os pré-requisitos para as mesmas.

Para a vaga de Analista de Infraestrutura e Suporte é necessário ter ensino superior completo em Ciências da Computação, Sistemas de Informação, Engenharia da Computação, experiências em gerenciamento de servidores bem como manutenção e suporte de hardwares, softwares e redes; conhecimento em configurações de microcomputadores, impressoras e monitores, em peças e componentes de informática, bem como reparos e manutenção; domínio do pacote office;  experiência no suporte a computadores e usuários; conhecimento em seguranças de sistemas.

A sede da Regional Centro-Oeste do Senac Minas está localizada na cidade de Sete Lagoas, mas é necessário que o candidato tenha disponibilidade para viagens. Entre as atividades a serem exercidas pelo cargo, estão: executar e acompanhar ações e projetos das equipes de Operações e Suporte e Infraestrutura nas unidades do Senac; participar e apoiar projetos, através de ações preventivas, corretivas e apoio na gestão de soluções tecnológicas aplicadas a organização; manter a padronização da infraestrutura de TI das unidades (sala de racks e servidores, laboratórios de informática) e apoiar na elaboração e execução da politica de uso dos recursos computacionais da organização, dentre outras atividades ligadas a área.

O Senac é uma instituição educacional de direito privado, focada na capacitação profissional na área de comércio de bens, serviços e turismo. Desde sua fundação, em 1946, a instituição vem contribuindo para a superação dos problemas sociais e econômicos do Estado, por meio da educação profissional.

Em suas unidades, distribuídas em todo o Estado, a instituição oferece inúmeros cursos presenciais e a distância, nos seguintes níveis de ensino: capacitação profissional, ensino técnico, graduação, graduação tecnológica, extensão e pós-graduação. Com uma infraestrutura devidamente adequada, os alunos vivenciam situações reais do dia a dia das empresas.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Festival do Frango Caipira em São Gonçalo

Voz de Diamantina: a instigante tarefa de um editorialista

Já descrevi anteriormente o inquietante, desafiador e tantas vezes imprevisível ritual que pontua os assuntos, as opiniões e o grau de envolvimento do editor no preenchimento desta página. Além do exato número de toques que me permite ocupar sempre o mesmo espaço, nunca me foge a preocupação de escrevê-lo com muita serenidade, coerência e fidelidade à sua missão de avivar o senso crítico de quem o lê. Seja ele assinante, anunciante, leitor sazonal, alguém que o folheia às escondidas e discorda de seus posicionamentos, ou o leitor autoridade, a quem de modo especial ele é dirigido. Daí certamente a razão de só me entregar à sua redação por último. O jornal já no ponto de ser enviado ao prelo.

Tais divagações vêm à baila não apenas para justificar a veemência com que as três últimas edições focaram o amadorismo da gestão pública, mas também para dar realce ao esclarecimento enviado a esta redação por Donizete de Paula, editor da Gazeta Tijucana e um dos realizadores do 4º Encontro de Motociclistas. Seu texto, publicado na página 05 desta edição, mereceu destaque especial neste espaço de opinião. Não fosse o convite desse dinâmico jornalista para que eu colaborasse no seu então DPR News, este modesto escriba jamais se teria metido na seara jornalista e, menos ainda, na ousada tentativa de seguir os passos do intrépido Zezé Neves, fundador do jornalzinho criado como um dos sustentáculos do Pão de Santo Antônio. Mas a vida é esta. Quando nos damos conta já nos enveredamos por caminhos nunca dantes nem sonhados...

Início do editorial da Voz de Diamantina - Edição 688, de 18 de outubro de 2014

Assinatura da Voz de Diamantina

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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Diamantina antiga: Companhia de Trasnportes de Diamantina

Fonte: Nélio A.Lisboa (Guardião do Acervo Histórico e Fotográfco "Zé da Sé)

Em 1907, foi inaugurada uma Companhia de Transportes entre Diamantina e Curralinho (atual cidade de Corinto). Sua inauguração se deu no Largo Dom João, em Diamantina, de onde a comitiva partiu com Charretes, Troleys e a Cavalos em direção ao Curralino (Corinto). Funcionou por pouco tempo, poucos meses devido aos prejuizos apresentados.

Concerto da Orquestra Sinfônica Jovem de Diamantina

Texto: Juscelino Roque

Da Bossa Nova ao Clube da Esquina

Tenho acompanhado várias iniciativas culturais deste Patrimônio Mundial que é Diamantina. Com certeza, algumas se destacam, principalmente, pela boa qualidade e sintonia com as nossas origens musicais.

A apresentação da Orquestra Sinfônica Jovem de Diamantina, que aconteceu no dia 10 de Setembro na Praça do Bonfim, é um testemunho vivo da nossa capacidade de fazer as coisas de forma profundamente profissional.

Parabéns a todos que de forma direta ou indireta foram protagonistas deste belo concerto.

Reginaldo Cruz: Arranjo, Orquestra e Regência

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Participações:

Deuler Andrade: Compositor/ Violinista

Wander Conceição: Músico/ Pesquisador/ Escritor

Cantoras: Camila Gomes, Evelyn Silva, Fátima Fernandes

Convidado Especial :Jonas Vitor: Saxofonista ( duas vezes prêmio BDMG)

De bicicleta a favor da vida

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Sábado, 18/10, Missa pelos 33 Anos de falecimento de Irmã Benigna

IrmãA Associação dos Amigos de Irmã Benigna – AMAIBEN e a Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade – CIANSP convidam para a celebração dos 33 Anos de Falecimento de Irmã Benigna. A missa será neste sábado, 18 de outubro, às 11h, na igreja de Santa Teresa e Santa Teresinha (Praça Duque de Caxias, 200 - Santa Teresa), e será presida pelo arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo. São aguardados centenas de devotos, inclusive vindos em caravanas de outras cidades.

Irmã Benigna Victima de Jesus nasceu no dia 16 de agosto de 1907, em Diamantina. Ingressou na Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade e sua vida foi marcada pela caridade e generosa acolhida aos mais pobres. Prestou serviços e trabalhou como enfermeira em hospitais, asilos, creches, nas cidades mineiras de Itaúna, Lambari, Caeté, Sabará, Belo Horizonte e Lavras, onde passou os últimos 16 anos de vida.

Após ser aprovada em fase local (diocesana), em janeiro de 2013, a Causa de Beatificação – com os relatos da vida e das graças e milagres atribuídos à intercessão dela – foi enviada ao Vaticano.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Reitor da UFVJM divulga manifesto pró-Dilma

 

M A N I F E S T O

Estamos vivendo um momento crucial para o futuro de nosso país e para o povo da nossa região. Na perspectiva da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), nossa região abrange o Vale do Jequitinhonha, o Vale do Mucuri, o Norte de Minas, o Noroeste de Minas Gerais.

Essas regiões de Minas, depois de 500 anos de abandono, receberam a especial atenção dos Presidentes Lula da Silva e Dilma Rousseff, não apenas resgatando milhões de Mineiros da miséria, promovendo a atenção à saúde do povo com o “programa Mais Médicos”, mas também, implantando Campus Universitário e Campus de Institutos Federais de Educação Tecnológica nesses territórios.

Sim, a UFVJM está, hoje, nesses 4 territórios com Campus em Diamantina, Teófilo Otoni, Janaúba e Unaí. O Plano de Desenvolvimento Institucional da UFVJM prevê a implantação de Campus nas cidades de Almenara, Araçuaí, Capelinha e Nanuque. Estamos certos que outras cidades de toda essa região que abrange a metade norte do Estado de Minas Gerais serão também beneficiadas com a implantação de novas unidades universitárias dentro do projeto de expansão e interiorização do ensino superior público de qualidade do Governo Dilma Rousseff.

Pelo exposto, temos o dever de conclamar os cidadãos de cada cidade dos nossos territórios a promover, pela soberania do seu voto, a reeleição da Presidenta Dilma Rousseff, pois assim estaremos seguros que o progresso da nossa região seguirá seu curso, sem nenhum retrocesso, sem nenhuma interrupção.

Reeleger a Presidenta Dilma se manifesta como um ato de reconhecimento pelos seus feitos a favor de nossa gente e a favor da nossa região e, muito mais, de assegurar a ampliação da oferta de vagas na UFVJM e nos Institutos Federais de Educação Tecnológica para os nossos jovens, e de assegurar a manutenção e ampliação dos programas sociais essenciais para uma vida digna de toda a população do Jequitinhonha, Mucuri, Norte e Noroeste de Minas Gerais.

A Educação é o caminho mais curto para a Liberdade!

Prof. Pedro Angelo Almeida Abreu é o atual reitor da UFVJM

Mostra de Projetos Culturais da UFVJM

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A Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proexc) divulga a programação da Mostra de Projetos Culturais da UFVJM, que será realizada no período de 19 de outubro a 1º de novembro de 2014. Estão previstas ações a serem realizadas no campus I e nocampus JK; e em espaços da cidade de Diamantina.

A Mostra contemplará ações já registradas na Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, sejam aquelas apoiadas pelos editais da Proexc (Pibex, Procarte, Extensão em Interface com a Pesquisa) como as que não recebem auxílio financeiro. O evento conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Diamantina.

Programação

19/10, domingo

Cine Mercúrio (exibição do filme “O pequeno Nicolau” + debate)

Local: Teatro Municipal Santa Izabel

Horário: 15h

Coordenação: Prof.ª Lilian Godoy (FIH/UFVJM)

 

22/10, quarta-feira

Aula pública: Políticas e Práticas de Patrimônio Cultural

Local: Mercado Velho de Diamantina

Horário: 14h às 18h

Programação: Abertura: Música (14h às 14h20); Mesa-redonda (14h30 às 15h30); Oficinas (15h30 às 16h30); Histórias / Fotografias / Música; Coffe Break (16h30); Feira de trocas (a partir das 17h)

Coordenação: Prof.ª Elizabeth Seabra (FIH/UFVJM)

 

24/10, sexta-feira e 25/10, sábado

Transformarte: Remontando a vida pela arte da reciclagem

Local: Mercado Velho Diamantina

Horário: 24/10, sexta, 19h às 21h30 / 25/10, sábado, 9h às 12h

Coordenação: Prof. Antônio Moacir Lima (FCBS/UFVJM)

 

29/10 a 31/10, quarta a sexta-feira

Meu Shakespeare: adaptação de obras literárias para os quadrinhos (oficina)

Local: Campus I da UFVJM (Rua da Glória, 187, Centro)

Horário: 14h às 17h

Para se inscrever, os interessados devem enviar um email para: meu.shakespeare@gmail.com

Coordenação: Prof.ª Erika Vieira (FIH/UFVJM)

 

29/10, quarta-feira

Quarta Cultural: apresentações musicais

Local: Praça de Serviços, Campus JK, da UFVJM

Horário: 12h às 14h; 17h30 às 19h

Coordenação: Renato Oliveira (Proexc/UFVJM)

 

30/10, quinta-feira

Projetos Disco & Café Literário (apresentação de jazz + mesa-redonda): “Literatura & Música em ‘El Perseguidor’ (1959), de Julio Cortázar (1914-1984)

Local: Teatro Municipal Santa Izabel

Horário: 20h (retirar senhas com 1 hora de antecedência)

Coordenação: Prof.as Antonia Cabrera Muñoz e Melissa Böechat (FIH/UFVJM)

 

1º/11, sábado

I Mostra de Ginástica para Todos: possibilidades do corpo

Local: Laboratório de Ginásticas, Prédio de Educação Física, Campus JK

Horário: 9h

Coordenação: Prof.ª Priscila Lopes (FCBS/UFVJM)

Teatro cantado Quatro Gerações: Comunidade de Capivari/Serro

Local: Anfiteatro do Campus I da UFVJM (Rua da Glória, 187, Centro)

Horário: 15h

Coordenação: Prof. Alexandro Rocha (FCA/UFVJM)

Cine Mercúrio (exibição do filme “O Amor nos Tempos do Cólera” + debate)

Local: Mocrico (rua Antônio Edílio Duarte, 12, Rio Grande)

Horário: 19h

Coordenação: Prof.ª Lilian Godoy (FIH/UFVJM)

domingo, 12 de outubro de 2014

Diamantina antiga: Praça JK

Fonte: Nélio A.Lisboa (Guardião do Acervo Histórico e Fotográfco "Zé da Sé)

Nesta foto está a atual Praça JK. Ela mostra o início das ruas Macau do Meio e Macau de Baixo. À esquerda  está o prédio do atual Forum do Judiciário- antiga Cadeia Pública no térreo do prédio, veja as Guaritas onde ficavam os Soldados da Guarda. Foto posssivelmente dos anos 1904/05.

IMAGEM 02 A

Divagações ou delírios

Antenor José Figueiró – antenor.figueiro@ig.com.br

Precisei destes dias para reorganizar ideias, sonhos, sentimentos, decepções, ações e frustrações.

Mesmo não tendo títulos, minha formação intelectual deu-se através de muita leitura e frequente transito pela filosofia sócio-política.

Há 3 anos atrás percorri caminho rumo a um cargo eletivo (vereador), sem muita dificuldade sonhei alto, uma vez que associado ao meu estilo falante, entrei em milhares de casas, fiz inúmeras amizades, pois além de não concordar, não tinha dinheiro, para uma mega campanha (propaganda volante, outdoor, panfleteiros), apenas o corpo a corpo.

Fiel aos meus ideais e aos meus 75 eleitores, a partir de abril de 2013, intensifiquei minha atuação em nossas comunidades rurais, semeando o nome de Rômulo Viegas. Este sim foi um verdadeiro e eletrizante voo. Neste momento já não bastava apenas visitas, com infindas conversas ao redor do fogão a lenha até altas horas, regadas a queijo assado na brasa, leite com rapadura queimada, biscoito frito e tantas outras guloseimas que aconchegam e estimulam desabafos, confidencias das mais diversas formas e fórmulas de um povo que se aprisiona a uma cultura não mais imaculada, herdada de várias gerações que já trazem consigo perdas de sua identidade e valores, que me renderam 299 votos (Rômulo).

Envolvido pelas relações humanas, por lugares bucólicos, paisagens maravilhosas, outras judiadas, potencialidades e necessidades, não percebi que primeiro, espero que as pessoas vivam o meu sonho e segundo, que talvez estas pessoas me identificam muito mais como um amigo (confidente) do que como um representante.

Mas a política é um vício, ela incomoda, excita, irrita. Como não se emaranhar em tantos desencontros dos desequilíbrios que assolam uma comunidade?

Estamos no século XXI, informações pipocando por todos os cantos e aparelhos, Diamantina já não nos pertence, é do mundo. Mas como ainda cultuamos uma mentalidade provinciana, engessada, que se sustenta em momentos e atitudes pontuadas?

Já em alguns meses o carnaval de 2015 vem sendo divulgado e vendido. Quanto tempo, energia e dinheiro (estima-se algo em torno de R$1.700.000,00) desprendido e se olharmos a nossa volta quantas milhares de deficiências nos incomoda? Como por exemplo, a banda de São João da Chapada existente desde 1820, que está em vias de paralisar suas atividades por falta de um professor regular para mantê-la viva, para afastar do álcool e das drogas seus jovens, preservar nossa verdadeira cultura, pois seus primeiros integrantes foram 20 jovens escravos.

Na minha vã ignorância, um destino turístico para ser bem sucedido tem de ser fiel aos seus princípios, à sua cultura e peculiaridades, não pode ser algo mascarado e maquiado.

Tudo e todos têm seu espaço, o que é necessário é encontrar o equilíbrio, é a conjugação de valores financeiros que viabilizem o lúdico e a preservação e difusão de nossa cultura.

Desperta Diamantina! Quem disse que esta banda, este povo não merece?

É prudente copiarmos a campanha que revitalizou os sinos de nossas igrejas, para que juntos com Maria Faraildes de Miranda possamos amparar esta banda e porque não mostrarmos para o mundo, como disse Aires da Matta Machado Filho: “A textura e a riqueza do folclore e da música de São João da Chapada foram retratados através desta banda” em apresentações na Vesperata, para assim buscarmos programas para combater a grave situação sócio econômica em que se encontra a região de São João da Chapada.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Voz de Diamantina: ainda sobre o amadorismo institucional diamantinense

Capa (59)

Que dificuldade tenho tido para descartar um assunto que se vai institucionalizando neste velho e, às vezes, anacrônico burgo. Refiro-me à primariedade com que o turismo vem sendo tratado em Diamantina. Principalmente em seu dessincronizado e, às vezes, mutante calendário de eventos. Em editorial recente, comentei sobre o Seminário do Cedeplar que desde 1982 é aqui sediado. Durante sua 16ª edição, Diamantina perdeu um congresso com 1000 inscritos por falta de diálogo com gestores de eventos e entidades ligadas ao turismo. Seus frustrados participantes só descobriram que ele não aconteceria aqui quando tentaram fazer reservas nos hotéis. Que já não tinham vagas.

A estrutura hoteleira e gastronômica de Diamantina só comporta um evento médio em cada fim de semana. Como todo mundo sabe, a vesperata é um deles. Hotéis, pousadas, pensões, repúblicas e casas de família é que tornam possível sua realização. Mas, e se, diferentemente dos 1000 congressistas que partiram para outras bandas, algum outro evento ocorrer simultaneamente com uma vesperata, haverá algum mal nesse acúmulo? Para a Secretaria de Cultura, Turismo e Patrimônio - nada de mais! Tanto assim que ela não só apoiou o 14º Encontro Nacional de Motociclistas de Diamantina para o fim de semana de uma das últimas vesperatas do ano, sabidamente mais concorridas, como ainda permitiu que atrás de suas barracas de adereços para motociclistas, bugigangas e tira-gostos, erguidas na Praça do Mercado, se lavassem pratos e vasilhas, se derramassem panelas de óleo em bueiros, se tomasse banho de mangueira e se montassem barracas, numa degradação que só não viu quem não quis ou achou aquilo bonito e muito natural.

Início do editorial da Voz de Diamantina - Edição 687, de 11 de outubro de 2014

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