quarta-feira, 11 de março de 2009
Projeto obriga políticos a matricularem seus filhos em escolas públicas
segunda-feira, 9 de março de 2009
Domingo no parque ou negligência do poder público?
Não só ele!
Esta lesão no pé da criança cai sobre as costas dos gestores municipais!"
sábado, 7 de março de 2009
As áreas de proteção ambiental na região de Diamantina




Devido a sua riqueza de fauna e flora, a região de Diamantina está cercada de alguns parques estaduais e federais. Basta olhar no mapa para compreendermos que estamos rodeados de várias áresa de proteção ambiental que merecem uma visita. Á primeira vista, a região pode nos parecer inóspita e sem vida, mas quando explorada nos encontramos água em abundância, belas formações rochosas e, principalmente as riqueza do Espinhaço.
Parque Nacional das Sempre-Vivas
O parque Nacional das Sempre-Vivas foi criado em dezembro de 2002, protegendo uma área de 124.555 hectares, inserida em 4 municípios: Diamantina, Buenópolis, Bocaiúva e Olhos D`água. As áreas apresentam fisionomias diferentes, contendo registros de mata densa de fundo de vale, campos rupestres de altitude e uma grande concentração de nascentes, entre elas a do Rio Jequetinhonha. Atualmente o parque ainda está em fase de implantação e permanece fechado à visitação pública, qualquer incursão nesta área dever ser autorizada pela chefia da unidade em Diamantina.
Parque Nacional da Serra do Cipó
O Parque Nacional da Serra do Cipó foi criado em 1984 para proteger a fauna e flora da Serra do Cipó, as espécies endêmicas da região e, além de tudo, os importantes elementos históricos e culturais presentes dentro de seus 33.800 hectares.
A Serra do Cipó faz parte da Cordilheira do Espinhaço e, juntamente com um braço da mesma, divide as águas das bacias dos rios São Francisco e Doce. A paisagem apresenta um conjunto de montanhas, rios, cachoeiras e campos e está dividida em duas grandes formações: a do Espinhaço, montanhosa e a da bacia do médio rio Cipó, semi-montanhosa, que corresponde à região dos vales. As chamadas rochas em dobramento, afiados obeliscos de granito, são marcantes na região.A flora apresenta três conjuntos de vegetação: mata de galeria, campo cerrado e campo rupestre. Foram catalogadas mais de 1.600 espécies diferentes de flores na região, algumas únicas do lugar.
Parque Estadual do Biribiri
Está inserido no complexo da Serra do Espinhaço. A Vila Biribiri, inserida na área do parque, tem importante registro da história da indústria têxtil mineira. Foi nessa área que funcionou a fábrica de tecidos, criada pelo Bispo Dom João Antônio dos Santos, em 1876, uma das primeiras comunidades fabris do estado.
As pessoas que passam por Biribiri se encantam não somente por seu casario, mas principalmente pelas paisagens de beleza cênica, com seus rios de leitos de pedras, formando cachoeiras e atravessando campos. A área abriga várias nascentes e cursos d'água: o Rio Biribiri, que moveu as turbinas da hidrelétrica geradora da força motriz da fábrica de tecidos; o Rio Pinheiros e diversos córregos, sendo os mais famosos o Sentinela e o Cristais. Os descendentes dos proprietários da fábrica contam histórias sobre os suntuosos degraus da Cachoeira dos Cristais, cujas rochas teriam sido cortadas com talhadeiras pelos proprietários da época, à procura de diamantes. Hoje, o local é um centro cultural e histórico.
Está localizado no município de São Gonçalo do Rio Preto, distante 56 Km de Diamantina. Foi o primeiro a receber o marco de referência da Estrada Real, que vai de Parati (RJ) até Diamantina.A história da unidade de conservação está ligada às lendas e mitos dessa antiga área de mineração. Na área, segundo relatos, se escondiam escravos fugidos que conheciam bem suas matas e rochas por haverem trabalhado na construção da Estrada Real. Muitos conseguiram se safar das perseguições dos capitães-do-mato e se juntar a quilombos no interior da Bahia.
O Parque Estadual do Rio Preto está inserido no complexo da Serra do Espinhaço. Possui um relevo acidentado repleto de rochas de quartzo que formam belíssimos painéis. Com uma área total de 10.755 hectares, a unidade de conservação abriga diversas nascentes, dentre as quais se destaca a do Rio Preto, um dos mais importantes afluentes do Araçuaí, por sua vez afluente do Rio Jequitinhonha. Os recursos hídricos privilegiados favorecem a formação de cachoeiras, piscinas naturais, corredeiras, sumidouros, canion e praias fluviais com areias brancas.Entre os inúmeros atrativos turísticos, destacam-se as cachoeiras do Crioulo e da Sempre Viva, as pinturas rupestres e os mirantes naturais que permitem aos visitantes observar toda a área da Unidade e do entorno.
Possui riquezas naturais como cachoeiras, cursos d'água e vegetação únicas. Abrange em seus domínios, várias nascentes e cabeceiras de rios das bacias do Jequitinhonha e Doce. No Parque situa-se o Pico do Itambé, com seus 2.002 metros, um dos marcos referenciais do Estado. Campos rupestres de altitude e cerrado compõem a cobertura vegetal nativa do Parque. Nos fundos de vales ocorrem manchas de solos de aluvião, de maior fertilidade, sobre os quais se desenvolve exuberante mata pluvial altimontana, onde podem ser encontradas espécies como o pau-d'óleo, a sucupira, o ipê, o cedro, o jatobá, o ingá e a candeia, entre outras. Nos campos de altitude ocorrem espécies raras e endêmicas de orquídeas. Uma fauna bastante rica relaciona-se com a diversidade florística e com os recursos hídricos. Dentre os animais, constantes da lista oficial de animais ameaçados de extinção, destacam-se a onça-parda e o lobo-guará.
Chica da Silva e o Dia Internacional da Mulher

sexta-feira, 6 de março de 2009
Diamantina, a Atenas do Norte.

Recicle seu óleo de cozinha: uma idéia simples e inteligente

terça-feira, 3 de março de 2009
Programação comemorativa do 171º aniversário Diamantina.
domingo, 1 de março de 2009
Novo filme de Helvécio Ratton narrará caça ao tesouro em Diamantina

sábado, 28 de fevereiro de 2009
O livro da capa verde
Quando em Portugal o rei recebeu notícia do descobrimento de diamantes no Brasil, não coube em si de contente. Logo que a novidade se espalhou por Lisboa, foi tamanha a alegria dos portugueses que mandaram repicar os sinos, organizaram procissões, celebraram Te Deum e renderam graças ao Todo Poderoso.
D. João V mandou de presente algumas amostras de diamantes ao Papa, e recebeu muitas congratulações dos outros monarcas da Europa.
Ora, antes de se descobrirem as minas de diamantes, já Portugal nadava em riqueza por causa do ouro do Brasil. A capital do reino tornara-se uma das mais ricas e mais belas da Europa. O rei mandou edificar o palácio de Mafra e o aqueduto de Lisboa com o ouro que foi de Minas, e fez ainda muitos outros gastos. Imagine-se agora com o descobrimento do diamante, sabendo-se que o diamante valia mais que o ouro!
Doloroso contraste! Enquanto os portugueses deliravam de contentamento, os brasileiros ralavam-se de tristeza, imaginando que, assim como tinham sofrido da Metrópole tantos vexames por causa das minas de ouro, — maiores vexames iriam agora sofrer por causa das minas de diamante. Se assim os brasileiros pensavam, pior veio a acontecer.
A princípio a mineração do diamante era livre: cada um podia minerar, desde que tivesse carta de data. “Carta de data” era um papel que dava direito à pessoa de minerar. Mas durou pouco.
Não levou muito tempo, o rei proibiu que se tirassem diamantes: quem minerasse escondido e fosse descoberto, seria degredado para a África por 10 anos, e perderia todos os seus bens. Essa proibição durou 7 anos.
Depois foi criado o imposto da capitação, isto é, por escravo que trabalhasse na mina o senhor teria de pagar um tanto de imposto.
Depois o rei nomeou um funcionário encarregado de fiscalizar a mineração — chamava-se Intendente dos Diamantes.
Foi criada uma lei ordenando que o diamante de mais de 24 quilates pertenceria ao rei: o escravo que o achasse e o entregasse ficaria forro. Se fosse encontrado por homem livre, este receberia 400$000 de gratificação.
Finalmente, o rei resolveu conceder a mineração dos diamantes só a uma pessoa. Essa pessoa ficaria sendo o único que poderia minerar. Em compensação teria de pagar ao rei, todos os anos, uma grande soma — muitos milhões de cruzados. Durou 32 anos este sistema.
O 1º arrematante foi o sargento-mor João Fernandes de Oliveira. O 2º foi este mesmo, associado a Francisco Ferreira da Silva. O 3º foi Felisberto Caldeira Brant, de quem falaremos na história seguinte. O 4º foi o desembargador João Fernandes de Oliveira, filho do primeiro contratante de igual nome.
Todos os contratadores de diamantes, exceto Felisberto Caldeira Brant, impediam que mais alguém minerasse: de sorte que, enquanto enriqueciam, o resto do povo vivia na miséria. O desembargador João Fernandes de Oliveira enriqueceu tanto que veio a ser o homem mais rico de Portugal e do Brasil!
A pessoa que minerasse escondido chamava-se garimpeiro. O garimpeiro que era pilhado tinha de entregar todos os seus bens. E se não tinha bens? Nesse caso era preso e metido no tronco. Às vezes acontecia o garimpeiro fugir na hora em que era descoberto. Que sucedia então? Os rondantes das minas o perseguiam até prendê-lo. Se o garimpeiro resistia à prisão, ali mesmo o matavam sem mais nem menos, como se mata um animal acuado. Os mais felizes eram enterrados na estrada. Quando não, lançavam seus corpos no ribeirão mais próximo, ou os deixavam insepultos para serem devorados pelos urubus.
Não levou muito tempo e o rei anulou o contrato com João Fernandes, obrigando-o a entrar para os cofres com onze milhões de cruzados. João Fernandes entrou com essa quantia. Seus haveres ficaram um pouco abalados, mas ele não deixou, por isso, de continuar a ser o homem mais rico da Colônia.
Depois desse fato, o rei mandou que a extração de diamantes se fizesse por conta dele. Chamava-se Real Extração. Para isso criou-se um regulamento especial, denominado Regimento Diamantino. Esse regimento continha as proibições mais absurdas, e impunha penas severas aos contrabandistas de diamantes. O povo chamava-lhe Livro da Capa Verde, porque o único exemplar dele que veio ao Tijuco (Diamantina) fora encadernado com capa de marroquim verde. Qualquer pessoa podia ler o Livro da Capa Verde, pedindo licença, mas era proibido tirar uma cópia.
Não obstante, muitas cópias foram tiradas, e algumas ainda existem em Diamantina. Durou 56 anos a Real Extração. Os diamantes extraídos durante esse tempo montaram a 1 milhão e 320 mil quilates.
O povo do Tijuco tinha horror ao Livro da Capa Verde. Eram tais os vexames e violências mandados executar por esse livro que só pronunciar o nome — Livro da Capa Verde — enchia de medo a quem ouvisse.
Cansado de sofrer a opressão do Regimento Diamantino, — um dia o povo do Tijuco revoltou-se. Foi no ano de 1821, um ano antes da Independência do Brasil. Por toda parte, nas ruas, nas sacadas das casas, o povo gritava:
— Fora o Livro da Capa Verde!
— Abaixo o Intendente!
Não levou um ano e proclamou-se a Independência do Brasil. A nossa pátria respirou livre e desafogada. Agora as minas de diamante seriam de seus legítimos donos, e cada um poderia minerar em suas grupiaras.
Quando chegou ao Tijuco a notícia da proclamação da Independência por D. Pedro, quando lá repercutiu o brado do Ipiranga — foi um delírio. O povo celebrou grandes festas. As ruas encheram-se de gente que, acima e abaixo, gritava:
— Viva a Liberdade!
— Viva a Independência!
— Viva o Brasil!
— Viva o Império!
— Viva D. Pedro!
Não tardou muito que um homem do povo fizesse um discurso, lançando a idéia de queimar-se na praça pública o “Livro da Capa Verde”, o livro renegado que durante cinqüenta anos vexara o povo daquela região. Todo o povo apoiou. Dirigiram-se em massa para ir buscar o livro amaldiçoado. Fez-se uma fogueira na praça pública. O livro foi lançado às chamas no meio do regozijo de todos.
Enquanto isso se dava, uns gritavam, outros aplaudiam, outros batiam palmas. Ao mesmo tempo os sinos repicavam, as bandas de música tocavam, os foguetes espoucavam no ar! Foi uma hora de festa!
Em poucos segundos o Livro da Capa Verde ficou reduzido a cinzas.
Só depois que a fogueira acabou de arder é que o povo se dispersou. Mas o entusiasmo não parou.
Os gritos continuaram:
— Viva a Liberdade!
— Viva a Independência!
— Viva o Brasil!
— Viva D. Pedro!
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Vissungos: vozes da África
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| Chico Xavier e Paulo - vissungueiros - Foto de Spirito Santo (1981). |
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
São João da Chapada: hospitalidade, beleza e história
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Programação do Carnaval de Diamantina 2009
DESFILE DE BLOCOS
SEXTA-FEIRA
A partir das 17h Bloco Sapo sequinho, Unidos da Pena Branca ,Bloco Chega Chegando, Bloco Casa da Sogra
SÁBADO
A partir das 19h30 Bloco Palhassada, Bloco As Domésticas, Bloco Casa da Sogra
DOMINGO
A partir das 10h00 Bloco Vila Formosa, Bloco Onósakitravez, Bloco Infantil Rato Seco
16h Bloco Sapo Seco, Bloco Xica da Silva, Bloco Galoucura
SEGUNDA-FEIRA
A partir das 16h00 Bloco Apolo XIII, Bloco Xai-Xai, Bloco As Domésticas, Bloco Casa da Sogra
TERÇA-FEIRA
A partir das 10h Bloco Vila Formosa, Bloco Onósakitravez, Bloco Infantil Rato Seco
16h Bloco Sapo Seco, Bloco Xica daSilva, Bloco Galoucura
SHOWS
SEXTA-FEIRA
Praça Mercado Velho
22h Banda Axé Mineiro & Bartucada 2
SÁBADO
Largo Dom João
16 às 23h Banda Tio Tomás & Banda Axé Mineiro
Praça Mercado Velho
17h Bat Caverna
24h Bartucada
DOMINGO
Largo Dom João
16 às 23h Nino Aras Bartuquebrados Minas Show Brasil
Praça do Mercado Velho
17h00 Bat Caverna
24h00 Bartucada
SEGUNDA-FEIRA
Largo Dom João
16 às 23h Acorde Mineiro & JK Samba
Praça do Mercado Velho
17h Bat Caverna
24h Bartucada
TERÇA-FEIRA
Largo Dom João
16 às 23h Destilados & Firmanu Corpety
Praça do Mercado Velho
17h Bat Caverna
24h Bartucada
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Sebo virtual

Vitrais neogóticos da Basílica Sagrado Coração de Jesus


