domingo, 26 de julho de 2015

Ruas do Centro Histórico de Ouro Preto são fechadas para trânsito de veículos

Iniciativa partiu de um grupo de empresários, que tem o apoio da Associação Comercial de Ouro Preto (Aceop) e autorização da prefeitura local

Quem chegar hoje a Ouro Preto, na Região Central, vai encontrar uma grande novidade na tradicional Rua São José, a principal do comércio da cidade, que ostenta, há 35 anos, o título de patrimônio cultural da humanidade. Das 8h às 18h, a via pública com piso de pedras será apenas dos moradores e visitantes, dispostos, certamente, a caminhar a pé e conhecer mais sobre os monumentos dos séculos 18 e 19. Por iniciativa de um grupo de empresários, que tem o apoio da Associação Comercial de Ouro Preto (Aceop) e autorização da prefeitura local, o trecho do Centro Histórico foi fechado aos veículos. Em Minas, Tiradentes, na Região do Campo das Vertentes, já adota medida semelhante nos fins de semana para fomentar o turismo e preservar o casario dos tempos coloniais.


Uma ideia que poderíamos experimentar aqui em Diamantina. Qual a sua opinião? Comente.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Leia nesta semana na Voz de Diamantina


              A autoestima do diamantinense é movida por acontecimentos aparentemente fortuitos. Como, por exemplo, a vesperata, nascida não por acaso no momento em que a cidade pleiteava, sem muita convicção, o título de Patrimônio Cultural da Humanidade. O que se deu naquela época? Juntou-se uma grande embora tênue esperança com a redescoberta da musicalidade, rico tesouro que mais parecia um dote natural que dormitava no seio de cada família tijucana. Sempre afirmei que a vesperata alçou o amor-próprio do diamantinense a píncaros nunca dantes nem imaginados. Assim como ousarei agora asseverar que este velho e misterioso burgo nunca precisou tanto de algo simples, mas surpreendentemente mágico, para revelar, mais uma vez, que a predestinação para a grandeza nunca lhe falhará, mas terá sempre de contar com a cumplicidade de seus filhos e moradores.
              Recentemente, ponderei num editorial que se algum dia surgisse um prefeito que restaurasse o nosso belo e singular calçamento de pedras, Diamantina teria de erigir-lhe uma estátua ou uma imagem. Ou ambas, se tal empreitada recuperasse não apenas este forte complemento arquitetônico da cidade, mas também uma arte que se perdeu nos tempos. A estátua premiaria a visão, a sensibilidade e a capacidade administrativa desse ainda fictício gestor público. E a imagem entronizaria no altar quem viu, sentiu e viveu sua cidade com o respeito, a liturgia e a elevação que só merecem os mais sagrados templos.
              Estes devaneios me saem da pena na manhã de quinta-feira, 23 de julho, na entrada do quarto dia em que operários da prefeitura, da Copasa, velhos e experimentados calceteiros começam a assentar as primeiras fileiras de pedras-guias num trecho-piloto em frente à catedral. Em seguida, seus vãos em quadriláteros serão preenchidos com pedras-matacão. A grande novidade na empreitada é tão velha quanto a Via Ápia romana: não entra ali nem poeira de cimento.
              Parte do editorial da Voz de Diamantina, edição 728, de 25/07/2015

Assinatura da Voz de Diamantina
Um presente que todo mundo gosta de ganhar
Por apenas R$ 200,00 você recebe 52 exemplares semanalmente durante um ano
Quincas: (38) 3531-3129 e 8824-3584 - vozdediamantina@gmail.com
Aline: (38) 8811-5707

*A partir da tarde das sextas-feiras, o jornal Voz de Diamantina pode ser adquirido nos seguintes locais: Banca de Geraldinho, Canastra Diamantina e Livraria Espaço B

terça-feira, 21 de julho de 2015

Respodendo às criticas ao projeto Oficina de Calceteiros - Acerta Pedra

Autor: Ricardo Lopes Rocha

Ontem, um jornal on-line publicou matéria sobre o projeto que está acontecendo em frente à Catedral.
Dentre os comentários feitos, eu li alguns de pessoas que se mostraram insatisfeitas pelo fato de não ter sido feito em seu bairro, outras ironizando o evento, relacionando-o a campanha política, outros perguntando porque não fazer em outro local, que não o centro da cidade.

Em resposta a estas críticas, advindas de leitores diversos, vou responder as que estou me lembrando:
Em relação ao local: a escolha do local demandou muito tempo e muitas opiniões. Por ser um primeiro trecho, teríamos que escolher um local que incomodasse minimamente a população, pois sabemos de antemão, que qualquer coisa que atrapalhe, mesmo que por pouco tempo, que tire um pouquinho só o conforto dos cidadãos, mesmo que seja para beneficiar mais tarde, gera muitas reclamações. Pois bem: em frente à Catedral, por ser uma praça muito grande (900 m2), coube o projeto, coube o lugar de colocar o material e ainda deu para o trânsito ocorrer sem interrupção.

O trecho teria que ser central para ser visto e CRITICADO pela população - tanto no sentido de aprovar como desaprovar. Num bairro, a circulação é só das pessoas ligadas ao bairro. Neste ponto, a SUA AVALIAÇÃO  é muito importante. Estamos bolando uma maneira da população dar opiniões.

O trecho teria que estar estragado. Quanto a isso, escutei não foram nem uma nem duas vezes: foram inúmeras vezes: "porque não fazer na Rua das Monteiras": a Rua das Monteiras (Rua do Fogo; Rua da Igreja da Luz, é a mesma rua) requer uma logística muito forte para ser refeita: desvio de trânsito, uma compra de pedras muito grande (no mínimo 2000m2), um tempo de execução muito maior. É um local que não se adequa de jeito nenhum a um projeto-piloto como o que está sendo feito em frente à Catedral, para justamente, nos informar sobre custos, tempo de execução e etc. É lógico, a Rua das Monteiras está MUITO RUIM. Ninguém nega isso, mas para intervir lá, teremos que ter todas as informações sobre tempo, custo por metro quadrado, verba para pedras, MÃO-DE-OBRA jovem e treinada (que é o que estamos providenciando agora), tudo pronto para poder enfrentar uma empreitada do porte de uma rua daquelas. Com todos os problemas que poderiam acontecer durante a obra.

Outra crítica; porque realizar no centro (privilegiado em todos os sentidos) ao invés de fazer em um bairro - Respondo: a verba doada pela COPASA ( a COPASA é que está financiando este projeto, nesta primeira fase) foi suficiente para refazer um trecho de 120m2. Sendo assim, não teria como ser feito em um bairro sem cometer injustiças com os demais.
Além disso, um dos objetivos do projeto é ser visto. No centro, certamente está sendo visto. As críticas a gente responde, pois elas são sempre benvindas e nos ajudam a pensar e agir melhor.

Quanto à questão eleitoral: peço que dêem uma olhada em uma postagem mais antiga que esta: a do dia 17 de julho (no blog diamantinacertapedra.blogspot.com.br) - uma que conta toda a história do projeto. Vocês vão perceber que lancei este projeto há oito anos, e por isso mesmo,passou por três administrações diferentes. Se o Dr. Paulo Célio, na atual administração adotou o projeto e a COPASA o financiou, isso nada tem a ver com política. Na gestão do Padre Gê, eu também fui recebido pelo Sr. Prefeito, fizemos reuniões, mas não deu certo, vários problemas, o tempo foi passando e continuamos tentando, até que surgiu uma oportunidade.

Escrevo ainda que, por ser uma técnica esquecida há mais de sessenta anos, não havia como fazer um projeto para restaurar um grande trecho ou mesmo todo o centro, ou bairros, ou o que seja, sem ter pessoal treinado e capacitado para tal. Simplesmente, todos os calceteiros que ainda se lembram, mesmo que pouco de como era a técnica, já estão aposentados, doentes, ou fracos para enfrentar um serviço destes. Esta oficina é portanto, um esforço de reunir estes antigos profissionais para ministrarem um treinamento aos que ainda estão na ativa e jovens. Assim, futuros projetos podem ser propostos e aprovados, a partir da formação de mão-de-obra treinada.

Finalmente, para os moradores de bairros que se mostram insatisfeitos, tanto pelo fato de não serem contemplados pela reforma do calçamento do seu bairro ou pelo fato de não terem um asfalto, informo que um próximo passo, já bastante comentado é que se pretende retirar pedras de ruas afastadas do centro histórico e com isso fazer um estoque de pedras para restaurar o centro. De onde for retirada estas pedras, se pretende bloquetar ou asfaltar. Isso é projeto para um futuro próximo, penso eu. E para que isso ocorra, estejam certos de que esta oficina está colaborando, e muito.

Concluindo, caros internautas, obrigado mais um vez pelas críticas, sem elas eu não estaria esclarecendo nem aos críticos e nem ao restante da população que torce para que o projeto Acerta Pedra dê certo.

Aproveito então, e agradeço a todos aqueles que foram lá (e não foram poucos!), nos levando uma palavra de apoio, de positividade, a todos que, tendo acompanhado comigo e conhecido todo o projeto, desde o início, foram lá para dizer: ATÉ QUE ENFIM!   ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA!

Pois é, caros internautas, vocês que tomaram conhecimento do projeto no jornal on-line que foi editado ontem, saibam, que tem UM MONTE DE GENTE, muita gente mesmo, daqui e de fora, que acompanha este sonho há mais de oito anos! Isso mesmo! A estes, a todos os amigos leitores, o meu muito obrigado, de coração!

E por fim, convido-os a conhecer mais, tanto por este blog, como visitando o canteiro de obras, todos serão bem vindos lá. As criticas são sempre bem vindas, todos os dias temos muito a aprender, justamente de quem vem com um olhar crítico de fora, sem ter participado de nada - estas críticas são muito importantes porque não têm o viés de alguém que participou, que torce por aquilo.

Vou postar uma foto do conteiro hoje à tarde: retiramos a terra velha, a areia preta, ressecada e colocamos um cascalho argiloso, excelente, muito bom para compactação.
Meu amigo - Norberto Hélio, escolhendo o cascalho, na fonte!

Espalhando o cascalho (direita) e retirando a terra velha - à esquerda

Amanhã: compactar e começar a assentar os traços - vale a pena ir lá - deve ficar bonito, penso eu.


Diamantina Dança em Cena

Acompanhe as obras do Projeto Acerta Pedra








Clique aqui para acompanhar as obras do Projeto Acerta Pedra.

Paisagem, viagens e imagens de Diamantina: um retrato da cidade por Lúcia Machado de Almeida e Cecília Meireles

Autoras: Camila de Souza Ramos e Ilca Vieira de Oliveira 

O presente trabalho objetiva discutir sobre os aspectos da paisagem, da imagem, da viagem real e da fictícia em ambos os textos. Sendo estes, Passeio a Diamantina, publicado em 1960 por Lúcia Machado de Almeida, e Romanceiro da Inconfidência, em 1953, de Cecília Meireles. Analisaremos, nos dois textos, a forma como esses aspectos são representados na prosa e na poesia, como também o processo memorialístico utilizado ao recuperar a paisagem geográfica e a urbana da cidade do passado para o presente da escrita. Para este estudo, usaremos dois poemas de Cecília Meireles, “Romance XI ou do Punhal e da Flor” e “Romance XVII ou das Lamentações do Tejuco”, e os dois primeiros capítulos de Passeio a Diamantina. Dessa forma, abordaremos, à primeira vista, principalmente, o encontro da autora Almeida com a cidade de Diamantina, cujas paisagens daquele lugar remetiam a imagens do passado, traçando um paralelo com a poesia de Meireles.

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Leia nesta semana na Voz de Diamantina


Quando a história destes tempos atuais de Diamantina pertencer aos arquivos das bibliotecas públicas, dois sentimentos se revelarão aos que a lerem atentamente. O primeiro deles registrará que o legado do prefeito que não conseguiu reeleger-se no pleito de 2012 se mostrou infinitamente mais deletério e duradouro do que, na época, grande parte dos pessimistas imaginou. O segundo, diretamente ligado ao primeiro, desnudará a grande frustração do diamantinense com o prefeito que, todos achavam, colocaria a cidade nos trilhos de que seu antecessor incompetentemente descarrilou. O aprofundamento de tal leitura mostrará também que, ao vencer duas eleições marcadas por empecilhos legais que lhe custaram quatro meses de mandato, o nosso atual gestor talvez não tenha aquilatado que bem maior e danoso que o rombo superior a R$ 6 milhões que herdara, era o estado de desorganização, de falta de comprometimento e de viciado corpo mole que se impregnara em grande parte do quadro de pessoal com que teria de contar. Mal que até se abrandaria diante das fracas opções para ocupar relevantes postos do governo que o jogo fisiológico da política nunca deixa de cobrar de seus aliados. Além da descoberta de que o povo (ah... o povo!) costuma ser mais condescendente com maus, desonestos e demagógicos políticos do que com sérios e bem intencionados homens públicos.
              Tais digressões vêm à tona quando a gestão do prefeito Paulo Célio já passa da metade e se aproxima de um ano eleitoral, o que lhe míngua mais ainda o tempo útil. E também para registrar uma das mais importantes obras de sua administração: a Farmácia Básica-SUS, inaugurada festivamente (e com justa razão) na tarde da última terça-feira, 14 de julho. Instalada ao lado da Hemominas, na Rua da Glória, ela representa um dos melhores aproveitamentos da antiga Fábrica de Tortas que bem relembra a saudosa Era JK.
              Parte do editorial da Voz de Diamantina, edição 727, de 18/07/2015

Assinatura da Voz de Diamantina
Um presente que todo mundo gosta de ganhar
Por apenas R$ 200,00 você recebe 52 exemplares semanalmente durante um ano
Quincas: (38) 3531-3129 e 8824-3584 - vozdediamantina@gmail.com
Aline: (38) 8811-5707


*A partir da tarde das sextas-feiras, o jornal Voz de Diamantina pode ser adquirido nos seguintes locais: Banca de Geraldinho, Canastra Diamantina e Livraria Espaço B

Do vinho de Diamantina

Por Stefan Salej - (clique aqui)

Diamantina todo mundo conhece. Uns por causa dos tapetes arraiolos, outros pelas vesperatas, os terceiros por causa do ora pro nobis, uma comida deliciosa, e tem gente que até sabe a história da Chica da Silva, a escrava que virou senhora. Da música como Peixe Vivo, das ruas feitas de pedras centenárias. Dos diamantes que eram transportados pela Estrada Real, revivida como caminho turístico, com muito marketing e pouca cultura. E também a Diamantina, terra natal do Presidente Juscelino Kubitschek, presidente bossa nova, democrata e renovador do desenvolvimento brasileiro. Cinquenta anos em cinco era o seu lema e o do Brasil da época.

Mas, Diamantina, a 4 horas de carro de Belo Horizonte, tem outras histórias a contar, além do seu encanto turístico. Como por exemplo as dos tapetes arraiolos, feitos com lã, que passaram a ser, ao lado de outros produtos de artesanato, como as famosas bonecas, a marca da região. Com forte suporte da Igreja Católica, a Cooperativa, que cuidava do projeto em 30 localidades e chegou a ter mais de 2000 colaboradores, hoje tem um número minúsculo de gente tecendo os tapetes. Muitos explicam, mas mesmo com o esforço de reorganização liderado pelo Sebrae, ninguém diz por que caiu a produção que deu fama à cidade e emprego a tanta gente. O projeto teve apoio financeiro do Banco Interamericano de Desenvolvimento e era ponto alto de nova uma fase, além do turismo clássico, na tentativa de desenvolver a cidade.

A chegada da Universidade Federal do Vale de Jequitinhonha e Mucuri, com seus quase mil docentes e número igual de funcionários administrativos, provocou uma nova onda de desenvolvimento. Dinheiro que chega sem precisar ser produzido localmente, novos consumidores com renda boa, e com alto nível intelectual. Surgiu uma nova classe que, se não se fechar em gueto acadêmico, liderará a inovação e a educação na região e poderá ser realmente um grande potencial de desenvolvimento.

E não por último tem algo de novo e nobre em torno da cidade. Vinhedos e oliveiras. Lindos, bem organizados, com videiras de várias espécies de uvas, como merlot, tempranillo, sauvignon, e até muscat, entre outros, dão a impressão de que estamos nos vinhedos da Toscana. O Shiraz produzido pelo Chico Meira na Quinta d’Alva se compara aos melhores produzidos no Brasil. Mas, o Dr. João Francisco Meira, diamantense ausente, empresário respeitado no Brasil inteiro, não é o único que está investindo nessa área. Há mais de 20 pioneiros e está se formando um cluster de inovação da melhor qualidade. Nada de novo, de certa maneira, porque o vinho já se produzia em Diamantina no século passado. Tinha até uma estação enológica, que foi desmontada pelos militares na década de 70,como foi também a estrada de ferro, e levada par Bento Gonçalves. Tudo para fazer esquecer de JK e da terra dele.

Não deu certo, voltou as ser o que é seu destino histórico. Tem vinho muito bom lá. Como tapete arraiolo, só é difícil de comprar.

STEFAN SALEJ consultor internacional, foi presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais e do Sebrae.

Diamantina recebe ultramaratona de mountain bike


Fonte: Jornal O Tempo (clique aqui)

Ultra Maratona Sertão Diamante

A Ultra Maratona Sertão Diamante traz um desafios daqueles para quem está acostumado a pedalar dezenas de quilômetros em cima de uma bicicleta. Neste final de semana, a competição acontece em Diamantina e promete dar muito trabalho para quem teve a coragem de se inscrever. Serão 170km em dois dias de provas pelas estradas e trilhas da região. Por mais que o organizador Alex Borges afirme que o importante é participar, o pensamento de quem estará por lá não deve ser o mesmo.
"A prova é totalmente dedicada ao incentivo de atletas experientes e atletas amadores, bem como iniciantes do esporte, onde o principal objetivo é o bem estar e a felicidade do atleta que ali está participando", indica. Apesar de iniciantes serem convidados, será necessário um bom preparo físico para cumprir o objetivo de ultrapassar a linha de chegada.
Prestígio. Até agora, a Sertão Diamante já tem 410 atletas inscritos, de oito estados (São Paulo, Bahia, Goiás, Distrito Federal, Roraima, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais). O número de presentes aumenta a cada ano no evento, que chega à sua terceira edição.
"No primeiro ano, tivemos 140 atletas, na sua maioria da região. Com uma organização impecável e atenciosa com os atletas, em sua segunda edição tivemos o número de 280 atletas, já apresentado seu crescimento no âmbito nacional, com representantes de cinco estados (Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Goiás e Distrito Federal).
A experiência adquirida fez a organização alterar itens para que a questão de logística e satisfação ficasse redonda. "As edições anteriores aconteciam no formato de cidade a cidade, indo de Curvelo até Diamantina. Porém, encontramos obstáculos em relação à hospedagem dos atletas nos vilarejos onde a prova tinha que pernoitar, então tomamos a decisão de levar para Diamantina, cidade histórica e de muita importância turística, onde seria possível acomodar todos os atletas de forma tranquila", mostra Alex.
A prova acontece durante um importante evento da cidade, prometendo chamar ainda mais atenção de quem estiver por lá. "A competição acontece junto ao Festival de Inverno. Teremos na cidade muitos turistas, favorecendo a divulgação do esporte de Mountain Bike, tornando-o mais conhecido", comemora o organizador.

Alguns dos atletas que já participaram da Sertão Diamante e que estão confirmados são Raimundo Nonato, com experiência na etapa aberta da Volta da França e José Luiz de Oliveira Franco, atual campeão Brasileiro de Maratona, na categoria das idades entre 31 e 35 anos, campeão geral na 1ª edição da prova e 3º colocado na edição do ano passado da Sertão Diamante.


Informações podem ser obtidas no www.sertaodiamante.com.br

Luiz Marques lança CD no Teatro Santa Izabel

Projeto Acerta Pedra será lançado hoje no auditório do Mercado Velho





Lançamento do Projeto Acerta Pedra - 17/07/2015 - 10 horas - Mercado Velho

Esta é a Praça em frente à Catedral Metropolitana de Diamantina, Praça Conselheiro Mata, da qual foi escolhido este trecho para ser restaurado pelo projeto Acerta Pedra, que se transformou na Oficina de Calceteiros / Acerta Pedra, por meio de um projeto da Secretaria de cultura de Diamantina.
Venha visitar o canteiro de obras durante a semana que vem, de 20 a 30 de julho de 2015 e aprender um pouco desta arte dos calceteiros, uma quase exclusividade de Diamantina.

Clique aqui para conhecer o blog do Acerta Pedra.

Imagem inline 1

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Diamantina recebe Sertão Diamante neste fim de semana



Clique aqui para saber mais sobre a prova.


PROGRAMAÇÃO

Sexta-Feira (17/07/2015) - Entrega dos kits a partir das 13:00hrs na Praça do Mercado (Praça Barão de Guaicui)

Sábado (18/07/2015) - Entrega dos kits a partir das 07:00 hrs na Praça do Mercado (Praça Barão de Guaicui)

Término da entrega dos kits e abertura do bolsão de Largada as 08:20hrs

Largada as 09:00hrs pontualmente.

Atenção: O final da cronometragem do primeiro dia será no estacionamento do Hotel e Restaurante Pau de Fruta, caso o atleta prefira, poderá acabar de chegar na Praça do Mercado, mas não será mais contado tempo e nem posições, muito cuidado, pois o acesso é pela BR367, ande sempre na sua mão e pelo acostamento.

Domingo (19/07/2015) - Abertura do bolsão de largada as 08:20hrs

Largada as 09:00hrs pontualmente.

domingo, 12 de julho de 2015

Leia nesta semana na Voz de Diamantina

              
Na manhã de quarta-feira, 08/07, participei mais uma vez de uma cerimônia no Presídio Regional de Diamantina. Em cujo pátio se dispunham filas de cadeiras, grande mesa de honra e púlpito para a entrega de Certificados de Pedreiro de Alvenaria e Carpinteiro de Obras a 11 reeducandos que se assentavam ao lado dos convidados. A solenidade foi aberta com a diplomação de 22 agentes de segurança prisional que passaram a compor o quadro de pessoal do presídio que hoje soma mais de 80 servidores em suas diversas funções.
              Enquanto ouvia os discursos das autoridades e de representantes dos recém-formados pedreiros e carpinteiros, vinha-me à lembrança a notável evolução por que passou o sistema prisional de Diamantina. Desde as longas e vergonhosas décadas em que a nossa cadeia era um ultraje à condição humana, tal a degradação a que sujeitava seus presos. E do brio com que, nos anos 1990, o diamantinense bancou generosamente a construção de outra casa de detenção adquirindo bilhetes de rifa. O que resultou em duas efemérides: erigiu-se se uma prisão digna e reconstruiu-se o Teatro Santa Isabel que, num tempo de indigência cultural, foi demolido para dar lugar a uma cadeia.
              Desde então a cidade pôde sentir-se aliviada do tremendo peso de sua velha, insalubre e degradante masmorra. Em 2011, este sentimento cresceu mais ainda com a transformação da nova cadeia em Presídio Regional. Ao mesmo tempo em que 50 bem treinados agentes da Suapi, assessorados por competente equipe técnica, substituíram a Polícia Militar na gestão da recém-promovida unidade prisional. Quando também era desfraldada a bandeira da construção da Apac, sistema prisional humanizado, de muito menor custo operacional e de índices infinitamente superiores de reabilitação de apenados, como providencial solução para desafogar a lotação do presídio e devolver à sociedade cidadãos reabilitados e aptos para convivência pacífica e ordeira. E o mais positivo: um detento do presídio adiantara-se à obrigação da prefeitura e doara uma gleba de cinco hectares, exigência do estado para a construção da Apac.

              Parte do editorial da Voz de Diamantina, edição 726, de 11/07/2015

Assinatura da Voz de Diamantina
Um presente que todo mundo gosta de ganhar
Por apenas R$ 200,00 você recebe 52 exemplares semanalmente durante um ano
Quincas: (38) 3531-3129 e 8824-3584 - vozdediamantina@gmail.com
Aline: (38) 8811-5707


*A partir da tarde das sextas-feiras, o jornal Voz de Diamantina pode ser adquirido nos seguintes locais: Banca de Geraldinho, Canastra Diamantina e Livraria Espaço B

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Filme Sobre o Inconfidente Tiradentes será Gravado em Diamantina

Fonte: Prefeitura de Diamantina.
Já começou a pré-produção do longa metragem de ficção “Um Certo Joaquim”, que vai mostrar quem foi Joaquim José da Silva Xavier e o que ele fez antes de ser um dos líderes da Inconfidência Mineira.
O diretor do filme será o pernambucano Marcelo Gomes, que buscará mostrar o que se passou na vida de Tiradentes para ele se transformar num rebelde naquele momento do Brasil.
Para o papel de protagonista está cotado o ator João Miguel, que esteve por aqui em 2012 como protagonista do filme “A Hora e a Vez de Augusto Matraga”.
Podendo escolher entre outras cidades históricas mineiras para realizar a produção, Diamantina foi escolhida por sua vasta e preservada arquitetura colonial, pelas suas paisagens naturais e pelas facilidades oferecidas para a realização do trabalho.
Os moradores da cidade já estão sendo convidados a fazerem testes para figuração e para trabalhar em outros setores da produção.
Diamantina, que já recebeu inúmeros filmes, novelas e series agrega mais essa produção ao seu histórico.