quarta-feira, 5 de abril de 2017

Confira a programação do Teatro Santa Izabel para o mês de abril


A história do Mercado de Diamantina

O comércio de “gêneros do país” no Mercado de Diamantina, Minas Gerais: décadas de 1880 a 1930
Autor: Marcos Lobato Martins
Locus: revista de história, Juiz de Fora, v. 16, n. 2, p. 157-173, 2 010
O artigo analisa aspectos do comércio de abastecimento na cidade  de Diamantina, entre as décadas de 1880 e 1930. Enfatiza-se o papel dos tropeiros e do Mercado Municipal, bem como os  conflitos entre as autoridades e os atacadistas locais. Discute-se também as razões da longevidade da atuação das tropas na região, cujo declínio ocorreu nos anos 1950, provocando a perda de importância do Mercado Municipal no abastecimento local.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Filme sobre Tiradentes, rodado em Diamantina com atores do Galpão, concorre ao Urso de Ouro

Fonte: Hoje em Dia
Marcelo Gomes exibe uma voz rouca, quase inaudível. Desde quando a organização do Festival de Berlim anunciou “Joaquim” entre os filmes concorrentes de sua 67º edição, na terça passada, o cineasta pernambucano não parou mais de dar entrevista.
“Uma das grandes maravilhas é ser convidado para um festival desse tamanho e importância, o que traz uma visibilidade grande para um filme de orçamento pequeno. Essa divulgação é fundamental para a gente”, observa Marcelo.
Para os mineiros em especial, há um outro motivo para comemorar: na telona da Berlinale estará a história não de um Joaquim qualquer, mas a de Joaquim Silvério dos Reis, que entrou para a história como Tiradentes.
“Meu objetivo foi fazer uma crônica social do Brasil colônia e não uma novela. Interessava-me mais o cotidiano desse relato histórico (sobre a Inconfidência Mineira)”, que levou nove anos para tirar o longa-metragem do papel.
Os atrasos de cronograma ocorreram principalmente pela saída de um investidor espanhol. “Foi bom para ganhar um tempo de leitura, instrumentalizando o roteiro para o lugar que queria chegar”, destaca


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Com seis casos confirmados, Diamantina tem surto de malária

Fonte: Estado de Minas

Um surto de malária identificado no município de Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, trouxe alerta para as autoridades sanitárias estaduais e preocupa a população. No dia 19 de dezembro foram confirmados pelos técnicos da Secretaria de Estado de Saúde (SES) seis casos de pessoas infectadas pelo Plasmodium vivax, uma das cinco espécies de protozoários que infectam o homem com a doença e o mais comum dos micro-organismos. 


Em todo o estado de Minas Gerais foram registrados sete casos em 2016. Além dos seis de Diamantina, outro paciente desenvolveu a doença em Simonésia, na Zona da Mata. No ano de 2015 inteiro, foi registrado apenas um caso, em Lima Duarte, também na Zona da Mata. O último tratado em Diamantina foi um caso importado, em 2012, segundo o Datasus. O local que é tratado pela Diretoria de Vigilância Ambiental/Superintendência de Vigilância Epidemiológica Ambiental e Saúde do Trabalhador/Subsecretaria de Vigilância e Proteção à Saúde como o Local da Provável Infecção (LPI) é o garimpo de Areinha, que fica a 140 quilômetros do centro de Diamantina e tem uma população que chega a 2 mil garimpeiros, muitos deles vivem na sede do município. 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

O busto de Sá no Largo de Dom Joâo


Autor: Wander Conceição.

Há muito, tenho evitado emitir opiniões sobre diversas coisas e situações que envolvem Diamantina. Como possuo o hábito de falar a verdade, não maquiar minha opinião, e não me portar como bom cordeirinho, na maioria das vezes que me expresso sobre temas ácidos, recebo o rótulo de polêmico. Para grande número de pessoas é muito mais fácil e cômodo seguir o fluxo geral às cegas, ainda que em seu íntimo carreguem a convicção de que discordam frontalmente da direção tomada.
É extremamente ridícula e deprimente a postura de um súdito tentando mostrar para seus pares que possui uma realeza maior do que a do rei. Penso que a causa desse desvio de conduta está em dois vícios principais: a vaidade exacerbada e a inveja. Inflamados esses dois, eles são capazes de alimentar a arbitrariedade, a vingança, a ira, a perseguição, a empáfia, a arrogância, a prepotência, a injustiça, a intransigência, a covardia, a falsidade, dentre outras habilidades.
Tenho estudado bastante a política de Diamantina. Há um traço marcante em nossos comandantes, característica que vem desde os tempos coloniais: a vaidade exacerbada! Por vezes brinco que essa situação ocorre em conseqüência da praga do pajé Pirakassu, mas quem sabe essa maldição não seria verdade?  Uma maioria ampla dos nossos governantes municipais agiu exatamente assim. Apenas suas opiniões são corretas, mesmo frente a opiniões contrárias de profundos conhecedores das diversas demandas.
Então, essa situação de Diamantina ser atualmente Patrimônio Cultural da Humanidade gera um paradoxo hilário. Nossos comandantes adoram estufar o peito e falar desse título, mas várias de suas ações são totalmente contraditórias ao compromisso que Diamantina assumiu com a UNESCO: “As singularidades têm de ser preservadas para conhecimento das gerações futuras”. Mas aí, na prática, eles agridem a lógica, a obviedade.
Dessa vez, o que me fez sair de meu silêncio foi uma pequena peça de escultura, um simples busto. Sábado próximo passado, no Largo Dom João, banda de música, um alarido danado, trânsito embaraçado, discurso, egos inflamados! Um negócio bem ao gosto da classe política! Tudo isso para inaugurar um cantinho ao lado do prédio onde funcionou o CESU, que foi cimentado. No meio do alvoroço, quando observei melhor, vi o busto de Francisco Sá lá no centro do Largo Dom João, no lugar do antigo pirulito.
Incontinenti, uma recordação saltou da gaveta do esquecimento e ocupou a gaveta da lembrança de minha memória. Aquela era a peça que o ex-prefeito Gustavo Botelho Júnior, cerca de dez anos passados, havia retirado da praça do Bonfim e enfiado num porão qualquer! Essa foi apenas uma de suas várias agressões ao nosso patrimônio.
Entre exemplos diversos, seu governo decidiu que a Serra de São Francisco chama-se é Serra dos Cristais. Ora, a formação das cidades mineiras é extremamente semelhante. Os exploradores que adentraram o território mineiro escolhiam os nomes de seus santos de devoção para batizar os territórios conquistados. Assim, ao estacarem diante do lamaçal onde três riachos se encontravam, os aventureiros que fundaram o Arraial do Tijuco deram ao morro a sua esquerda o nome de Santo Antônio – sobre o qual a cidade foi edificada – e ao paredão a sua direita o nome de São Francisco. Por isso, no período em que Diamantina esteve dividida em duas freguesias católicas, uma chamava-se Santo Antônio e a outra, São Francisco. Mas o ex-prefeito, possuidor de maior realeza que a do rei, decidiu que o nome “daquele serro curvado que mura a cidadezinha” era outro.
Dos diversos Tênis Clubes construídos pelo governo do estado em Minas Gerais na década de 1940, apenas o de Diamantina teve como sede social uma obra do arquiteto Oscar Niemeyer. A história do nosso Tênis Clube é singularíssima. Possuía um time de vôlei feminino respeitadíssimo, que chegou a ser campeão mineiro. Daquela piscina de 25 metros saíram alguns campeões brasileiros de natação. Mas o ex-prefeito decidiu separar a obra de Niemeyer do corpo geral do clube, num ato arbitrário e inconseqüente, no apagar das luzes de seu segundo mandato.
Enumerar suas ações equivocadas aqui demandaria espaço, tempo e paciência. Voltemos então ao busto! João da Matta Machado, eleito deputado da província de Minas Gerais para o biênio 1878-1879, recebeu um relatório do monsenhor Augusto Júlio de Almeida, vigário geral da diocese de Diamantina. Baseado nas memórias do general José Vieira Couto de Magalhães sobre navegação fluvial para agilizar a inter-relação entre territórios brasileiros, o relatório propugnava pela construção de uma estrada de ferro que chegasse até Diamantina. Esse sonho passou por diversas etapas, por diversos governos municipais, por diversos atores e adentrou o século XX.
Falecido o governador de Minas Gerais, João Pinheiro da Silva, em 25 de outubro de 1908, Julio Bueno Brandão assumiu o governo do estado e nomeou Juscelino Barbosa seu secretário de Finanças. Barbosa era natural da cidade de Chapada do Norte, região nordeste de Minas, e havia estudado no Seminário de Diamantina. O presidente da República, Afonso Augusto Moreira Pena, faleceu em 14 de junho de 1909. O vice-presidente, Nilo Procópio Peçanha, assumiu o governo federal e nomeou Francisco Sá seu ministro da Viação, Transportes e Obras Públicas. Sá era natural de Grão Mogol, cidade da região norte de Minas. Também havia estudado no Seminário de Diamantina. A ação conjunta de Barbosa e Sá, movidos pelos laços afetivos que desenvolveram com Diamantina, culminou com a assinatura do decreto federal nº 7.455, em 08 de julho de 1909, pelo ministro e pelo presidente da República, autorizando a construção de um ramal da Estrada de Ferro Central do Brasil até nossa cidade.
O descaso do ex-prefeito Gustavo Botelho para com o busto de personalidade de tamanha importância, não somente para Diamantina, mas para toda a região norte e nordeste mineira, foi uma agressão ao nosso patrimônio. Aliás, Gustavo Botelho é também o grande responsável pelo soterramento do virador de máquinas da Estrada de Ferro. Retirar ou não o busto de Francisco Sá da praça do Bonfim, que estava sendo reformada na época, é outra discussão. Talvez fosse até melhor que ficasse edificado no mirante da virada da avenida homônima, até porque a praça do Bonfim chama-se, na verdade, Monsenhor Neves. Mas o fato é que esse busto jamais poderia ser enviado parra a gaveta do esquecimento, como ocorreu com o virador.
Contudo, tentar reparar um erro com outro erro ainda mais grosseiro, num ato arbitrário e inconseqüente de final de mandato do prefeito Paulo Célio de Almeida Hugo, ajustado muito mais com a vaidade exacerbada do que com o sentido de preservação patrimonial, é querer remendar o soneto. A poesia, que já era de péssima qualidade, acabou se tornando sofrível.
Nos últimos dias, as discussões giraram em torno de se retirar ou não se retirar o pirulito; de se colocar ou não se colocar aquele aterro circular; se ele deveria ser menor ou do exato tamanho em que foi projetado; de se retirar ou não se retirar os estacionamentos nas áreas laterais. Houve até quem defendesse a idéia de se deixar tudo como estava e adicionar um monte de vacas ao trânsito, para ficar bastante parecido com a Índia. Tudo bobagem, pois algo precisava ser feito, e não se pode negar que o trânsito melhorou. Parabéns ao prefeito Paulo Célio! Mas aí ..., o busto de Sá foi colocado no largo de João!
Em 05 de maio de 1844, o padre Antônio Ferreira Viçoso, superior geral dos lazaristas no Brasil, foi consagrado bispo da diocese de Mariana. Coube a Dom Viçoso iniciar a reforma da Igreja Católica em Minas Gerais. Era necessário se colocarem em prática os cânones estatuídos pelo Concílio de Trento. A Igreja Católica empreendia esforços no sentido de conquistar sua auto-afirmação como instituição autônoma, soberana e independente em todo o mundo, centralizada na autoridade do Papa como seu chefe supremo. Como as normas a serem adotadas eram definidas em Roma, esse movimento ficou conhecido como o processo de “romanização” da Igreja Católica, que se esforçava em unificar suas ações no mundo, tomando os ditames de Roma como princípios de identidade.
A Coroa portuguesa, respaldada pelo regime do Padroado estabelecido com a Igreja Católica desde 1456, impediu que as ordens religiosas regulares se estabelecessem em Minas Gerais. No território mineiro predominaram as associações religiosas de formação leiga. Portanto, a essência da reforma iniciada por Dom Viçoso consistia em se imprimir os traços fundamentais do perfil tridentino nos sacerdotes. Por conseguinte, a reforma teria que passar, necessariamente, pelo seminário, num ambiente austero de disciplina, que aprimorasse o caráter e o aprendizado do clero, oferecendo-lhe sólida formação moral, intelectual e eclesiástica.
Estrategicamente, Dom Viçoso enviou quatro de seus melhores sacerdotes para estudar na Europa e os preparou para a missão de ajudar a avançar no Brasil a reforma que se buscava. Depois de prontos, o padre Luis Antônio dos Santos assumiu a diocese do Ceará; o padre Pedro Maria de Lacerda assumiu a diocese do Rio de Janeiro; o padre Silvério Gomes Pimenta assumiu, posteriormente, o lugar de Dom Viçoso; o padre João Antônio dos Santos assumiu a diocese de Diamantina.
Foi a primeira diocese que se desmembrou de Mariana, com o objetivo expresso de ordenar a reforma católica em todo o norte e nordeste de Minas Gerais. Por essa razão, posteriormente, nasceram as dioceses de Araçuaí e de Montes Claros, como também a prelazia de Paracatu, sufragâneas da diocese de Diamantina. Dom João recebeu, portanto, missão árdua. Ao ser consagrado bispo, sua mais urgente e precípua missão foi edificar o seminário, isso sob obrigação grave.
Ao Dom João Antônio dos Santos coube toda a edificação material da Igreja Católica em Diamantina. Além disso, deixou o caminho preparado para a edificação intelectual da diocese, realizada pelo seu sucessor, Dom Joaquim Silvério de Souza. Dom João escolheu o antigo largo do Curral, na época considerado subúrbio de Diamantina, para dar início à reforma, pois foi onde construiu o seminário, o eixo principal de tudo. Assim, puxou a cidade para a parte alta do morro de Santo Antônio, cujo espaço recebeu, logo depois, o nome do prelado.
Agora, nos aparece o prefeito Paulo Célio, tomado de uma realeza maior que a do rei, num ato arbitrário, colocando o busto de Francisco Sá no largo do morro de Santo Antônio. Esse local, de fato, de direito, de obviedade, pertence ao Dom João Antônio dos Santos, porque representa todo um esforço mundial de uma instituição milenar em melhorar a condição dos multiplicadores de seus cânones.
O poder é passageiro e efêmero! Quatro anos esgotam-se rápidos, são apenas como o dia de ontem que passou! E agora José? Resta ao prefeito Paulo Célio deixar a prefeitura melancolicamente, com cerca de 80% de desaprovação da população diamantinense. E o mais fantástico sobre esse último ato do prefeito é que a porta de saída desemboca somente em um desfiladeiro estreito: as teias implacáveis do crivo da história.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Ladston do Nascimento é atração da última edição do LPQTQ de 2016


Livro Pra Que Te Quero
EmCantos
15 de Dezembro de 2016 de 19 às 22h e 30 minutos no Mercado Velho
Escambo de Livros e Gibis, Arrecadação de Brinquedos para o Natal, 
Programação artístico Musical: Música
19 às 20h – Pablo Aquiles-MPB
20 às 22:30- Ladston do Nascimento
Artes:
Pintura Artística , Exposição de Desenhos e Artesanato Diamantina Viva
Gourmets:Chopp Ashby, Café A Baiuca e Grupiara
Espaço Cult: Cultura Inglesa
Parísina,, Mara e Giselle  e Pavio Real – Artesanatos Diamantina Viva
Oficina Criativa: Ludoteca e Cenasr
Patrocinadores: Pousada Vila do Imperador, Pouso da Chica, Diamante Palace Hotel
Apoio Cultural: Restaurante Fino Trato, Imobiliária Seabra, Posto Rio Grande, Pousada Relíquias do Tempo, Restaurante Apocalipse, Restaurante Deguste, Roque Car, Marcus Vinícius e Cenasr
Som e Iluminação: Pro Audio
Internet free : Fxnet
Divulgadores: Pro Audio, Radio 98, Rádio Universitária, Voz de Diamantina, Passadiço Virtual.
Equipe de Produção: Cláudia Pereira, Luiz Gustavo, Thayná Pereira, Raquel Galiciolli, Gabriel Botelho, Sarah Pires, Mattheus Pereira, Arlete Alves, Adão Azevedo.
Você é nosso convidado especial.
Juntos somos mais!
Cláudia Pereira
Patrocinadores, apoiadores, investidores, artistas, colaboradores, expositores: agendem sua participação para participação em 2017 através do email livropqtq@gmail.com :
MARÇO-09 de março
ABRIL-20 de abril
MAIO-18 de maio
JUNHO-15 de Junho
JULHO-13 de Julho
SETEMBRO-Semana JK-dia 07 de Setembro
OUTUBRO-12 de Outubro-dia da criança
NOVEMBRO-16 de Novembro
DEZEMBRO- 14 de dezembro

Projeto Plantando Educação, Colhendo Cidadania






O projeto é uma iniciativa da Coordenadoria Regional das Promotorias de Justiça de Meio Ambiente das Bacias dos Rios Jequitinhonha e Mucuri (MPMG) e foi realizado pelo Instituto Biotrópicos, através do seu Centro de Educação Ambiental Conserva Mundi.

Visa enriquecer os saberes e contribuir para a qualificação de professores de 4º e 5º anos das escolas da rede pública municipal situadas nas regiões abrangidas pelos Rios Jequitinhonha e Mucuri, nordeste de Minas Gerais, tendo como tema principal a abordagem de questões ligadas a conservação ambiental, de modo especial, dos remanescentes de vegetação nativa e dos recursos hídricos.

Produção: Rupestre Imagens
contato@rupestreimagens.com
www.rupestreimagens.com

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Mais cabeças pensam melhor

Escola no Vale do Jequitinhonha aposta no diálogo e na participação da comunidade. Educação integral foi fundamental para mudar a realidade dos jovens na zona rural de Diamantina, Minas Gerais.



Uma estrada de terra em mau estado, coalhada de pedregulhos, com cinco precárias pontes de madeira é o único acesso para Inhaí, simpático distrito de Diamantina. É ali, em uma das regiões mais pobres de Minas Gerais, que vamos encontrar a Escola Estadual João César de Oliveira, vencedora nacional do prêmio Itaú-Unicef de 2015 com o projeto Eu, Você e a Escola, Educação que Transforma.

Clique aqui para ler a reportagem completa.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Confira a programação do "Livro Pra Que Te Quero" desta semana


Programação do mês Livro Pra Que Te Quero

PÁTRIA
17 de Novembro de 2016 de 19 às 22h e 30 minutos no Mercado Velho
  • Escambo de Livros  e Gibiteca
  • Sebo a preço popular
  • Artesanatos Diamantina Viva
  • Oficina Criativa
  • Exposição de Fotografias com Roberval Cruz
  • Dança do Ventre com Grupo de Dança Lha Alhanbra de Amelie Spadano
Ingresso:
O participante receberá uma identificação adquirida na bilheteria do evento ( um passaporte no valor de R$ 10,00 – dez reais ) contribuindo assim para sua sustentabilidade.
Programação artístico Musical:
  • Música- Nino Aras-MPB
  • 20:30 às 21:00-Dança do ventre e Flamenca – Academia Lha Alhambra – Amellie Spadano
  • Exposição de fotografias de Roberval Cruz-Foto-Síntese
Gourmets:
  • Butiquim da Quitanda-Chopp Ashby
  • Café A Baiuca- Cerveja artesanal
  • Grupiara-Petiscos e porções
  • Cultura Inglesa
  • Parísina , Giselle e Mara – Artesanatos Diamantina Viva
Oficina Criativa:
  • Ludoteca
  • Cenasr
Patrocinadores:
  • Pousada Vila do Imperador
  • Pouso da Chica
  • Diamante Palace Hotel
Apoio Cultural:
  • Restaurante Fino Trato
  • Imobiliária Seabra
  • Roque Car
Som e Iluminação: Pro Audio
Internet free : Fxnet
Equipe de Produção: Cláudia Pereira,Raquel Galiciolli, Luiz Gustavo, Alâne Quadros, Thayná Pereira, Mattheus Pereira, , Arlete Alves, Leo Marques e Adão Azevedo
Você é nosso convidado especial.
Juntos somos mais!

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Artigo analisa louças encontradas no quintal da casa de Chica da Silva


O projeto de escavação do quintal da casa da Chica da Silva é uma iniciativa do Instituto Nacional do Patrimônio Artístico e Histórico de Minas Gerais (IPHAN-MG), em parceria com o Laboratório de Arqueologia e Estudo da Paisagem/ Núcleo de Geociências/ Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (LAEP/NUGEO/UFVJM). Durante as escavações do setor 06 foram evidenciados 15.328 fragmentos, desse total, trinta e sete por cento correspondem à cultura material representada pelas louças, que possui uma imensa variedade de pastas, motivos, estilos, técnicas, etc. Desse modo, as louças foram o objeto de estudo desse artigo, suas análises tiveram como intuito compreender melhor sobre qual era a sua importância no período e, alcançar informações mais assertivas sobre as relações sociais e simbólicas de Diamantina do século XIX. Para a análise do material foram levados em consideração os seguintes atributos presentes nas louças: Tipo de pasta, técnica decorativa, esmalte, tipo de fragmento, forma, estilo/motivo/padrão, cor do desenho e data de fabricação quando disponível. As louças foram analisadas por fragmentos e por NMP (número mínimo de peças). Assim, por meio desses e outros atributos foi possível inferir sobre o período de mais intensa ocupação da casa e também sobre o padrão de consumo da(s) família(s) que nela residiu nesse período. Os resultados obtidos foram ao encontro dos objetivos propostos no trabalho, fornecendo informações sociais, simbólicas e individuais de um espaço doméstico do século XIX.

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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Desvairados no teatro Santa Izabel

Edição desta quinta do LPTQT tem participação do Projeto Disco e Mundo Mirim


Livro Pra Que Te Quero

Mundo Mirim
         20 de Outubro de 2016 de 19 às 22h e 30 minutos no Mercado Velho
Escambo de Livros
Gibiteca
Artesanatos Diamantina Viva
Banco de Trocas
Oficina Criativa
Pintura artística Infantil com Mara
Projeto Disco In Cena com Antônia Javier-UFVJM
Performance em Lingua Estrangeira com Cultura Inglesa
Show com a Banda Analógico 01
O participante receberá uma identificação adquirida na bilheteria do evento ( um passaporte no valor de R$ 10,00 – dez reais ) contribuindo assim para sua sustentabilidade.
Programação artístico Musical:
Projeto Disco In Cena – UFVJM com Antônia Javier
19 h às 20:30-Mundo Mirim: as cantigas de roda, lendas e mitos do folclore brasileiro
De 20:30 às 21 h-Apresentação do Cultura Inglesa-Lingua Inglesa
21h às 22:30-Apresentação da Banda Analógico 01
Gourmets:
Butiquim da Quitanda-Chopp Ashby
Café A Baiuca- Cerveja artesanal
Casa Real-Hambúrgueres e sucos
Grupiara-Petiscos e porções
Espaço Cult:
Cultura Inglesa
Parísina e  Mara -Artesanatos Diamantina Viva
Oficina Criativa:
Ludoteca
Cenasr
Patrocinadores:
Pousada Vila do Imperador
Pouso da Chica
Diamante Palace Hotel
Apoio Cultural:
Restaurante Fino Trato
Academia Splash
Imobiliária Seabra
Dr. Marcus Vinícius
Roque Car

Som e Iluminação: Pro Audio
Internet free : Fxnet
Equipe de Produção: Cláudia Pereira, Raquel Galiciolli, Luiz Gustavo, Thayná Pereira, Mattheus Pereira, Suellen Vitória, Sarah Pires, Arlete Alves, Leo Marques e Adão Azevedo
Você é nosso convidado especial.
Juntos somos mais!