segunda-feira, 27 de abril de 2015

Vale do Jequitinhonha sofre com promessas de campanha que não saem do papel

Fonte: Estado de Minas (clique aqui)

Urnas fechadas, sonhos desfeitos. A cada quatro anos, a pobreza extrema, a falta de perspectiva, o desemprego e até a seca desaparecem do Vale do Jequitinhonha, e a região – uma das mais pobres do Brasil – é brindada com recursos para obras de infraestrutura, além de investimentos em saúde e educação, transformando-se, nos reiterados discursos eleitorais, na própria terra prometida. A mágica exibida nos palanques, entretanto, dura pouco. Arrebanhados os votos locais e garantida a vitória, as enfáticas promessas de mudanças evaporam. A reportagem doEstado de Minas percorreu o Jequitinhonha e constatou o esquecimento a que está relegada a população local, apesar dos afagos recebidos nas campanhas políticas. A região convive com um problema que afeta todo o país, mas que ganha ares de tragédia numa área marcada pelo martírio da seca e por baixos índices de desenvolvimento sócioeconômico: obras e projetos implementados pelo poder público que não funcionam, estão parados ou abandonados. O resultado é o desperdício de dinheiro público, enquanto os cidadãos sofrem as consequências da falta de investimentos e de compromisso dos governantes.

Cliqeu aqui para ler a reportagem completa.

Trotão solidário beneficiará instituições filantrópicas de Diamantina

Evento promovido pelo DCE da UFVJM pretende repetir o sucesso de 2014, conscientizar os estudantes e melhorar sua imagem junto à comunidade diamantinense

O Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) - Gestão Intervenção prepara a realização do Trotão Solidário 2015, com a realização de campanhas de doação e de grande evento musical, no dia 16 de maio, a partir das 17 horas, no Campo do Tijuco.

De acordo com os organizadores, o Trotão Solidário 2015 vem com a proposta de dar as boas-vindas aos calouros, parabenizar os formandos do semestre, além de criar uma identidade universitária na cultura local e principalmente fortalecer as bases do evento, agregando-lhe valor social através da arrecadação de fundos e produtos que beneficiarão instituições filantrópicas de Diamantina e da conscientização e estímulo à doação de sangue.

O evento está sendo organizado com o apoio e autorização da Prefeitura Municipal de Diamantina, Ministério Público, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

Campanhas de doação

Para este ano, o DCE Intervenção criou a “Competição de Repúblicas”, em que as repúblicas de estudantes são pontuadas de acordo com a quantidade de produtos arrecadados, de doações de sangue e de visitas às instituições cadastradas. A gincana teve início no dia 10 de abril e ainda não se encerrou.

Os produtos a serem doados foram requisitados pelas próprias instituições que serão beneficiadas - APAE, Casa Mel e causa animal. São eles: detergente, água sanitária, sabão em barra, roupas em boas condições de uso, fralda infantil e geriátrica. Além das doações, a maior parte do lucro líquido do evento será destinada às causas já citadas. Uma porcentagem será investida nas demandas dos discentes da UFVJM.

Os organizadores informam também que a doação de sangue é voluntária e solidária. Uma campanha de conscientização está sendo feita durante a venda de ingressos, com distribuição de panfleto informativo.

A intenção de todas essas ações é repetir o sucesso do ano passado, quando foram doados R$ 15 mil em equipamentos para o Hospital de Nossa Senhora da Saúde e houve recorde de doação de sangue no Hemominas local.

Cartilha do Folião

Para melhor orientar e conscientizar os participantes do Trotão Solidário 2015, o DCE Intervenção produziu a “Cartilha do Folião”. O objetivo é consolidar uma nova imagem para o evento e para os estudantes perante a comunidade de Diamantina.

Assim, a publicação contém recomendações para o seu bom andamento e informações úteis ao cidadão, como orientações sobre concentrações em casas e repúblicas sem alvará; preservação, responsabilidade e respeito em relação à cidade, seus moradores e seu patrimônio; segurança e cuidados durante o evento, em que não será permitida a entrada de menores de 18 anos e nem a entrada com garrafas de bebidas.

SERVIÇO:

Trotão Solidário 2015

16 de maio de 2015 - A partir das 17 horas - Campo do Tijuco

INFORMAÇÕES:

Diretoria de Comunicação Social da UFVJM - (38) 3532-1276

Jornalista Flávia Cesar - Mtb 18.984/MG

domingo, 26 de abril de 2015

População cobra abertura da UPA 24 horas de Diamantina

Fonte: Aconteceu no Vale (clique aqui)

Em Diamantina, no Alto Vale do Jequitinhonha, moradores se uniram para cobrar o funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas. A UPA foi pré-inaugurada no final de 2012, mas até hoje está fechada e o prédio está em situação de abandono. Representantes do “Movimento UPA Já” acreditam que a abertura da UPA beneficiará os diamantinenses e moradores de municípios circunvizinhos, que buscam atendimento em hospitais da cidade.

Diamantina conta atualmente com a Santa Casa de Caridade, onde funciona o Pronto Atendimento Santa Izabel, e o Hospital Nossa Senhora da Saúde. Os dois hospitais prestam serviços essenciais, mas a população reclama da demora no atendimento.

“As duas casas são muito valiosas e prestam serviços essenciais, mas os atendimentos de urgência e emergência precisam de mais qualidade, humanização, carinho e respeito ao cidadão. Não podemos admitir que pacientes esperem cinco, seis, sete horas por um atendimento. A UPA foi pensada para atender a população de Diamantina e região. Foi idealizada para interagir com o SAMU e resolver os casos ambulatoriais de urgência e emergência, com equipamentos de ponta, capazes de salvar vidas, além é claro, já existe toda uma estrutura, com conforto, onde os pacientes serão acolhidos.”, diz Ronaldo Lopes Guimarães, um dos líderes do Movimento.

“É importante dizer também que a UPA não vai tirar pacientes dos hospitais de Diamantina, pelo contrário, na UPA vai ser feito os primeiros atendimentos, com uma equipe de médicos especialistas, durante 24 horas. Sabemos que cabe a Prefeitura Municipal colocar ou não a UPA em funcionamento, mas isso depende de recursos de custeio dos Governos Estadual e Federal.”, completa Ronaldo.

Clique aqui para ler a reportagem completa.

Perdas consentidas

Antenor José Figueiró – antenor.figueiro@ig.com.br

Sou de uma geração alucinada pelos ares da nova democracia, pelo sentimento antiamericano. Sorvíamos nas filosofias de boteco a utopia que nosso país deveria fechar suas portas ao mundo. Convencidos de que seríamos autossuficientes na garantia de sobrevivência de uma população livre da opressão, suave na fórmula de percorrer por esta trajetória terrestre. Tínhamos como lema a vã consciência de que éramos o grande celeiro do mundo, detentores do privilégio divino de termos um país sem guerras e catástrofes naturais, abençoado pelo seu clima, pela boa qualidade de suas terras e excesso de água.

Mas, nos faltou perceber a malícia do mundo capitalista, que nos personificou como país de terceiro mundo, meninos catarrentos e bichentos. Com doses homeopáticas fomos engolidos pelo mercado publicitário: “povo limpo é povo desenvolvido”, “Brasil, ame-o ou deixe-o”.

Fomos introduzidos ao mundo fantástico de seus super heróis, sutilmente nossas imagens foram tomando novas formas e cores, muitas destas nunca chegaram a serem atitudes destes heróis.

Envolvidos pela superdose de modernidade (atualidades) não percebemos o quanto uniforme e de dimensões desproporcionais o verde (eucalipto) nos sufocou, a velocidade alucinante pela qual, cores e modelos (carros) nos ultrapassou.

Transformamo-nos em seres adestrados, perdemos a capacidade de sermos, aguardo pelo estouro da boiada. Por simples comodidade, desprezamos bons projetos, pois, teremos que pensar, planejar, executar e sentir os resultados. Copiamos futilidades, estereótipos e vulgaridades. Alimentamos um abismo intransponível entre o real e o abstrato.

Não conseguimos executar a conexão entre o saber e o conhecer. Sabemos que Diamantina tem quase todos os órgãos estaduais e federais aqui instalados, mas qual ou quais as importâncias, forças e consequências políticas, sociais e econômicas regionais? Temos consciência de que Diamantina cresceu e muito, quando fomos lá para ver este tamanho? É do conhecimento que o município é enorme, que temos de atravessar quase duas cidades para chegar a povoados e distritos que nos pertencem, mas já fizemos este percurso? Cantamos pelos quatro cantos as possibilidades e oportunidades, mas quando escolhemos, defendemos e executamos uma?

Hoje temos problemas sociais graves, tanto na cidade como em povoados e distritos. Cada um de nós, que mora no município de Diamantina sabe, podemos até negar, fugir ou ignorar, mas cada um de nós ou alguém muito próximo de nós já sofreu com algum destes problemas.

Temos a possibilidade de fazer o caminho inverso, adquirirmos nossos ranchos (sítios, fazendas) bem estruturados, produtivos e com excelente qualidade de vida. Exemplo desta ousadia é Planalto de Minas e seu entorno, pois possui desativada uma fábrica de polvilho que consumiu vários anos para sua construção, em valor estimado de quase um milhão de reais e que chegou a produzir seis mil quilos de polvilho por mês. Agora, temos como alternativa o emprego direto, com carteira assinada para sua reativação, de quarenta pessoas e um sem número de pessoas envolvidas no plantio, cultivo e transporte da mandioca da propriedade rural até a fábrica. Em contraponto para obter 6000 quilos de um pó finíssimo (o polvilho), quantos mil quilos de bagaço de mandioca serão produzidos, qual área cobrirá como adubo orgânico, ou quantos animais (gado, porco ou frango) alimentarão, pois este bagaço poderá ser utilizado como o volumoso da ração? O destino de cem mil litros de água diária que tem a possibilidade de descarte na natureza ou irrigar uma razoável área?

Desperta Diamantina! A Secretaria Municipal de Agricultura em parceria com órgãos afins tem o poder de ser uma grande parteira de empresas, indutora de desenvolvimento social e construtora de autoestima.

Um espetáculo de arrepiar no Teatro Santa Izabel

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sábado, 25 de abril de 2015

Trânsito pesado em cidades históricas é alvo de investigação do Ministério Público

Fonte: Estado de Minas (clique aqui)

Conciliar mobilidade urbana e estrutura viária do século18 é um desafio histórico para cidades mineiras surgidas nos tempos coloniais: o trânsito dá nó por entre as ruas estreitas, enquanto casarões trincam, o pavimento afunda e telhados despencam. Diante da desordem nas vias públicas, principalmente com a circulação de caminhões e ônibus, da falta de fiscalização e dos danos causados ao patrimônio arquitetônico, o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) entrou no circuito e já abriu inquéritos para investigação e ações na Justiça em 12 municípios: Caeté, Sabará e Santa Luzia, na Grande BH; Diamantina, Serro e Minas Novas, no Vale do Jequitinhonha; São João del-Rei e Prados, no Campo das Vertentes; São Tomé das Letras, no Sul; Pitangui, no Centro-Oeste; e Moeda e Conselheiro Lafaiete, na Região Central. O bom exemplo é dado por Tiradentes, no Campo das Vertentes, que fechou o trânsito, de sexta-feira a domingo e nos feriados, para carros e motos, abrindo espaço aos pedestres.

Clique aqui para ler a reportagem copleta.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Leia nesta semana na Voz de Diamantina

Capa (27)

Diferentemente do que muita gente pensa, as cidades pequenas, pobres e desprestigiadas politicamente não ficam ao largo das crises nacionais. Elas têm também de pôr as barbas de molho. Diamantina se situa nesta delicada condição: é pequena, pobre e desprestigiada politicamente. Com outro agravante: mais do que a maioria de suas coirmãs do interior, ingressou irrevogavelmente no seleto, mas hoje fragilizado grupo de cidades com economia altamente dependente de órgãos federais. De fato, como vislumbrar este Patrimônio Cultural da Humanidade sem as asas econômicas, desenvolvimentistas e culturais da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM)? Não que ela vá fechar suas portas. Ou que deixará de construir seu promissor Centro Tecnológico em ampla gleba nas proximidades do aeroporto. E nas vizinhanças do Instituto Federal Norte de Minas Gerais (IFNMG) que já deu início à sua atuação em salas da antiga Faculdade de Odontologia (hoje Campus I) emprestadas pela UFVJM. Apesar de aparentemente garantidos, estes importantes projetos, assim como o bom andamento de todos os outros já implantados, se tornaram reféns da preocupante desorganização econômica, política e moral que o governo central vem construindo com rara incompetência e absoluta confiança de que nunca ruiria, pois que ardilosamente tramada e ideologicamente institucionalizada.

A fragilidade atual deste velho e sofrido burgo me remete aos anos 1980. Quando a inflação corroía o país em todos os seus quadrantes e as décadas perdidas pareciam fadadas a suceder-se até o fim dos tempos. Diamantina, naqueles longos e catastróficos idos - como um oásis de um deserto econômico - nadava de braçada. Pelo decisivo fato de que gozava do privilégio de lastrear-se na sólida riqueza dos diamantes e do ouro.

Início do editorial da Voz de Diamantina - Edição 714, de 18 de abril de 2015

Assinatura da Voz de Diamantina

Um presente que todo mundo gosta de ganhar

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Quincas: (38) 3531-3129 e 8824-3584 - vozdediamantina@gmail.com

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*A partir da tarde das sextas-feiras, o jornal Voz de Diamantina pode ser adquirido nos seguintes locais: Banca de Geraldinho, Canastra Diamantina e Livraria Espaço B

Minas ao Luar Especial Diamantina apresenta Toquinho

Fonte: Prefeitura de Diamantina (clique aqui)

Show na Praça do Mercado Velho terá participação de um dos principais ícones da música popular brasileira

Show Toquinho

Toquinho vai levar toda sua arte a Diamantina, no Vale do Jequitinhonha. O músico é o convidado especial do Minas ao Luar Especial Diamantina, uma nova oportunidade para o público da região acompanhar um dos principais projetos de valorização da música nacional. O show será em 24/4, a partir das 20h30, na Praça do Mercado Velho, no Centro. A entrada é gratuita.

Também haverá apresentação do Coral Colônia Diamantina, além de Sanducka e Banda. A iniciativa tem O apoio da Prefeitura Municipal e da Globo Minas.

Toquinho completou 50 anos de carreira em 2014. O músico está percorrendo o país com um show comemorativo: Toquinho, 50 anos de música. Ele apresenta canções que fazem parte da sua história artística e são verdadeiras referências na música brasileira. Ao longo de sua trajetória, teve como parceiros outros nomes de destaque, como Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Jorge Ben Jor, Paulinho da Viola e Francis Hime.

Entre suas composições mais representativas estão Aquarela, Tarde em Itapuã, Que maravilha, Regra três, Escravo da alegria, O caderno, A casa, O pato, Na tonga da mironga e Samba de Orly.

O Coral Colônia Diamantina, outra atração do evento, é um dos mais representativos grupos de Minas Gerais. Com um repertório amplo, apresenta clássicos da música de todos os tempos, valorizando a reconhecida tradição musical do município e da região.

Sanducka é outro importante músico brasileiro. O cantor e compositor apresenta em seu repertório canções de sua autoria e trabalhos de outros compositores. É reconhecido pela crítica e pelo público. Mineiro de Araguari, iniciou a carreira a partir do gosto e da sensibilidade pela música.

Durante o show serão distribuídos, gratuitamente, exemplares do DVD Minas ao Luar, ao vivo no Sesc Palladium. O produto foi gravado em 26 de março de 2014, no Grande Teatro do Sesc Palladium, em Belo Horizonte. O registro traz 16 clássicos da música brasileira, como Odeon (Ernesto Nazareth e Vinícius de Moraes), Meu Primeiro Amor (José Fortuna), Que Pena (Jorge Ben Jor) e O Mundo é um Moinho (Cartola), entre outros.

SERVIÇO
Minas ao Luar Especial Diamantina
Data: 24/4
Atrações: Toquinho; Coral Colônia Diamantina; Sanducka e Banda
Horário: 20h30
Local: Praça do Mercado Velho, Centro
Entrada Gratuita

Informações sobre o evento (público): (31) 3270-8100

Clube de leitura de espanho no Museu do Diamante

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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Blog do Banu faz análise sobre eleição na UFVJM

Fonte: Blog do Banu ( Clique aqui para saber mais)

Em maio, UFVJM elege novo Reitor. Quatro chapas disputam a nova gestão da UFVJM, com eleição marcada para o dia 11 de maio.

A UFVJM - Universidade Federal do Vales do Jequitinhonha e Mucuri eestá realizando um processo eleitoral para escolher um novo Reitor para o quadriênio 2015-2019.

A eleição será  realizada no dia 11.05.15, domingo, de 9 às 21 horas.

Participarão como eleitores os mais de 8 mil estudantes matriculados, cerca de 900 professores e 700 técnico-administrativos, com paridade entre os segmentos. Ou seja, o peso dos votos será de 33,3% para cada segmento. São cerca de 10 mil eleitores, um universo maior que a maioria dos municípios do Vale do Jequitinhonha.

A UFVJM possui 53 cursos em 4 campis em Diamantina, Teófilo Otoni, Janaúba e Unaí e diversos polos de ensino à distância em Águas Formosas, Nanuque e Teófilo Otoni (Mucuri); Almenara, Diamantina, Minas Novas, Padre Paraísp, Taiobeiras e Turmalina ( Jequitinhonha) e Januária (norte de Minas).

O orçamento da UFVJM não é muito claro,  tendo pouca transparência no seu planejamento e na sua execução. Para se ter uma idéia, em 2011, o orçamento era de cerca de R$ 170 milhões ( quase 3 vezes o orçamento da prefeitura de Diamantina), com diversas obras paralisadas.

O Ministério Público Federal , de Sete Lagoas, informou, em março de 2014, que "a UFVJM contou, nos últimos nove anos, com orçamento total superior a 800 milhões de reais, tendo liquidado cerca de R$ 640 milhões. Além do uso dos recursos em atividades de custeio e para a ampliação dos vários campi – reformas e construção de prédios, compra de equipamentos e material -, as verbas também são empregadas em atividades acadêmicas, como os projetos de pesquisa".  E constatou que não existia nenhuma estrutura de Controle Interno, ficando tudo sob controle da Reitoria.

Candidatos ligado ao reitor Pedro Ângelo, Donaldo Rosa e Alexandre Christófaro, falam em abrir a "caixa preta". Estudantes e servidores desconfiam, pois eles próprios participaram da gestão de 2007-2015. Donaldo, como vice-reitor. e Christófaro como Pró-reitor de Pesquisas e Pós-graduação.

Quatro chapas fizeram sua inscrição, todas apresentando alguma proposta de mudança em relação ao estilo de gestão centralizador e autoritário implantado pelo atual Reitor Pedro Ângelo, no período de 2007-2015.

As chapas inscritas foram as seguintes:

Chapa 1 - Reitor: Tânia Regina Riul e Vice-Reitor: Santúsia Nunes Rabelo

Chapa 2 - “UFVJM Presente: tempo de diálogo e concretização” - Reitor: Donaldo Rosa Pires Júnior e Vice-Reitor: Maria de Lourdes Santos Ferreira

Chapa 3 - “Novos tempos” - Reitor: Gilciano Saraiva Nogueira e Vice-Reitor: Cláudio Eduardo Rodrigues

Chapa 4 - “Dialogar para Integrar”- Reitor: Alexandre Christófaro Silva e Vice-Reitor: Carlos Henrique Alexandrino.

A Comissão Eleitoral de Consulta à Comunidade Universitária promoveu um debate entre os candidatos , no dia 17 de abril, no Anfiteatro do Campus I.

Duas chapas são de situação, continuidade, ou com mudanças moderadas. A chapa 2, de Donaldo, atual vice-reitor; e a 4, de Alexandre Cristhofaro, atual pró-reitor de Pesquisas e Pós-graduação. O reitor Pedro Ângelo diz não apoiar esta ou aquela chapa, mas faz articulações, nos bastidores para o candidato Alexandre Chistófaro.

Duas chapas são de oposição. A chapa 1 é ligada aos sindicalistas, coordenada por Tânia Regina Riul. A chapa 3 é comandada pelo professor Gilciano Saraiva Nogueira, Diretor da Ciências Agrárias, e Claúdio Eduardo Rodrigues, coordenador do Campus Mucuri

A chapa com uma proposta mais aberta que pretende transformar a UFVJM em uma grande universidadem voltada para incrementar o desenvolvimento sustentável  dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri é a chapa 3.  Esta chapa tem uma proposta de Planejamento Estratégico Institucional para 50 anos, procurando estruturar os campus existentes: Diamantina, Teófilo Otoni, Janaúba e Unaí, além de compromisso com a expansão universitária, dentro das condições orçamentarárias da Universidade.

A chapa 3 faz um debate qualificado, propondo uma gestão compartilhada, com os diversos setores da própria Universidade, além de estabelecer relações institucionais de parcerias com outras instituições públicas da região, empresas privadas e organizações sociais.

Pesquisa internas realizadas, sem publicação oficial, inferem que a chapa 3 terá em torno de 37%; as chapas 2 e 4, 18% cada uma; a chapa 1, 3%, e o restante do eleitorado ainda não se definiu.

Serra do Espinhaço: sertão atravessado

Fonte: National Geographic (clique aqui)

A travessia de 200 quilômetros integra diversas Unidades de Conservação e comunidades tradicionais

O carro avança pela estrada de muitas curvas. São 292 quilômetros da capital mineira a Diamantina, cidade de onde partiremos para uma jornada de oito dias. Da borda do asfalto, vê-se ao longe os primeiros sinais de que estamos chegando. Paredões rochosos se espalham pelos campos gerais, uma vastidão de terra imponente, repleta de cores e formas. A Serra do Espinhaço é reduto de nascentes d’água, árvores baixas e bichos graúdos. Onças, tatus-canastra, tamanduás-bandeira e lobos-guará são alguns dosanimais que vagueiam pelo raso de vargens. A natureza abundante revela no povo o traço forte de uma região antiga. Das Minas, histórias de combate e prosperidade embalaram gerações. Agricultores, coletores de flores, tropeiros e garimpeiros, todos trazem consigo a herança extrativista.

De Diamantina ao Serro, centro-norte do estado, cerca de 300 povoados se ajustam entre montanhas, cânions e cachoeiras. São comunidades tradicionais que viveram décadas a retirar do meio o seu sustento. A economia de subsistência é a característica predominante do chamado sertão mineiro. Grupos inteiros de trabalhadores subiam a serra à procura de frutos, madeira, raízes e todo tipo de matéria-prima disponível nas campinas. Era a coleta que abastecia as mesas das famílias residentes e o comércio local. Tempos passados. Hoje, parte considerável da extensão territorial que integra o Circuito dos Diamantesfoi transformada em área de preservação ambiental.

Só no perímetro pelo qual circularemos, foram criadas quatro unidades de conservação (UCs). Realidade que há anos gera atritos entre a população – que ficou impossibilitada de fazer uso dos recursos dentro dos limites das UCs – e o governo, cujas ações visam a regenerar inúmeras espécies da fauna e flora do Espinhaço. Foi em meio ao clima de entrave entre as partes que demos os primeiros passos de nossa viagem. Para entendermos melhor o contexto, optamos por percorrer trechos do Parque Nacional das Sempre-Vivas, da APA Rio Manso e dos Parques Estaduais do Biribiri e Rio Preto. São exemplos de reservas nas quais o imbróglio ultrapassa as fronteiras das UCs, multiplica demandas, gera crise de interesses e um desajuste econômico que restringe o desenvolvimento regional. No caminho, conheceremos algumas das vilas situadas nas cercanias das áreas protegidas.

O roteiro escolhido por nós leva o nome de Travessia dos Parques e Vilarejos da Terra dos Diamantes. Trata-se de um corredor ecológico idealizado por moradores como o turismólogo Felipe Ribeiro com a finalidade de conservar a biodiversidade e fortalecer as comunidades do entorno dos parques do Mosaico do Espinhaço: Alto Jequitinhonha – Serra do Cabral. Ribeiro comenta que o principal instrumento para a realização do projeto é a atividade turística e produção associada ao turismo, tais como o artesanato e o cultivo de hortifrutigranjeiros. “Não é a solução para todos os problemas, mas é algo que possibilita um aumento na renda mensal dos habitantes envolvidos.” É um caminho.

Desde 2006, a implantação do Turismo de Base Comunitária aliada à prática do ecoturismo na região amplia horizontes. A promoção da modalidade de receptivo de inclusão social e troca de experiências tem potencial para reverter a situação atual. O modelo de gestão se difere do convencional por incentivar a autonomia das comunidades na formulação de planos estratégicos durante a execução do projeto. Os habitantes, que abrem as suas casas para os turistas, são os responsáveis pelo sucesso do empreendimento, pautado em valores essenciais como a simplicidade e o contato direto com as pessoas e a natureza. Entre os benefícios da iniciativa estão o pagamento imediato dos proventos ao proprietário e a valorização do roteiro, destacado pela vivência mais autêntica oferecida aos viajantes.

Clique aqui e leia a reportagem completa.

Apostador de Diamantina retira prêmio de R$ 32,9 milhões da Mega-Sena

Fonte: Estado de Minas

Apesar de ter o prazo de 90 dias para retirar o prêmio, o vencedor do concurso da Mega-Sena do último sábado não perdeu tempo. Nesta segunda-feira, no primeiro dia útil após ter sido sorteado com a bolada de R$ 32,9 milhões, o sortudo já procurou uma das agências da Caixa Econômica Federal, responsável pelo pagamento, para sacar a fortuna. O dono do bilhete premiado, vendido em uma lotérica de Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, esteve no banco para fazer o saque, mas, por sigilo e segurança, não foi identificado pela Caixa. O ganhador apostou nos números 01, 12, 17, 31, 37 e 46 e acertou sozinho a sena do concurso 1696, da Mega-Sena.

Mas, até a divulgação do saque, o clima foi de curiosidade na terra dos diamantes, com especulações de todo tipo. Há quem achasse que fosse homem, mulher, morador da cidade colonial, gente de outra cidade, e até mesmo o vizinho. Independentemente de todas essas conspirações, quem acertou os seis números levou sozinho a grana toda. Funcionária da rede de loterias onde foi vendido o bilhete da sorte Raiane Costa diz que hoje foi grande o movimento de pessoas na lotérica, perguntando sobre quem seria o ganhador. E disse que as conversas sobre o assunto tomaram conta da cidade. “O clima foi de curiosidade. Está todo mundo querendo saber quem é, se é morador de Diamantina ou se é de fora. Se já sacou o prêmio”, contou.

A funcionária disse ter informação se o vencedor fez ou não mais de uma jogada, mas que não poderia passar a informação. Na Quina do concurso nº 1696, 135 apostadores acertaram os cinco números, sendo o prêmio de R$ 27.832,74, enquanto 9.824 pessoas fizeram a quadra, embolsando R$ 564,39. A estimativa da CEF é que o próximo concurso chegue a R$ 3 milhões – o sorteio será na quarta-feira.

Divulgada programação do 5º Festival de Animação e Arte em Capelinha MG

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Grupo de Teatro Anim’Art divulgou na manhã desta quarta-feira (22/04) a programação oficial do 5º Festival de Animação e Arte, evento que é realizado à 5 anos pelo Anim'Art, em Capelinha-MG, e que esse ano conta com a parceira da Aperam Bioenergia.

Nesta edição, foram montados 5 espetáculos com alunos(as) de escolas estaduais e particulares de Capelinha, que estarão participando do “Concurso Escolar de Teatro”, as apresentações terão inicio no do dia 04  e vão até o dia 08 de Maio, com entrada livre. No dia 09 será realizada a cerimônia de premiação do Festival.

Confira a programação:

CONCURSO ESCOLAR DE TEATRO

   Espetáculo

        Dia

Horário

        Local

DEVER MORAL

04/05 (segunda-feira)

19h30

Espaço Ativa Idade

QUATRO VEZES VOCÊ

05/05 (terça-feira)

19h30

Espaço Ativa Idade

UM SETE UM

06/05 (quarta-feira)

19h30

Espaço Ativa Idade

RECORDAÇÕES

07/05 (quinta-feira)

19h30

Espaço Ativa Idade

O CANTO DA SEREIA

08/05 (sexta-feira)

19h30

Espaço Ativa Idade

Os ingressos para as apresentações estarão disponíveis a partir do dia 28 de Abril  no Espaço Ativa Idade, Secretaria de Cultura e com os integrantes do Anim'Art.

Maiores informações: Clique Aqui.

Fonte: Por Reginaldo Rodrigues / Blog RegisCap1.

Diamantinense Cultural: lançamento de livro

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