domingo, 29 de junho de 2014

Família encontra engenheiro que estava desaparecido em Diamantina

Fonte: Jornal O Tempo (clique aqui) e foto do Blog do Jequi (clique aqui)

O engenheiro Bruno Souza Gusmão, de 26 anos, foi encontrado no fim da tarde deste domingo (29), em Curralinho, distrito de Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, após passar sete dias desaparecido. A família não tinha notícias do rapaz desde o dia 22 de junho, quando ele saiu de Montes Claros, no Norte de Minas, para participar de uma reunião de trabalho em Diamantina.

De acordo com a irmã do engenheiro, a administradora Luana Souza Gusmão, de 23 anos, foi o próprio engenheiro quem entrou em contato com a família, usando o telefone de um bar onde entrou para pedir comida. Luana conta que a sensação de encontrar o irmão foi de alívio. “O pesadelo acabou, graças a Deus”, disse.

Muito emocionado, o engenheiro contou à família que passou seis dias sem comer, perdido em um matagal, mas ainda não deu detalhes sobre como se perdeu. Desidratado, ele foi encaminhado a um hospital em Diamantina para receber atendimento médico.

Relembre

Após sair de Montes Claros em direção à Diamantina para uma reunião de trabalho, o engenheiro Bruno Souza Gusmão, de 26 anos, acabou desaparecendo misteriosamente. No último domingo (22), o carro dele, um Volkswagen Gol, foi encontrado batido na Serra de Diamantina, próximo ao Campus da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), sem nenhum de seus pertences.

sábado, 28 de junho de 2014

Revista Sagarana: Jequitinhonha e o queijo

Fonte: Revista Sagarana (clique aqui)

A região possui uma paisagem diversificada que caracteriza, de forma marcante, as suas divisões regionais. Na porção ocidental, por exemplo, próximo à Serra do Espinhaço, onde nasce o Rio Jequitinhonha, as terras são altas, com predominância das chapadas cuja vegetação natural é o cerrado. Essas são entrecortadas por córregos, ribeirões e pequenos rios que, numa porção mais baixa formam as grotas.

Já na porção oriental, as terras são mais baixas e os índices de temperatura são mais elevados devido à diminuição da altitude — é  onde predomina a vegetação do tipo savana. E, onde um dia foi Mata Atlântica, encontra-se hoje uma extensa plantação de capim colonião que serve para alimentar as fazendas de gado, principal atividade econômica nesta faixa.

A desigualdade social entra como uma das características mais fortes do Vale, uma das mais pobres e estagnadas regiões de Minas Gerais. De um lado, a extrema pobreza em que vive grande parte de sua população — que sofre com problemas nas áreas de saúde, saneamento e educação, sem contar as constantes lutas contra a seca. O progresso por ali, as vezes parece que fez uma curva, e retornou. A agropecuária é caracterizada pela pecuária de corte e uma agricultura na qual predomina a pequena produção de alimentos básicos, atividades, em sua maioria, descapitalizada e com baixa utilização de insumos e de equipamentos modernos. O Vale dispõe de uma precária base industrial, composta basicamente por pequenas e micro empresas que absorvem uma parcela mínima da mão-de-obra disponível.

Clique aqui e leia a reportagem completa.

Brinquedoteca Experimental na Moradia Estudantil da UFVJM

Movimento pró-creche universitária realiza as primeiras atividades com crianças dos bairros Cidade Nova, Jardim Imperial e Bela Vista na Brinquedoteca Experimental da OCUPA MORADIA UFVJM.

Bombeiros desacorrentam homem que fugiu de casa em Diamantina

Fonte: O Tempo (clique aqui)

Bombeiros soltam homem que estava acorrentado

O Corpo de Bombeiros de Diamantina,  no Alto Jequitinhonha, atendeu uma ocorrência incomum na manhã desta sexta-feira (27). Um homem de 26 anos que estava acorrentado, acionou a corporação pedindo ajuda para se soltar.

De acordo com os bombeiros, o jovem é morador de uma fazenda do Distrito de Senador Mourão, que fica a aproximadamente 85 Km do município de Diamantina.  Ele tinha fugido de casa após ficar cinco dias preso em seu quarto. Ele teria sido acorrentado pelo próprio pai para evitar que ele fugisse de casa.

O rapaz contou aos bombeiros que é aposentado por ser incapaz e que faz uso de medicamentos. A corrente foi retirada e um boletim de ocorrência foi feito pela Polícia Militar. A família do militar foi informada sobre o ocorrido.

Voz de Diamantina: Diamantina se rende ao dízimo da sensibilidade na procissão do Curpus Christi

Capa (55)Confesso que desde a procissão da Ressurreição fiquei meio pessimista com o brilhantismo do Corpus Christi. Mesmo sabendo que ao ser celebrado na quinta-feira seguinte à Santíssima Trindade que, por sua vez, é festejada no domingo seguinte ao Pentecostes, esta grande manifestação de fé da cristandade é o coroamento de um tripé que sustenta toda a doutrina e espiritualidade da Igreja. Meu temor, e de grande parte da população, era de que, mais uma vez e em tão curto espaço de tempo, as aragens baloiçassem as ricas colchas e toalhas que ornamentam as janelas e sacadas deste velho e respeitoso burgo e repetissem seu tristonho suspirar pela ausência dos tapetes de serragem colorida com que o diamantinense sempre forrou seu chão de pedras para a passagem da procissão de Corpus Christi.

Mas tal felizmente não ocorreu. E a própria luminosidade do céu, quase sempre muito limpo e azul nessa quinta-feira tão especial para a Igreja, parecia anunciar que os imponentes casarões da festeira e religiosa Diamantina jamais voltariam a testemunhar qualquer sinal de desgaste de tão belos e ancestrais costumes. Assim é que amanheceu um dia muito bonito, daqueles que tão bem caracterizam a chegada do inverno em Diamantina, quando as pessoas ora procuram o sol e ora fogem de seu calor, para, em seguida, correrem para a sombra, mas dela escapulirem arrepiados de frio. Mas o que contava mesmo, chamava a atenção e fazia brotar nos rostos largos sorrisos de aprovação eram os bonitos e tradicionais tapetes de serragem colorida. Eles se estendiam da porta da Catedral Metropolitana ao adro da Basílica do Seminário. Não com a palidez de quem retorna ressabiado, timidamente. De espaços em espaços, artísticos e bem elaborados medalhões exibiam com absoluta fidelidade a rica simbologia do cristianismo em forma de pães, de cachos de uva, de cálices e objetos litúrgicos com que, desde o final do século XIII, se reverencia solenemente o memorial do Corpo de Cristo.

Início do editorial da Voz de Diamantina - Edição 672, de 28 de junho de 2014

Assinatura da Voz de Diamantina

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Quincas: (38) 3531-3129 e 8824-3584 - vozdediamantina@gmail.com

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*A partir da tarde das sextas-feiras, o jornal Voz de Diamantina pode ser adquirido nos seguintes locais: Banca de Geraldinho, Canastra Diamantina e Livraria Espaço B

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Engenheiro desaparece em Diamantina

Fonte: Globo.com (clique aqui)

engenheiro sumido

A família do engenheiro civil Bruno Souza Gusmão, de 26 anos, natural de Montes Claros, busca informações para esclarecer o desaparecimento do rapaz. O carro do jovem foi encontrado batido e sem nenhum dos pertences na Serra de Diamantina (MG), nesse domingo (22).

Segundo Neide Eliane Souza Gusmão, mãe de Bruno, o último contato com o jovem foi feito no domingo à tarde. Ele estava na cidade de Couto Magalhães e seguia para Diamantina, onde na segunda-feira (23) teria uma reunião de trabalho.

De acordo com a mãe, o jovem engenheiro teria sido ameaçado de morte e foi até a cidade para registrar um boletim de ocorrência.

“Domingo a tarde ele foi até Couto Magalhães registrar um B.O., pois estava sendo perseguido. Mas como havia apenas um policial de plantão, e ele teria que esperar para fazer o registro, desistiu. E foi na ida para Diamantina que ele desapareceu”, afirma Neide.

Ainda segundo a mãe, Bruno parecia um pouco nervoso e duas horas depois as ligações para seu celular já caiam na caixa postal.

Bruno Souza, que mora em Montes Claros, foi até Diamantina a trabalho e disse que voltaria na segunda-feira à tarde. A família diz não saber porque o rapaz estaria sendo ameaçado.

Buscas estão sendo feitas na cidade de Diamantina e arredores e as investigações são conduzidas Polícia Civil do município.
Segundo o delegado Henrique Franco, uma equipe de investigadores foi acionada para averiguar quais foram os últimos passos da vítima.

“Familiares já deram seus depoimentos e agora amigos do rapaz serão ouvidos. Soubemos que ele chegou a ter contato com colegas em Diamantina antes do desaparecimento”, afirma o delegado.

Mineira pode ser a próxima santa brasileira

Fonte: Estado de MInas (clique aqui)

No dia 29 de outubro de 1961, a jovem Maria do Carmo Figueiredo dava a luz ao seu 4° filho na cidade de Diamantina. Devido à perda de líquido amniótico no 6° mês de gestação e a falta de oxigenação no momento do parto, Humberto Luiz Figueiredo nasceu precocemente e não viveria muito tempo, segundo o médico que realizou o procedimento. O bebê não tinha reflexos, não firmava o corpo e era alimentado por conta-gotas. Preocupada com as dificuldades de Humberto e indignada pelo descaso vivenciado durante o parto, a mãe buscou um diagnóstico confiável para ele. A resposta da pediatra não deu esperança: Humberto tinha paralisia cerebral total. “Os problemas que ele tinha eram tão grandes, que certa vez um médico que o examinou me aconselhou a cuidar de meus outros filhos e deixá-lo em um orfanato. Para ele, Humberto não daria em nada e seus dias de vida seriam poucos”, lembra Maria do Carmo.

A partir de três anos de idade, o menino desenganado pelos médicos começou a andar e as convulsões, que antes preocupavam a família, diminuíram até não existirem mais. Humberto frequentou uma escola na cidade e até participou de uma seresta, tocando pandeiro. Hoje, mesmo com sequelas deixadas pela paralisia, ele tem 52 anos de idade.

O desfecho surpreendente da história de Humberto tem nome, muitos fiéis e endereço. Nascida em Diamantina, em 1907, Maria da Conceição Santos, a irmã Benigna Victima de Jesus, é responsável pelo milagre de Humberto e muitos outros. A candidata a santa brasileira é católica desde berço e foi devota de Nossa Senhora durante toda sua vida. Benigna fez seus primeiros votos em 1935, na Congregação das Irmãs Auxiliares de Nossa Senhora da Piedade. Daí em diante, ela espalhou amor e realizou grandes feitos, segundo o testemunho de seus fiéis.

Clique aqui para ler a reportagem completa.

Diamantina vai ganhar museu dedicado às artes gráficas

Fonte: Estado de MInas (clique aqui)

Restauração de exemplares do jornal Pão de Santo Antônio e recuperação de seu maquinário original já estão em andamento

“Patrimônio gráfico é categoria pouco conhecida, com estatuto pouco definido, mas a ser afirmada pela sua importância. O maquinário de uma tipografia, as caixas de tipos e os cavaletes para montar os textos letra por letra para serem impressos ainda não ganharam o valor histórico que deviam ter, mas não são sucata. Foi com esses equipamentos que se fez a difusão do impresso do século 15 ao 20”, ensina Ana Utsch, professora do curso de conservação e restauração da Escola de Belas-Artes da UFMG.

Argumentos que a pesquisadora apresenta com veemência, já que, no momento, coordena equipe de restauradores, designers, historiadores e museógrafos às voltas com projeto dedicado exatamente ao patrimônio gráfico: conservar, restaurar e reabilitar a antiga tipografia onde foram impressos os jornais Pão de Santo Antônio e A Voz de Diamantina durante 84 anos. A previsão é que as etapas de restauração do acervo documental e do maquinário estejam prontas em setembro.
À medida que vai sendo concluída a primeira fase do trabalho, em andamento desde fevereiro, começa a ser posta em andamento a segunda etapa. A partir de julho, o ateliê de trabalho dos pesquisadores, que funciona em espaço onde foi criada a publicação, vai ser aberto ao público. Em setembro, começam a ser realizadas no local as oficinas de tipografia. Atividades, explica Ana Utsch, que visam à consolidação de novo espaço cultural, com o objetivo de
criar o Museu Casa do Pão de Santo Antônio.
“Não vai ser um museu estático, mas ativo”, conta Ana Utsch. Além de exposições, oficinas e seminários, o público vai poder observar o antigo maquinário funcionando. O museu deve ser aberto em 2015, com o lançamento de publicação contemporânea: um jornal dedicado à memória do jornalismo tipográfico, impresso com a mesma tecnologia, que vai trazer textos (ensaios, anedotas, relatos, crônicas etc.) produzidos especialmente para o projeto.
O fato de o Pão de Santo Antônio ter sido publicado até 1990, em tipografia, é testemunho da resistência de tecnologia que já era incomum nos anos 1980. “Não foi mantida por saudosismo, mas por ser mais barato e viável, já que os responsáveis pela publicação tinham maquinário e recursos humanos para fazer o trabalho”, explica. Já foi realizado um encontro dos tipógrafos e impressores que trabalharam na publicação.
É parte do projeto a digitalização das publicações, que serão disponibilizadas em biblioteca e hemeroteca digital. “Nosso desejo é exaltar um patrimônio documental que conta acontecimentos que pontuaram a história política, social e cultural do
Brasil no século 20”, afirma Ana Utsch. Entre os temas que podem ser acompanhados pela publicação, exemplifica, está toda a carreira de Juscelino Kubitschek, o que sinaliza a importância histórica da preservação da memória do jornalismo tipográfico.
TÉCNICA “Todas as cidades antigas de
Minas Gerais tiveram alguma atividade jornalística tipográfica”, garante Ana Utsch, observando que o patrimônio gráfico merece atenção especial. Instituições ou pessoas que têm materiais ou acervos alusivos a esse legado, na opinião da pesquisadora, devem procurar profissionais ou instituições que possam dar apoio técnico para diagnóstico das coleções. “Foi assim que nasceu o projeto Memória do Pão de Santo Antônio”, observa.
A Associação Pão de Santo Antônio procurou a diretoria de Ação Cultural da UFMG, que viabilizou um diagnóstico sobre o estado de conservação dos acervos, feito pela restauradora Janes Mendes Pinto, com o apoio do Museu Vivo Memória Gráfica da UFMG. A partir do resultado foi elaborado projeto de recuperação e resgate patrimonial, que conseguiu recursos em editais de leis de incentivo à cultura.

MEMÓRIA

O jornal Pão de Santo Antônio foi criado em 1906, por associação com o mesmo nome, voltada para a assistência de idosos, que levantou recursos com a publicação. A partir de 1933, mudou de nome e se tornou A voz de Diamantina, veículo noticioso que funcionou até 1990, editado por tipografia. O projeto de restauração trabalha com acervo de jornais e equipamentos, como cavaletes tipográficos de madeira, tipos de chumbo, clichês, matrizes de xilogravura, que quase se perderam, ameaçados por precárias condições de conservação e guarda.

Curso de formação em astrologia

“Um Estudo das Estrelas e da Natureza Humana”

A Astrologia é um método que usa o sistema ordenado de luz nos céus para provar a existência de uma ordem oculta, porém real em tudo o que diz respeito à experiência humana na face da Terra.

A Astrologia é um processo de autoconhecimento e de transformação. Tal como a bússola orienta o andarilho, o Mapa Astral é o indicativo de rota, seta, direção e significado de nosso projeto de vida.

Viajantes fatigados rogamos as estrelas a graça da sinalização.

Objetivos:

1 . Trabalhar as possibilidades terapêuticas da Astrologia, como processo de autoconhecimento e como fundamento de processos de mudanças;

2 . Dar subsídios teóricos conceituais para que o iniciante esteja apto a

exercer a profissão de Astrólogo

3- Facilitar a compreensão e transformação nas relações na medida em que se compreende os limites de cada padrão de energia da personalidade de cada um representada pelos signos.

Metodologia :

- Aulas teóricas

- Exercícios práticos

Estratégia :

O curso consta de um Módulo Básico composto de 4 blocos cujo

conteúdo é visto em 12 meses com quatro horas de trabalho mensal e o Módulo Avançado com duração de 12 a 18 meses.

Cooperativa de Conhecimento e Autocura

Obs_ os grupos são pequenos ( de 5 a 12 pessoas)

- são 2 aulas quinzenais com duração de 2 hs cada (total mensal 4hs)

- loca: CONSULTÓRIO- LARGO D.JOÃO 148

- VALOR- 150,00 POR MÊS

1) Módulo Básico:

Bloco I : Introdução

Astrologia, uma viagem interior.

Bloco II : A Família Cósmica do Homem Os Doze Arquétipos Zodiacais e seus Dons

1) Astrologia : A Ferramenta Cósmica

Áries - A Adaptabilidade

2) O Símbolo Mandala em Astrologia

Touro - O Desapego

3) A Triplicidade : Os 4 elementos

Gêmeos - A Arte de Deixar as Coisas Acontecerem

4) A Quadruplicidade : Os 4 Pontos Cardinais

Câncer - Conhecer o Seu Lugar

5) Os Princípios de Complementariedade no

Zodíaco

Leão – Simplicidade

6) Os Quatro Pontos Cardinais : Eixos

Angulares

Virgem – Tolerância

Libra – Desembaraço

Escorpião - Não Identificação

Sagitário - Camaradagem: A Arte de Viver em Companhia

Capricórnio - Integridade Pessoal

Aquário - O Dom de Servir

Peixes – Coragem

 
 

Bloco III - Arquétipos Planetários

Bloco IV - As Áreas da Experiência Humana (Casas Astrológicas)

Sol - O Doador da Vida

1. A Experiência da Singularidade

Lua - A Senhora dos Mares

2.A Experiência do Concreto

Mercúrio - O Mensageiro dos Deuses

3. A Experiência da Troca

Vênus - A Deusa do Amor

4. A Experiência do Pertencimento

Marte - O Deus da Conquista

5. A Experiência da Vocação para a Felicidade

Júpiter - O Deus dos Deuses

6. A Experiência da Repetição

Saturno - O Senhor do Tempo

7. A Experiência do Outro

Urano - O Senhor dos Céus

8. A Experiência da Perda do Excesso

Netuno - O Senhor dos Sonhos

9. A Experiência do Sublime

Plutão - O Senhor do Destino

10. A Experiência do Apogeu

11. A Experiência da Esperança

12. A Experiência da Fé

Cooperativa de Conhecimento e Autocura

Oficina de Astrologia

Módulo Avançado

O Módulo Avançado consta de estudo de casos e Interpretação de Mapas. Serão analisados Mapas de pessoas públicas e Mapas indicados pelos alunos.

Focalizador:

Alice Ribeiro – Formada em Psicologia pela UFMG e em Psicanálise pelo Núcleo de Psicanálise(MG). Psicoterapeuta de Mudança com formação sistêmica, holística, abordagem espiritualista. 39 anos de experiência clínica.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Cooperativa de artesãs de Diamantina levará tapetes feitos a mão a feiras de todo o país

Fonte: Estado de MInas  (clique aqui)

Há pouco mais de 39 anos, em 15 de junho de 1975, um casal de portugueses chegou a Diamantina, a 300 quilômetros de Belo Horizonte, com a missão de ensinar moradoras carentes da cidade histórica do Vale do Jequitinhonha a arte de confeccionar tapetes conhecidos como arraiolos. Trata-se de bordados em lã sobre uma tela de juta, algodão ou linho e cujo nome é uma alusão à região do país europeu onde viveram famílias de mouros, por volta de 1500, responsáveis pela criação desse tipo de peça. Quase quatro décadas depois, os arraiolos produzidos no município mineiro ganharam fama fora das fronteiras do estado, mas as vendas ainda não decolaram tanto quanto as artesãs desejavam.

Para alavancar os negócios, elas vão partir para uma nova estratégia: participar de feiras nos quatro cantos do país, principalmente as voltadas para o atacado. A participação das artesãs nesse tipo de evento é uma das orientações do Sebrae, que começou a acompanhar o trabalho das mulheres com a missão de ajudá-las a conquistar novos mercados. “Queremos levá-las a feiras com lojistas, ou seja, a eventos destinados ao atacado”, reforçou Luciana Teixeira Silva, analista do Sebrae na região de Diamantina. O metro quadrado do arraiolo é negociado, em média, a R$ 292.

Os coloridos das peças e a diversidade dos desenhos, acredita a especialista, podem ser interpretados como importantes ímãs tanto junto aos lojistas quanto aos consumidores pessoas físicas. Analícia dos Santos Almeida, de 49 anos, está animada com o projeto. Ela preside a Cooperativa Artesanal Regional de Dimantina (Ceag) e conta que o ofício, depois de ensinado pelo casal de portugueses, vem passando de pais para filhos.

“Aprendi essa arte na década de 1990, com mamãe. Duas filhas minhas, hoje, também fazem os tapetes”, conta Analícia, destacando que outra estratégia do grupo será criar uma página na internet para mostrar ao mundo as peças. “Temos o email cooperativaartesanal@yahoo.com.br para receber pedidos, mas nossa meta é ter uma página virtual.”

BATE-PAPO
O grupo, que conta com cerca de 30 artesãs em atividade, traça as peças num galpão erguido na Vila Arraiolo. Em outro barracão, onde funciona a sede da cooperativa, há o show-room da entidade, com dezenas de tapetes expostos. Enquanto traçam as peças, as mulheres conversam sobre diferentes assuntos. Afinal, como explica Helena Sofia de Melo, de 61, os tapetes demandam bastante tempo. “Esse daqui, encomendado por uma família de Diamantina, levará cerca de 20 dias para ficar pronto. A medida será de 2,40 metros quadrados.”

Helena aprendeu o ofício há três décadas. Antes, recorda a senhora, ela ganhava a vida lavando roupas para famílias com bom poder aquisitivo em Diamantina. Foi uma época dolorosa, diz a artesã, pois passava parte do dia em pé e o sabão danificava as mãos. Hoje, sentada e protegida pela sombra do barracão, ela trabalha na companhia de outras mulheres, que lhe garantem bom bate-papo.

É o caso de dona Anita de Paula, que, no auge de seus 80 anos, tem muitas histórias para contar. Tanto boas quanto ruins, garante ela, que classifica a arte de traçar arraiolos como uma terapia boa para a cabeça de qualquer pessoa: “O bom da tapeçaria é que, além de render produtos bonitos, é uma terapia para nós. Sem falar que a gente conversa com as amigas. É divertido”. Juracy Marlene Nunes Félix, de 69, também aprendeu o ofício há bastante tempo: “Lá se vão 25 anos. Antes, eu era dona de casa na roça. Desde então, começou a entrar um dinheirinho em casa”.

HISTÓRIA TRAÇADA
A chegada do casal de europeus a Diamantina foi orquestrada pelo então arcebispo local, Dom Geraldo de Proença Sigaud, que planejou melhorar a renda das mulheres carentes no Vale do Jequitinhonha. A atividade chegou a reunir, em quase 30 localidades da região, cerca de 2 mil tapeceiras. Ao longo do tempo, porém, muitas delas deixaram o ofício, que agora procura ser resgatado pela cooperativa local em parceria com o Sebrae.

Clique aqui para ler a reportagem completa.

domingo, 22 de junho de 2014

Portal da Câmara de Diamantina ultrapassa a marca de 100 mil acessos

Texto : Ricardo Maciel Jornalista – Ascom / Câmara Municipal de Diamantina

100 mil acessosTemos a grata satisfação em comunicar que o portal: www.camaradiamantina.com.br, veículo oficial do poder legislativo diamantinense, ultrapassou a marca de 100 mil acessos.

Esse importante canal de comunicação nos permite acompanhar, em qualquer lugar do mundo, os atos dos vereadores e as decisões importantes que impactam diretamente a vida dos diamantinenses.

Agradecemos pela sua valiosa visita. Vamos continuar atualizando e implementando ações para que o cidadão possa acompanhar, cada vez mais, o processo legislativo diamantinense.

Nosso papel é oferecer informações claras e objetivas, sempre pautadas pela legalidade, ética e respeito à comunidade, premissas fundamentais para se alcançar excelência na comunicação pública.

Ajude-nos a divulgar o portal da Câmara Municipal de Diamantina, assim você estará contribuindo para a consolidação do processo democrático e a difusão da transparência pública.

Diamantina fica melhor com a sua participação.

Exerça o seu papel de cidadão!

Diamantina Dança em Cena

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Turismo rural gera renda para comunidades de Diamantina e municípios da região

Fonte: Agência MInas (clique aqui) com dica do Blog do Banu

Comunidade Município Cuiabá, em Gouveia, local onde existe um projeto de incentivo ao turismo rural – Foto: Claudete Maria Souza.

O turismo rural incrementa a economia de 13 comunidades rurais e se consolida como mais uma fonte de renda para agricultores familiares de seis municipios, na área de atuação da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), na regional Diamantina. Batizado de Programa de Turismo de Base Comunitária, a iniciativa teve inicio em 2009, na comunidade do Vau, em Diamantina. No local foi instalada a Vila Real, um espaço com estrutura de vilarejo, sala de administração, loja para comercialização de produtos da agricultura familiar da comunidade, lanchonete e cozinha.

Só na comunidade do Vau o programa beneficia 17 famílias de agricultores familiares, mas a iniciativa também está presente nos municípios de Gouveia, São Gonçalo do Rio Preto, Couto Magalhães, Conceição do Mato Dentro e Alvorada de Minas. O objetivo, segundo a extensionista Claudete Maria Souza, coordenadora técnica regional de Turismo Rural, é apoiar os moradores das comunidades rurais que estão investindo nessa modalidade de turismo. A proposta é estimular a geração de ocupação e renda, valorizar a cultura local e promover a visitação e a proteção dos recursos naturais.

“É um segmento de turismo trabalhado com os moradores das comunidades rurais de forma participativa. Esse tipo de turismo também ajuda na preservação dos recursos naturais, na valorização cultural e na autogestão dos projetos, sem intermediários. Os agricultores recebem os turistas em suas casas e produzem os produtos que oferecem”, explica a coordenadora da Emater-MG. Para tanto, conforme aponta Claudete, a Emater-MG participa do programa, realizado em parceria com associações comunitárias, prefeituras, ongs, universidades, Instituto Estadual de Florestas (IEF) e outras instituições. A empresa atua com ações para a organização de grupo gestor, assistência técnica para produção de hortaliças, frutas, artesanato, doces e quitandas.

A Emater-MG também realiza diagnósticos, articula parcerias, elabora projetos de abastecimento de água, sinalização de locais turísticos, melhoria das estradas de acesso, organização de eventos tais como caminhadas, cavalgadas e festivais de comidas típicas. Além disso, a empresa pública incentiva a qualificação técnica dos moradores preparando-os para receber bem os que se hospedam em suas casas ou simplesmente realizam passeios nos lugares da região.

A extensionista Claudete Maria conta que, somente em seis comunidades onde a Emater-MG atua há mais tempo, 47 famílias já exercem a atividade. “A maioria é agricultor familiar e o turismo rural complementa a renda”, explica. Ela calcula que cada caminhada, por exemplo, organizada pela comunidade, deve gerar cerca de R$ 160 de lucro por dia para uma família. “Isso para um agricultor familiar faz diferença”, garante, salientando também os ganhos retirados dos festivais de comidas típicas e das diárias cobradas pela hospedagem dos turistas.

“Temos aposentados e os que vivem da agricultura e o turismo vem complementar a renda familiar”, confirma também Geraldo Arcanjo de Oliveira, o Ladico, líder na comunidade de Cuibá, no município de Gouveia. Entre 60 a 70 moradores complementam a renda com o Projeto de Turismo de Vilarejo, implantado em 2008, após seleção feita pelo governo federal, por meio de chamada pública. No lugarejo de 22 casas, os agricultores recebem cerca de 120 turistas por ano. “São pessoas que buscam descanso, florestas, serras, hortas, cachoeiras e caminhadas”, explica. Ao lado da esposa Tânia Maria Andrade de Oliveira, Ladico vive na comunidade desde que nasceu há 55 anos.

Festival de comidas típicas

O Festival de Comidas Típicas de Cuiabá, evento que acontece sempre no mês de maio, costuma atrair muitos turistas, nos dois dias do evento, segundo Ladico. “Este ano recebemos umas 1.200 pessoas, o que gerou uma renda de R$ 15 mil”, revela, acrescentando que a prefeitura apoia com shows. Toda a comunidade passou por capacitação, conforme o líder, e os moradores estão preparados para receber os visitantes. Os turistas podem escolher os roteiros de passeios, conduzidos por guias qualificados ou usufruirem dos barzinhos e barracas com produtos da terra.

A hospedagem em Cuiabá acontece nas pousadas domicilares, que passaram por melhorias e adequações para receber os turistas. Os alimentos são retirados dos quintais e pomares, assistidos pela Emater-MG, que incentiva o plantio orgânico. A diária na comunidade, incluindo café da manhã, almoço e jantar está em R$ 70. As delícias gastronômicas podem ser conferidas na primeira refeição do dia, segundo o líder comunitário Ladico: “preparamos leite, doces, queijos, requeijão e quitandas para o café da manhã”. O site www.turismodevilarejocuiaba.com.br tem mais informações do projeto.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Prefeitura de Diamantina divulga nota de esclarecimento sobre a greve dos garis

Fonte: Voz de Diamantina - Edição 671 - 21/06/2014

A Prefeitura Municipal, por meio deste semanário, vem a público prestar esclarecimentos sobre a matéria publicada na edição de numero 670 de 14 de junho do corrente, com o título “Manifesto dos Garis”, de autoria do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais.
Não só por conter informações inverídicas, mas, sobretudo, em respeito à população da nossa cidade, recorremos a esta Nota de Esclarecimento.

De fato, em 04 de junho, quarta-feira, o Gabinete do Prefeito recebeu o ofício de número 057/2014 do respectivo sindicato, informando sobre a realização de uma assembleia dos servidores da Secretaria Municipal do Meio Ambiente ocorrida naquela data, apresentando uma pauta de reivindicações e comunicando a deliberação de um comando de greve, que seria acionada “em caso de negativa negocial”.

Sendo respeitado o prazo legal de 72 horas, na segunda-feira, dia 09 de junho, foi encaminhado ofício deste gabinete, assinado pelo prefeito, se colocando à disposição para uma reunião de discussão das reivindicações, que abaixo transcrevemos, literalmente.

·    Reposição do acumulado do INPC a partir de 2007;
·    Pagamento de 40% de insalubridade para todos os servidores da limpeza urbana;
·    Disponibilização de material para o exercício do trabalho;
·    Disponibilização de EPIS;
·    Abertura de concurso para suprir as vagas ociosas em 100% (cem por cento);
·    Fixação legal da carga horária de 06 (seis) horas diárias;
·    Serviço médico-odontológico para os servidores;
·    Auxílio Alimentação;
·    Vale Transporte;
·    Cópia do Estatuto dos Servidores a cada servidor;
·    Determinação de prazo para substituição dos uniformes;
·    Disponibilização de contracheques 03 três) dias antes do pagamento;
·    Horas-extras em cem por cento.

Já no dia 04, a coordenação do serviço de limpeza detectou uma operação tartaruga e no dia 10, antes da reunião de negociação, a greve já tinha sido instalada.

Em 11 de junho recebemos a direção do sindicato com representantes dos garis coletores e de varredores, quando discutimos ponto-a-ponto suas reivindicações, provando-lhes não só a nossa disposição em atendê-los no que fosse possível, mas também esclarecendo que alguns tópicos apresentados eram ilegais e totalmente incabíveis de serem efetivados.

Em 12 de junho, portanto, já há dois dias de deflagrada a greve, recebemos o comunicado oficial do sindicato pela manutenção da greve.

Como referido aos membros do sindicato e aos servidores e para informação a todos os munícipes e leitores deste jornal, não é verdade que não há recomposição salarial. Em todos os anos há lei específica para este fim, como aqui demonstramos: Lei 3358 de 2008, Lei 3525 de 2010 (que contemplou também o reajuste relativo ao ano de 2009), Lei 3673 de 2011, Lei 3725 de 2012 e, por fim, a Lei 3815 de 2013. Além disso, está sendo realizado estudo de impacto financeiro e orçamentário para se proceder à recomposição salarial no ano de 2014.

Também não é verdade que não se pagam os 40% de insalubridade, pois todos os garis coletores (caminhão de lixo) recebem integralmente este percentual, sendo que as varredeiras recebem o percentual de 20%, como determina a legislação trabalhista.

Todos os EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), inclusive bloqueador solar, são garantidos pela nossa técnica de Segurança do Trabalho, com registro em protocolo individual de recebimento. Auditorias do Ministério do Trabalho têm sido feitas, sem notificações de irregularidade. Estamos, ainda, assinando um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) exatamente para garantir que não haja descontinuidade destes equipamentos. 
Quanto aos carrinhos da varredura já estamos em fase de elaboração de um termo de referência para proceder à sua licitação. Foi sugerido, em reunião, que alguns servidores auxiliassem nas especificações destes equipamentos para garantia de melhor qualidade.

Em fevereiro deste ano, procedemos à licitação dos uniformes e a empresa vencedora não cumpriu o prazo de entrega e por este motivo foi notificada judicialmente, havendo previsão de recebimento desses itens entre os dias 16 a 20 de junho.

A autorização para o cumprimento da jornada de seis horas dependerá de autorização legislativa, após estudos do seu impacto operacional, administrativo e de sua legalidade.

A inclusão do cargo de gari no concurso vigente mostrou-se inviável, tendo em vista que apenas demos prosseguimento a um concurso já em andamento e fomos compelidos a seguir rigorosamente as recomendações expedidas pelo Tribunal de Contas de Minas Gerais em relação ao certame.

Confundem os diretores do sindicato quanto à Reforma Administrativa, pois ela não foi e não é um projeto de Plano de Cargos e Salários. Precipuamente, ela foi necessária e emergencial para sanar a inconstitucionalidade da Lei 91/2010 - declarada judicialmente em janeiro do presente ano, como também para induzir a modernidade administrativa tão necessária para o nosso município. Deve ter passado despercebido pela direção do sindicato que a referida reforma prestigiou e valorizou, em muito, os servidores efetivos.
Tentamos implantar o Vale Refeição no início deste ano para todos os servidores públicos, mas os estudos de impacto financeiro não nos permitiram. Quanto ao Vale Transporte estudaremos a possibilidade da sua implantação, após estudos da consultoria técnica.

Não há a menor possibilidade de criar um serviço próprio médico-odontológico para os servidores, tendo em vista a incapacidade financeira de seu custeio.

Disponibilizaremos três cópias do Estatuto de Servidor para o sindicato para as devidas consultas dos seus associados, sendo irracional, além de dispendioso, atender a solicitação para que o documento seja disponibilizado para todos os servidores. Ressaltamos, ainda, que o referido estatuto encontra-se disponível na internet.

O prazo para substituição dos uniformes será estipulado por uma comissão constituída para este fim, garantida a participação de representantes dos garis, após a entrega da remessa atual, quando se verificará a qualidade do material recebido.   

Não há como atender a solicitação de disponibilização do contracheque três dias antes do pagamento, visto que a folha de pagamento só se fecha no último dia do mês.

A solicitação de cem por cento de horas extras encontra óbice legal intransponível, posto que a legislação só autoriza o máximo de 44 horas mensais.

Por fim, informamos que foi ajuizada uma ação sobre a ilegalidade e abusividade da greve, na Justiça local, tendo sido concedida liminar no bojo de tal ação, na data de 17 de junho.

Entendendo que o movimento grevista é constitucional e democrático, continuamos abertos ao diálogo franco e sincero, desde que seja sério e correto, pois um serviço desta natureza, considerado legalmente como essencial, não pode trazer prejuízos a toda uma população que dele depende. 

Agradecemos à população pelo apoio que temos recebido neste momento de crise e agradecemos também aos diversos servidores que estão se desdobrando para atender a grande demanda de coleta de lixo causada por esta greve. 

Paulo Célio de Almeida Hugo
Prefeito de Diamantina

Voz de Diamantina: a forte devoção do diamantinense a Santo Antônio

Capa (6)

O raiar do dia 1º de junho recende a pólvora e incenso. Silvos pirotécnicos que sobem do Rio Grande precedem o espocar de girândolas cujo reboar se junta ao badalar dos sinos da simples e despojada Capela do Pão de Santo Antônio. É a trezena em louvor ao grande taumaturgo que se repete piedosamente há mais de 100 anos. Na noite do dia 12, véspera do encerramento da grande festa, um portentoso foguetório ilumina o mais velho bairro do antigo Arraial do Tijuco. Buquês multicoloridos explodem nos céus em miríades de pétalas incandescentes. Gente simples, do povo, bate palmas quando a bandeira de Santo Antônio é hasteada. Em muitos lares o tradicional pãozinho bento é aguardado fervorosamente e dividido em fragmentos que protegem os que deles se alimentam.

O dia 13 de junho amanheceu nublado e friorento. O que não impediu que uma multidão ocupasse o amplo jardim em frente ao Pão de Santo Antônio para a missa campal de encerramento da trezena em louvor ao padroeiro da cidade. Acolitado por vários sacerdotes e seminaristas, dom João Bosco era o celebrante. A pouca distância do palanque armado para a solenidade, os três pavilhões que estão sendo construídos pelo centenário asilo destacavam-se no ambiente. Sua função é proporcionar ao Pão de Santo Antônio a necessária autossuficiência que, desde sua fundação, o previdente Zezé Neves sempre perseguiu. A homilia do arcebispo me pareceu relacionada a esse velho sonho da filantrópica entidade. Como a mostrar a força com que a mão de Deus sempre abençoa e protege os que n’Ele confiam e tentam acudir os menos afortunados.

Início do editorial da Voz de Diamantina - Edição 671, de 21 de junho de 2014

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